I wasn’t made to be loved..
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@jules--vaughn
I wasn’t made to be loved..
steviewiley·:
Uma parte de si dizia que não era algo muito coerente sair justamente com a pessoa que terminou de arruinar seu casamento, a outra dizia que nunca foi culpa de Theo, portanto, não havia problemas em sair com ela, se era isso o que queria. “Sumir? Calma, não é para tanto.” Franziu levemente sua testa, negando com a cabeça. “Eu só parei para pensar no quanto, teoricamente, isso é bem esquisito. Mas… Na prática é diferente…? Na verdade, eu nem sei mais do que estou falando.”
“Melhor a gente só esquecer isso e seguir a noite. Pode ser?”
Ives poderia contestar e perguntar o que faz desse encontro inusitado algo esquisito, mas achou melhor ficar em silêncio. As duas têm vidas tão diferentes que faz muito sentido não entender a utilização daquele adjetivo em particular para descrever o que ela colocaria como sorte -- se, claro, acreditasse no conceito. Mas, assim como estranho, é apenas uma palavra. “It’s perfect,” concordou com um sorriso pequeno, rapidamente trocando os cabelos de um lado para o outro. “Você odeia o seu emprego?”, resgatou o assunto de alguma lembrança anuviada em sua mente, as mãos procurando por nada dentro dos bolsos da jaqueta. “Por que você está trabalhando lá, então?”
hclpertq:
“Really.” assentiu com um sorriso no rosto, na verdade, a cidade era pequena, mas havia muito o que fazer, só não era o suficiente pra entreter Quinn e os amigos. “Era a melhor coisa em Brighton.” adicionou deixando o orgulho falar um pouco mais alto, o maior tempo que tinha passado longe da cidade havia sido na faculdade, e ainda assim, Londres era perto o suficiente para que ele pudesse passar um final de semana, ao contrário de New York, onde a distância parecia aumentar mais a saudade do que o tempo. “Eu realmente deveria ter ficado calado. Poderia ficar cinquenta dólares mais rico.” riu baixo, deixando a calça em cima da blusa e o casaco. “Poderia, mas…” aumentou o passo, em um trote meio vagaroso. “Eu tenho algo a provar.”
“Você é de Brighton? Eu sou de Surrey!” Com algumas gotas de decepção consigo mesma por não ter reconhecido o sotaque -- questão de orgulho entre britânicos --, Theo riu com a coincidência e o novo fato descoberto em relação a ele. Até se deixaria sentir notalgia, se fosse capaz desse sentimento quando o assunto é sua vida na Inglaterra, e logo veio o familiar sabor amargo em seu interior. Melhor seguir com o assunto. Seguir com os passos. Porque não iria deixar ele lhe vencer na corrida até a água, não quando já tinha uma boa vantagem. Assim que as ondas acertaram seu corpo, o frio foi absoluto. “Algo me diz que você teria conseguido fácil as cinquenta pratas,” falou contra o som do vento e das ondas quebrando, rindo de si mesma. “Eu estava esperando por frio, mas isso aqui é ridículo.”
kingofgado:
› —— ‹ como foi a sua situação? e olha, é libertador correr sem roupa. a menos que esteja no inverno. nesse caso… não recomendo. › comprimiu os lábios em uma expressão que poderia ser considerada “envergonhada”, mas há muito tempo que ajay não se sente envergonhado por algo. riu sobre a afirmação da mulher, imaginando-a reprovando aquele tipo de comportamento. gargalhou com as cutucadas no peito, erguendo as mãos. ‹ eu não sou o fantasma bundão. e viu como funciona? é engraçado. › pegou o baseado da mão dela, levando-o até a boca para dar uma tragada leve. aos poucos sentia o corpo relaxar e a mente perder o peso das preocupações do dia. como de costume deixava a fumaça escapar naturalmente enquanto pronunciava as palavras. ‹ a gente faz amizade com a figura depois de um tempo, mas até lá é um risco de toda noite. e você, trabalha com o que? › deu uma nova tragada, mas dessa vez soprou a fumaça para o canto, longe dos dois.
Riu brevemente da imagem dele correndo sem roupa no frio. “O meu caso não foi nada tão libertador. Eu estava com a mão dentro dela quando o namorado apareceu e primeiro se instalou aquele silêncio de puro pânico de alguém que com certeza não sabia que ela gostava de mulher e aí começou a gritaria dos dois lados,” Theo balançou a cabeça em negativa, se lembrando de caos. “Eu não me dou bem com gritos, para minha sorte foi a distração suficiente para desaparecer antes que sobrasse pra mim.” Deu um sorrisinho de fim de história. Apenas riu breve do comentário sobre não ser fantasma, observando-o por um instante. É um cara bem bonito, provavelmente deve fazer sucesso entre os clientes do bar. E é divertido e leve o bastante para de fato fazer amizades com completos estranhos em becos escuros. Theo comprimiu uma risadinha. “Eu sou atriz.”
sophxbrookefield:
A maluquisse que tinha se tornado a vida de Sophie nos últimos meses era só o reflexo da eterna bagunça que estava instaurada na cabeça e na vida dela num geral, não gostava de arrastar ninguém para isso mas ainda estava aprendendo a ser mais sociável, a aproveitar melhor os dias e Theodora veio no meio de toda essa tempestade mas nunca seria capaz de não aproveitar tal situação e era nesse pé que estavam: o flerte na esperança de que uma hora fosse e talvez a hora era agora. Não tinha percebido o quanto do vinho tinha bebido com a mulher mas a cada segundo ficava mais e mais focada na morena, era impossível tirar os olhos dela e mais ainda queria sentir o toque de maneira quase febril. Sorriu se aproximando enquanto ela lhe puxava, era um sorriso um tanto embriagado? Sim, mas não era como se fosse a primeira vez que estivesse naquele estado, na verdade tinha certeza que quem tinha lhe embebedado naquela noite era a beleza dela, o vinho era apenas um mero detalhe. Levou a mão para a cintura de Theo sem mais rodeios e começou a se mover junto com ela com a música que estava tocando - Se você continuar falando isso eu vou ser obrigada a acreditar uma hora, and sure you’re not that bad either - comentou com a voz um pouco arrastada, mas aproveitou para aproximar o rosto do dela e levou os lábios para perto do ouvido, a música ainda estava mais alto do que a voz dela quando falou - Just kidding, you’re literally the most beautiful woman, no one can even try to compete with that.
Theo sorriu, preguiçosa, com a afirmação da mais nova. You should believe me, dizia o seu olhar. As mãos na sua cintura, bem-vindas, a fala divertida e embriagada. Fez-lhe recordar de um filme francês que gosta muito, sendo só o que faltava para Ives pressionar seus lábios nos alheios. Devagar a primórdio, foi aprofundando-o conforme algo ascendia dentro de si e ela se deixava ser tomada por aquela sensação tão familiar. A música atravessando seu corpo como se ditando seus movimentos, pôs a britânica a procurar mais e mais contato com a mais alta, deslizando a mão pelas costas alheias e lhe trazendo o mais perto possível. “I hope no one interrupt us now.”
hyunwoodoit:
Deixou que a menina entrasse e pegou parte das caixas das pizzas, não antes de pagar o homem e dar a ele uma gorjeta, não imaginava o quão difícil devia ser para ele carregar aquilo tudo. Escutou a garota se despedir dele e revirou os olhos, sabendo que nem se conheciam e a mesma só estava tentando ser simpática com o outro. Fechou a porta com os pés e colocou a pizza em cima do criado mudo. A sala já estava organizada. Tinha algumas câmeras em cima de onde ficaria a sua televisão e algumas luzes e um refletor. Estava pronto para começar o vídeo. “Mukbang, conhece?” Perguntou, indo para perto das câmeras reparando que uma estava um pouco desajustada. “Eles queriam mesmo me ver comendo esses dias, e eu também prometi, então...” Falou, apontando para as pizzas em cima da mesa.
Enquanto encarava a câmera e organizava o ângulo dela, escutou o comentário da outra e riu. “The internet is crazy, dude.” Falou, terminando de organizar tudo e se sentando no sofá. “Você quer arrumar mais alguma coisa?” Perguntou, zoando com a outra e apontando para ela, como se zombasse com a cara dela.
“Muk...bang?” repetiu, experimentando as sílabas em seus lábios. Coreano é divertido, pelo menos o pouco que pega no ar com Hyunwoo, e sorriu para o complemento dele porque não tinha mesmo ouvido nada a respeito disso. “Ficarei mais que feliz em ajudar com essa tarefa,” por melhor que fosse ficar repetindo frases para a câmera, ainda é menos do que comer pizza depois de um baseado. Sem pedir permissão, pegou uma das caixas e a levou consigo até onde o outro se sentava, chegando bem a tempo de ouvir seu comentário. As sobrancelhas de Theo se arquearam. “Wanker.” Deixou a caixa cair no colo dele de forma desajeitada, com tom de bom humor, antes de tirar um espalho de dentro da sua bolsa -- esta que jogou por trás do sofá logo em seguida. “Eu não estou... bagunçada,” o que queria mesmo era checar seus olhos, se certificando que não denunciavam ainda seus atos mais cedo. A roupa estava ótima. Tomou o espaço ao lado dele. “Quais são as instruções hoje, senhor Youtuber?”
@actingtheo
steviewiley·:
Parou de andar, demorando para entender que estava se referindo a outras traições, não o que havia acabado de fazer. Teoricamente, foi repetir a dose, mas… Divorciada. Solteira. Tanto faz. Virada para a outra, soltou um riso sem humor. “Foi com você, Theo. Só você.” Explicitou, fazendo uma pausa antes de continuar. “O casamento já estava uma merda, mas trair foi como… A cereja do bolo. O que faltava para a gente se separar.” A maior frustração foi não ter sido a primeira a falar que queria um divórcio, considerando que essa possibilidade passou por sua cabeça diversas vezes. “Talvez isso seja loucura demais… Sair com você depois de tudo o que aconteceu.”
Foi com você, Theo. Só você. Então tinha lido a mais velha corretamente, só tinha pouca informação a respeito do arsehole do marido dela. Ex-marido. Afirmou com a cabeça, em silêncio, observando os coturnos baterem no chão molhado e vez ou outra pequenas gotículas de água pularem nas laterais do seu calçado. Esperou alguns instantes antes de responder Stevie. “Você é quem sabe, love...” foi sua vez de cessar a caminhada, parando na frente da outra mulher. “Se achar que é loucura, eu posso sumir tão fácil quanto eu apareci e não precisamos nos ver de novo. No hard feelings.”
cwvani·:
Isco sorriu mais abertamente em como ela o imitara, mexendo a cabeça em afirmativo como se pra confirmar que era seu nome, sem precisar, mas ainda o fez. “Deveria? E não é?” Não tinha ficado ofendido, a perguntava era só uma provocação e pra mostrar isso manteve o sorriso. Cavani ergueu as sobrancelhas com a atitude da mulher, sem repudiar, claro, longe disso, mas surpreso por ela ter se animado contando que não era todo mundo que queria piscina no inverno por mais quente que a água estivesse. “Não precisa questionar duas vezes.” Disse prontamente, deslizando pela borda até cair na água novamente e abaixando pra molhar o cabelo de novo. “Eu adoro essa sensação.”
Mostrou um sutil, mas presente, contentamento quando Francisco se juntou a si na água, observando-o mergulhar e voltar à superfície. Olhou rapidamente para ele, pedindo permissão, antes de se aproximar e tocar os seus cabelos. “Deve ser ainda melhor com cabelo cacheado...”, distraída, comentou em voz alta. “Fica mais bonito.”
cwvani·:
“Theodora.” Repetiu com um sorriso mínimo nos lábios, dizendo-o mais lento como se saboreasse. “Francisco, minha irmã era neném e não conseguia falar.” Dando assim origem a seu apelido mais antigo. “Pais deviam pensar melhor em nomes mais fáceis pra crianças de dois anos falar.”
“Francisco...” repetiu copiando a forma como ele fizera antes com seu nome, bem humorada. “Deveria ser fofo, vai?” Imaginando uma criança de dois anos falando o nome Francisco pareceu adorável. Sua irmã também tinha dificuldade em pronunciar seu nome no começo, e ajudá-la a falar o “r” foi um daqueles momentos que facilitou sua transição para a nova realidade em que sua vida familiar dava indícios de algo remotamente são. Sem querer se prender muito aquele assunto, a atriz se levantou e se livrou do vestido, ficando apenas com a roupa de baixo -- because some of Lux’s people don’t seem to enjoy nudity -- e deu um mergulho na água, nadando de volta até onde Isco se encontrava. “Vai ficar só sentado e seco ou vai aproveitar a água?”
hyunwoodoit·:
Os comentários no canal do youtube já estavam pedindo uma live decomida fazia muito tempo, porém Hyunwoo já estava planejando fazer algoespecial para que o povo ficasse um pouco mais hype com a situação. Ele e Theohaviam um histórico meio estranho. Ele havia a contratado para fazer algumasaparições em seus vídeos, como participar repetindo a mesma frase que ele poralguns minutos, ou até mesmo usando a mesma roupa que ele e repetindo o que elefalava por uma hora. Depois de fazer esses tipos de vídeos estranhos era claroque os dois formariam uma amizade, mas também era claro que o publico nainternet acharia que houvesse algo a mais no relacionamento dos dois. O queestava longe da verdade. Hyunwoo era bem resolvido com a sua sexualidade, emenina não era parte dela, porém a forma que as pessoas ficavam animadas com asequer menção de Theo no canal era muita para ele ignorar.
Pediu para que a mesma fosse para o seu apartamento e pediudiversos tipos de pizza. Imaginava que os dois fossem chegar ao mesmo tempo. Eestava correto. Quando abriu a porta para atender o entregador, lá estava elatambém. “Hey, entra ai.” Disse,apontando para a menina.
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“Well, I don’t know about that...” com um sorriso torto, Theo encostou na parede do apartamento de Hyunwoo. Chegou junto do entregador e os dois vieram conversando sobre tudo e nada; estava indo tão bem que ela até esqueceu que estava esperando pela presença, também, do rapaz por trás daquela porta em especial. Ouvia outro elogio a respeito da sua voz, com as mãos balançando no ar para negá-los, quando o coreano surgiu. “Woo-ssi!” Celebrou sua presença com o sufixo aprendido numa das várias conversas anteriores que teve com ele, mas não entrou logo. “See ya around, mate,” tinha que se despedir do amigo das escadas primeiro, é claro. Passaram por bastante coisa juntos, afinal.
Voltou-se só para ajudar o dono do apartamento com as caixas. “O que é que a gente vai fazer hoje, mesmo?” Até mesmo para sua fome comunal, aquilo parecia muito. Começou a rir, deixando as pizzas na mesa. “Eu ainda acho incrível como seus subscribers acham que somos um casal.”
steviewiley·:
Passou a andar do lado da inglesa, ambas as mãos escondidas nos bolsos de sua jaqueta enquanto caminhava para outro lado da cidade, não esperando ouvir aquelas perguntas tão cedo. Por que tinha de ter mencionado isso? Stevie jogou a cabeça para trás, mas não a deixou muito tempo assim, até porque não queria tropeçar e cair. “Vai… Melhor do que a casada… Apesar de constantemente achar que falta algo.” Comentou, dando de ombros, demorando um pouco mais para a segunda questão. Nem ao menos olhou para o rosto de Theo, reparando nos detalhes da rua que percorriam, umedecendo os lábios antes de começar a dizer. “Nada fora do previsto… Ele só… Descobriu que trai ele.”
Houve apenas uma afirmação com a cabeça a respeito do achar que falta algo. Foi um casamento, afinal. A monotonia de viver com uma pessoa só por tanto tempo assim deve causar certa estranheza, quando acaba -- não que Theodora fosse ter muita experiência nisso, visto que o mais perto de um casamento que chegou foi dividir um quarto no internato com a garota por quem era apaixonada. A lembrança contorceu algo dentro de si. “Acho que eu te li errado...”, começou, sem tirar a atenção das ruas para fitar Stevie. “Não pensei que você fosse repetir a dose,” referia-se, claro, à traição. Devem ter sido algumas vezes, para o marido decidir pelo divórcio, certo?
❛ Are you telling the truth? ❜ ( stevie )
Theo vacilou. Embora muito esperada, a pergunta de @steviewiley deixa cristalino que ela desconfia do que a atriz disse e, assim, coloca um holofote gigantesco sobre a sua cabeça. Na vida real, isso é algo que Ives raramente aprecia. Sentou-se de qualquer jeito no sofá e desviou os olhos da mais velha, sutilmente movendo a mandíbula de um lado para o outro – algo que faz quando se acha colocada contra uma parede (do jeito negativo). “Does it matter?” lançou dali mesmo, se procurar o olhar alheio, lutando contra o instinto de auto-proteção ao não cruzar seus braços e acabar provando vulnerabilidade.
❝Why do you have to be so stubborn?❞
Ela realmente não acabou de perguntar isso! Frustração tomou forma em suas mãos fechadas apertando a própria cabeça e no andar frenético de um lado para o outro. “Por que eu– Eu?”, a risada seca, coberta de escárnio, e o olhar de puro deboche foram lançados à garota. “Você existe num mundo em que acha que tudo gira ao seu redor e vem me dizer que eu sou teimosa?” O deboche derreteu, virando aceitação, virando tristeza, e decepção, por fim. Toda conversa por mais simples que seja com Sophie lhe obriga a agir de tal maneira adulta que chega a ser revoltante, a embrulhar o estômago, mas ainda é pouco perto do tanto que a menina lhe faz recordar da sua vida passada, dos dias em Londres, e daquela sociedade materialista e egocêntrica, algo qual a de menor encorpora como se fosse o papel mais importante da sua vida. E revolta Theo mais do que tudo nessa vida. “You think I’m stubborn for telling you no? One day, little girl, you’re gonna wake up alone, with no one to call, no one to care for you, and not even your precious wanker of a dad is going to be there for you. Because no one can stand you any more.” As palavras duras deixavam seus lábios numa fúria gelada, compassada, conforme seus passos lhe aproximavam da conterrânea, sem vacilar. “Don’t come calling me when no one else takes you in.”
INTIMACY + 1 ( stevie )
Apenas um dos inúmeros itens na lista de tudo o que não faz sentido em sua vida, Theodora não gosta de assistir filmes. Aprecia por demais seus enredos, as dificuldades da edição, o trabalho por trás e diante das câmeras. O que ela não gosta é ficar mais de uma hora parada com os olhos em cima de uma tela – nunca foi o seu forte, nem mesmo após começar a trabalhar na indústria cinematográfica, porém estava disposta a fazer um sacrifício por @steviewiley. Passar tempo com a mulher sempre termina numa boa experiência então por que não? O motivo ficou claro com mais ou menos meia hora de filme: ela caiu no sono. Costumeiramente, dorme muito pouco e a única coisa que lhe impede de ficar mais tempo é adormecida é a vida agitada. Bom, tire a agitação e Theo é praticamente um urso hibernando. Decepcionante, Ives.
“I can’t find my apartment and I couldn’t stop thinking about you.” (sophie)
Por algum milagre, Theo havia caído no sono antes das 4 da madrugada – o que lhe fez tomar um susto quando alguém apareceu na porta do seu apartamento sem aviso prévio. Ao ver @sophxbrookefield, um sorriso modesto surgiu em seus lábios. Ainda se achava zonza de sono, mas afastou para que a mais nova entrasse, sem interpretar demais as palavras dela. “You can crash here if you want…”
steviewiley·:
Stevie se sentiu idiota no momento em que ouviu a reação da outra, cruzando os braços e quase desistindo da ideia, acrescentando rapidamente que não era bem assim. Mas, antes mesmo que pensasse em escapar do desejo ilógico que continuava naquela conversa, ouviu a questão retórica — pelo que julgou —, assim como sentiu a boca dela contra a sua, num selar bem diferente do beijo que trocaram antes. Como poderiam estar tão à vontade mesmo depois de tanto tempo afastadas? E só uma noite? Era bizarro demais. “Nenhum…? Você sugere vagar por aí sem rumo?” Franziu levemente sua testa, até que gostando da ideia. “É… Dá para fazer isso. Se cansar, a gente vai para um dos nossos apartamentos… O bom é que é literalmente um do lado do outro, então…” Então, o que? “Ah, enfim… Vamos… Andando…?”
Vagar sem rumo não fazia parte dos seus planos, porém pareceu bem interessante. Fez-lhe recordar de toda insanidade que viveram na noite passada juntas e nunca recusaria algo semelhante. “...What?”, Theo não sabia pois, colocando foco tão grande no stress da outra mulher, sequer escutou a parte em que ela relatou sobre morar no prédio ao lado. Da mesma forma, nem se apegou à própria pergunta feita, logo andando na direção contrária ao bar. “Como é a vida de divorciada?”, voltou-se para Stevie com uma curiosidade atrevida no rosto. “Come on, indulge me...” Riu brevemente. “Qual foi a gota d’água?”