"Não me leve a mal, mas as vexes eu penso em trocar de colega de quarto, sabia? Poxa, você devia arrumar a minha bagunça pra ser considerado um bom colega de quarto, mas parece que não quer agradar o seu hyung."
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@junghee-th
"Não me leve a mal, mas as vexes eu penso em trocar de colega de quarto, sabia? Poxa, você devia arrumar a minha bagunça pra ser considerado um bom colega de quarto, mas parece que não quer agradar o seu hyung."
@xukun-th
180714 Kim Myungsoo 1st Fan Meeting in Seoul
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Pleasure. )
A fama traz consigo inúmeros benefícios e iso é um fato inegável, certo? Certo. Roupas de graça, telefones de graça, dinheiro fácil, lançar tendências, pessoas te idolatrando e não medindo esforço algum so pra ter um fucking olhar seu... Junghee podia listar tudo o que amava por ser famoso, mas certamente essa tal lista seria imensa mas seja como for deve-se focar aqui em algo muito... Depravado, talvez deva rotular assim, não? Afinal, desde o debut não havia passado por nenhum momento de carência sexual, se é que você, caro leitor, me entende.
Frequentar as boates mais renomadas da Coréia e de outros países era muito fácil e mais fácil ainda era conseguir alguma fã louca por alguma atenção e uma boa história para contar para as amigas e quem sabe até ter alguns minutinhos de fama antes da empresa processá-la ou algo do tipo. Enfim, na naquela noite Ryu encontrava-se numa balada rica de algum país que não vem ao caso se levarmos em consideração que uma bela moça o observava desde que havia chegado e, é claro que depois de alguns anos desde sua estréia havia adquirido a habilidade de distinguir quando atraia olhares por sua fama ou por sua beleza e naquele caso sabia que a primeira opção levava a segunda.
É, aquela noite seria agitada uma vez que Junghee já se aproximou da estrangeira com a intenção de conhecer e tocar cada curva marcada por aquela silhueta. Pensou que não seria difícil e realmente não foi, porque quando se deu por conta do que estava acontecendo o vocalista já estava a arrancar não somente as roupas da já mencionada como também sons que transbordavam o prazer.
Em momento algum pensou em não continuar com aquilo - claro que com os devidos cuidados, que para ele já eram rotineiros - até que finalmente se desse por satisfeito e assim que o fez, constatou que não havia motivo algum para continuar ali, então despediu-se daquela fã do mesmo jeito que já havia feito com várias outras, sendo o mais indiferente possível para que ela não criasse uma fanfic em sua cabeça ou coisa do tipo.
Sabia que do quão rude havia sido, mas não ligava porque sabia que não teria problemas com isso depois, possuía uma equipe preparada na empresa para caso aquele tipo de situação acontecesse, portanto pra quê se preocupar?
Ryu retirou o celular de seu bolso e então abriu o chat de mensagens na intenção de vangloriar-se num grupo de amigos que horas antes estavam consigo naquele estabelecimento, mas no fim das contas decidiu não falar nada que depois pudesse ser usado contra si... e também porque tinha ciência de que comer quieto era o melhor.
Bang bang. )
Flashback, @ ISAC!
Junghee bem sabia que a arquearia era um esporte onde não se tratava tanto de força ou algo tipo e sim de técnica, disciplina e preparo físico; coisas as quais não teve nuito contato para a boa execução daquele esporte. Aqui se poderia expor sobre o quanto o coreano havia se preparado para aquela olimpíada, mas o fato é que tinhase esforçado para aprender pelo menos um pouco sobre tiro ao alvo.
O artista olhou em volta a fim de encontrar seus colegas de grupo em meio as arquibancadas, não fez cerimônia alguma alguma antes de sorrir e acenar alegremente para eles e algumas fãs que pareceram se alvoroçar ainda mais com aquilo, mas logo em seguida tratou de colocar seu protetor de punho mais firme e então encarou suas mãos, mais especificamente a que atiraria a flecha, executando então uma posição mediterrânea, para certificar-se de que conseguia mover seus dedos perfeitamente. Feito isso, indagou-se pela primeira vez sobre a escolha da arma que fizera já que pouco sabia sobre o assunto, todavia confiava em si mesmo e por isso o tipo de equipamento não o atormentava tanto.
Assim que sua vez se fez presente, a idol metido a arqueiro entrou confiante na ala resevada para os tiros, fazendo questão de cumprimentar devidamente o árbitro e os jurados, curvando-se respeitosamente e dando-lhes um sorriso que para as fãs seria taxado de avalassador ou qualquer coisa do tipo, afinal era sua marca registada ter aquele ar galanteador do cacete.
A aljava que pendia em sua cintura era preta com alguns detalhes rubros, tais como as pontas metálicas de suas flechas, fazendo referência a cor do grupo. Piscou algumas vezes, respirou fundo e então assumiu a posição imposta pelo regulamento de competição; seu corpo devidamente ereto estava numa posição de noventa graus em relação ao alvo, os pés paralelos e acompanhando a largura dos ombros, que por sua vez estacam tão relaxados quanto seus quadris. A mão esquerda abraçou a empunhadura do arco composto que carregava enquanto a direita sacava a flecha, encaixou-a no bico e então ergueu a arma, alinhando seu corpo para que somente aí começasse a puxar a corda; a posição mediterrânea de seus dígitos citados acima encaixaram-se no tiro e então realizou a ancoragem necessária para que executasse tudo da melhor forma possível e, é claro, com segurança. Um dos dedos tocou-lhe o canto dos lábios e então inspirou de maneira rápida ao passo em que seus olhos focalizavam o centro do alvo à alguns metros de si; lentamente expirou e então sua flecha foi solta e consequentemente cravada em algum marcador de pontos daquela modalidade.
Some help, please. )
Flashback, june 2018.
As vezes nem mesmo o próprio Junghee se reconhecia. Mas não só num sentido de personalidade, era como se tivesse algo a mais. Ou a menos.
Não sabia ao certo.
Só sabia que desde meados do comeback olhar-se no espelho desencadeava um tipo de sofrimento horrível que nunca antes havia sentido. Nunca mesmo, até porque costumava amar seu corpo de modo narcísico.
Junghee levou suas mãos ao rosto e então puxou sua pele, como se estivesse se certificando de algo que nem mesmo ele tinha consciência do que era. Foi estranho... Ele pensou que aquilo não pertencia a ele e tinha noção de que s falasse isso em voz alta não faria sentido, algum assim como várias outras coisas que vinha sentindo, como por exemplo o medo excessivo de ser tocado por alguém ou algo que pudesse estar contaminado. Mas não é como se fosse um medo bobo, entende? Várias vezes ele pensava em como aquilo podia ter chegado até ele, em como ele ficaria doente e que isso era inadmissível.
As mãos estavam geladas e suadas ao mesmo tempo. O cantor estava preocupado... Sabia que precisava de ajuda, mas a quem recorreria? Provavelmente marcar um atendimento psicológico seria um tipo de alarde para a mídia, afinal, imagine só Ryu Junghee do Icarus sendo manchete por ter algum "problema". Ah, deixaria para lá... Não devia ser nads de grave, pensou ele.
Mas alguém são estaria assim tão preocupado em controlar tudo para que não fosse atigido por alguma coisa ou pensando que talvez estivesse acontecendo algo com seu corpo sem que percebesse? Até descrever é difícil. Realmente precisava de ajuda.
❝ — party band ❞
Era à noite e o ambiente estava bastante relaxante e calmo. Youngwoon havia levado um dos seus hoobae para beber, escolheu por um bar discreto afinal ambos eram idols e precisavam de privacidade. Porém a simples presença de artistas da H.M faziam cochichos surgirem de vários lados. O solista estava com roupas comuns, sem maquiagem e muito a vontade. Não era adepto de roupas formais e maquiagem quando estava curtindo um momento mais casual.
“Escolhi esse bar por ser discreto, mas parece que você chama bastante atenção, Junghee. O sucesso do Icarus é algo impressionante.” Riu antes de beber um gole do soju da mesa. Havia um grupo de garotas em uma das mesas que não parava de olhar para eles e rirem. “Ah, por favor, traga mais uma porção de porco.” Pediu para um atendente que passou pela mesa. Era um daqueles bares tradicionais com uma boa música, soju e comida que era cozinhada na própria mesa.
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Tinha que admitir, na maioria das vezes boné e máscara não eram o suficiente para que conseguisse esconder quem realmente era e, por consequência disso, sair e ir a lugares comuns era sempre um tanto quanto caótico. Não que isso fosse um problema doa grandes para Junghee, já que ele tinha plena consciência de que foi por tam reconhecimento que se esforçara tanto durante sua época de treinamento e afins, todavia aquela noite queria sentir-se apenas um hoobae jantando com seu sunbae, o qual sempre havia admirado muito por sinal.
Tendo visto que a dose de soju que encontrava-se no copo alheio havia acabado em apenas um gole, o mais novo apressou-se em pegar a garrafa mais próxima a si para que pudesse serví-lo, seguindo devidamente a cultura que havia sido ensinada por seus pais onde o mais novo devia sempre manter o copo do mais velho cheio e esperar pela 'autorização' de consumir álcool também. Durante esse meio tempo onde abastecia o recipiente e ouvia o que era dito, Junghee emitiu um riso nasalado e então sutilmente curvou-se para agradecer o elogio, percebendo logo em seguida o quanto aquele ato devia ter soado formal. "Ah, obrigado... E se quer saber, eu me inspirei muito em você, sunbae." Os olhos expressavam o sorriso por de baixo de sua máscara. "Sempre te admirei bastante e tudo mais, então fico feliz de ter o esforço do meu grupo sendo reconhecido por um ícone." Riu.
Ajeitou-se sobre o local onde estava sentado e então franziu a testa minimamente. "Aliás, tenho duas perguntas, a primeira é que: se eu já fui reconhecido, então eu posso tirar isso daqui, né?" Apontou aquilo o que tampava sua boca e queixo. "A segunda pode soar meio... Desrespeitoso, talvez. Mas, hein, você já está com quantos anos? Você 'tá conservadão, né? Um gato ainda." Sussurrou a última parte.
junghee-th:
“Mas isso depois de falar que ela estava traindo vocês e não sei o que, né? Não pense que eu esqueci! Sofro até hoje por conta disso, se você quer saber!”
— Ya, eu chamei ela de traidora por outros motivos, tinha nada haver com você. E deixa de ser dramático e supera que eu não tenho nada haver com teu fracasso.
"Como podemos ver eu nem preciso de inimigos tendo você por perto. Aish... Você vai ver, ainda vou te boicotar também, Suny."
junghee-th:
“Isso mesmo, fica aí que é melhor, quem sabe assim você empaca menos os meus rolês, né? Não me esqueci daquele dia que você jogou sujo pra Kaya ficar no dormitório de vocês.”
— Supera isso. Eu nem joguei sujo, só precisei dizer que ela poderia ficar no dormitório, a culpa não é minha se não conseguiu convencer ela.
"Mas isso depois de falar que ela estava traindo vocês e não sei o que, né? Não pense que eu esqueci! Sofro até hoje por conta disso, se você quer saber!"
Action! )
Flashback!
Finalmente toda aquela sensação estranha que tomara Junghee alguns dias atrás havia passado, mas isso não significa que suas neuras haviam sumido por completo. As vezes ele ainda pegava-se com medo de infecções e coisas relacionadas a isso, principalmente depois de ver algumas coisas na internet, é.
Contudo, o cantor estava dando o seu melhor para não pensar naquelas coisas todas, até porque estava preparando-se para uma entrevista com os demais integrantes do Icarus, por isso queria e devia estar tranquilo, relaxado e inteiramente pleno, para que conseguisse dar às Wings a imagem que desejavam dele.
O artista estava sentado numa cadeira em frente a um painel de espelhos esperando que a maquiadora terminasse seu serviço para que ele próprio conferisse cada pequeno detalhe, especialmente os seus olhos que deviam estar sempre bem marcados mas de um jeito natural, ou melhor, maduro... Na verdade, estava mais pra sedutor, então não sabia ao certo descrever como devia ser feito e sim como deveria estar ao final. E, como esperado, houveram críticas vindas do Ryu, mas nada muito agressivo até porque já bastava terem revivido a tal história da água tailandesa alguns dias atrás então nada de novos rumores de grosseiria, não é mesmo?
Junghee só saiu do camarim quando deu-se por satisfeito para com sua aparência e então fez o possível para ser simpático com a maioria das pessoas daquele local, principalmente em frente as câmeras porque no fim das contas só importava aquilo o que chegava ao público.
— Poderia jurar que ninguém tinha visto isso…
“Felizmente eu sou o olho que tudo vê, né? Mas... na verdade eu não entendi muito o que você tava tentando fazer.”
— That’s it! Cansei e não vou levantar daqui tão cedo.
“Isso mesmo, fica aí que é melhor, quem sabe assim você empaca menos os meus rolês, né? Não me esqueci daquele dia que você jogou sujo pra Kaya ficar no dormitório de vocês.”
✧・゚ Ya, eu não vejo problema em não saber nada de futebol mas mesmo assim amar assistir a copa do mundo. Não me julgue, por favor. —
“Eu realmente não posso te julgar, porque eu entendo vários nadas mas fico na frente da TV assistindo os jogos! Você tá torcendo pra alguma seleção?”
Lever. )
Vez ou outra Ryu conseguia dar umas escapadas para ter algum contato - mesmo que indireto - com os trainees do programa e, naquela tarde mais especificamente, parecia que tinha algo que o chamava a ir de encontro com esse hoobaes mas não é como se fosse pra ter algum contato próximo ou coisa do tipo, apenas queria ver um pouco do treino.
Junghee saiu da sala em que costumava checar o roteiro que deveria seguir como MC e então caminhou até uma das salas de treino onde um dos grupos praticava sua performance; os olhos do moreno corriam pelos movimentos alheios através do vidro que a porta possuía. É claro que nenhum erro passou despercebido para ele que sempre fora tão criterioso e, por isso acabou cogitando interromper aquela prática para pontuar o que poderia ser feito para melhor aquilo tudo, mas se conteve pela certeza de que isso não seria certo com os outros trainees que não receberiam seus palpites.
Ficar ali por aquele curto tempo o havia levado a refletir sobre algumas coisas de sua carreiria e uma delas, se não me engano a principal, foi sobre o que ele ainda sonhava. Perguntava-se se já tinha alcançado tudi o que queria ou se estava apenas estagnado enquanto um artista que poderia dar mais aos seus fãs se se dedicasse e se doasse mais. Com esses ensamentos pairando em sua mente, o jovem acabou voltando para a sala onde estava anteriormente mas logo chegou a conclusão de que precisava alavancar-se novamente e não apenas em sua vida artística.
[ + 1542 - 968 ] eu não sei quem são as piores as fãs do junghee ou do tiger [ + 523 - 318 ] a fancam mostra exatamente porque ele é o visual [ + 523 - 654 ] vi isso tudo ao vivo
para comentar a notícia, nos mandem uma ask com a tag: #noteth077
Lonely )
Sozinho. As vezes Junghee se sentia tão sozinho que... Meu Deus, como descrever a solidão que tantas vezes dilacera o peito deste jovem cantor? Tem como fazer isso? Colocar em palavras um sentimento tão ruim?
O pior nem eraa solidão em si, era questionar-se o porquê da quilo quando se tinha dinheiro, fama, beleza que no fim das contas sempre fora tudo o que sempre sonhou. Talvez fosse por conta da sua necessidade doentia de controlar as coisas ao seu redor, não? É, pode ser. Pessoas controladoraa tendem a ficar sozinhas mesmo, pensou em sua própria companhia. Pegou o celular e abriu a câmera frontal para tentar tirar alguma foto onde aparentasse estar minimamente feliz para seus fãs; abriu um sorriso como sempre fazia, contemplou suas covinhas e quando estava prestes a tirar a foto notou uma leve diferença em seu rosto... Mais uma vez era algo que não sabia como explicar, só sentia que estava estranho, quase feio — ao seu ver. Com a destra tocou o próprio rosto algumas vezes e então questionou-se se o motivo da solidão era aquilo, aquela coisa esttanha em seu rosto que não sabia nomear e nem caracterizar.
O que? Como assim? Será que aquela variação em si havia acontecido por conta se alguma contaminação? É, pode ser alguma infecção, afinal comeback é um período onde se anda demais por lugares diferentes e se entra em contato com pessoas de todos os cantos e todos os tipos. E se tiverem o infectado com alguma coisa? Eca. Um grito quase escapou de suas cordas vocais, mas devia poupar a voz, felizmente a sensatez ainda se fazia presente naquele corpo alto que até uma hora atrás se julgava belo.
Levantou da cama num pulo e com a mesma agilidade correu para o banheiro do dormitório, abriu a torneira e logo começou a jogar água no próprio rosto na intenção de lavá-lo. Pronto, agora era só passar um sabonete que tudo ficaria bem, não é mesmo? Talvez não... E se a mesma pessoa que o infectou tivesse pegado na mão de outro membro que pode ter comido fora naquele dia, chegado em casa e acidentalmente lavado as mãos com o mesmo sabonete que ele estava prestes a lavar o rosto? Seria contaminado novamente, deve existir essa probilidade. Não é exagero e nem loucura... É só uma probabilidade.
Mas... E se essa probabilidade for o motivo de se sentir tão só?
Crows
©juri