Oliver and Christian from Verbotene Liebe.
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The best line in whole season
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Mande “⁇” para uma mensagem BÊBADA. (thor)
[Text to Thor Magnussem]: Assim, eu sei que isso não é da minha conta e nem nasa[Text to Thor Magnussem]: Nada*[Text to Thor Magnussem]: Mas…[Text to Thor Magnussem]: Você, o Icarus e o Oberon tem alguma coisa?[Text to Thor Magnussem]: Assim, nada contra
otp versão angst — mande uma música na minha ask para...
do me a favor: meu muse dar um soco no seu, ou vice versa
our perfect disease: meu muse dizer coisas ruins para seu muse em um momento de raiva, ou vice versa
bedroom hymns: meu muse dar um beijo agressivo no seu muse, ou vice versa
higher: meu muse abandonar o seu muse, ou vice versa
bad habit: nossos muses quebram regras juntos
idfc: meu muse dizer que não se importa/ama o seu enquanto ele ama, ou vice versa
i'm a ruin: meu muse ter um colapso nervoso na frente do seu, ou vice versa
wicked games: nossos muses terminam o relacionamento de forma dolorosa
terrible things: meu muse dizer uma verdade muito dolorosa (ou cruel) para seu muse, ou vice versa
the cops: meu muse ficar com o seu enquanto pensa em outra pessoa, ou vice versa
giver: meu muse ficar com outra pessoa e o seu muse descobre, ou vice versa
high enough: nossos muses beberem/fumarem juntos e acabam fazendo errado
false alarm: meu muse dar coisas para o seu (estilo sugar daddy/sugar mommy), ou vice versa
heartbreak summer: meu muse largar o seu chorando sozinho na praia, ou vice versa
angels: meu muse perceber que ama o seu quando não deveria, ou vice versa
i wanna be yours: meu muse dizer que quer um relacionamento, mas o seu não quer, ou vice versa
505: nossos muses se pegarem depois de terminarem a relação/ter um flashback juntos
strange love: meu muse ouvir fofocas sobre nossos muses e fica furioso, ou vice versa
daddy issues: meu muse dar um soco no pai do seu muse em um momento de raiva, ou vice versa
take me to church: nossos muses serem flagrados tendo atos sexuais íntimos em uma igreja ou lugar sagrado
video games: nossos muses entrarem em joguinhos psicológicos onde só eles entendem
honest: meu muse mentir para os outros sobre a relação deles, ou vice versa
sinister kid: meu muse ouvir de alguém para não se envolver com o seu muse pois vai se machucar, ou vice versa
--- Maman, peux-tu m'entendre?
La Toutssaint era um feriado complicado para Kennedy. Havia dor, tristeza em meio a tanta celebração, mas também tinha esperança. Todo ano, desde que tomara conhecimento sobre o enfraquecimento do véu espiritual, dedicava uma parcela do dia à visitação do memorial da inquisição, lá ajoelhando-se para uma prece. Acreditava que se pedisse com vontade o suficiente, se realmente pusesse todo o coração nas palavras e clamasse com honestidade, sua mãe apareceria para si e o permitiria a honra de uma visita; quiçá de uma conversa.
A tradição nunca o rendera frutos, mas foi tenaz o suficiente para perpetuá-la. Já era noite quando finalmente encontrou @emmelagarde, a convidando para que o acompanhasse. Era bom ter sua companhia num momento como aquele, principalmente porque pouco interagiam desde o início do ano letivo. Para ser sincero, sua vida estava uma verdadeira bagunça. Precisava de um conselho, de uma luz. Precisava da parte compreensiva da família mais do que nunca, e julgava que ninguém seria melhor do que a mãe para o ajudar.
Ajoelhou-se em uma única perna, pondo as mãos juntas à frente do rosto enquanto fechava os olhos e sentia um pouco do calor da vela que havia acabado de acender. Estava concentrado o suficiente para não ouvir muito além de sua própria respiração, fato auxiliado pelo ambiente quieto.
--- Por favor, mãe. Se puder me ouvir, eu peço que apareça. Sinto sua falta e... eu preciso de você. --- A última parte, se já sussurrava, foi tão baixa que não passou de um mover de lábios.
“Meu pai virou um verdadeiro dementador depois que descobriu que renunciei o título de capitão do Libertè: Então é, talvez eu não esteja no melhor dos meus humores. Acredita que me mandou um berrador?” Kennedy tinha desgosto na expressão. “Mas já está feito, não há muito o que comentar. Nunca gostei da pressão, de qualquer forma. Além do mais, agradeceria se evitasse falar sobre isso. Vamos deixar os assuntos de Beauxbatons em Beauxbatons, oui? Já é quase noite e ainda nem fui no memorial.”
“O que é isso aí que está segurando?”
— Nunca pensei que ia dizer isso, mas isso aqui é mais legal que Halloween, apesar de que vou ter que esperar mais sei lá quanto tempo para poder usar minha fantasia de Beatrix Kiddo, tinha katanas, sangue falso e tudo mais.
"Nossa festa é muito mais sobre a conexão com o mundo espiritual e a honra aos que faleceram em tempos menos... Amigáveis. Mas confesso que deve ser interessante se fantasiar e sair por aí pedindo doces de porta em porta. Desculpe, quem? Não sou muito versado em cultura trouxa... Ou pop num geral." Kennedy coçou a nuca, um pouco envergonhado. Sempre preferira o atraso das coisas clássicas -- fossem músicas ou filmes -- ao reboliço constante das novidades culturais (ou talvez só não tivesse tido contato o suficiente graças à bolha bruxa na qual vivia).
(mcrwl )
Ah, aquela maldita escola. Era bonita, é claro. Mas na opinião de Maggie, decorada demais. Parecia mais como um museu do que uma escola. Ou um palácio. Com certeza era confusa como ela imaginava que um palácio seria. Não era a primeira vez que ia parar no lugar errado, ela só precisava achar algo familiar para poder se localizar, uma vez que pedir ajuda para alguém definitivamente não era uma opção, todavia não estava com paciência para passar a próxima hora perdida por aí.
Felizmente uma sala de duelos era universal e reconhecível para qualquer bruxo versado em magia. Se tudo desse certo ela só teria que ficar ali por um tempo e se misturar na multidão, observando um punhado de encantamentos mal feitos e depois seguir o fluxo de alunos para o que, com alguma sorte, seria um lugar conhecido.
O duelo terminou rápido. Não que Kennedy fosse imbatível -- apesar de possuir bastante maestria nos reflexos e conjuração de feitiços --, mas o oponente era fraco; iniciante. Na realidade, tratava-se de uma aula experimental para o ingresso de novos membros no clube, coisa que o LaGardé particularmente adorava. Ver a sala cheia de rostos novos o deixava instigado para ano letivo que começava, principalmente por ser seu último em Beauxbatons. Pegara leve com o adversário, orientação do professor -- até porque não iria querer assustá-los --, e ao fim teve seu braço erguido antes de curvar o tronco numa mesura de agradecimento.
--- Quem gostaria de ser o próximo? --- O professor perguntou em voz alta e Kennedy o seguiu com o olhar sobre a platéia, parando num rosto realmente desconhecido. Era uma garota de pele alva e longos cabelos negros, cuja expressão pareceu-lhe meio deslocada. Chamara sua atenção pela beleza, mas fora as mãos unidas em frente ao corpo que o levaram a pensar que talvez estivesse com vergonha de se anunciar. Pois bem, se estava ali era porque deveria ter ao menos o mínimo de interesse em duelos; dessa forma e decidido a ajudá-la, abriu um sorriso pequeno, cutucando o docente com o cotovelo antes de inclinar na direção de seu ouvido e sussurrar um “O que acha daquela ali?”. Em seguida, maneou a cabeça na direção da moça discretamente, mostrando sobre quem se referia.
“Na verdade eu ainda não conheço nada. Cheguei faz uma semana, não tive tempo de explorar o lugar direito…” Encolheu os ombros. “Não que essa seja uma indireta para você me mostrar, não me leve a mal… Ah não ser que queira me levar para algum lugar, é claro. Nesse caso pode ser uma indireta sim. Ou talvez uma direta… Como achar melhor!”
“Eu posso mostrar sim, não tem problema.” Kennedy abriu um sorriso simpático. “Joga Quadribol? Se sim, já temos uma primeira parada. Se não... bom, posso te mostrar ainda assim, se interessar. É um campo muito bonito, acho que o pessoal da Egalitè deve até estar treinando essa hora.”
(aleklvandamme )
“PROTEGO” berrou, o franco-belga, um tanto desastradamente, tanto que perdeu o equilíbrio, cambaleando para trás. Rapidamente se recompôs e já bradou um novo feitiços. “Rictumsempra!!”
Quando viu que Alek cambaleara, Kennedy acreditou ter vencido. Por consequência, baixou a guarda, procurando com o canto de olho a irmã -- pois sabia que o assistia -- num dos assentos da platéia. Péssima ideia. Ouviu o bradar do Rictumsempra com um arregalar de olhos, erguendo a varinha para defendê-lo; mas já era tarde demais. O feitiço o acertou em cheio no peito, fazendo-o cair na gargalhada instantaneamente. Kennedy tentava respirar e dar um fim à crise de riso, mas não conseguia. Era uma sensação agoniante, quase desesperadora. Não havia graça nenhuma na situação, mas a barriga doía tanto que sentiu a necessidade de curvar-se, logo caindo de joelhos. Filho da puta, pensou -- ainda em meio a risadas.
(m-valleix )
Manon percebeu o grupo de garotos olhando disfarçadamente para os dois, e no mesmo instante soube o que era aquilo. Ela não podia culpar o garoto, ser aceito em um grupo era algo que todos queriam, mesmo que tivessem que fazer coisas como aquelas. Então a morena entrou no jogo, abrindo um sorriso preguiçoso e inclinando a cabeça na direção da mão dele. -Ken, vamos fingir que eu estou na sua ok? Mas eu sei que não é isso que você quer, eu percebo. -Manon havia notado, em um dia que andava pelos jardins como uma raposa, o jeito que ele olhou para um dos garotos do sexto ano, ele estava sozinho, e não viu que ela estava ali. A garota sabia o que havia naquele olhar: interesse. Aquilo se repetiu por diversas vezes, Manon era uma pessoa muito observadora, por isso não sabia se mais alguém notava, porém nunca falou nada para Ken, não era de interferir nessas coisas pessoais, contudo ali estava ele, flertando com ela para assegurar sua reputação. -Se você quiser, eu saio com você para manter a farsa, mas nós dois sabemos que isso só está atrasando o inevitável. -Manon falou em um tom gentil, ela odiava o fato que algumas pessoas precisavam esconder a sexualidade por causa de outros.
De todas as respostas que Kennedy esperava, a que recebeu definitivamente não era uma delas. Arregalou os olhos, surpreso, e afastou-se um pouco para encará-la com as sobrancelhas franzidas. “Eu não sei do que está falando.” Disse em defensiva, olhando para os lados em alerta. Será que Felippo a havia contado? O pensamento fez o coração bater mais rapidamente, beirando a taquicardia. Não, ele não faria isso. Faria?
(pinkpurplemagenta )
“Isso é algo bom, não é? Quanto mais gente é sempre melhor.” Mags piscou um dos olhos, mas seu sorriso continuava doce como antes. “Eu precisava encontrar uma amiga minha na sala do ballet, só que eu não sei onde fica… Pode ajudar-me?”
“É sempre bom variar os rostos um pouquinho, principalmente quando os novos são tão bonitos quanto o seu.” Um sorrisinho de canto e cruzou os braços antes de prosseguir, clareando a expressão ao perceber que realmente poderia ajudá-la. “Sei sim. Minha irmã faz ballet, conheço o caminho até aqueles salões como a palma da minha mão. É só me seguir, mademoiselle.”
@felippor
kenperguntou:
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Toda e qualquer ação que Bayard fazia com que Lippo se perdesse ainda mais. Perdido o suficiente para não lembrar de onde estava, não lembrar das outras pessoas que existiam no mundo afora, não lembrar seu nome. As únicas coisas que existiam era ele e o garoto a sua frente e para ele isso bastava, nada mais precisava existir, ele viveria feliz com apenas aquilo. Entendia como tudo podia ser uma nova sensação para Kennedy, mas ficava surpreso ao notar que aquilo também era novo para ele. Ele já tinha vivido aquilo antes, já tinha se apaixonado, ou pelo menos pensava que sim. Mas ainda assim, apenas o olhar de Bay fazia com que ele se sentisse um garoto que experimentava tudo pela primeira vez. E por mais que se sentisse inseguro com toda aquela situação, continuava a amar a sensação.
Sorriu em meio ao beijo ao sentir as mãos de Ken descendo, se divertia com a maneira em que ele o tomava. O ajudou a se livrar a própria camisa com animação, já que a mesma o estava sufocando de calor. Quando havia ficado tão quente mesmo? Ao sentir a boca do outro em seu maxilar ele fechou os olhos e entrelaçou a mão direita em seus cabelos, incentivando o ato. Pressionou suas intimidades uma contra a outra, fazendo uma leve movimentação com os quadris. Soltou um gemido rouco ao sentir os dentes de surpresa em sua pele, não estava esperando por aquela ação.
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here in silence ; it’s just you and me | F&K
Felippo queria rir, a reação do outro era exatamente o que ele esperava, ou isso ou um discurso sobre como aquilo tinha sido uma coisa de uma noite só. Ele sabia que o garoto estava mentindo, não tinha duvidas disso. Pra começar, pela cara de surpresa que fez quando o viu e pelo fato de que estava evitando olha-lo. Mas mesmo que ele não estivesse demonstrando aqueles sinais, nem todo o álcool do mundo o faria esquecer noite passada e se tinha uma coisa que Rizzo fazia questão era de nunca ser esquecido, principalmente em uma situação como agora. Continuava a olhar para Kennedy de maneira divertida, para ele deveria ser como perder a virgindade uma segunda vez. Tirou um segundo para observa-lo, achava uma graça ver o garoto constrangido daquela forma e estava prestes a constrange-lo ainda mais.
- Não lembra é? - Deu a volta no balcão, se apoiando no mesmo de lado, com o corpo virado para Kennedy. - Então deixa que eu refresco a sua memoria. - Colocou uma de suas mãos no ombro de Kennedy e começou a fazer um carinho ali, Felippo era uma pessoa que não tinha muita noção sobre o espaço pessoal do outro, ou simplesmente não se importava. Gostava de tocar e de se aproximar. - Você bebeu demais, e quando ninguém estava olhando você me beijou. - Deu uma pausa apenas para fingir que também estava tentando se lembrar, mas lembrava de tudo nos mínimos detalhes. - De alguma forma, fomos parar os dois sozinhos no quarto que você acordou. - Começou a descer a mão pelas costas do garoto, fazendo uma linha com o indicador por sua coluna até que chegasse no final da mesma. - E ai, a gente transou. - Desceu a mão para o seu traseiro e a espalmou por la, enquanto se aproximou mais o corpo do dele. - A gente transou forte. - Sussurrou no seu ouvido.
A seriedade durou dois segundos, logo depois de dizer a frase o italiano caiu na gargalhada e se afastou rapidamente do garoto, ainda rindo. Tudo naquela situação lhe era muito engraçado. Ele foi até o maço de cigarro que tinha encontrado em cima da mesa, colocando um na boca. Felippo não costumava fumar, apenas em algumas poucas situações que tinha vontade, aquela era uma delas. - Você realmente pensou que ia conseguir fazer a egípcia comigo, Bayard? - Ele ainda dava risada. Conseguiu ficar sério para ascender o cigarro mas quase engasgou quando começou a rir de novo. - Você nunca ia esquecer a noite passada, você tem sonhado com isso por semanas que eu sei. - Essa parte ele não sabia, mas gostava de inflar o próprio ego. - Eu não nasci ontem, amore mio. O que aconteceu, aconteceu e não adianta tentar negar. Agora a pergunta é: o que você pretende fazer com isso? - Encarou o outro. Felippo realmente queria ajuda-lo naquele quesito, se pudesse ajudar todas as pessoas no meio LGBT ele faria.
A tensão no corpo de Kennedy tornou-se palpável perante a aproximação. Bom, talvez até palpável demais. Ficou imóvel mesmo após o toque em seu ombro, ainda evitando olha-lo. Não precisava que Felippo o lembrasse dos detalhes da noite anterior, ainda os tinha vívidos na mente. O indicador deslizando sobre suas costas fez até o último fio de cabelo arrepiar-se, fechando os olhos e agarrando com força a caneca que antes dedilhava. Ele precisava fazer alguma coisa. Estava se entregando. Felippo falava próximo a seu ouvido e Kennedy, sem perceber, concentrou-se tanto na voz alheia que foi impossível se preparar para o que viera a seguir.
Ao contato da palma em sua bunda o LaGardé arregalou os olhos, pulando em sobressalto e incredulidade. A cabeça logo varreu todo o cômodo, exaltado enquanto procurava testemunhas para o que havia acabado de acontecer. Ao não encontrar ninguém, suspirou aliviado, mas o coração ainda batia em descompasso. Por Merlin, o que Rizzo tinha na cabeça?
Ouviu o resto do discurso de cara fechada, irritado consigo mesmo. Deveria saber que Lippo não engoliria o teatrinho, muito menos a deixa nele implícita. Não… era esperto e orgulhoso demais para isso. Em contrapartida, Bayard também o era. Sim, o vinha desejando há dias, perdendo-se gradativamente nos sorrisos do italiano desde o trabalho de astronomia que fizeram juntos; Era fato também que nem mesmo o mais caro whisky de fogo do mundo mágico seria capaz de apagar da mente os flashes que o atormentavam desde que abrira os olhos naquela manhã. Mas o fundo de verdade em todas aquelas afirmações só servia para endurecer cada vez mais a feição do bruxo, como um culpado que tem o crime hediondo jogado na cara. Por mais inegável que tivesse sido o prazer de sentir o corpo de Rizzo colado no seu, Kennedy não podia dar-se ao luxo de aceitar aquilo. Não quando tinha tanta pressão sobre seus ombros. Não quando sabia o quanto seu pai desaprovaria tal atitude.
O que você vai fazer sobre isso?, a pergunta martelou em sua consciência. Bay apertava a caneca com tanta força que as pontas dos dedos começavam a esbranquiçar. Após um suspiro profundo, enfim levantou a vista, encarando Felippo nos olhos azuis que lhe eram tão marcantes. "Nada." respondeu baixo. "Eu não vou fazer nada, porque isso nunca aconteceu." Pôs se ereto, a postura firme enquanto caminhava até Rizzo e o encarava face a face. Não sabia que ele fumava, tampouco gostava do cheiro de cigarro, mas manteve-se compenetrado em sua pose autoritária tão usual nos campos de quadribol. "Entendeu?" Apesar da aparência agressiva, havia uma súplica silenciosa nos olhos. Não queria ser rude com Felippo, mas não sabia como sair daquela situação de outra maneira.
Felippo sorriu ao sentir a agressividade de Bayard em toma-lo. Gostava dele agressivo e da forma com que ele o tomava, fazendo com que ele o quisesse mais, se é que isso era possível. Acompanhou os movimentos bruscos e prensou todo seu corpo contra o seu, deixando o outro preso entre ele e a parede, queria sentir o corpo inteiro de Kennedy com o seu. A mão que ainda se encontrava de baixo da camisa agora puxava a pele do ruivo de maneira urgente. Precisava senti-lo. Sem seu beijo, sem seu toque, ele se sentia incompleto. Talvez por isso fosse tudo tão enérgico. Quando estavam separados, a unica coisa que conseguia fazer era ansiar pelo seu próximo encontro, e tudo aquilo parecia nunca ser o suficiente. Queria ter-lo o tempo todo, nem sabia se aquilo era possível.
A falta de ar veio e ele amaldiçoou seus pulmões, mas aproveitou o momento para puxar o lábio inferior do outro com os dentes o mais lento e forte que conseguiu. Sem se afastar muito, parou para observa-lo. A boca inchada combinava com o tom de seus cabelos. Toda vez que ele parava para observar Bay ficava impressionado com sua beleza. Já o achava bonito antes, mas parecia ficar cada vez mais, chegou a pensar que depois de um tempo se acostumaria com aquilo, mas não tinha como. Ele era lindo de todos os jeitos. Sua mão ainda estava no mesmo lugar, e com ela passou a subir levando a camisa do bruxo junto, já não aguentava mais tantas barreiras. Puxou por cima de sua cabeça e jogou em qualquer canto no chão. E tão rápido quanto a tirou, voltou a beija-lo, o puxando com as duas mãos em seu rosto.