Esperança e sua cruel razão de ser
A esperança permite continuar quando é preciso continuar - mas, a esperança condiciona a permanência quando é necessário partir, quando já é tarde demais, quando não se deve ficar. A esperança mata, um pedaço por dia, da sanidade de quem a tem. Ela permanece quando tudo já acabou e te prende em vazios existenciais irreversíveis. A esperança é a última a morrer, porque antes disso ela deixou todos partirem em seu propósito.
















