“ não que eu me importe também, mas vai ser no mínimo engraçado de ver. ” comentou, não segurando a risada ao imaginar a imagem quando tivessem os três esperando atendimento. as coisas já estavam ficando mais leves desde que eda colocou em sua cabeça que não havia o que fizesse, as pessoas iam falar. melhor que fosse a verdade. sorriu quando ele sentou ao seu lado, se aninhando perto dele e colocando os pés para cima do estofado. a mão começou a passar sobre a barriga ainda pequenininha. “ ah, é claro é que não. você pode ficar o quanto quiser. eu gosto de ter companhia. ” disse, lançando um sorriso para ele e logo voltando a atenção para a carícia que estava fazendo. “ você já pensou no que você quer? digo, quanto ao sexo do bebê. ”
“Com certeza, acho que a cara de confusão vai ser engraçada.” Precisava concordar. Imaginava que não era muito comum e apenas esperava que aquilo não interferisse no tipo de tratamento que receberiam no local, especialmente quando se tratava de Eda. Os braços logo se colocaram ao redor dela, começando a acariciar seu braço. “Então tudo bem, vou ficar aqui até você cansar de mim. Ou até minha mãe me ligar.” Ponderou por fim, porque sabia que haviam vezes que a mãe ligava para pedir alguma coisa, mesmo que atualmente não fosse mais tão comum. Ao ver ela tocando na própria barriga, abriu um pequeno sorriso. “Acho que não tenho preferência, pra ser sincero. E você, tem alguma?” Olhava para a amiga curioso. Não havia pensado tanto naquilo, já amava aquele bebê independente do sexo biológico. “Eu posso... tocar na sua barriga?”