krsasapphire·:
Ter Kumiho ali perto de si parecia ser a melhor coisa do mundo, o rapaz tornava mais fácil aquilo tudo porque sabia que não estava sozinha e era muito estranho ficar em ele em situações de perigo quando já tinham muitas vezes estado em locais piores. A menção do antigo cliente fez a francesa soltar uma exclamação de compreensão entendendo finalmente aonde ele tinha estado. - Ninguém te seguiu até aqui? - perguntou rapidamente antes de ser puxada para o canto de modo que pudessem falar a sós sobre Daisy, lhe partia o coração .
Ouviu em silêncio e com toda a atenção do mundo, sentindo-se ainda pior quando ouviu as palavras sobre Daisy mas precisava concordar com o parceiro de que tudo aquilo era muito estranho - Você acha? Quem poderia ser esse mandante, Kumi? Você deve ter algum palpite que eu te conheço e sei que sempre sente quando alguém não é a melhor pessoa do mundo. - comentou com ele, os braços sendo cruzados em frente ao peito enquanto olhava brevemente em volta para averiguar se não estavam sendo observados ou ouvidos por outras pessoas. A pergunta seguinte fez a mulher franzir o cenho, mas logo entendeu onde ele queria chegar… acesso, era isso que precisavam naquele momento. - Eu acredito que sim. Posso pedir a Mikki para fazer contato com ele. - diz se referindo ao cachorro robótico aos seus pés. Só queria saber mais do que estava acontecendo por ali e também conseguir entrar na sede oficial, precisava saber se todos estavam bem ali dentro.
Parou por um segundopara pensar na pergunta e mesmo que estivesse descuidado sabia que naquelasituação ninguém o seguiria. Havia mudado de direção algumas vezes, então se oseu caminho fosse o mesmo de outra pessoa, teria percebido. Principalmentequando saiu do elevador, aquilo deveria ter sido uma forma de escapar eficaz,mesmo que nem naquilo estivesse pensando. Em sua cabeça só estava às pessoasque estavam dentro da agencia. Apertou suas mãos juntas com nervosismo. “Ninguémseguiria um homem cego.” Brincou, mesmo sabendo que aquele não era o momentocerto para brincar. A piada havia sido uma forma direta de se acalmar, e não sedeixar perder a noção do que estava acontecendo a sua volta.
“Eu não sei sepodemos ligar esse acidente com o outro. Não agora. Precisamos de informação.Peça para Mikki procurar por Chanhee.” Disse, e depois se encostou à paredetentando respirar e colocar mais substância em seus pensamentos. “Sabe comquem me preocupo? Hera.” Disse, sem esperar com que a outra respondesse. “Ultimavez que a chequei, ela estava morando com a Daisy. Ela deve ser a pessoa maisem perigo nesse momento. Se alguma coisa acontecer, talvez seja a vida dele queesteja em risco.” Pensou alto, porém Sapphire era sua amiga, e quase umairmã por tanto tempo, que deixava que seus pensamentos passassem para ela. “Casoa gente aja de forma acusatória com Daisy agora, ela tem amigos na agência.Ela está lá dentro, imagino eu. Não a encontrei entre as pessoas daqui e elanão seria idiota de não se misturar entre nós.”
Aramis voltou paraseu bolso e Kumiho sentiu a mensagem que ele passava com pequenos sons. Acâmera o captava onde estavam. “Até descobrirmos quem fez isso, não é bomestarmos falando isso embaixo de câmeras. Mesmo que não captem sons. Nossasegurança é importante nesse momento também.” Disse, e logo depois fingiucortesia abaixando a cabeça e apontando a menina para frente que era ondeimaginava ser o ponto cego da câmera. “Você primeiro.” Brincou, mudandototalmente o rosto preocupado que estava. Como se fossem apenas um casalanteriormente que haviam brigado e agora tinham se reatado. As imagens da câmera,caso algo acontecesse, poderia ser a razão de serem mortos no futuro.








