My muse has been hiding an injury from yours. Send 🤕 for your muse to confront mine about it!
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@liberstan-blog1
My muse has been hiding an injury from yours. Send 🤕 for your muse to confront mine about it!
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— Por favor, me diz que aquilo ali não está fora do lugar. Eu acabei de arrumar.
stan the man!
richie: makes a joke
the losers:
make me choose: @chaoticrichie asked 4th of july or the quarry scene
Alright, who’s first? I’ll go!
@redheadarcher !! cont.
Bravo ou zangado eram adjetivos superficiais para descrever o que Stan Uris estava sentindo naquele momento. Tristeza era mais exato e medo, sempre o medo, era a completa descrição para qualquer coisa que ele estava sentindo no momento. Era uma droga, simplesmente uma droga. O judeu encarou Scarlett com tristeza presente no olhar, cruzando os braços ele mesmo. — Eu não estou bravo. — Ele disse, a voz séria enquanto a encarava. — Estou triste. Triste porque Bill não escuta a ninguém e ele vai fazer todos nós morrermos. Você não percebe? Não tem como nós darmos contas do que quer que seja aquilo. Richie tem razão, Georgie está morto e Bill continua agindo como se ele só estivesse desaparecido. — Stan foi dizendo, gesticulando enquanto sentia um peso enorme em seu coração. Claro que queria o garoto Denbrough vivo como todos os outros, mas sabia como encarar os fatos. O judeu tornou a cruzar os braços, sentindo algumas lágrimas teimosas encherem seus olhos. — Eu não posso fazer mais isso. — A voz saiu falha, enquanto ele tentava reprimir os sinais do choro eminente. — Eu só não posso. — Abaixou a cabeça, apertando os braços em torno de si.
hhhh boyf riends messy sketch…requested by @slaxisrocks !!! thank uuu
orphcnbxy:
Jack sabia que conversar com os outros sobre seus próprios medos era uma maneira de enfrentá-los sem ter que ficar diretamente cara a cara com eles, e por isso torceu pra que depois Stan pudesse se sentir um pouco melhor com relação a toda essa loucura que era viver em Derry e ver as coisas que você mais teme ganharem vida. Aqui, um monstro debaixo da cama não era apenas uma invenção. Assim como a figura horrenda no quadro na sinagoga do pai de Stan. “Não se preocupa, Stan. É bom dividir esse tipo de coisa, acho que a carga emocional diminui um pouco. E olha, fiquei assim também quando contei pra você e o resto do pessoal sobre o Homem nas Sombras.” Jack falou, na esperança de melhor um pouco a situação ao tentar explicar para o amigo. “Também acho que a gente não devia lidar com essas coisas, mas somos os únicos que podem.” Por mais terrível que fosse uma afirmativa dessas, era a mais pura verdade. “Acho que eles não resolvem não porque não querem, mas porque são incapazes de ver do mesmo jeito que a gente. Se não nos tornarmos a excessão a regra, acho que daqui uns anos a gente esquece, o que não seria de todo ruim. Seria ótimo estarmos juntos enquanto adultos e não lembrar desse horror que corre solto por aqui.”
Stan sabia que Jack não era uma daquelas pessoas que fariam graça dele caso ele chorasse, mas ao mesmo tempo ele não queria chorar, ele só queria que tudo acabasse e que ele, junto com seus amigos, pudessem ficar bem. Ele também queria achar Georgie e todos os outros desaparecidos, mas a que custo? Perder sua própria vida ou ver seus amigos morrendo não seria um preço que ele estava disposto a pagar. O judeu tremeu um pouco ao ouvir Jack mencionar o tal Homem nas Sombras, lembrando-se de como havia ficado triste e temeroso pelo amigo. Todo o discurso seguinte de Jack só lembrou a Stan o quanto Derry era uma armadilha para crianças, os adultos não ligavam e muitas vezes nem sabiam. — Eu não acho que isso vá parar, Jack. — O judeu confessou enquanto levantava a cabeça, os braços ainda cruzados contra o peito. Como se aquilo fosse protegê-lo. — Eu acho que vai piorar, as aparições vão piorar. Mais crianças vão sumir e o restante das crianças, incluindo nós mesmos, vão conviver com a culpa porque não puderam fazer muita coisa. — Stan disse o que pensava, agora encarando o amigo. — Você acha que podemos contra isso? Você acha de verdade? — Perguntou enquanto chegava mais perto do quadro, evitando olhar a imagem. Realmente estava perguntando aquilo, queria saber a opinião do melhor amigo naquilo tudo, queria saber a opinião dos melhores amigos naquilo tudo. — Eu espero que quando nós fiquemos adultos... possamos ser melhor do que todos de Derry, não negligente e que não tem tanta maldade no coração. Eu não quero ser igual ao meu pai, Jack. E eu quero viver... eu quero muito viver. — Stan confessou, aproximando-se do outro amigo e abraçando-o. Não era sempre que ele mantinha algum contato físico com seus amigos, mas ele sentia que precisava daquilo naquele momento.
jcnkent:
Jon sabia que não deveria ter esquecido seus óculos em casa. Tinha o costume de usa-los, aprendera com seu pai, e sempre que os esquecia, coisas assim aconteciam. Ele abriu um sorriso amigável para o garoto, tentando não ser reconhecido. “Eu acho que tenho um rosto comum, só isso. Mas de qualquer maneira, muito obrigado por ter me devolvido meu caderno. Eu não sei o que faria se tivesse perdido.”
Stan concordou com a cabeça quando ouviu ele dizer que tinha um rosto comum, porém não conseguia largar aquela sensação de que já havia visto o outro garoto em algum lugar.— Você tem razão, eu devo ter conhecido alguém com o mesmo formato de rosto ou algo do tipo.— O judeu sorriu ao dizer aquilo, balançando levemente os ombros em um gesto de tanto faz.— Não precisa agradecer, eu também tenho um caderno que é muito importante para mim, eu ficaria muito nervoso se o perdesse.
jcnkent:
“Também não acreditei no começo, mas é de verdade sim! Foi meu amigo quem conseguiu ela.”
Stan encarou a foto mais uma vez, prendendo a risada enquanto analisava a mesma.— Seu amigo é um gênio!— Exclamou em um tom divertido.— Ninguém acreditaria se eu apenas contasse.
Eddie: Stan, pare com isso. Você não odeia de verdade o Richie.
Stan: Eddie, se eu tivesse uma arma com duas balas e estivesse em uma sala com Hitler e Richie, eu atiraria no Richie duas vezes.
Eddie: ....
If it doesn’t hurt me, why do I still cry? If it didn’t kill me, then I’m half alive
Something’s Gotta Give, Camila Cabello (via amongstthestarswedream)
— Não acredito que essa foto seja real.
i found this again and i’m so happy
We’re all afraid of something
Eddie Kaspbrak ~ Disease/Illness
Beverly Marsh ~ Her father/Blood
Richie Tozier ~ Clowns/Being forgotten
Bill Denbrough ~ What happened to his brother/Something happing to his friends
Stan Uris ~ His father/Growing up/The painting
Ben Hanscom ~ Being alone/The headless man/The Easter massacre
Mike Hanlon ~ What happened to his parents/Beinb burned alive
The Losers Club + Fears // Moodboard
“Tasty, tasty, beautiful fear.”