
ellievsbear
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
★
official daine visual archive

bliss lane

Kiana Khansmith
occasionally subtle
Mike Driver

blake kathryn
almost home

Jimmy Eat World

PR's Tumblrdome
macklin celebrini has autism
Game of Thrones Daily
d e v o n
cherry valley forever
tumblr dot com
Cosimo Galluzzi
untitled
KIROKAZE

seen from United Kingdom
seen from United States
seen from United States
seen from Colombia

seen from Poland

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from Brazil

seen from Australia
seen from France
seen from Venezuela
seen from United States
seen from Moldova
seen from Venezuela

seen from Malaysia
seen from France

seen from Egypt

seen from United Arab Emirates
seen from Venezuela
@like-youmeanit-blog
Foi então que eu resolvi, já que não poderia ser a mais gostosa por uma questão de nascimento, nem a mais inteligente por uma questão de preguiça, ser a mais estranha e a mais engraçada. Hoje eu sou assim, estranha e engraçada. Falo besteira o dia todo, faço todo mundo rir, imito os outros, uso roupas estranhas, tenho estranhas constatações a respeito da vida. Faço caretas ridículas, posso deixar de ser fina num segundo se falar escatologias ou falar putarias para divertir uma mesa qualquer de amigos. Mas de verdade eu só queria que alguém falasse para mim: ei, você é bonita, para de se expor tanto, pode ficar quietinha, pode fechar o decote, pode parar com esse riso nervoso, tô reparando em você, você é bonita.
Tati Bernardi. (via versificar)
Quero acordar do seu lado num domingo de manhã. Quero ver você me olhar entre um gole de café e outro, sem nada para dizer, e apenas sorrir antes de voltar a folhar o caderno de cultura. Quero a sua mão no meu cabelo, dentro do carro, no caminho do seu apartamento. Quero deitar no sofá e ver você cuidar das plantas, escolher a playlist no ipod e dobrar as roupas esquecidas em cima da cama. E que, sem mais nem menos, você desista da arrumação, me jogue sobre a bagunça, me beije e me abrace como nunca fez antes com outra pessoa. Quero deitar do seu lado na rede, olhando a lua e ouvindo você me contar histórias do passado. Quero escutar você falar do futuro e sonhar com minha imagem nele. Quero que você ignore a improbabilidade da nossa jornada e fale da casa que teremos no campo. Quero que você a descreva em detalhes, que fale do jardim que construiremos, e dos cachorros que compraremos. E que faça tudo isso enquanto passa a mão nas minhas costas e me beija o rosto. Que você me guarde na memória, mais do que nas fotos. E que, até o último dia da sua vida, você espalhe delicadamente a nossa história, para poucos ouvintes, como se ela tivesse sido a mais bela história de amor da sua vida. E que uma parte de você acredite que ela foi, de fato, a mais bela história de amor da sua vida. Quero que você nunca mais deixe de pensar em mim.
Tati Bernardi. (via versificar)
Eu gosto da nossa rotina, das nossas piadas, dos nossos silêncios, das nossas reticências, das nossas risadas. E gosto, também, das nossas brigas. A gente aprende com elas. Eu descubro mais sobre você e conheço outras partes minhas. Aquelas partes que a gente não mostra por vergonha. E assim a gente vive junto, passando por obstáculos, derrubando o que vem pela frente. E assim vamos ficando mais amigos, mais amantes, mais enrolados um com o outro.
Clarissa Corrêa. (via in--flames)
Ele me olha, olha, eu comento que nunca fiquei tão mole em toda a minha vida, querendo dizer o quanto ele me dava tesão, emoção, o quanto ele tinha poder sobre mim. O quanto eu era frágil ali no colo dele.
Tati Bernardi. (via thiaramacedo)
Eu sei que gente briga, discute, briga de novo, de novo, e de novo, e depois a gente sente falta, volta, se olha, se beija, se curte, se ama, se encaixa e se faz feliz. E não há escape. É você que eu amo, é pra você que eu volto e é de você que eu sou. Pra sempre.
Giulia Mainardi. (via allaxg)
Eu nunca tinha entendido a expressão “fazer de alguém uma morada”, até hoje. Não estou só falando no sentido literal da palavra, estou indo além do permitido. Eu morei em você, e tenho que concordar que foi a melhor morada que tive. Aconchegante, intenso, quentinho, e confiável. Logo eu que tenho medo do escuro, dormia com as luzes apagadas. Eu amei cada florzinha do seu jardim, e tentei ter o maior cuidado para não estragá-las. Falhei diversas vezes, você sabe, mas fiz questão de replantar flor por flor só para vê-las florindo outra vez. E te ver florir me deixava tão, mas tão feliz. As janelas da sala bate o sol das 16h, confesso que já xinguei essa janela de tudo quanto é nome, mas eu amava admirar a luz que lá entrava. Me fazia viver, me fazia acreditar que o mundo lá fora poderia ser melhor se eu olhasse com outros olhos. Ou melhor, com os seus olhos. Eu nunca fui fã da sua varanda, sempre passou pessoas demais por ali, e você sabe, eu nunca gostei de pessoas. Me incomodava, eu não queria ver ninguém além de você. Eu não precisava de ninguém além de você. O quarto foi o cômodo que eu mais me senti especial. Nele você conheceu os meus melhores detalhes, e eu pude conhecer os seus também. Foi tantas trocas de segredos que a minha vontade era de te pedir pra mais ninguém entrar. E há, eu não tranquei nenhuma porta não, mas tô levando as chaves como forma de recordação. Doe minhas lembranças, jogue fora as nossas fotografias, me exclua de qualquer contato, mas fique com meu perfume como uma doce lembrança de algo bom que um dia aconteceu. Por favor, não esqueça de molhar a grama todos os dias antes de sair de casa, te deixa mais bonita, mais viva, mais você. E se caso alguém te perguntar sobre mim, diga que fui fazer um intercambio para poder te entender melhor, e quando eu aprendesse, voltaria caso a porta ainda estivesse aberta. Obrigado por me abrigar, mas agora vai ser foda ter que viver como um morador de rua.
Thiara Macedo. (via thiaramacedo)
Ontem a gente transou, lembra? Passei a vida toda cruzando esquinas para me deparar com algum tipo de Volvo e sempre tive o azar de bater em Kombi’s. Até que um modelo tradicional com aquele simbolozinho da Volkswagen na frente de todo o tamanho não é nada mal, mas quando o assunto é você, tudo vai de mal a pior. Janeiro, verão, festa da Marcinha (amiga em comum daquele que não deve ser nomeado, e nem é do Voldemort que estou falando, antes fosse), vou ou não vou? Não vou porque você vai estar lá. Vou porque você vai estar lá. Jeans ou vestido? Vestido! De preferência o mais curto, o mais lindo, o mais abusado. Pego o celular com a intenção de convidar JP para a festa. Chamando. Lembro de você. Ouço um “alô” do outro lado da linha. Desligo. Respiro fundo. Droga! Já são 22h e ainda não decidi se vou ou se fico. Vou! Cabelo solto ou preso? Prendo porque você detesta meu rabo de cavalo. Solto porque você se amarra nos meus quase cachos entre as pontas. Solto! Muita ou pouca maquiagem? Muita porque você tem alergia a minha base. Pouca porque você é fã das minhas sardas. E eu odeio as minhas sardas! MUITA! Em meio à correria, me deparo com meu cachorro no sofá de cabeça pra baixo a espera de um carinho na barriga. Massageio sua barriga por míseros 5 minutos e decido o quanto eu queria ser meu cachorro pra poder receber alguns carinhos. Prometo que me contento com 5 minutinhos. Dou tchau pro meu cachorro, pras flores que ganhei semana passada que nem estão vivas mais, pro vizinho do 508, pro porteiro… Deus do céu, quando foi que me tornei tão simpática? Tá tocando Coldplay no carro. Não sei o nome da música, mas sei o refrão. Canto bem alto. Ai eu lembro o quanto você amava essa música. Troco de rádio. Passo todas as rádios possíveis pra encontrar uma música que não me lembre você. Desligo o rádio. Te xingo mentalmente com todos os palavrões existentes possíveis, e fico um pouquinho mais feliz. Festa chata, música chata, pessoas chatas, por que diabos eu vim? Marcinha fica feliz com minha presença, agradece o presente e pede para que eu fique a vontade. Não dá pra ficar a vontade em uma festa em que eu não conheço NINGUÉM! Tá que o Pedro veio, a Bia, o PC, o Rafa, você…? Você veio! Nossos olhares não se cruzam, eles se amarram e dão um nó. Pego uma bebida para me distrair, não muito satisfeito você vem atrás com aquele papo mole. - Tá fugindo de mim? - Você tá bêbado? - Não respondeu minha pergunta. - Por que estaria fugindo de você? - Talvez porque eu ainda mexo com alguma parte ai de dentro. - Você tá bêbado. - EU NÃO TÔ BÊBADO! - Você tá falando embolado. - Talvez eu tenha bebido um pouquinho e tals. - Você falou que tinha parado de beber. - Você falou que eu era o amor da sua vida. Silêncio. - Cadê ele? - Ele quem? - O cara que tem comido a minha mulher. - Para de falar assim. - Assim como? - Como se eu fosse a refeição do dia. - Se você fosse a refeição do dia, saiba que eu te comeria sempre haha. - Chega, vamos embora. - Vamos. Vamos pra onde? - Pra onde você não deveria ter saído; sua casa. - Eu sempre disse que minha cama era melhor que a sua. - Nós não vamos transar. - Nem fazer amor? - Nem fazer amor. - Uma chupadinha de leve cairia bem. - Nem transar, nem fazer amor, e muito menos uma chupadinha de leve. - Quando foi que você se tornou tão careta? - Quando foi que você se tornou tão idiota? - Garotas gostam de idiotas. - Homens gostam de caretas. Silêncio. - Precisa de ajuda pra entrar? - Acho que minha mãe mudou a fechadura. - Ah claro, sem dúvidas. Me dá isso aqui. Pronto. - Não quer entrar? - Não quero muitas coisas. - Nem transar? Tô falando de sexo casual. Prometo! - BOA NOITE! Foi só a chance deu virar pra ir embora que você vomitou a varanda toda, a sua camiseta toda, o tapete favorito da sua mãe todo. Tive que dar uma de babá e te dar um banho gelado. Não foi lá sacrifício, porque te ver bêbado e semi nu me deixou mais excitada que todas as noites de sexo que já passamos juntos. Fomos pra cama. Você desmaiado de um lado, e eu vendo você dormir do outro. Não, a gente não transou, nem fizemos sexo e muito menos amor, mas ouvir você chamar meu nome em meio a um sonho valeu mais do que qualquer orgasmo.
Muita Coisa Inacabada Porque a Gente Acabou - Part VII. (via orquestrando)
Gostei de você quando você me ensinou a gostar de mim.
Lifehouse. (via descriar)
Fico tão confusa pela quantidade de coisas que tenho de considerar que não sei se choro, ou se rio, depende do meu humor. Depois durmo com a sensação estranha de que quero ser diferente do que sou, ou de que sou diferente do que quero ser, ou talvez de me comportar diferente do que sou ou do que quero ser.
Anne Frank. (via orquestrando)
Sinto sua falta como quem perdeu parte de si para o mundo. Um membro fantasma que lateja quando menos se espera. Você é minha saudade mais bonita. Sua lembrança me causa lágrimas nos olhos numa fração de segundo porque você me dói a falta em cada célula. Seu rosto, ainda que um tanto apagado, reside em memórias nostálgicas. Costumava dizer que o mundo desandou após sua partida, hoje apenas penso em como seria ter seus braços novamente para me acolher. Eu choro uma dor que é mais alheia do que minha. Eu choro a dor de quem vê a dor da própria mãe como se sentisse sua perda - é verdade dizer que realmente o faço.
Você me amou quando eu sequer compreendia a importância do sentir, menina que era. Você me amou como quem não me via brincar só num canto qualquer da sala, inocente que era. Eu te amei como se não houvesse remédio - ainda não há. Naquela época já seria capaz de dizer ser impossível não ser tocada pelo seu afeto. Seus trejeitos ainda me habitam. Vezenquando dizem que recordo você, creio que esse seja o elogio mais belo destinado à mim.
Sua saudade foi o pranto mais bonito que a vida me deu.
G.
Perdoa o desatino que surge vezenquando. Acho que é hora de dizer que aprendi - ainda que não completamente - a lidar com todas as coisas que me põem em carne viva. É preciso aquietar porque cada implosão é um desgaste que não pode chegar no próximo. Queria ser capaz de dizer que me vejo mais madura, mas seria esperar demais de toda essa inconstância. Caminho a passos lentos próximo dos seus pés. Ainda tenho todos os pensamentos que causam insônia e ontem chorei de pura mágoa enquanto só. Você sempre acompanha os resquícios de sinais que abandono pelo apartamento e finge não notar.
Já amei como quem morre de medo, como quem comete erros, até mesmo os acolhe. Já amei como se não houvesse remédio e como quem se atira no abismo na incerteza de ter mãos acolhedoras na outra ponta. Não havia. Eu já pensei que o amor não era para mim. Recordo de já ter escorado a cabeça exausta no seu ombro e dizer que fui feita para escrever sobre o amor e nunca vivê-lo, porque as coisas me são de forma unilateral que seguem o caminho até a partida. Eu sou efêmera, tapo buracos como diria Caio, e vou-me quando insuficiente. Vezenquando até eu tenho ganas de partir de mim. Você me conta suas dores e as encaixa nas minhas, o mundo se faz menos só. Nos vemos no vazio, no excesso, por todos os lados. Penso em segurar seus dedos entre os meus e dizer que é bonito, isso, nós, seus olhos cansados que pedem beijos nas pálpebras. Eu nunca te nego dar.
Pensei um tanto de vezes sobre nós, sentimento que assenta e faz-se euforia num rompante. Uma saudade doída das coisas mais banais, um medo inocente das horas futuras. Eu te vejo verbos que esvaem pelos lábios até chegar aos dedos. Você está em prosa e canções. Mesmo agora, na meia luz, te sinto entre rascunhos. Diria que sua ausência me tira o juízo, mas você sabe. Diria um tanto de palavras bonitas, detalhes fúteis, riso fácil, coisas nossas que ninguém compreenderia do lado de fora das paredes. Isso nunca foi tão nós quanto nesse instante. Colaria a boca na sua têmpora e lembraria que você ainda é a minha pessoa favorita no mundo. Você sorriria. Recitaria aquela do Chico dizendo que saudade engole a gente, a sua me devora. Saberíamos.
Saudade aperta quando anoitece.
G.
Às vezes tenho vontade de ser menos intensa, só pra poder entender como o resto do mundo aguenta essas coisas que me devoram permanentemente e de uma forma tão absurda…
Clarice Lispector. (via allaxg)
Tenho medo de me aprofundar nos seus sentimentos e você não transbordar.
Aproximadamente 72 horas. (via allaxg)