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@lip-hana
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lip-han:
“ verdade. nem sei mais como estão as coisas por lá, talvez eles até tenham sua versão da cruella… alguma artista de kpop ou algo parecido. ” ele imagina que sim, na capital, porque em daegu não havia muito de excêntrico para se ver. ” se eu tivesse coragem”, ele fala mais baixo, aproximando o rosto dela, apesar da moça fora da loja não poder ouví-los, “ até perguntaria onde ela conseguiu o casaco… garantir que nenhum cachorrinho foi ferido no processo. ” jaejoon fala em tom sério, mas ri logo após, pegando sua sacola com as compras e balançando um pouco.
ele gostaria de ver como ficaria usando roupas como aquelas, mas por enquanto, seria fiel às diversas peças escuras e calças de moletom no guarda-roupa. “ e você, hana? ” joon olha para ela com curiosidade, se colocando na ponta dos pés por um instante. é sempre bom papear com hana, já que seus colegas de faculdade não são grandes fãs dele e seus amigos estão livres quando ele está ocupado, e ocupados quando ele está livre. a passadinha na mercearia sempre levanta seus ânimos. “ alguma novidade para me contar? algum estoque de doce novo para o mês que vem, quem sabe? ”
🌹⠀⠀⠀ › meneou a cabeça, pensativa. não era uma fiel fã de grupos do kpop, ainda assim não lembrava-se dde ter visto algo parecido na mídia. ━━ olha, se eles tivessem, estavam mantendo bem escondido até quando peguei meu avião... ━━ ri baixo, imaginando o estrago que aquilo poderia ser para a carreira de um idol caso as netizens odiasse o conceito. estreira os olhos na direção alheia, pendendo seu corpo sobre o balcão, aproximando-se dele no momento em que abaixa o tom de sua voz, mas a risada que esconde depois não é nada sigilosa. ━━ vou ficar atenta a cartazes em busca de cães perdidos. ━━ afirma e pisca em direção a jae, mas não de prende muito mais em tal assunto.
com o assunto sendo voltado a sua pessoa, ela se surpreende. sua vida é monótona, desde muito antes de paris. tudo o que faz é esperar por dias melhores e momentos que faram com que seu coração bata mais rápido. ainda assim, sorri. ━━ eu deveria manter segredo, mas ━━ diz baixinho, procurando ao redor qualquer sinal da gerencia do local. ━━ fiquei sabendo que vão trazer doces novos... alguns do japão e da coreia. se inspiraram, bem, em mim. ━━ apesar da brincadeira, o que fala é verdade. ━━ mas fora isso, o de mais novo que aconteceu aqui foi a descoberta de uma traição.
lip-hyeontae:
Além dos calorosos pães que costuma tirar diariamente do forno, não há nada que Hyeontae ame tanto quanto uma tarde gentil e ensolarada. Aquele tom intensamente alaranjado pintando o céu de maneira abstrata, o tímido sol se pondo atrás das nuvens, sem falar no inconfundível clima sereno que o permitia ler por horas e horas seguidas, completamente imerso nos incontáveis parágrafos de seus livros favoritos. Portanto, por cumprir devidamente todos esses mesmos requisitos, o dia em questão não poderia ser muito menos que impecável. Consigo, carregava seu tão queridíssimo O Estrangeiro, romance escrito por Albert Camus. Ultimamente, tão envolvido na filosofia do absurdo e do existencialismo, costumava ser acompanhado por uma nuvem nublada de melancolia. Jurava ter perdido seu propósito, se é que havia algum, e solitário como sempre foi, Hyeontae cedia à pensamentos repletos de ansiedade.
Nem mesmo a imensurável beleza da Cidade dos Apaixonados era suficiente para erguer seu ânimo, uma vez que estava perdido em um imenso abismo de deprimência. Quem conhece o padeiro, não tem dúvidas que é incomum vê-lo sem ser com seu doce sorriso, mas será que há algo que possa mudar essa situação? Longe das poucas companhias que possui, privado de ter um amor genuíno e verdadeiro, impossibilitado de estar com a sua única família… Não eram muitas as opções que restavam para Hyeontae — até aquele momento. Momento abrupto, imprevisível, que nunca pensou que chegaria, mesmo após noites acordado sonhando apenas com tal.
A principio, o impacto não havia sido tão estrondoso. Aquela voz não lhe soava familiar, por mais que o sotaque presente em suas palavras não aparentasse ser tão distante do próprio. Foi quando decidiu erguer o seu rosto, encarando diretamente a presença que se mantinha diante de si. Era como um delírio. Poderia confundir qualquer um, menos a sua irmã mais nova. Hyeontae lembrava de cada minimo detalhe do seu rosto, especificamente os olhos, que eram inconfundíveis para si. Se aquela mulher não revelasse ser Hanareum, era uma réplica perfeita de quem ela havia se tornado. Há tanto tempo imaginava que tipo de pessoa a pequena poderia ser, se ela era tão diferente de quando ainda eram crianças. “Sim, o meu nome é Hyeontae.”, as palavras quase não saíram, devido ao amargoso nó que estava entalado na própria garganta. “É você, yeodongsaeng? Hanareum?”, o maior questionou. Mesmo que se esforçasse para manter a compostura e a firmeza no tom de voz, era notável o quão afetado estava. Faltavam os olhos começarem a lacrimejar, de tanto que pesava a ideia de aquela ser a sua irmã. A sua mente clamava para que atendesse o impulso instantâneo de abraçá-la, mas mesmo que fosse Hanareum, sabia que ela não estaria nada contente em vê-lo. Haviam tantas questões sem uma resposta sequer, tanta mágoa e saudades, e por ser o mais velho dos dois, era o seu dever controlar a situação. Precisava ser forte, por um e por outro, e pelo laço até então inquebrável que tinham.
🌹⠀⠀⠀ › desde que havia posto os pés na frança, ninguém havia sequer tentado lhe chamar pelo completo. ali, em paris, havia assumido uma nova identidade que já não reconhecia tal raríssimo nome coreano como seu, o que fez com que a pronúncia soasse muito mais dramática do que realmente fora, ela supunha. era óbvio que era hyeontae. quem, além dele, poderia soar tão afetuoso quando dirigindo-se ao seu ser? seus braços envolveram o próprio torso, em um reconfortante abraço que, poeticamente, hana poderia chamar de um escape desejoso do seu mais profundo ser.
olhando-o nos olhos, revive todas as noites em que desejara sua volta após cansar-se de escutar ordens e xingamentos e, how ironic, aquele era o único momento em que realmente não queria revê-lo, mesmo dentre todas as madrugadas em que se distraíra xingando-o. com a simples menção de uma lágrima correndo suas bochechas rubras, hana desvia o olhar para longe. ninguém havia percebido o quão caótico aquele momento estava sendo para, quiçá, ambos. os dedos trêmulos alcançaram a gota solitária, retirando-a dali para que ele não pudesse ver o quão sentida estava com aquele reencontro impensado e improvável. ━━ é. ━━ respondeu amargurada, forçando o nó garganta abaixo. havia um riso em seus lábios que tremiam, contendo o choro iminente. seus olhos correm toda a figura alheia, dos pés a cabeça e é quando outra lágrima escapa. ━━ você nos abandonou. ━━ expôe e é vísivel o quão difícil é concretizar a frase em seus lábios. ━━ vocês me abandonou! ━━ dessa vez, é mais fácil e a voz eleva-se brevemente. não há mais nada de francês na forma como pensa e age; tudo espelha sua verdadeira origem, gwangju, então por isso é coreano que escapa de seus lábios.
mesmo que pudesse ganhar os olhares estranhos, isso não importa. está determinada a dizer tudo o que não pode por anos que mais pareceram séculos. por um momento, deseja que estivesse sentada e não em pé com a força de suas pernas ameaçando ceder. ━━ você foi embora e nos deixou com ele! não mandou uma mensagem! não deixou nenhuma explicação! ━━ e a cada ponto de exclamação, sua voz subia um tom, suas lágrimas cediam e molhavam as bochechas rosadas, suas mãos tremiam ao lado de seu corpo.━━ você disse que não iria me deixar nunca! por que fez promessas que não pôde cumprir? sabe como foi viver com ele todo esse tempo? é claro que não sabe! ━━ não havia tempo para perguntar o que ele estava fazendo ali, aquele podia ser seu último reencontro e ela precisava tirar de seu coração o peso que carregava a tanto tempo. ━━ por quê?
#𝗬𝗘𝗦 𝗢𝗥... 𝗬𝗘𝗦?
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🍑 . . um sorriso brotou nos lábios de dante pelo motivo mais inconveniente que poderia existir: a sua tinta branca tinha acabado. estava apenas começando a sua mais nova obra, testando as cores que usaria quando notou que o tubo estava seco. normalmente ele não gostava de interromper o seu processo de criação, mas finalmente tinha uma desculpa para ver a atendente da mercearia perto do seu apartamento, a menina tão adorável que normalmente não dava muita bola pro ele.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ saiu rápido de casa, levando algum dinheiro e um sorrisinho em sua boca, não demorou para chegar ao estabelecimento, entrando sem fazer barulho e seguindo sem demora até a parte de materiais de arte; procurou a tinta que queria e pegou também um verde, checando o dinheiro e enfim seguindo para o balcão onde a menina estava, sorridente colocou as tintas ali em cima e apoiou-se. ❛ — boa tarde, @lip-hana… ❜ disse baixinho, tentando olhar em volta e enfim checando o que ela estava fazendo, como se não fosse uma coisa óbvia. ❛ — ah! eu também quero aquele pincel, por favor. ❜ apontou para trás dela, sorrindo e então soltando. ❛ — e quero saber quando você finalmente vai tomar um café comigo… ❜
🌹⠀⠀⠀ › as tardes tediosas podiam se estender por mais o que apenas as cinco horas de trabalho; por vezes, elas transformavam-se em dias e em anos. aprendeu isso com uma semana de trabalho e, desde então, tem trazido consigo seu caderno de poesias para, ao menos, distrair-se em algo realmente produtivo. isso explica o motivo pelo qual, mesmo com o sino na entrada soando assim que a porta fora aberta cuidadosamente, hana não percebera a presença de um novo cliente.ambos sua respiração e as batidas de seu coração erram um segundo ao ouvi-lo, fazendo com que hana pousasse a mão sob seu peito e desse palminhas suaves ali, procurando acalmar-se. não antes de soltar um: ━━ oh!
mas então logo se ajeita, tirando algumas mechas do cabelo preto que caíam sobre seus olhos para então sorrir em direção a dante, um visitante frequente da mercearia que ajudava a embelezar o local toda vez que o adentrava. ━━ boa tarde. ━━ respondeu com um sorriso suave, ainda tímida pela forma como havia sido pega de surpresa. seus dedos ágeis esconderam o caderno abaixo da tela do computador e ela se pôs a passar as compras.não é preciso virar o corpo todo para alcançar o pincel que ele havia pedido na prateleira atrás de si e toma tempo para pensar em como respondê-lo. inicialmente deixa o riso escapar junto de uma lufada de ar. ━━ você é bem persistente, não é? ━━ normalmente, tratava seus clientes com sempre uma pitada a mais de educação e gentileza, mas sentia com ele um nível de intimidade cuja origem não sabia identificar. ━━ vamos fazer assim, eu finalmente ━━ enfatizou com um sorriso aberto. ━━ aceito tomar um café com você. porém! você vai me mostrar o que tanto pinta com as tintas que compra aqui... hm. ━━ pausa por um momento, esperando a resposta, mas não se demora muito. ━━ vai pagar no dinheiro?
desde pequeno, jae gosta de seguir uma rotina. não é super regrada, com horário certo para tudo, mas ele gosta de se planejar para evitar o aumento de sua ansiedade e possíveis constrangimentos. uma das coisas que ele definiu para sua rotina, por exemplo, é sempre comprar na mesma mercearia. é no caminho da faculdade para casa, sempre tem o que ele precisa e, como de brinde, já fez até amizade com o dono e os funcionários - em especial, com hana. ela é linda e muito amável, ele não se cansa de elogiá-la. sempre fica um tempo a mais em frente ao balcão, conversando com ela. jae acha paris muito diferente de daegu, sua antiga cidade, e sempre vem com uma coisa peculiar que ele viu no caminho para compartilhar com hana. de vez em quando, ele acha que pode estar incomodando, mas fala mesmo assim, sem poder controlar a animação em estar vivendo na cidade luz. “ acabei de ver duas pessoas bem… excêntricas do outro lado da calçada. ” ele larga a sacola no caixa e apoia o cotovelo na bancada. “ juro pra você, a moça parecia a cruella de vil, sabe? do filme dos 101 dálmatas. gosto muito desse filme! ”
@lip-hana
🌹⠀⠀⠀ › trabalhar na mercearia tem seus altos e baixos. embora já tenha se acostumado a lidar com pessoas que falam alto e saem apontando o dedo no rosto dos outros, ainda se frustra quando clientes desse tipo aparecem e hana precisa continuar sorrindo simpática, sem nunca perder a pose. em contramão, tem clientes que fazem suas manhãs e tardes vazias valerem a pena, que eram graciosos no jeito de falar e na aparência — não que admitisse isso em voz alta, principalmente para jaejoon, cuja visita tornou-se frequente em seu local de trabalho.
sempre que ele adentra a loja com seu charme especial faz com que hana o acompanhe com os olhos brilhando. para ele não é difícil ganhar um sorriso da mulher, enquanto é acompanhando pelos olhos curiosos. ━━ a frança é tão diferente da coreia. ━━ afirma animada com a informação compartilhada. absolutamente ninguém se vestiria como cruela de vil na coreia do sul. animada, estica-se pela bancada, tentando conseguir um pouco da visão pela vitrine e poder apreciar a figura de valor interessante que rondava o local. ━━ eu só espero que ela não planeje maltratar dálmatas na região. ━━ aproveita que a não há ninguém esperando para ser atendido e tagarela um pouco, repentinamente tomada por uma animação. ━━ bom, já sabemos quem é a culpada caso venham à tona roubos de dálmatas, especialmente de 101. ━━ brinca com a risadinha já frouxa em seu rosto; num ato de timidez repentina, leva a mão a frente de seus lábios para esconder sua expressão.
🌹⠀⠀⠀ › em seu primeiro dia de folga, hana decidiu aproveitar a aura romântica da cidade. não fosse uma romântica por si só, diria que havia algo de errado com certeza. sentia-se, finalmente, tranquila — sabia que não havia ninguém lhe esperando em casa com uma cara fechada, pronto para lhe gritar os diferentes tipos de xingamentos que só ele sabia. a vivência em paris não estava sendo fácil, mas certamente era melhor do que o ambiente em que se encontrava anteriormente, contudo duvidava que conseguisse se manter por mais tempo ali e temia que acabasse na rua — pois para gwangju não voltaria, não após fugir. atentamente vigiava cada passarinho que pousava nas árvores, cada turista — que assim como ela — encantava-se com a beleza da cidade. construía, em seu celular velho, um dossier com fotos do local, esperando pelo dia em que sua mãe seria capaz de vê-la.
então, como um pesadelo, seus olhos escuros fixaram-se em alguém que tinha não só um pintinha abaixo dos olhos, mas duas. seus ombros caíram de imediatamente e o peso do mundo pareceu distribuir-se em suas costas. hesitou entre fugir correndo para o apartamento para chorar e confrontá-lo; desejou que sua mãe estivesse ao seu lado para lhe ajudar nessa árdua escolha. @lip-hyeontae não havia mudado um fio de cabelo sequer desde que havia lhe abandonado nas garras daquele monstro, não havia uma única ruga de preocupação consigo e com sua mãe e este era o motivo pelo qual formava-se, em sua garganta, um nó difícil de desfazer. andou a passos incertos em sua direção a medida em que se agarrava a sua bolsa no estilo carteiro, procurando forças, coragem, para enfrentá-lo, e não havia dito nada ainda, mas já sentia os olhos arderem de saudade e raiva. ━━ h-hyeontae? ━━ fraquejou ao perguntar, embora não estivesse em dúvida sobre a identidade alheia.
❧ ( for a food hc! )
quando criança, eu era extremamente picky sobre minha comida. acho que a parte terrível de cuidar de mim era isso, era péssimo. hoje diminuiu, mas continuo sendo bem picky. não como frutos do mar, pimenta, a maioria das frutas e muito mais. se eu não gosto da textura e da aparência, com certeza não comerei.
57. favourite animal(s)
acho que meu animal favorito de todos os tempos é o lobo-do-ártico. nunca vi um assim de cara a cara, mas aprendi sobre ele em uma aula de ciências e o pele parece ser tão fofinho.
68: Who’s the last person you had a deep conversation with?
faz tanto tempo! acho que nem quando eu estava em gwangju eu realmente tinha conversas profundas com alguém, sabe? se eu me lembro bem, foi com minha mãe.
🔑 Key to your heart
não é tão difícil assim, na real. quem não quer alguém que lhe trate bem? eu só quero ser compreendida e amada por alguém que aceite todas as partes do meu ser, como todo mundo, não é? mas confesso que se essa pessoa gostasse de poesia, seria mais fácil!
43. favourite song ever & 💜- A memory about one of their loved ones, happy or sad & crimson: what are you most passionate about?
43. needy (lo-fi remix) - ariana grande.
💜. acho que essa cidade está me deixando mais emocional. me lembro do dia em que soube que meu irmão havia partido e de como minha mãe parecia estar de coração partido; e por mais que eu perguntasse o motivo, ela não sabia me dizer. foi o pior dia da minha vida e olha que eu já tive muitos dias ruins.
crimson. eu diria que com meu futuro, seja lá qual ele for.
marigold: what is your favorite flower?
eu diria pensée, amor-perfeito. mamãe costumava ter algumas no jardim.
💖- A memory that made them feel special
respondida!
cobalt: where do you feel most at home?
acho que nunca realmente me senti em casa... talvez algumas vezes... mas agora... é um assunto complicado, na verdade.
blush: do you believe in love at first sight?
acho que sim. quero dizer, por exemplo, se algum dia conseguir encontrar minha soulmate, provavelmente vou sentir algo, né? então eu diria que sim.
36. 3 dreams you want to fulfill?
eu espero muito ser capaz de começar e concluir minha faculdade! e assim ser capaz de deixar minha mãe orgulhosa.
💖 - a memory that made them feel special.
eu não diria especial, mas sim... hm, bem-vinda, querida. provavelmente quando tanto hyeontae quanto minha mãe sorriam na minha direção orgulhosos por algo que eu tinha feito. o tempo passa rápido...