SMS TO @BIGBRO
Meds: Hey, você está aqui? Preciso falar com você.
Meds: É urgente!!
Rudy: MEDS
Rudy: WUE PORRA É ESSA?
Rudy: EU TO NUM NAVIO NO ALASCA!?!?!?
Rudy: COMO EU VIM PARAR AQUI CARALHO
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
Not today Justin
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

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祝日 / Permanent Vacation
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@litttlepearl
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Meds: Hey, você está aqui? Preciso falar com você.
Meds: É urgente!!
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Rudy: EU TO NUM NAVIO NO ALASCA!?!?!?
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ariaxarchive:
Anne havia acordado naquela realidade totalmente maluca e estava em choque, havia descoberto algumas coisas sobre a sua vida por um diário que havia encontrado, mas era muito antigo, então não fazia muita diferença, uma das únicas informações que havia descoberto é que havia namorado com @litttlepearl e que haviam terminado porque ela havia ido para Paris, aquilo era confuso, mas a ruiva estava tentando tocar a vida mesmo com aquela confusão, não havia mencionado sobre aquilo para ninguém. A ruiva estava em sua galeria de arte, tentando aprender o máximo que podia sobre a administração do local, porque a parte de produzir, sempre havia feito. Ouviu os sininhos da porta fazerem barulho e então olhou para porta, um pouco chocada com quem ela viu entrar, prendendo a respiração por um momento. - Arthur? - Perguntou meio surpresa, não tinha sentimentos por ele, mas com certeza tinha uma crush e depois de ler algumas coisas no diário antigo, sabia que ele fora um ótimo namorado.
Acordar foi extremamente confuso. Acordou com um choro de criança, e aquilo já tinha o assustado. Mas o que piorou foi abrir os olhos e ver. Pela primeira vez em toda a sua vida Arthur estava de olhos bem abertos e vendo. Quando sentou-se na cama, olhou em volta e concluiu que não estava em seu quarto de hotel em Las Vegas e... Estava bem mais velho. Olhou num espelho e quase cabaleou para trás, vendo sua aparência. Aquilo parecia um sonho louco, ou talvez um pesadelo. Ele respirou fundo e foi procurar o som de choro. Era uma criança, parecia ter menos de um ano e estava de azul. Um menino. Sem saber muito o que fazer, Arthur pegou o bebê no colo, tentando niná-lo. Demorou um pouco, mas o bebê voltou a dormir e não estava com nenhum cheiro estranho. Deixou o bebê no carrinho ao seu lado, abrindo um notebook por um momento e encarando o teclado. Não tinha ideia de como usar aquilo. Ele fechou os olhos por um momento e tentou ir pelo instinto, como se ainda não conseguisse ver. Demorou um pouco, mas ele conseguiu fazer algumas pesquisas. Teve o instinto de procurar por Anne, descobrindo que ela tinha uma galeria na cidade em que ele parecia estar, mediante o google maps. Ele procurou o celular, achando um touch screen e bufou de raiva. Não sabia usar aquilo. Decorou o caminho de cabeça no mapa e pegou o carrinho de bebê, indo até onde julgava ser a galeria. Quando entrou, os olhos olharam todos aqueles quadros e ele ficou completamente bobo, sem saber direito pra onde olhar... Até ver uma mulher, olhando-o em choque. Aquela devia ser ela... - Anne? - ele perguntou, torcendo para que ela fosse mesmo a garota doce do lado de fora do hotel. - Sou o Arthur, não sei se você se lembra de mim...
(guid-vegas)
(ariaxarchive)
Quando não encontrou @guid-vegas em lugar nenhum, a garota decidiu que ir pro quarto dele fazer uma surpresa, era uma boa ideia, ao menos em sua cabeça, no entanto, a moça ia desocbrir logo mais que aquela fora uma péssima ideia. afinal o namorado não estava sozinho. Assim que ela abriu a porta do local, seus olhos se arregalaram com a cena, marejando-se instantaneamente, foi preciso que ela respirasse fundo para entender o que realmente estava acontecendo, mas não tinha como entender aquilo errado. Os cabelos ruivos da outra garota eram longos e Beatrice percebeu que a conhecia de vista, ela tentou engolir o choro, passando uma mão pelos fios loiros, ouvindo um gemido de Liam, ela então precisou externar o nome alheio. - Liam? - A voz saiu chorosa, enquanto a loira tentava se controlar para não fazer papel de idiota.
O sorriso de ter Hannah em cima de si morreu quando ouviu seu nome, reconheceria aquela voz em qualquer lugar, o frio que sentiu percorrer seu corpo fora intenso e o gemido foi cortado no meio. “Merda”. Exclamou sem saber ao certo o que fazer, olhou paralisado para a namorada sentindo-se o pior homem do mundo, o efeito do álcool se dissipando completamente de imediato. “Be… eu posso explicar”. Murmurou empurrando @litttlepearl para o lado, tentando se erguer nu da cama, na verdade ele não podia explicar, não havia explicação para aquilo e ele sabia disso, ainda que pudesse tentar conversar com Bea.
☆ ‘゚ Quando escutou uma voz feminina, sentiu que a noite toda tinha acabado. Pelo menos a noite que os dois tinham planejado ficar a noite toda acordados, transando, tinha acabado ali. Não se importou com o empurrão de Liam, segurando um suspiro e puxando a coberta para esconder o corpo. Aquela não era a briga dela e muito menos ia aceitar que acabasse brigando com a @ariaxarchive, mesmo que tivesse culpa. Os dois que se ajeitassem e brigassem. Começou a colocar o vestido, vendo a calcinha arrebentada no chão. O que era pior? Largar a calcinha ali pra ela não ver que a calcinha estava rasgada naquele momento e acabar achando depois ou pegar e correr o risco dela ver naquele momento? Hannah viu a cara dela e olhou pra Liam. Ela achava que a loira nem ia voltar mesmo pro quarto. Pegou os saltos ficou no canto do quarto, esperando a sua oportunidade de sair e voltar pra festa
(guid-vegas)
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(ariaxarchive)
Deixou uma risada escapar com a fala da moça e meneou a cabeça para um lado e para outro, então sorriu sincero. - Eu prefiro essa festa do que as festas russas, acho que eu sou um cara mais calmo, não sei bem. - Deu de ombros e passou uma mão pelos cabelos que vinha deixando crescer desde que resolvera fazer o intercâmbio, já que quando estava em sua casa o pai não permitia que ele deixasse o cabelo crescer por causa de alguma merda homofóbica. - Então acho que eu sou um grande fã de passeios no jardim. - Brincou, dando novamente de ombros, uma mania que provavelmente nunca ia perder. - Sim, dançar com você. - Ele olhou para os lados, como se estivesse procurando mais alguém por ali. - É, eu com certeza quero dançar com você. - Disse em um tom extremamente travesso e ofereceu a mão para a moça, esperando que ela aceitasse dançar com ele, assim que ela assentiu, ele tomou a iniciativa e segurou a mão da morena, caminhando junto da moça, para que pudessem dançar, estava sorridente e animado, já que ia ter tempo dançando com uma garota bonita. - É uma música lenta, juro que não tenho planos de me aproveitar para dar em cima de você, mas talvez eu tente te conhecer. - O intercambista brincou novamente, dando uma piscadela para ela, enquanto começava a se balançar no ritmo da música, as mãos em sua cintura, tendo cuidado para não se aproximar demais e nem nada assim para que não desrespeitasse a moça. - Me fala de você Isa.
☆ ‘゚ Isabela não sabia direito como reagir com aquilo, mas tentou ir na onda, começando a dançar a música calma com o moreno. Ela o achou bonito desde o primeiro momento que tinha o visto pela primeira vez, vagando por aí. A primeira coisa que pensou era como Isadora adoraria terminar com o namoradinho para fazer questão de dormir com o russo... Aquilo era tão a cara da irmã que ela mal podia acreditar que ele estava falando com ela e não com sua cópia melhorada. Ela suspirou baixo por um momento, sentindo a mão dele em sua cintura e segurando a outra, para dançarem a música lenta. Mal tinha falado com ele anteriormente e já estavam dançando uma música lenta, talvez estivesse tudo indo muito rápido - Falar sobre mim? - ela perguntou, pensando no que poderia falar enquanto sentia os pés começarem a se mover quase de modo automático.- Bem, eu sou gêmea. A mais velha. Minha irmã não tá na viagem, então você provavelmente não vai ver ela por aqui - ela disse, segurando um risinho - ela foi viajar com o namorado pra algum lugar e meus pais acham que ela está aqui - ela deu de ombros - Eu to cursando medicina e bem, fora isso não sou nada espetacular ou diferente das outras pessoas.
(ariaxarchive)
As palavras alheias trouxeram algum conforto para a jovem, sendo filha de um político que era bastante famoso na região, com uma nude vazada, claramente sua vida estava um inferno, e ter alguém gentil que estava simplesmente falando coisas boas. - Eu totalmente prefiro o favor. - Brincou, tentando soar mais gentil, então ela segurou uma mão dele, e o puxou de leve. - Senta aqui comigo. - Falou dando espaço no banco, então ajeitou-se melhor e ouviu o pedido de Arthur, ela deu um sorriso sincero. - Você se chama Arthur não é? - Perguntou calma e continuou com a mão sobre a dele, pensando um pouco. - Bem… Acho que eu nunca vi uma cidade com tanta luz. - Disse calma, é tudo muito bonito, as cores são vivas e tem uns imitadores do Elvis. - Comentou rindo baixo, então o olhou com um sorriso suave. - E o hotel… É enorme. - Começou a descrição, olhando para o local. - O jardim tem uma cerca viva e tem uma fonte enorme aqui perto de onde a gente está, com uma figura do cupido, além disso, o hotel é bem iluminado… Tem um cassino do lado, a arquitetura do lugar é espetacular e as paredes tem umas texturas. - A ruiva comentou calma. - E se você quiser amanhã posso te levar para passear pela cidade, aposto que tem uns lugares legais que a gente ainda não viu. - Anne comentou calma, ela só queria esquecer aquele pesadelo da foto e Arthur parecia totalmente disposto a esquecer daquilo e ser amigo dela.
☆ ‘゚ O loiro escutou a descrição dela com calma, já sentindo-se melhor ao saber mais ou menos como era o lugar que ele estava. A garota realmente parecia ser legal, não igual a maioria que parecia sequer gastar tempo conversando com Arthur porque ele simplesmente não conseguia ver. - Obrigado por descrever como as coisas são pra mim - ele sorriu de leve com aquilo. Poucas pessoas eram tão legais, e era normalmente com essas pessoas que aquelas coisas horríveis aconteciam, como o caso da foto vazada dela. Mesmo se ele pudesse ver, ele nunca teria ido atrás da foto e muito provavelmente repreenderia os amigos que compartilhassem. Quem ele queria enganar? Nem amigos ele tinha para repreender. Talvez fosse por conta do preconceito das pessoas, talvez fosse por conta das escrotice delas ou da maneira que elas o viam como alguém incompleto. - Parece que deve ser um lugar muito bonito, as pessoas devem ficar encantadas olhando de um lado para outro - ele disse com um sorriso suave. - Eu adoraria passear pela cidade, apesar de no final eu não vou acabar vendo nada - ele brincou, com um sorriso suave brincando em seus lábios.
(sincitykids)
As sobrancelhas foram arqueadas quando o elogio veio. Tomaria aquilo como elogio, decidiu. E a risada não foi escondida no fim, sim, era um dos mais arrumados; se deu realmente ao trabalho de escolher algo que não o deixaria parecendo um idiota como a maioria dos rapazes ali. A época não ajudava em nada, mas o alfaiate de seu pai realmente havia caprichado nos detalhes do terno elegante. ’ —— Essa é a sua maneira de dizer que eu estou bonito? Obrigado, companheiro.’ brincou, dando-lhe uma piscadela divertida.
☆ ‘゚ O outro riu baixo, olhando para o homem em sua frente. - Essa é a minha maneira de falar que você é o único cara que tá bonito nessa festa, todos nós, reles mortais, estamos parecendo defuntos com roupas cheirando a naftalina - Rudy riu da própria desgraça, dando um longo gole em sua bebida, até quase acabar com ela - e bem, os que não estão bem arrumados estão se entupindo de álcool, como pode ver.
(sincitykids)
Da resposta alheia, uma palavra lhe chamou atenção. Jeremiah franziu brevemente o cenho, olhando-a com uma expressão confusa. ’ —— Inseguranças?’ perguntou, curioso. A menina parecia bastante segura de si, era muito bonita e ele podia ver todos os rapazes por perto passando por ambos e sempre dando a ela olhares de desejo; eles pareciam querer se aproximarem e roubarem a atenção dela de si. E, bem, o ruivo não fazia ideia do porquê ela estava a dispersar esse tempo consigo; não que ele fosse o único a apontar isso. ’ —— Claro que eu posso! É bastante divertido, na verdade.’ ele respondeu com uma risada baixa escapando de seus lábios rosados. O rapaz arqueou então as sobrancelhas devido a rapidez com a qual a garota expôs o que deveria ser a real intenção da mesma por trás da conversa. Jeremiah não funcionava como a maioria dos rapazes, a verdade era essa. Tinha quase se tornado um padre justamente por isso. Enquanto seus amigos adolescentes estavam perdidos em desejos carnais, querendo conhecer os próprios desejos e corpos, ele não sentia nada daquilo por ninguém em especial. A resposta para isso foi uma aparente vocação para o chamado divino; coisa que descobriu há alguns meses que não era inteiramente verdade. E ele não tinha agido sobre isso desde então. Mesmo agora, livre dos votos, via-se hesitando. ’ —— Uh… Uma bebida, porque não tomamos uma bebida primeiro?’
☆ ‘゚ A ruiva estava se utilizando do álcool para ter mais coragem de fazer aquilo, e que Deus a salvasse, estava completamente fora do controle naquele e que o dia a carregasse, porque ela não queria que aquilo de alguma maneira fosse impedido. Ela sorriu de leve, com a bebida na mão e encarando o ruivo. Será que, igual ela, os pelos dele também seriam ruivos? Estava louca para descobrir naquela mesma noite. - Não posso ter as minhas inseguranças? - ela perguntou brincalhona, virando de vez a bebida em seu copo se segurando uma careta da melhor maneira que conseguia, colocando o copo na mesa próxima e olhando para o ruivo. Por que Jeremiah tinha que ser tão bonito assim? Talvez fosse algo dos ruivos, sempre eram tão bonitos. Às vezes ela olhava no espelho e pensava isso, às vezes olhava no espelho e se sentia a única ruiva feia de todo o planeta. Inseguranças, como ela já havia citado anteriormente. - Ok, posso tomar mais uma bebida - ela disse, observando-o com um sorriso, tentando imaginar o que se passava pela cabeça dele. Será que ele era virgem e ela estava no caminho de desvirtuá-lo? Aquilo seria no mínimo interessante, e o pensamento só surgia dessa maneira em sua cabeça pelo simples fato do outro ter tentado ser padre. Por que não um pastor? Pastores pelo menos tinham famílias e transavam à vontade e a ruiva sabia que para ser padre era necessário celibato.
(sincitykids)
’ —— E você ainda veio? Uau.’ arqueou as sobrancelhas de forma que expressasse a sua surpresa. Se fosse consigo, Hallie não teria ido. A garota era extremamente dramática e, certamente, um machucado no rosto a faria desistir de qualquer evento público. Preferiria ficar em casa pintando seus quadros. ’ —— Eu não duvido disso, ainda mais que esse lugar parece-me cheio de armadilhas desse estilo para se chutar.’
☆ ‘゚ - Bem, eu já estava arrumada, bastou colocar mais e mais base pra tentar esconder - El deu de ombros, querendo mostrar que aquilo não era nada. Ela podia inventar qualquer desculpa para conseguir desviar o assunto e conseguia na maioria das vezes fazer as pessoas acreditarem em suas desculpas. Ainda bem, ou teria sérios problemas com o namorado. - Qualquer lugar parece ser uma armadinha para uma desastrada como eu - ela disse com um tom mais ameno, seguindo na conversa da outra.
guid-vegas:
Gostava de Celeste a tanto tempo que já nem sabia quando seus sentimentos por ela de fato haviam começado, estar com ela era como um sonho realizado e mesmo sem saber ao certo em que pé estava aquele relacionamento, não se afastava. Ás vezes sentia-se perdido, não sabia ao certo o que fazer, mas uma certeza Nathan tinha: queria fazer aquela garota feliz e adorava vê-la sorrir.
Seu coração disparou quando a viu no salão, era sempre assim que seu coração reagia a presença dela, sorriu largamente e se aproximou um pouco tímido. Trajava um belo terno preto e estava se sentindo até charmoso, seus pais o ajudaram a escolher a roupa. “Olá bela dama, posso desfrutar um pouco de sua companhia nessa bela noite?” Comentou em tom charmoso e brincalhão. “Estou um pouco bonito com essa roupa, não estou? Por favor, diz que sim”. Comentou com ar falsamente preocupado, mas o sorriso brincalhão deixava que era claramente uma brincadeira.
| @litttlepearl
☆ ‘゚ Celeste observou o asiático por um momento segurando o impulso de rir com as falas dele. Ele realmente parecia ser uma pessoa brincalhona e que queria tirar risada das pessoas, mas ela não era assim. Nem na foto do anuário do high school ela tinha sorrido, preferia ficar em seu canto com a melhor cara de paisagem vendo tudo, absorvendo tudo. Um bando de jovens adultos cheios de tesão e prontos para cometer inúmeros erros em nome da falsa satisfação. Ela era muito maior do que aquilo. - Suas roupas estão sim adequadas para a noite, creio que ninguém erro na roupa para virar a piada da festa esse ano, uma pena - disse em seu tom monótono de sempre, dando um suave gole em sua bebida por um momento e deixando os olhos vasculharem o salão - claro que pode ficar em minha companhia, mas não sei se vai de fato se divertir como os outros enquanto estiver parado aqui ao meu lado.
(affironn)
Fred fez uma careta quando sentiu a bebida queimar sua garganta enquanto descia. Francamente, que pesadelo… podia já sentir a dor de cabeça que teria no outro dia. — Se quiser ser meu Ioda e me ensinar como ter esse equilibrio… — disse, internamente torcendo pra que dissesse sim. Passar o resto da noite solitário e caindo de bêbado por uma ex-namorada não era muito saudável ou divertido.
☆ ‘゚ Rudy riu baixo com a referência ao filme nerd e virou o resto da bebida, fazendo uma careta que acompanhasse a do homem por conta da bebida queimando sua garganta. - Seu Ioda essa noite eu serei - disse, voltando a rir baixo e buscando mais duas bebidas em cima da mesa, porém bem mas lives do que as que os ois estavam tomando anteriormente - O segredo, para começar, é começar com as bebidas fracas no começo da festa, dar uma pausa e depois arrebenta de beber as fortes. - contou seu segredo pro outro, oferecendo o segundo copo para ele. - Assim a pt vem, mas você aproveita de fato a festa.
(affironn)
A garota nem sequer pareceu brava com a falta de delicadeza de Juliet. O que só a deixou mais incomodada.. era sério mesmo que nem isso ela revidaria? Nem mesmo quando a própria Juliet era um patinho feio atrás das amigas no começo da pré-adolescência ela era assim.. — primeiro você aprende a dar uma boa resposta pra quem lhe falta com respeito, enquanto isso faz umas aulas de defesa pessoal ou sei lá— a garota dos cabelos enrolados disse. Por um momentoficou meio confusa por estar distribuindo conselhos por aí… ainda mais um conselho que implicava que a garota não deveria aceitar seu comentário. Mas depois respirou fundo. Pegou um guardanapo da mesa ali perto e uma caneta que sempre colocava na bolsa, anotando seu número e nome, antes de olhar em volta pra verificar se alguém olhava. — Se precisar de alguma coisa, eu sei dar um gancho de direita que é espetacular — disse, entregando o papel. — E não diga pra absolutamente ninguém que eu te dei isso. Tenho uma reputação de insensível pra manter, sabe?
☆ ‘゚ Eleanor olhou para a outra, respirando fundo por um momento. Ela sempre fora de evitar conflitos e depois da discussão com o namorado a última coisa que queria era responder pessoas que foram brutas com ela. Ela só queria um pouco de paz e diversão antes de ter que acabar novamente no quarto com um namorado com quem não aguentava mais ter um relacionamento. - Não sei se isso de rebater as pessoas ou até violência é algo pra mim - ela desceu o olhar para si, magra, mirrada, sem músculos nenhuma e muitas vezes até se cansava de subir uma ladeira mai íngreme. El era uma total negação para qualquer coisa que envolvia conflito, sabia disso. Quando pegou o papel, um pequeno sorriso surgiu em seus lábios, bem discreto, sorrir demais ia doer o roxo mal escondido de baixo de várias camadas de base. - Obrigada por isso... Prometo que não vou contar para ninguém que não é tão insensível assim para preservar a sua reputação.
(guid-vegas)
O perfume dela, a música alta e o álcool em seu organismo o deixavam cada vez mais inebriado, deixou-se ser puxado por ela e riu de sua fala e pressa, sentia o mesmo, tinha certeza. Enquanto era puxado a olhava de cima abaixo, imaginando-se tirando sua roupa e beijando cada milímetro daquela pele. Suspirou sentindo um incômodo entre as pernas pela excitação de seu membro já rígido. A informação de que era comprometido foi trancada em um canto de sua mente, algo que só voltaria a pensar quando seu desejo carnal fosse satisfeito e quando estivesse sóbrio. Sorriu de canto quando ela o puxou pelo colarinho e cobriu a boca dela com a própria, em um beijo quente e cheio de desejo. As mãos apertaram levemente sua cintura e então desceram para suas nádegas e naquele momento o sinal de que o elevador tinha chegado ao seu andar tocou. Se afastou um pouco e então foi a vez dele puxá-la, mas agora em direção ao seu quarto, pegou a chave no bolso da calça e em 2 segundos já estava pressionando a garota na porta do quarto fechado. “Enfim sós”. Brincou mordiscando o lábio dela.
☆ ‘゚ Hannah gemeu baixo com o barulho da porta fechando. Agora que estavam sozinhos, não teriam limites nenhum e muito menos preocupação de estarem sendo observados por alguém. Logo tratou de se livrar dos saltos, chutando-os para qualquer lugar e começou a tentar se livrar da blusa que o outro estava usando. Não estava nenhum pouco afim de firulas ou devaneios, o desejo queimava demais para que enrolassem de qualquer maneira. Ela só o queria dentro de si inúmeras vezes, nem que tivessem que descansar um pouco entre as rodadas. Se era para aproveitar Las Vegas, aproveitariam toda a luxúria que era oferecida e ainda mais. - Espero que não tenha planos para o resto da noite além de ficar nesse quarto gemendo - ela sussurrou contra a boca do outro, as unhas passeando pelo tronco do homem da camisa recém aberta pela garota. - Vamos, Liam, me mostra logo do que é capaz. Me mostra que eu estar aqui realmente vale a pena e o tesão - ela provocou, deixando a mão começar a abrir a calça dele.
(guid-vegas)
Autossabotagem era uma merda e era exatamente isso que Liam estava fazendo, pelo simples fato de não conseguir lidar a intensidade de seus sentimentos pela namorada. Sossegou a galinhagem por um bom tempo desde que conheceu Bea, mas naquele momento isso já não era mais importante, só queria se livrar daquele sentimento, e a bebida o ajudava é claro, a não ter escrúpulos e continuar com aquela pegação. Deslizou a destra pela coxa desnuda dela, seu perfume era inebriante e a única coisa que ele queria era esquecer da realidade e unir seu corpo a ela numa necessidade carnal incontrolável. Desceu alguns beijos por seu pescoço apertando sua coxa. “O meu é o 204, qual o seu? Vamos para o mais perto”. Sorriu sacana enquanto subia os beijos pelo maxilar dela, para ele não importava qual quarto seria, apenas queria tê-la e o quanto antes melhor.
☆ ‘゚ A ruiva sorriu sentindo o toque dele em sua coxa e mordeu o lábio inferior por um momento. Droga, não estava pensando em mais nada do que ter o homem entre suas pernas, o suspiros, ofegos e grunhidos que soltariam assim que estivessem no quarto, não necessariamente na cama. Transaria com ele pelo quarto inteiro, a cama, a parede, o criado mudo, o banheiro... Só conseguia pensar naquilo por aquele momento - 325... O seu é mais perto - ela disse, aproveitando os beijos do homem em seu maxilar e os imaginando por todo o seu corpo. Amaria aquilo e cada segundo dentro daquele quarto - Vamos logo, pelo amor de Deus - ela murmurou, agarrando a mão dele por um momento e o puxando pelos cantos, discreta, até o elevador mais distante e vazio. O melhor naquele momento era passar completamente desapercebidos, já que estavam indo fazer qualquer coisa errada, principalmente levando em consideração que Liam não era lá solteiro. Entrou no elevador e apertou o botão do andar do outro e o puxou para o elevador pelo colarinho, rindo divertida.
(ariaxarchive)
Anne Reid respirou fundo e passou uma das mãos pelos cabelos enquanto ouvia o que ele falava, enxugou as lágrimas que brotavam dos olhos e finalmente observou o rapaz, assim que notou quem ele era, respirou fundo, se sentindo uma idiota ao perceber a bengala. - Me desculpa… Eu não quis ser grosseira, só tem sido uma noite muito difícil. - Admitiu em voz alta, novamente precisando tomar ar antes de continuar. - Eu sei que eu não podia ter falado assim com você, mas eu juro que não deu para me controlar depois da noite totalmente infernal que eu tive. - Suspirou, com os olhos marejados, novamente tendo que engolir o nó que se formava em sua garganta. - Obrigada. - Ela agradeceu em um tom baixo, mesmo que fosse ser difícil para ele ouvir, mas com a música baixa ali, provavelmente ia ouvir o que ela dizia. - Eu só tenho estado tão assustada que acho que todo mundo vai me atacar. - Assumiu, respirando fundo uma segunda vez. - Senta aqui comigo. - Pediu baixinho, olhando para o loiro. - Quem sabe eu não consigo me redimir por ser uma babaca total? - Comentou em um tom baixo, então levou uma mão a dele, apertando levemente, para que entendesse o pedido.
☆ ‘゚ Arthur logo aceitou as desculpas dela, entendia que ela estava magoada, machucada e o pior de tudo: acuada. Imaginava o quanto deveriam ter enchido o saco dela, falando o quão errada ela estava de ter tirado a foto, enviado para alguém -- que ela julgava ser de confiança -- e depois isso ter vindo à tona. Afinal, se ela tinha tirado a foto, ela queria que os outros vissem, se não, não teria tirado, não é? As pessoas eram escrotas por pensar daquela maneira. - você não foi uma babaca total - ele disse calmo, mantando a mão no ombro dela, mesmo com a mão dela por cima da dele. Ela era uma garota boa, ele podia sentir aquilo, mesmo que não pudesse vê-la. - Mas então, você quer conversar sobre isso ou você prefere fazer um favor pra mim? - ele disse tranquilo, mas ele podia imaginar que aquilo ficaria estranho aquela frase - Bem, até agora ninguém de fato tirou um tempo pra falar comigo como Las Vegas parece, nem o hotel ou algo parecido. - explicou, tirando a mão do ombro dela e segurando a bengala dobrada com as duas mãos - Você pode me falar como que é o hotel? Descrever ele de alguma maneira, não sei... - ele pediu. Ele só queria que alguém fosse legal o suficiente para poder falar para ele como era aquele lugar. Tinha se virado bem sozinho no quarto, sem tropeçar em nada ou algo parecido. Se vestira bem e se locomovera bem no hotel, mas não tinha nem saído de lá por medo de se perder na cidade sozinho.
(ariaxarchive)
Mikhail deixou que um sorriso travesso estampasse a sua face, enquanto endireitava a postura, os olhos atentos para a garota, ela era realmente linda e ele com certeza adoraria dar uns beijos nela, seria uma ótima noite se conseguisse. - Não precisa agradecer, você é bem bonita sim. - Piscou para ela e sorriu mais. - Eu sei. - Disse brincalhão sobre ela dizer que era bonito. - Obrigado. - Agradeceu por último, passando uma das mãos pelos cabelos, enquanto os olhos iam para os de Isa. - Esse pessoal é muito bom nisso né? Em organizar essas coisas. - O russo comentou de maneira calma, enquanto bebericava novamente do copo que tinha em mãos. - Devia experimentar esse drink, está ótimo, não é doce, não é muito forte também, é o perfeito meio termo. - Piscou para a morena, dando um sorriso. - Na Russia as festas costumam ser um pouco mais… Como vocês dizem mesmo? Hardcore. - Ele explicou com um meio sorriso. - Mais bebidas fortes, e as pessoas costumam pirar bastante. - Riu baixinho e depois passou uma mão pelos cabelos. - Eu sei que tem todo esse estereótipo maluco e tudo mais, ele é um pouco verdade. - Deu uma risada, a observando e terminou o seu drink. - Quer dançar? - Perguntou com um meio sorriso, oferecendo uma mão para ela. - Sou ótimo dançando.
☆ ‘゚ Isa não conseguia imaginar um jeito menos indecente do que uma festa louca russa depois do que o outro falara. Russas molhadas em vodka, russos gritando loucos e jogando os cabelos para todos os lados, bêbados e as vozes altas cantando músicas em russo, com aquele sotaque que sempre pareciam tão bravos... Parecia, como ele disse, hardcore - Olha só... Isso daqui deve estar parecendo um passeio no jardim. - ela disse, tentando imaginar Mikhail numa festa dessas. Claro que ela se surpreendeu quando ele a chamou para dançar, nunca achou que um dia chegaria a dançar com Mikhail, afinal sempre achou que ela era normalzinha e até estranha demais - Dançar comigo? - ela perguntou, quase confusa, arregalando de leve os olhos. Ela só tomou o reto da bebida e experimentou a dele por um momento. - Eu prefiro mais docinho... - ela sorriu de leve, colocando o copo vazio dela de lado e devolvendo o dele para que ele terminasse de beber - Eu danço com você - disse com um rompante de coragem e por conta da bebida. Talvez ela acabasse o beijando no final, da festa ou algo parecido. Seria o ponto alto da festa para ela, conseguir beijar o intercambista. Sabia que era errado se envolver com ele levando em consideração que ele voltaria para a Russia e seguiriam em frente.
ariaxarchive:
Anne Reid estava cansada. Completamente exausta porque as pessoas sempre faziam aquele tipo de coisa, ela havia tido a privacidade violada, todos haviam visto o seu corpo sem sua permissão em uma foto que havia tirado para o ex namorado, e agora estavam a culpando por isso. Havia ido ao jardim porque simplesmente não aguentava mais os comentários maldosos daqueles que deviam estar fazendo algo para a ajudar, não falando dela como se fosse uma vadia, céus tinha gente dizendo que ela mesma vazara a foto para aparecer, como se Anne fosse capaz de fazer algo assim. As lágrimas escorriam por seu rosto, quando ela ouviu passos, levantou a cabeça para dar de cara com @litttlepearl, em um momento tomada pela raiva, enxugou as lágrimas e esbravejou. - Se veio falar dessa maldita foto e de como eu sou uma vadia, você pode ir embora, já estragaram minha noite o suficiente. - Fungou, a voz trêmula, era bem perceptível que Anne estava chorando e ela não se importava se o loiro ia notar, só estava cansada, não queria mais ser humilhada, não queria mais ouvir que a culpa era sua, que ela havia procurado aquilo. - Por favor, eu não aguento mais ouvir coisas maldosas. - Sussurrou, já não sentindo mais raiva, estava magoada e tudo o que a ruiva queria era um pouco de paz, havia sido tola em pensar que poderia se divertir aquela noite.
☆ ‘゚ Arthur estava imaginando que talvez, pela raiva e pela mágoa, ela não tinha notado de fato que ele estava com uma bengala para cegos. Ele deixou que ela vociferasse como precisasse, colocar o que estava sentindo para fora. Só depois de ouvir o sussurro, ele sentou-se do lado dela, dobrando sua bengala e permanecendo calmo - primeiro, eu ouvi alguém chorando e vim ver se eu poderia ajudar... Não vim julgar ninguém, não é lá da minha personalidade tentar diminuir as pessoas, mesmo que eu sofra bastante disso - ele disse calmo, escutando o choro da garota e querendo ajudá-la, querendo consolá-la. Ele respirou fundo. Tinha escutado algo sobre uma menina, Anne, que um ex dela tinha vazado uma foto íntima dela. Ele tinha dado um sermão em um cara que estava falando da foto e tivera que escutar o idiota retrucando que Arthur só estava sendo tão chato porque não poderia ver a foto. - Eu não vim te falar coisas maldosas, e muito menos vi a foto. Eu só vim saber se você estava bem, sabe? - ele disse calmo, se dando a liberdade de tocar o ombro dela com carinho e calma, com medo de alguma reação ruim dele. Arthur odiava ver pessoas se sentindo mal e chorando, por isso estava ali para consolar a garota.