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"I'm Dorothy Gale from Kansas"

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Lint Roller? I Barely Know Her
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TMBGareOK. The Official They Might Be Giants tumblr
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
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@loirinho-20
Camila e seu corno! Agora já é!
MASTERCLASS: Como aumentar seus aportes – 1 MILHÃO COM 30
Q dlç de dialogo…..
Que delícia de relato…
E ela tá com o macho dela @deh-hotwife
Minha namorada do nada decidiu sair hj sem mim e tá disposta a bjar outro. Tomara que ache alguém de atitude que leve ela pro motel. Ta enrolado pra eu ser corno tenho que dar sorte de aparecer alguém hj
Feriado de 1 de maio o chifre vem é comigo assistindo
Ela postou foto loira pois pintou cabelo recente e os caras que estavam sumidos mandaram msg inclusive um médico que ela transou qdo estávamos terminamos, aí sugeri pra ela sair com ele denovo
Ela marcou de tomar um café
Minha namorada marcou de tomar um café com um cara terça agora e nem tinha me falado. Fiquei sabendo pq perguntei. Acho que finalmente ela está aprendendo a ser mulher de corno.
Chifre está próximo
Conversa de ontem, ela escolhendo lingerie para me fazer de corno hoje
O date duplo que virou uma aventura perigosa
By; Maju
Quando o relato que vou contar ocorreu, eu estava no começo de um relacionamento. Eu namorava Pedro, um rapaz alto, cheiroso e sempre bem vestido. Eu sempre fui bem tímida perto dos amigos dele, mas com a Victória foi diferente. Ela namorava o Wesley, melhor amigo do Pedro, ela era alta, magra, com uma bunda redondinha e durinha que marcava mesmo na roupa, uma tatuagem delicada na coxa esquerda, óculos que deixavam ela com cara de inteligente, cabelo liso curto com mechas rosa e azul, e um piercing no septo que chamava atenção toda vez que ela sorria. Nós nos conectamos rápido. Conversávamos sobre séries, livros e músicas como se nos conhecêssemos há anos.
Certo dia Pedro sugeriu um almoço na casa dele com Victória e Wesley. E foi muito divertido. Conversamos, rimos, ouvimos música, bebemos skol beats, cerveja. O dia fluiu tão bem que, quando a noite chegou, eu não queria que terminasse. Sugeri que eles ficassem pra assistir um filme.
Quando os meninos saíram para comprar mais bebida, ficamos só nós duas. Assim que a porta fechou, um silêncio estranho caiu sobre a sala. Meu coração acelerou de um jeito que eu não conseguia explicar. Senti um calor estranho subindo pelo corpo, especialmente quando ela se aproximou e sentou bem perto de mim no sofá.
— Quer escolher o filme? — perguntei.
— Pode ser… vamos ver o que tem — respondeu Victória, a voz também mais baixa que o normal.
Nossos braços se encostaram. Depois as pernas. Nenhum de nós se afastou. Era como se estivéssemos testando algo novo, algo proibido, sem entender ainda o que era. Durante o filme, debaixo da coberta, nossas mãos se encontraram. Primeiro só os dedos roçando. Depois um carinho tímido. Eu sentia a respiração dela mudar quando minha mão deslizava pela coxa dela, perto da tatuagem. Ela retribuía, tocando minha cintura, subindo devagar por baixo da blusa. Nenhuma palavra. Só olhares rápidos, respirações mais curtas e aquele calor crescendo entre nós.
Quando o filme acabou e vimos que os meninos estavam completamente apagados de tanto beber, trocamos um olhar.
— Eles não vão acordar… — falei baixinho.
Victória mordeu o lábio de leve, parecendo tão nervosa quanto eu.
— Quer… tomar um banho? Pra relaxar um pouco?
Assenti. Meu corpo inteiro tremia de expectativa.
Fomos para o banheiro em silêncio. Tranquei a porta. A luz era amarelada, quente. Ela se aproximou devagar e me deu um beijo suave, quase hesitante. Nossos lábios se tocaram como se os dois lados estivessem com medo e ao mesmo tempo querendo mais. O beijo foi ficando mais profundo, mais curioso. Tiramos a roupa uma da outra devagar, explorando. Quando vi o corpo dela nu — alta, magra, pele macia, os seios pequenos e empinados, a curva perfeita da bunda durinha e aquela tatuagem na coxa — fiquei sem ar. Ela também me olhava como se estivesse descobrindo algo novo.
Entramos no box. A água quente caiu sobre nós como uma carícia. Ficamos um tempo só se abraçando, sentindo a pele molhada uma da outra, os corações batendo forte.
Victória me encostou na parede com delicadeza. Seus dedos traçavam meu corpo, descendo pelo pescoço, pelos seios, pela barriga, até chegar entre minhas pernas. Quando ela me tocou ali, tão suave, soltei um suspiro longo contra o ombro dela.
— Isso é tão… estranho… mas tão bom — sussurrei, voz tremendo.
— Pra mim também… — respondeu ela baixinho, beijando meu pescoço. — Eu nunca senti isso com ninguém.
Ela se ajoelhou devagar na minha frente. A água escorria pelo cabelo curto colorido. Olhou pra mim como se pedisse permissão. Quando assenti, ela me beijou ali, primeiro com carinho, depois com mais fome, explorando com a língua cada parte minha. Era lento, dedicado, quase reverente. Minhas mãos foram parar no cabelo dela, segurando com delicadeza enquanto meus quadris se mexiam devagar contra sua boca.
Quando minhas pernas começaram a tremer, eu praticamente implorei pra ela não parar.
— Vic... eu vou gozar, não para por favor…
Ela continuou me chupando lento mas com vontade, o ritmo era perfeito. Ela sabia exatamente o que estava fazendo.
— Aiii... isso Vic... eu vou gozar na sua boca..
Senti uma explosão dentro de mim e meu corpo estava inteiro tremulo, a vontade era de gemer bem alto mas consegui me controlar. Foi um orgasmo maravilhoso. Eu a puxei pra cima e a beijei, sentindo meu próprio gosto nela. Virei ela de costas pra mim, colando meu corpo no dela. Meus seios pressionados contra suas costas, minha mão descendo pela barriga dela até encontrar sua bucetinha quente e molhada. Toquei com cuidado, circulando, sentindo como ela pulsava. Beijava suas costas, os ombros, o pescoço, enquanto meus dedos se moviam mais firmes.
— Você é tão linda… — murmurei contra sua pele.
Victória soltou um gemido baixinho, encostando a testa na parede, o corpo tremendo contra o meu.
— Que delícia... to me segurando pra não gemer alto aqui…
— Continua desse jeito, tá uma delícia - Disse ela enquanto rebolava nos meus dedos. Não demorou muito e sua respiração começou a ficar mais pesada, senti a temperatura do seu corpo mudar.
— Eu vou gozar... isso... isso... aii... ai... caralho…
Quando ela gozou, foi lindo. o corpo inteiro se entregando, a respiração falhando, a mão dela apertando a minha contra ela.
Ficamos abraçadas debaixo da água por um tempo, trocando beijos lentos e carinhos no rosto, ainda sem acreditar no que tínhamos acabado de fazer. Desliguei o chuveiro. O silêncio repentino deixou o banheiro ainda mais íntimo.
— Isso foi um erro… — sussurrei. — Não deveria ter acontecido. Ainda mais com eles aqui do lado.
Victória me olhou, mordendo o canto do lábio.
— Verdade… — respondeu baixinho. — Mas foi bom. Não posso negar.
Nós duas rimos, um riso nervoso, quase adolescente. Nos secamos em silêncio, trocando olhares e sorrisos pequenos.
Voltamos para a sala na ponta dos pés. Meu coração estava disparado. Eu imaginava mil coisas horríveis: os meninos acordados, nos esperando com raiva… Mas o que encontramos foi Pedro e Wesley dormindo profundamente, cada um largado no seu colchão de um jeito quase cômico.
Nós nos olhamos e caímos na risada baixa mais uma vez.
Deitamos no colchão que sobrou. Apagamos a luz. No escuro, ela se virou de costas pra mim e eu me encaixei nela, de conchinha. Sem pensar muito, passei o braço por cima dela e deixei minha mão descansar sobre seus seios. Victória soltou um suspiro contente e virou o rosto. Nossos lábios se encontraram num beijo rápido, doce, quase inocente.
Nenhum de nós disse nada. A gente sabia que aquilo era perigoso demais. Que não podíamos repetir.
Mas ali, no escuro, com o corpo dela colado no meu, eu me permiti sentir tudo antes de dormir.
Maju.
Enviado ao Te Contos por Maju
Quase um ano vivendo como um cuckold. Como estamos? Bem. Mas as vezes os ciumes bate forte. (ver mensagens whatsapp anteriores). Para ela é impossível negar qualquer coisa.
Retorno da viagem da Esposa com seu amante. Nunca um final de semana demorou tanto a passar. Até que fim, responde ao whatsapp.
Fui 'tomar cafe" a tarde toda com a minha cunhada safada. (julho-2026)
By; Souza
Ola TE CONTOS, me chamo Souza, tenho 43 anos, sou casado com Maria, ela tem 39 anos, uma morena muito linda, seios grandes maravilhosos, de uma bunda não muito grande, mas redondinha e empinadinha, em compensação, tem um buceta deliciosa, inchada, lisa e molhada.
Mas dela eu falo outra hora… Seu irmão Paulo é casado com a Alyne de 31 anos, e têm três filhos.
A Alyne é uma morena cor de índia, cabelos lisos até o meio das costas, seios médios durinhos, bumbum médio, pernas lindas, que me deixa louco, quando ela senta de vestido ou saia (ela só se veste assim), e cruza as pernas deixando a mostras aquelas coxas grossas.
Começamos a ficar muito próximos de uns tempos pra cá, conversávamos muito pelo intagram e Watts e às vezes eu ligava pra ela e ficávamos conversando; só que minha esposa e meu cunhado, não sabiam das nossas conversas… Portanto esse era nosso segredo.
O tempo foi passando, e com isso fomos ficando mais íntimos, falávamos sobre tudo, às vezes um elogiava o outro, ou fazíamos algumas brincadeiras de duplo sentido.
Em Julho, precisamente a 3 semanas atras, eu fui visitar um cliente próximo da casa dela, e mandei uma msg pelo whatsapp:
- Boa tarde cunhadinha, td bem?…
Ela me falou que estava sozinha, pois os filhos estavam na escola e o Paulo estava no trabalho, eram duas da tarde, ela me mandou uma foto dela tomando uma xícara de café, pelo whatsapp:
- Tá servido, cunhadinho ???
Ela estava com um vestidinho preto, mas só mostrava da cintura pra cima, eu respondi:
- Humm… Que deliciaaa… Desse jeito não tem como não passar aí, tenho que experimentar…
Ela me respondeu: - O café?,
Eu respondi: - também
Ela não respondeu mais nada, achei que ela não tinha gostado, mas mesmo assim eu arrisquei e fui até lá. Apertei a campainha, e não demorou pra eu ter certeza, que ela adorou minha visita inesperada… Ela saiu rapidamente, com o vestidinho preto, no meio das coxas, cabelos solto, descalça, com um sorriso lindo… Abriu o portão, eu entrei, ela me deu um beijo no rosto, e um abraço.
– Eu achei q vc tava brincando, e ia me deixar tomar esse cafezinho gostoso sozinha!
Ela falou isso e foi entrando, eu fui atrás dela, vendo aquela bunda maravilhosa rebolando por baixo daquele vestidinho marcando seu corpo.
– Jamais cunhadinha, eu nunca que ia embora sem experimentar essa delícia!
Ela deu uma olhadinha pra traz, e com um sorrisinho safado disse:
– Então senta aí no sofá que eu já vou trazer.
Me sentei, e esperei uns 5 minutos, quando ela voltou com uma bandeja, com duas xicaras com café quentinho e um pratinho de pão de queijo.
– Aqui está, meu cunhadinho, especialmente pra vc…
Ela se curvou um pouco pra colocar na mesinha, e com a ajuda da claridade da janela, que fez com que seu vestidinho ficasse um pouco transparente, fui presenteado com a maravilhosa visão de sua calcinha minúscula toda enfiada, e percebi que ela não estava usando sutiã.
– Nossa só de ver, já fiquei de agua na boca…
Ela virou e sorriu quando percebeu que eu estava secando seu corpo, ela sentou do meu lado, com as pernas dobradas em cima do sofá, fazendo com que seu vestido subisse mais um pouquinho, deixando suas coxas quase toda a mostra pra minha felicidade.
– Então cunhadinho, hj vc não tem compromisso?
Eu cheguei mais pra perto dela, encostando minha perna nos seus joelhos.
– Até tinha mais dois clientes, mas assim que vi sua foto tomando esse cafezinho, cancelei na hora.
Ela se ajeitou um pouco, fazendo com que seu joelho ficasse em cima da minha perna, encostou sua cabeça no encosto do sofá, e me disse com uma carinha de safada.
– Então dá pra gente aproveitar bastante esse café, pq o Paulo só chega à noite, e as crianças fica a tarde toda na escola.
Coloquei minha mão na sua coxa, e comecei a acariciar, subindo devagarinho, cheguei mais pertinho, e comecei a beijar seu pescoço, passando a língua de leve, beijando seu rosto, ela envolveu meu pescoço com seus braços, e colou seus lábios nos meus, enfiando sua língua na minha boca… Enquanto minha mão apertava e alisava sua coxa, senti sua calcinha, e percebi ela abrindo as pernas, estirando uma para o chão, sem descolar minha boca da dela, com nossas línguas entrelaçadas, acariciava sua buceta por cima da calcinha, senti q ela estava molhadinha, comecei a passar o dedo na rachinha e forçando, fazendo a calcinha ficar toda enterrada, no meio daqueles lábios grandes e macios, (e conforme minha mão estava conferindo) todo lisinho.
A Alyne gemendo dentro da minha boca, salivando e babando muito, enquanto minha mão fazia sua buceta ficar toda encharcada. Fui escorregando meu corpo, sem tirar minha mão da sua buceta e beijando, lambendo e mordendo seu pescoço. Ela se contorcendo no sofá, gemendo, tirou o vestido por cima, quase gozei quando vi aqueles seios durinhos, com os bicos apontando pra mim, não pensei duas vezes, e cai de boca, sugando cada um com força.
A Alyne se contorcia sob mim, fazendo com que seus seios apertassem mais na minha boca, enquanto meus dedos já estavam por baixo da calcinha encharcada, deslizando buceta adentro.
Desci até ficar de joelhos entre suas pernas, sem tirar os dedos de dentro, olhei pra ela, e ela estava de olhos fechados, mordendo os lábios, jogada pra trás no sofá, segurei suas coxas, abrindo mais suas pernas, cai de boca naquela buceta inchada e encharcada, arranquei sua calcinha, e escancarei suas pernas, forçando minha língua, revezando com chupadas no clitóris, enquanto Alyne gemia, gritava, e forçava minha cabeça com suas mãos.
Senti tremendo, me enlaçando com suas pernas, percebi que ia gozar, enfiei o dedo e continuei chupando, enquanto ela enchia de gozo minha boca. Suguei todo seu néctar, enquanto ela dava espasmo, soltando as últimas gotinhas, daquele orgasmo maravilhoso.
Me levantei, e vi a Alyne toda nua, suadinha, meladinha e desfalecida no sofá. Ela olhou pro meu pau sob a calça, e lambeu seus lábios. Eu tirei a calça, subi no sofá, colocando um pé sobre o braço do sofá, ficando, ainda de cueca, com o volume bem na cara dela; ela segurou minha bunda, e começou a beijar e morder de leve meu pau, me olhou com cara de safada, e começou a tirar minha cueca, minha pica pulou pra fora, batendo no seu rosto, ela sorriu, e começou a lamber bem devagar, sem segurar, sugava a cabeça, descia lambendo até o saco e chupava, subia lambendo e sugava a cabeça.
Com uma mão segurou meu saco apertando e massageando, e com a outra segurou minha pica forte e começou a punhetar bem devagar, enquanto lambia e chupava a cabeça. Eu me apoiei no encosto do sofá e comecei a socar sua boca, aumentando o ritmo aos poucos, enquanto ela apertava meu saco com vontade, e com a outra mão segurava minha coxa.
Forcei minha pica, segurando sua nuca, senti seus lábios roçando meu saco, parei um pouco, e fiquei olhando pra ela, meu pau todinho dentro de sua boca, e a baba escorrendo pelo canto dos lábios e caindo no seu pescoço suado, ela me olhando, lacrimejando, engasgando, tirei e comecei a esfregar minha pica em seu rosto, deixando todo lambuzado, com uma mistura de suor, baba e o pouco de porra que já estava melando meu pau. Ela abocanhou meu saco, e começou a me sugar forte enquanto punhetava com vontade, me olhando com aquela cara de puta, e falando com dificuldade por causa do meu saco preenchendo sua boca.
– Goza safado, enche meu rosto de porra, deixa sua cunhadinha toda meladinha, vai safado…,
Ouvindo falar daquele jeito, fiquei mais louco de tesão, e só senti meu pau inchar entre os dedos da Alyne, enquanto via seu rosto sendo coberto com minha porra… Olhos, nariz, cabelos… tudo melado…… E ela apertando minha pica pra sair até a última gota, e eu enlouqueci de vez quando senti sua boca envolvendo a cabeça, dando linguadas e chupadas, lambendo e engolindo a porra que ainda restava.
Eu tirei meu pau da boca dela, ela ficou me olhando com uma cara de vadia, começou a lamber os lábios em círculos, e trazer com o dedo toda porra do seu rosto, engolindo tudo.
Vendo aquela cena, meu pau continuou a pulsar, quase explodindo, me ajoelhei na frente dela, encaixei meu pau e enfiei numa estocada só. Ela deu um grito e segurou firme no sofá, enquanto eu a segurava firme pela cintura e socava forte e gostoso sua buceta.
Ela de olhos fechados, rosto todo melado, gemendo igual uma vadia, e eu socando meu pau todo dentro dela, sentindo meu saco bater na sua bunda, enquanto apertava seu seios firmes, com os bicos duros, quase explodindo de tesão.
– Me enche de porra cunhadinho… Enche minha buceta de leite…
Aquilo parecia um sonho, tudo que eu imaginei fazer com aquela safada, nas minhas noites de punheta, estava se realizando.
– Nossa como vc é safada Alyne, vou te rasgar todinha puta gostosa…
Coloquei uma perna dela no meu ombro, enquanto ela abriu mais a outra, e eu socando forte naquela buceta melada, a Alyne se contorcia e gemia muito, senti sua buceta apertando meu pau, ela me olhou sem falar nada, só gritando e gemendo, percebi que ele estava gozando de novo, isso foi o que faltava, pra eu segurar firme suas coxas e dar uma estocada forte e parar com minha pica todinha dentro, enquanto minha porra invadia sua buceta se misturando com seu gozo.
Ficamos desfalecidos no sofá por alguns momentos, depois nos vestimos, tomamos o café da tarde que ela esquentou de novo, conversamos sobre o que tinha acontecido, e ela falou que queria mais vezes, adorei a ideia.
Ela me levou no portão, nos beijamos, e fui embora.
Agora já tem 3 semanas que tiro uma tarde de folga do trabalho pra poder ir comer a minha cunhadinha a tarde toda.
Enviado ao Te Contos por Souza
Boa noite,sempre bom ser cordial cam o macho ♠️🐂♠️
Não deveria ter trancado a porta
Ontem quando eu saí para trabalhar, acabei trancando a porta e levando a única chave de casa.
Por volta de meio dia a minha esposa me liga, dizendo que precisa sair e não acha a chave. Na hora percebi meu erro, e contei pra ela que tinha trancado ela pra dentro.
Ela ficou muito brava e me xingou muito, mas eu estava achando engraçado. Não sei pq mas ela brava daquele jeito estava hilário.
Falei que tinha uma chave no carro e ia ligar para alguém abrir a porta pra ela.
Liguei para um amigo meu, e pedi para ele passar na minha vaga onde estaciono o carro, pegar a chave e abrir pra Gabrielle, e por coincidência ele estava no condomínio onde nós somos vizinhos.
Liguei pra minha esposa avisando que estavam indo abrir a porta para ela, ela ja estava mais calma e disse que estava tudo bem.
Depois de alguns minutos tentei retornar pra Gabrielle para ver se ela ja tinha conseguido sair, mas o telefone estava dando ocupado. Tentei ligar para o meu amigo, mas só tocava. Desencanei, se ela ainda estivesse trancada ela ia me ligar a qualquer momento.
Depois de um bom tempo recebi a seguinte mensagem:
Fiquei atonito
Coisas que o corno merece♠️🤘🏽
Não deveria ter trancado a porta
Ontem quando eu saí para trabalhar, acabei trancando a porta e levando a única chave de casa.
Por volta de meio dia a minha esposa me liga, dizendo que precisa sair e não acha a chave. Na hora percebi meu erro, e contei pra ela que tinha trancado ela pra dentro.
Ela ficou muito brava e me xingou muito, mas eu estava achando engraçado. Não sei pq mas ela brava daquele jeito estava hilário.
Falei que tinha uma chave no carro e ia ligar para alguém abrir a porta pra ela.
Liguei para um amigo meu, e pedi para ele passar na minha vaga onde estaciono o carro, pegar a chave e abrir pra Gabrielle, e por coincidência ele estava no condomínio onde nós somos vizinhos.
Liguei pra minha esposa avisando que estavam indo abrir a porta para ela, ela ja estava mais calma e disse que estava tudo bem.
Depois de alguns minutos tentei retornar pra Gabrielle para ver se ela ja tinha conseguido sair, mas o telefone estava dando ocupado. Tentei ligar para o meu amigo, mas só tocava. Desencanei, se ela ainda estivesse trancada ela ia me ligar a qualquer momento.
Depois de um bom tempo recebi a seguinte mensagem:
Fiquei atonito
Coisas que o corno merece♠️🤘🏽
Enquanto meu marido via o jogo eu punhetava o seu amigo na piscina (09-10-2022)
By; Thaty
Oi Te Contos, eu me chamo Thaty e quero contar uma experiência deliciosa que tive na piscina com um amigo nosso, eu sou casada, e domingo passado, com um calor de deserto, eu e meu marido fomos a casa de um amigo nosso, ele mora sozinho, seu nome é Carlos.
Chegamos na casa dele e não demorou e fomos para a piscina pois eu e meu marido tinha ido para isso mesmo, passar o domingo lá e aproveitar a piscina da casa dele.
Esta tudo normal até que percebi uma cena louca e ousada do Carlos, pois quando meu marido saia para ir ao banheiro ou pegar cervejas na geladeira dele, ele ficava olhado com uma cara de tarado para mim, numa dessa ida de meu marido para o banheiro, dei uma mergulhada na água, e quando afundei minha cabeça vi uma cena louca e deliciosa, o Carlos tirou seu pau para fora e começou a punhetar ele, nossa que cena deliciosa, levantei a cabeça e ele viu que eu tinha visto, continuou batendo punheta e me olhando, eu sorri e falei
- vc é doido! Rsrss
Ele; - não conta nada hem
Eu fiz sinal de boca fechada, eu disfarcei e cheguei perto dele e peguei no seu pau e punhetei um pouco mais logo sai de perto dele, pois meu marido estava vindo, passado algum tempo meu marido falou para ele que gostaria ver um pouco a tv, para ver um pouco do jogo.
Ele falou; - a casa é sua, vai lá ver.
Então meu marido foi, Carlos veio perto de mim e me pediu;
- bate até eu gozar Tathy
Eu cheguei perto tirei meus seios para fora para ele ficar olhando enquanto eu batia para ele, segurei firme o seu pau e punhetei, bem gostoso, ao mesmo tempo apertava as suas bolas, não demorou ele gozou na minha mão em baixo da água, minha vontade era dar para ele ali naquela hora.
Mas aguentei firme, aguentei naquele momento, não sei se aguentarei outra dessa.
Enviado ao Te Contos por Thaty