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@loserdemxn
{MEU DEUS DO CÉU! ISSO AQUI AINDA EXISTE???}
BOLD all that applies to your muse!
Eyes: Blue | Green | Brown | Hazel | Grey | Other Hair: Blonde | Brown | Black | Red | Ginger | Grey/White | Multi-color | Other Body Type: Skinny | Slender | Slim | Built | Curvy | Athletic | Muscular Skin: Pale | Light | Fair | Freckled | Tan | Olive | Medium | Dark | Discolored Gender: Male | Female | Trans | Cis | No Gender | Other Sexuality: Heterosexual | Homosexual | Bisexual | Pansexual | Asexual | Demisexual | Other Species: Human | Undead/Vampire | Shapeshifter (Weres) | Demon | Angel | Witch/Wizard/Sorcerer | Incubus/Succubus | Other (half demon) Education: High School | College | University | Higher Education Living Situation: Lives alone | Lives with parents/guardian | Lives with significant other | Lives with a friend | Drifter | Homeless Parents/Guardian: Mom | Dad | Adoptive | Foster | Grandparents | Family friend Relationship: Single | Crushing | Dating | Engaged | Married | Separated | It’s complicated I’ve been: In Love | Hurt | Sick | Abused I have a(n): Learning Disorder | Personality Disorder | Mental Disorder | Anxiety Disorder | Eating Disorder | Substance-related Disorder | No Disorder Things I’ve done before: Drank alcohol | Smoked | Done drugs | Stolen | Self harmed | Starved myself | Had sex | Had a threesome | Gotten into a fist fight | Gone to the hospital | Gone to jail | Used a fake ID | Gone to a rave | Killed someone Positive Traits: Affectionate | Adventurous | Athletic | Brave | Careful | Charming | Confident | Creative | Determined | Fearless | Generous | Honest | Humorous | Intelligent | Loyal | Modest | Patient | Selfless Negative Traits: Aggressive | Bossy | Cynical | Envious | Fearful | Greedy | Gullible | Jealous | Impatient | Impulsive | Insecure | Irresponsible | Possessive | Sarcastic | Self-conscious | Selfish | Unstable
Desde pequena Kristien esteve acostumada com perseguições, é claro que a maior parte delas acontecia apenas em sua cabeça, por isso qualquer pessoa era uma ameaça em potencial para a calma da menina. Até mesmo uma criança poderia ser vista com algo perigoso.
Levantou o braço que o canivete estava e apontou para o outro. Algo nele lhe dava medo, mas também havia algo que lhe fazia ter vontade de ataca-lo. — Como posso ter certeza. – Tentou fazer uma voz corajosa que soou mais como assustada.
— Você é um mentiroso! – Gritou. – Todos são mentirosos… — Deixou com que o canivete caísse e levou as mão até a cabeça pressionando-a. Suas pernas tremeram e logo estava de joelhos sussurrando. — Eu não vou voltar… Eu não quero! Por que eu tenho que voltar… Eu odeio ele, eu odeio Kaadel.
─ Garota, relaxa! Eu só estou perdido e pelo jeito não sou o único. ─ foi quase uma reação imediata ao ver ela apontando o canivete. Ele largou o celular que caiu no chão e que por sorte, não quebrou. ─ Eu não vou te machucar, eu não sou mentiroso. Qual é, olha pra mim. Eu sou quem apanha, não quem bate.
Ele estava completamente confuso. Ela era louca? Provavelmente. Sentiu um nó na garganta e uma leve sensação de alívio quando ela largou o canivete no chão. O garoto realmente não sabia como reagir a aquele possível “surto” que a desconhecida estava tendo.
“ ....eu odeio Kaadel.”
A sensação de ouvir aquilo foi quase como uma lâmina em seu estomago. Ele deu dois passos para frente, com as mãos levantadas, se aproximando da garota. ─ Kaadel? Calma, como que você... Eu... Eu não sei isso ajuda em alguma coisa mas, eu odeio ele também. E se ele estiver te atormentando ou algo assim, ele faz isso comigo também. Mas me diga uma coisa ─ ele se arriscou, dando mais dois passos ─ Quem é você?
“Eu também sou bastante curiosa.” Amelia disse com um sorriso, a maioria de sua curiosidade era voltada para música então provavelmente não era a mesma coisa. “Se bem que eu sou curiosa em relação ao artístico e não em relação a casas abandonadas. Você não é uma daquelas pessoas que acredita no sobrenatural, certo?”
─ É mesmo? E o que uma pessoa com nenhum interesse em casas abandonas está fazendo em um bairro cheio delas? ─ sorriu cruzando os braços quando escutará a pergunta da garota, dando um leve suspiro. ─ Digamos que eu acredito até mais do que eu deveria. Mas e você, acredita nisso?
“Nossa… senhor coragem. E você, mesmo sabendo, não tem medo?”
─ Nah. Senhor coragem é um pouco forte... Digamos que “senhor curioso” se encaixa melhor. Teria mais medo se não fosse um lugar abandonado.
“Sabe o que dizem sobre lugares abandonados? Então… se eu fosse você não entraria aí.”
─ Pra falar a verdade, sei sim. Sei muito bem. Mas não é como se isso fosse me impedir.
Kristien permanecia quieta sentada no chão daquela rua apenas observando o nada. Já era madrugada e o vento sobrava gélido, mas a menina continuava ali imóvel. As roupas que usava não ajudavam a espantar o frio uma pessoa normal já estaria desmaiada, a sorte é que a normalidade não fazia parte de si. Ela era algum tipo de coisa que ela mesma não sabia o que era e não ligava, quando perguntavam a menina apenas respondia que era um monstro e pronto.
Os pensamentos da menina ali sentada voltava apenas para a ultima de suas alucinações. Parecia tudo tão real, era como se Kris tivesse realmente matado aquele homem. As lembranças e os detalhes estavam tão claros em sua mente…
A menina balançou a cabeça e continuou olhando para o nada tentando achar algo que pudesse te tirar, do que os outros falavam, “seu mundo da imaginação” e deixa-la ancorada na realidade. Mas infelizmente as suas lembranças a enlouqueciam mais ainda.
Por alguns momentos ainda, podiam ser horas ou minutos, A morena permaneceu no chão gélido e teria ficado mais se não tivesse ouvido um barulho de aproximação. Imediatamente se levantou e pegou o canivete no bolso. – Quem está ai? – Disse tremendo devido ao frio.
─ Porcaria de celular! ─ O dedos do meio-demônio estavam quase congelando naquele lugar de tanto clicar em rediscagem, se é que isso era possível para ele. Queria apenas uma carona pra casa. Naquele momento ele viu o quanto idiota foi por ter dado um de seus ataques e pegado o primeiro taxi que passará, deixando-o no meio do nada, que foi quando seu dinheiro acabou.
Permanecia chamando, e quando finalmente uma alma bondosa acordou de madrugada para atendê-lo, o sinal de seu telefone começou a cair. A primeira reação de raiva do garoto foi socar o coisa mais próxima. Uma parede quase congelada? Por que não? Deveria ter quebrado algum osso de sua mão e seus nós dos dedos sangravam. Ele respirou fundo, sabia que a dor era passageira. Pegou de novo seu celular e continuou caminhando tentando achar sinal.
A única coisa que o fez parar de caminhar foi uma garota ali perdida. Por algum motivo sentiu novamente um frio em seu corpo, e não era por causa do clima daquela madrugada. ─ Wow! Está tudo bem, não vou machucar você, a única arma que eu tenho aqui é essa merda de celular. Não precisa desse canivete, é melhor você guardar ele.
Drink up baby, look at the stars I’ll kiss you again between the bars
katja & kevin
Katja ainda viajava o mundo, e digamos que os seus lugares escolhidos para a estadia na noite não eram sempre os melhores. Tinha acampado numa cabana ao redor de uma cidadezinha, mas no meio da noite se moveu para uma casa ali perto, que parecia não habitada há um tempo.
E então, tudo começou. Estava perto, ela podia sentir. Os olhos alternavam o tom entre vermelho vívido e branco completo, num intermédio de azul (a cor normal das íris).
Estava acontecendo. Vozes. Vozes a chamando. Seu nome sendo pronunciado várias várias vezes, em diferentes tons e amplitudes. As mãos apertavam os ouvidos enquanto ela se encolhia no canto da casa abandonada. Merda.
Um irmão, tinha que ser um irmão. Essa sensação de uma corrente elétrica passando pelo corpo, impulsionando as sinapses nervosas e fazendo os membros se moverem por conta própria. Esse impulso e instinto primordial de se juntar, de achar a peça perdida. Ela andou, porém sequer sentiu as pernas se mexendo. Ela correu, mas não tropeçou ou hesitou num passo.
Oh não. Maldito fosse Kaadel. Que pai é esse que coloca os filhos à prova? Que os empurra ao extremo, que os faz terem pesadelos à noite? O nome lhe veio à boca num instante, como se já o soubesse há séculos.
— Kevin!
Um demônio. Dois, e de repente três. Katja e o irmão estavam cercados. Dessa vez não havia escapatória. Era o velho jogo da presa e predador. Era matar ou morrer.
Sinceramente, não era a primeira vez que acordava em um lugar totalmente desconhecido. A diferença era que, na maioria das vezes que isso acontecia era porque estava muito bêbado e o garoto não se lembrava de ter tomado nada naquela noite, muito menos de ter saído de casa. Mas lá estava ele, na velha casa abandonada da cidade. As crianças costumavam dizer que ela era assombrada, ele realmente esperava que isso não fosse verdade.
Estava pronto para dar o fora daquele lugar sinistro quando um arrepio correu em sua espinha. Não reconhecia aquela sensação estranha, mas algo o fez andar pelo salão da casa.
— Tem alguém ai? — Foi a melhor coisa que conseguiu pensar na hora. Ótimo Kevin, essa é a parte que o vilão mata a pessoa nos filmes de terror, pensou. Ouviu passos rápidos vindo em sua direção que o fez virar bruscamente, quase fazendo-o tropeçar em seus próprios pés.
— Como você sabe o meu nome? — Aquela sensação estranha percorreu pelo seu corpo novamente mas nada lhe dava uma pista de quem ela era. Odiava isso. Odiava não ser tão bom quanto o resto de seus irmãos. Ele esqueceu o fato dela saber quem ele era, pois algo mais importante se aproximava dos dois.
Deu alguns passos para trás quando notou a presença das demais criaturas no local. — F-Faz sentido agora, muito sentido. — falou deixando claro o medo em sua voz. — Okay, espero que você saiba correr, porque lutar não é uma das minhas qualidades.
This is fact not fiction for the first time in years…
—- Não é nada demais? Eu não me surpreenderia se seus órgãos casualmente saíssem por esse buraco!
“Well, acho difícil. Mas caso eles saíam, eu casualmente coloco eles de volta. Apenas tente achar algo melhor para estancar o sangue. Não é como se eu fosse morrer de hemorragia, mas acho que ajuda.”
You got to touch your eyes and crush your tears You gotta let go, come with me
“Juro pra você que não é nada demais. Pode devolver a minha camiseta agora?”