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só passando pra dizer que
HAYFFIE IS REAL, PORRA!
never-forget-my-pie:
m-ix:
— Primeira coisa, não foi ideia minha. E outra, ninguém tá te obrigando, Winchester. Se você quiser é só dar meia volta e vazar. – De cara amarrada, braços cruzados e uma pose totalmente autoritária, Lídia raramente virava o rosto para o rapaz. Bufou, agarrando as pontas daquele maldito vestido e o puxou para baixo, amaldiçoando meio mundo por estar ali. — Vai plantar batata no asfalto e para de olhar pra minha bunda!
— Então você resolveu escolher uma fantasia que expressa o seu humor cotidiano? — Disse Dean, ignorando totalmente as palavras rudes da garota. — Vermelho é uma cor bem picante. — Continuou, mesmo sabendo que a deixaria irada. Mas irritar Lídia era um passa-tempo muito prazeroso para ele. — E tenho que admitir que o inferno seria um lugar bem agradável se você estivesse nele.
--- ... -- E saiu andando, ignorando as últimas palavras do Winchester. Por fora, Lídia não parecia ser tão forte assim. Porém só quem experimentava de sua fúria sabia como mesmo um empurrão era doloroso de se aguentar.
h-eidern:
-
— Ok, temos mais uma na lista que não gosta do meu pai. — continuou calmo e levando a garrafa em direção a boca pra tomar o resto do que tinha ali dentro. — Eu bem que poderia fazer isso, mas estou banido de Asgard.
Lídia parou no aro da porta e se virou, jogando o peso em cima da madeira. --- Que bom pra você. -- Fez uma pausa, estreitando os olhos. A semideusa estava com a língua extremamente afiada naquele dia. --- Mas adivinha só, eu não ligo nem um pouquinho pra isso, nem pra você, nem pro seu pai!
hottest-hell:
—— Sério? Se não fosse o anúncio, não teria nem notado. Literalmente.
--- E falando no demônio... Literalmente.
--- Meu tempo é curto demais pra eu gastar com você, garota. Fala logo o que quer e vaza, pra eu terminar meu whisky.
h-eidern:
m-ix:
– Eu posso pagar por minhas próprias bebidas. E você, quem é?
— Ok, só tentei ser gentil com quem acabou de chegar. — sorriu, pegando a garrafa de cerveja. — Hal, filho de Thor e de Morana, herdeiro do trovão.
--- Não preciso de ninguém sendo gentil comigo, muito menos um filho do Thor. -- Virou o whisky e se levantou do banquinho, internamente irritada com aquele fato. Jogou o dinheiro por cima do balcão e se virou para sair do bar. --- Manda lembranças pro seu pai. E por lembranças eu quero dizer um dedo do meio.
h-eidern:
-
— Quer uma bebida pra comemorarmos sua volta ?
-- Eu posso pagar por minhas próprias bebidas. E você, quem é?
--- I’m back, bitches.
never-forget-my-pie:
— Por que eu aceitei ir com você nessa tal festa mesmo? — Um mal-humorado Dean observava suas vestes enquanto caminhava ao lado de Lídia. Sentia-se um pouco ridículo indo a uma festa de Halloween. — A única parte boa é olhar pra você vestida com essa roupa.
--- Primeira coisa, não foi ideia minha. E outra, ninguém tá te obrigando, Winchester. Se você quiser é só dar meia volta e vazar. -- De cara amarrada, braços cruzados e uma pose totalmente autoritária, Lídia raramente virava o rosto para o rapaz. Bufou, agarrando as pontas daquele maldito vestido e o puxou para baixo, amaldiçoando meio mundo por estar ali. --- Vai plantar batata no asfalto e para de olhar pra minha bunda!
--- Você vai continuar me encarando ou vai falar alguma coisa?
-
Dean deu uma meia volta, coçando a nuca. Não conseguiu distinguir o que Lídia estava sentindo naquele momento apenas pela sua feição. Poderia ser medo, repulsa ou ela poderia estar só cautelosa. O que menos queria no momento era assustá-la, mas mesmo assim ele voltou a encará-la nos olhos, para mostrar que estava sendo sincero e que ela não tinha muito a temer em estar perto dele. Diminuiu a distância entre os dois e colocou uma mão em seu braço direito.
— Eles mereceram. E eu faria de novo se fosse você que estivesse em perigo. — Observou seus traços delicados. estes que não combinavam em nada com a personalidade forte da semideusa. Por mais que ela fosse habilidosa, Dean nunca se perdoaria… nunca se alguma coisa acontecesse a ela ou ao bebê. — Eu sei que isso não era pra acontecer, mas talvez essa seja a minha única chance de fazer algo puro nesse mundo.
Os olhos de Lídia acompanharam o movimento de Dean ao tocá-la no braço. Como reflexo, ela se encolheu. Não por medo, repulsa ou qualquer outra coisa, mas simplesmente porque não era acostumada a gestos carinhosos. Rapidamente ergueu o olhar dolorido para o hunter, e ouviu atentamente suas palavras.
Talvez fosse melhor que eles tivessem essa criança, muito provavelmente também seria a única chance que ela teria na vida de ser algo no mínimo decente. De ser mãe, de amar alguém mais que a sua própria vida. Mas ela tinha medo. Ela tinha medo de ficar sozinha, que nem a sua própria progenitora. Medo de ser responsável por outro indivíduo sendo que ela mal conseguia se manter viva. Seria injusto que ela assumisse a responsabilidade, injusto com a criança. Mas não deixá-la nascer seria ainda mais injusto.
As coisas estavam cada vez mais claras, apesar do nó na garganta ainda a sufocar. A semideusa mordeu o lábio inferior, e deixou que as lágrimas fluíssem sem interrupção do canto dos olhos. Com a destra apertou o braço de Dean que a tocava, e com a canhota, o puxou para mais perto, praticamente o apertando contra si. Só então, ao sentir o cheiro tão familiar preencher as narinas e a dar uma sensação de extrema segurança, ela se deu conta de algo. Ela precisava dele.
--- Não me deixa. -- Lídia apertou os lábios contra o ombro de Dean, suprimindo um soluço. --- Ok?
— Eu não tenho motivos pra obedecer as ordens de meu pai Ares. Ele não passa de um ser repugnante.
--- Você é retardada? Qual o poder que você acha que tem para falar assim do meu pai?
Send a ✗ and my muse will react to being called a monster.
If you are a ship whore and you know it click reblog.
--- Escuta aqui, não é todo dia que tô de bom humor pra parar pra alguém na estrada. Vai parar de drama e subir ou eu posso acelerar?
-
“Claro! Um elogio deixa o dia de alguém melhor.”
--- ... Não o meu dia. O que deixa o meu dia melhor é ver um pouco de sangue alheio na minha mão.
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— Como assim? Eu nem lembro de festa… Se eu não lembro, eu não fiz nada.
--- Lucy, tentar disfarçar só torna a sua ação mais feia. Eu sei que você sabe que eu sei que teve uma festa e você não me levou por causa da Pam.
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“Prefiro pular pra parte em que eu arrebento seu nariz pode ser?”
--- Como preferir, gracinha. Só não fica frustrada se errar a mira.