The Other Woman
💋Harry não conseguia se conter, não quando se tratava de Louis Tomlinson sócio direto do seu pai e não pararia até que tivesse seu cuzinho fodido pelo homem casado que ela tanto admirava.
Avisos: sexo anal, hinter, exibicionismo, degradation kink e menção ao breeding kink
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Minhas noites de verão poderiam facilmente serem descritas em pensamentos eróticos que camuflavam grande parte da minha mente desde que conheci Louis Tomlinson, o sócio do meu pai. Para Tomlinson, Desmond era Sr. Styles, mas eu queria também que pudesse ser "sogro". Mesmo que as circunstâncias não estivessem de acordo para que isso acontecesse.
Louis era casado há longos anos, não sei ao certo quantos mas nós sempre éramos convidados para comemorar suas bodas com Marylin. Porém isso não me impedia de cobiçá-lo e encarar inúmeras vezes seu cacete grosso que insistia em marcar nas calças sociais quando ele sentava com as pernas separadas. A minha bucetinha pulsava quando eu me pegava imaginando em como seria sentar nele e ter a grutinha alargada por todo aquele caralho grosso que marcava sem esforço.
Sua tarefa favorita além de participar do golfe nos fins de tarde era exibir que tinha uma eposa dizendo o quanto a amava. Vivia mostrando aos amigos sua aliança de ouro branco e seus lindos três filhos adolescentes que nunca sequer me chamaram tanta atenção quanto o pai. Louis já passava dos trinta e oito anos, tinha um sorriso invejável, músculos fortes, quadriceps torneados que mais tarde eu descobri que minha tarefa favorita era esfregar a bucetinha ali em meio aos nossos encontros escondidos. Eu amava a forma que sua pele bronzeada das coxas ficava brilhante e pegajosa por culpa do meu melzinho gostoso que escorria enquanto eu me esfregava nele, e a maneira sua boca atrevida chupava meus peitinhos gostosos. Ele era definitivamente viciado em meus peitos.
Nós nos conhecemos quando eu tinha dezoito anos e lembro-me bem da forma que ele costumava tocar a cintura de Marilyn enquanto a abraçava por trás após a reunião de negócios que papai havia feito aqui em casa. Naquele dia esfreguei incessantemente a minha bucetinha melada imaginando aqueles dedos grossos me fodendo e pensando como seria o pau de Louis. Ele provavelmente era grande e grosso o suficiente para deixar minha xotinha inchada e pingando a sua porra por todo o chão marmorizado da casa. Bom, algum tempo depois eu tive certeza disso.
Depois daquela noite eu não consegui parar de pensar em como seria perder a virgindade da minha bucetinha com um homem tão viril e experiente quanto o senhor Tomlinson. Eu pouco me importava se ele carregava consigo filhos e uma mulher, eu apenas queria seu caralho enterrado na minha xotinha sem qualquer objeção enquanto ele sussurrava baixinho que eu era sua amante mais putinha e gostosa, ao mesmo tempo metendo os dedos no meu cuzinho enquanto abafava meus gemidos com sua outra mão grande para ninguém desconfiar do quanto senhor Tomlinson era tarado por uma buceta novinha e bem meladinha.
Com o passar do tempo eu não tive medo em parecer uma oferecida. Diversas vezes papai convidava Tomlinson e sua família para nossa propriedade e sempre que eu enxergava sua Bugatti Veyron através das vidraças, eu trocava meus vestidos rodados por vestidos colados mais curtinhos onde meus peitos grandes pudessem ser marcados e meus mamilos avantajados ficassem a mostra, assim como a minha buceta inchada também ficava livre toda vez que eu me abaixava para pegar algo. Aqueles vestidos eram uma perdição, faziam com que eu me sentisse um verdadeiro objeto e mesmo se eu fosse, eu não me importaria em ser um objeto usado por Louis, aonde ele pudesse usar minha buceta como quisesse para depois a maltratar com tapas.
── Harry querida, será que você pode por gentileza buscar uma garrafa de vinho da adega?
Papai pediu com calma enquanto Alice colocava á mesa nossos pratos para o almoço de domingo.
── Claro papai. ── Sorri em resposta.
Antes de me levantar da mesa puxei meu vestido para baixo na altura dos seios, deixando um dos meus mamilos gordinhos escapar propositalmente, fazendo o olhar desejoso de Louis cair sobre meu decote grande. Esfreguei as coxas uma nas outras e mordi o lábio inferior aproveitando seu olhar safado no biquinho do meu peito, sorrindo quando vi ele apertar seu cacete por baixo da mesa e levar a mão livre até a coxa de Marilyn que se envolvia em uma conversa com papai, ele apertou tão forte que foi inevitável não me imaginar no lugar de sua esposa.
Caminhei até a adega sem arrumar meus peitinhos dentro do vestido, esbarrando com alguns funcionários da casa e sorrindo vitoriosa ao perceber seus olhares safadinhos para os meus peitos grandes. Desde quando Louis despertou o meu tesão, eu passei a agir feito uma vagabunda gulosa por pau. Eu masturbava minha xotinha de portas abertas quando papai não estava em casa só para os funcionários enxergarem minha bucetinha rosa e inchadinha pigando tesão, tomava banho de piscina sem roupa de banho, andava com saias minúsculas sem calcinha para o motorista passar os dedos entre minha bucetinha gordinha.
Matt por sinal era bom em brincar com meu grelinho, mas eu queria mesmo ser somente de Louis, por isso nunca deixei Matt ultrapassar barreiras, nem mesmo penetrar os dedos na minha xotinha. Ele só tinha passe livre para tocar minha buceta e mamar nos meus peitinhos quando ia me levar a escola. Eu amava quando ele parava em alguma rua deserta e pedia para eu sentar em seu colinho, eu sempre ficava louca sentindo seu pau tocando minha bucetinha enquanto sua boca mamava meus peitos.
Atravessei a adega e fui para a ala de vinhos italianos antigos, eles são definitivamente os favoritos de Louis e eu amo ouvir seu gemido de satisfação ao beber o vinho. Quando eu estava prestes a sair, senti uma presença masculina rodear minha cintura em um abraço gostoso. De imediato pensei que fosse Matt, mas segundos depois olhei para as mãos que repousavam em cima da minha barriga e reparei na aliança grande e nos dedos grossos com o vinte e oito tatuado. Sorri largo e gemi manhosinha sentindo as mãos subindo lentamente pelas laterais da minha cintura e apertando meus peitos sem pudor algum enquanto pressionava o cacete grosso na minha bunda gordinha coberta pelo vestido fino e minúsculo que subia com qualquer movimento brusco.
── Senhor, o que está fazendo, hm?! ── Perguntei baixinho inspirando fundo, rebolando gostoso no seu caralho entre as bandas do meu bumbum.
Minha bucetinha melada escorria meu melzinho pelas minhas coxas e eu precisava ser tocada ali.
── Não haja como se não soubesse o que está acontecendo aqui princesa.
As mãos firmes de Louis abaixaram rudemente meu decote e meus peitos gordinhos saltaram, eu não consegui conter meu gemido jogando o pescoço para trás, deixando meus cachos longos e macios encostarem em seu peitoral coberto.
── Você tá parecendo uma putinha exibindo esses peitinhos gostosos pra mim, acha que eu não reparo o jeito que você me olha sua vagabunda? ── Tomlinson soprou contra minha orelha, espremendo os biquinhos dos meus peitos entre deis indicadores e polegares fazendo meu corpinho tremer de tesão.
── Hmm Lou, a verdade é que eu sempre quis sentir esse cacete gostoso comendo minha bucetinha virgem. ── Gemi manhosa esfregando minha bunda no seu caralho bem duro, eu conseguia sentir o formato da cabecinha gorda entre as bandas do meu bumbum.
── Mas você é tão novinha bebê, deve ser tão apertadinha e já é assim tão safada por rola?
Louis sussurrava contra minha orelha enquanto apertava meus peitos com suas mãos firmes, seu pau grosso roçava no meu bumbum descoberto e seus lábios beijavam o topo da minha cabeça delicadamente. Meus cabelos estavam jogados em seu peitoral e meus olhos fechados apreciando todo aquele carinho gostoso que estava recebendo em meus peitinhos, a minha xotinha já estava toda meladinha esperando por aquele caralho grosso me fodendo ali entre as garrafas de vinho caro.
── Fica peladinha pra mim amor, quero ver essa bucetinha e esses peitinhos gostosos. ── Tomlinson soltou meus peitos dando um último beliscão em meus mamilos e eu choraminguei com a falta de contato entre nós.
Ele se sentou na poltrona de couro preto próximo ao painel de vinhos franceses e pela primeira vez eu consegui enxergar sua feição. Seus olhos azuis escuros me encaravam com firmeza, seus primeiros botões estavam desabotoados e seu cacete marcava perfeitamente na calça social.
── Sim senhor. ── Murmurei e prendi o lábio entre dentes.
Louis me observava como um predador, desatoboando sua calça e tirando de dentro dela somente seu cacete e suas bolas pesadas. Ele não usava cueca e estava completamente duro pingando sobre o tecido de brim da sua camisa cara, seu pré gozo manchava seus botões e pintava parte da roupa, ele parecia não se importar. Meus olhos imediatamente arregalaram ao ter a confirmação do quão grande e grosso senhor Tomlinson era. Seu caralho tinha as veias saltadas e a cabecinha gorda vermelhinha pingando pré porra em abundância, suas bolas pesadas formavam o conjunto perfeito pra todo aquele comprimento e grossura. Ele tinha poucos pelos que faziam um caminho extremamente sexy até seu umbigo.
── Sabia que eu adoro putinhas novinhas igual você, princesa? ── Ele rodeou a cabecinha do seu pau espalhando sua pré porra ali. ── Ainda mais se fizerem o que eu mando...
Seus dedos grossos rapidamente envolveram seu caralho babadinho de pré porra, batendo uma punheta gostosa observando a maneira que eu tirava meu vestidinho. Aos poucos eu ia revelando minha bucetinha gordinha, minha barriga lisinha e um pouquinho saliente e meus peitos grandes. Minha xotinha estava tão molhadinha que era possível ver o brilho do meu melzinho na parte interior das minhas coxas grossas, meu grelinho pulsava e era possível vê-lo inchadinho entre os lábios da minha buceta, vermelhinho e implorando pela boca gostosa de Louis me chupando enquanto aquela barba tocava o interior das minhas coxas.
── Tão gostosa amor... Quem diria que a filhinha do Des fosse tão vagabundinha assim... ── Ele sorriu lateralmente sem parar de mover sua mão para cima e para baixo no comprimento grosso da sua rola. Eu estava louca pra cair de boca naquele caralho. ── Vira de costas e se abre com as mãos bebê, quero ver seu cuzinho piscando pra mim.
Sua voz rouca causou espasmos no meu corpinho e meus mamilos ficaram ainda mais durinhos apontando em sua direção. Mordi o lábio inferior e me virei de costas rebolando meus quadris, levando ambas as mãos nas bochechas do meu bumbum, balançando e apertando minha carne farta. Ouvi Louis grunhir e os barulhos do seu caralho pesado e molhado ficarem ainda mais fortes. Apertei meu bumbum com mais força e abri minhas bandas deixando que ele pudesse enxergar meu cuzinho pequenininho e rosado, junto a minha xotinha meladinha escorrendo melzinho.
── Que cuzinho gostoso amor, você também nunca deu ele?
Olhei por cima dos ombros e ele estava batendo punheta enquanto desabotoava a camisa com a mão livre, expondo sua pele bronzeada e suas tatuagens em seu peitoral e abdômen viril.
── Não senhor. ── Gemi manhosa, passando os polegares nas bordinhas do meu cuzinho.
── Geralmente novinhas safadas igual você dão só o cuzinho e ficam com ele bem esfoladinho, só pra falarem que a bucetinha é virgem quando na verdade adoram dar o cu.
Continuei olhando por cima dos ombros e Louis se masturbava com as coxas esparramadas, apertando sua pele coberta pela calça social e os lábios vermelhos preso entre os dentes. Lambendo o meu dedo indicador, pressionei ele em meu cuzinho com a bunda bem empinadinha na direção de Louis, sem quebrar nosso contato visual, pensando em como seria ter todo seu caralho grande tirando a minha virgindade, enquanto eu esfregaria meu grelinho tendo o rabinho fodido por aquele cacete grosso.
Penetro a pontinha do meu dedo no cuzinho com facilidade já que as vezes eu brincava sozinha com alguns dedinhos no meu cuzinho e sempre ficava molhadinha. Eu adorava ter essa área preenchido. Eu nunca entendia quando as minhas amigas da minha idade faziam expressões de nojo ou diziam que nunca fariam sexo anal, se na verdade era uma das coisas mais gostosas a se fazer durante o sexo.
── Meu cuzinho é virgem senhor, não consegue ver o quão pequenininho e apertado meu cuzinho é? ── Rebolo gemendo baixinho e manhosa.
── Princesa vem cá!
Louis bateu em suas coxas e prontamente eu o obedeci. Sabia bem o que ele queria.
Caminhei até seu colo e passei as pernas ao redor de suas coxas separadas, encaixando minha xotinha melada em seu cacete duro. Gemendo manhosa ao sentir seu caralho roçar no meu grelinho sensível.
── Você se oferece feito uma vagabunda. Acha mesmo que aguenta meu caralho, vadia? Seu cuzinho é tão pequeno, acho difícil você aguentar.
── É claro que eu aguento senhor, e mesmo que eu não aguente você pode me usar da maneira que quiser.
Louis riu nasalmente com a minha frase. Eu me esfregava inconscientemente em seu pau, melando a cabeça do seu caralho com a minha buceta que pingava aos montes deixando tudo ainda mais gostoso.
── Se esfrega no meu cacete então putinha, goza assim e depois decido se você merece ser comida ou não.
Minhas mãos seguraram seus ombros fortes e as suas se prenderam em minha cintura para me ajudar nos movimentos. Movia minha pélvis para frente e para trás deixando que vez ou outra a cabecinha gorda do seu cacete entrasse na minha bucetinha. Louis gemia rouco e baixinho distribuindo beijos por meu pescoço e meus peitinhos que balançavam em frente ao seu rosto. Meu grelinho pulsava com os movimentos enquanto sua boca agora maltratava os biquinhos dos meus peitos.
Eu não aguentaria muito tempo, era demais sentir o pau grosso escorregar vez ou outra pra dentro da minha buceta quando tudo que eu queria era ser fodida por ele até desmaiar em seu colo, ser usada como a verdadeira putinha que era. Poder servir de depósito de porra do papai para que ele se sentisse completamente aliviado, enquanto eu no final deveria parecer apenas usada. Estávamos suados e ofegantes, meus cabelos grudavam nas minhas costas e Louis tinha as bochechas um pouco rosadas devido o esforço. Eu não sei como definitivamente esconderíamos o que estávamos fazendo.
Louis escorregou suas mãos para minha bunda e não se limitou em apenas apertá-la, ele distribuía tapas fortes que queimavam minha pele e serviam de combustível para que eu acelerasse meus movimentos.
── Vadia deixa eu gozar dentro da sua buceta. ── Ele pediu mais como uma ordem.
Eu prontamente aceitei, estava desesperada para ter sua porra preenchendo minha buceta. Levantei um pouco o quadril e deixei seu cacete entrar na minha xotinha. A glande gorda e avermelhada escorregando com facilidade para dentro e seu comprimento entrando pouco a pouco. A dor era sustentável. Eu poderia aguentar perfeitamente qualquer coisa que vinhesse de Louis.
── Princesa você é tão apertadinha. ── Louis gemeu baixo jogando a cabeça para trás.
Uma de suas mãos tocou meu clitóris que estava encostado em sua pélvis, ele esfregou lentamente me causando espasmos e em resposta levantei o quadril para que pudesse simular uma cavalgada. Sorri ao sentir suas coxas tremendo embaixo de mim e sua porra ser despejada dentro da minha bucetinha, que agora também pulsava em um orgasmo intenso. Agarrei os cabelos de sua nuca e enterrei meu rosto em seu pescoço gemendo alto como uma putinha, arquejando minhas costas sentindo sua porra escorrendo por minhas coxas. Ele havia me deixado completamente cheia de seus bebês como sempre sonhei. Eu estava realizada.
Sorri contra sua pele e o beijei como se dependesse disso para sobreviver. Ele não estava esperando um beijo, mas cedeu ao sentir minha língua tentando ultrapassar a barreira dos seus lábios. Ele segurou delicadamente minha cintura enquanto minhas mãos continuavam alternando entre ombros e nuca. Ele me beijava com carinho, deslizando seus lábios de maneira tão calma que não combinava com a forma que estávamos encaixados. Seu pau ainda dentro da minha xotinha enquanto sua porra escorria me deixando ainda mais meladinha.
── Se vista e volte para o almoço antes que seu pai e minha esposa descubram.
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Após aquele dia Louis e eu nos tornamos ainda mais próximos. Sempre que ele visitava a nossa residência fazia questão de me cumprimentar com abraços e beijos no topo da minha cabeça. Eu me sentia tão bem tendo a atenção do meu homem. Eu sentia que Louis era meu, mesmo que ele fosse casado, tivesse filhos e sempre estivesse andando por aí de mãos dadas com Marilyn. Eu adorava sentir seus dedos acariciando minhas coxas por debaixo da mesa de jantar ou sua boca chupando meus peitinhos quando arranjávamos tempo para nos encontrar a sós. Mas nunca era tempo o suficiente para foder.
Por mais que eu ficasse frustrada por nunca acontecer o sexo da maneira que queríamos eu ainda ficava satisfeita e feliz por ter suas mãos e sua boca em lugares inusitados.
Marilyn também me adorava e sempre ficava muito feliz ao me ver, mas eu a odiava. Odiava saber que mesmo que ele me tocasse era ele que dormiria agarrado com ele no fim das noites, enquanto deveria ser eu em seu lugar, porém era boa em fingir ter simpatia com a mulher. Por mais que ela fosse mais velha que eu, a diferença entre as idades era curta e ainda gostávamos de algumas coisas em comum como: falar sobre moda, vestidos, ir a manicure juntas e cozinhar. A casa de Louis havia se tornado uma segunda casa visto que Marylin sempre me chamava para passarmos a tarde juntas e eu sempre era contemplada com a vista de Louis sem camisa e com bermudas sem que usasse sequer cueca por baixo.
Os meus dias prediletos eram os que usávamos a piscina e seus filhos não estavam por perto pois sempre que Marilyn ia tomar banho, eu me certificava de invadir o escritório de Louis e dar meus peitinhos para que ele pudesse mamar enquanto brincava com minha buceta. Eu apenas colocava a cortininha do biquíni para o lado e deixava com que ele me usasse como bem queria.
Continuamos nessa rotina por cerca de alguns meses e Louis totalmente louco com a vontade de me foder da forma que queria, inventou para minha família que ele, sua esposa e os filhos fariam uma viagem em família para o Caribe e como Marilyn me adorava, ela queria a minha presença. Ele veio pessoalmente pedir a Desmond e minha mãe, que imediatamente concordaram com a ideia. Para sua mulher, Louis havia dito que faria uma viagem á negócios, então por isso que viajaria sozinho.
Nós viajamos no meio da semana, eu estava tão animada. Chegamos em um resort privativo na Colômbia em poucas horas já que fomos de jatinho, a noite ele me levou para um jantar e o tempo inteiro era romântico comigo. Ríamos de piadas bobas, sua mão acariciava o fim das minhas costas e ele não sentia medo de demonstrar carinho por mim visto que ninguém nos conhecia. Trocávamos beijos a todo momento e ele fazia questão de me elogiar sobre tudo o que eu fazia. Havia também certas provocações quando ele beijava meu pescoço em público e sussurrava sobre o quanto eu estava gostosa fazendo o papel de sua mulher, mas ainda ele conseguia ser romântico.
Naquela mesma noite fomos a praia que acontecia um luau pequeno, muitos bebendo bebidas caras e aproveitando o calor excessivo. Fiquei feliz por Louis ter me apresentado como sua mulher para aquelas pessoas que não conhecíamos, eu me senti amada e importante pela primeira vez.
Quando voltamos para a casa alugada por ele, Louis não aguentou me esperar e chupou a minha bucetinha durante o banho. Ajoelhou enquanto eu estava de costas lavando meu corpo e abriu minha bunda com ambas as mãos abocanhando minha bucetinha por trás, imediatamente me empinei e deixei que ele me comesse com sua boca. Ao levantar ele segurou meu pescoço por trás e encaixou seu caralho babado na minha grutinha metendo sem cuidado, me fodendo rápido e forte, gemendo rouco e baixinho no meu ouvido. Sussurrando como eu era uma boa vagabunda, alternando suas mãos entre apertar meus peitinhos e beijos no meu pescoço enquanto nos molhávamos na água gelada, com minhas unhas arranhando o ajuleizo branquinho que deixava a ponta dos meus dedos vermelhinha. Louis gozou tão gostoso dentro de mim sussurrando que me engravidaria e que iria me deixar cheia com seus filhos. Depois transamos na cama, totalmente molhados, eu chupei seu pau enquanto ele mamava meu grelinho metendo dois dedos no meu cuzinho, falando como como meu grelo parecia maior e mais apetitoso quando ele metia no meu rabinho.
Mas naquela noite não fizemos anal, nem nas outras noites.
Eu estava preenchida pela frustração que era nunca ter seu pau abrindo meu cuzinho como sempre imaginei.
Estávamos no resort há duas semanas, de dia explorávamos ilhas, almoçávamos em restaurantes chiques e a noite eu era fodida durante toda a madrugada pelo meu homem, sempre achando que eu ia ser comida no cuzinho mas nunca acontecia. Faltava alguns dias para nossa viagem chegar ao fim então decidi que tomaria a iniciativa.
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Louis havia alugado um iate para nós dois, estávamos próximo a uma ilha aproveitando a praia privada apenas para nós. Na noite passada dispensei a camareira e as cozinheiras do barco e na manhã de hoje era apenas nós dois. Acordei ao seu lado com a luz solar ultrapassando as janelas grandes do quarto do iate que era avaliado em cerca de setecentos mil dólares. Beijei seus lábios vermelhinhos e corri para o banheiro tomando um banho frio de banheira, preparando minha pele a deixando completamente hidratada, coloquei um biquíni que ainda não havia usado, ele era menor que qualquer um que eu já havia vestido, deixava minha bucetinha marcada e bem transparente e meus peitinhos marcados. Preparei um plug com a ponta diamantada e rosinha, enfiando no meu cuzinho para que ele ficasse um pouquinho mais dilatado e fui pegar sol na proa do iate.
Deitada na cadeira com óculos escuros relaxei sentindo o sol queimar a minha pele para reforçar a marquinha que Louis amava.
Com os olhos fechados ouvi o barulho de jets ski se aproximando e sabia que me divertiria um pouco antes de Louis acordar. Quatro homens em dois jets pilotavam lentamente pela área e se aproximavam do iate, mordi o lábio inferior e fingi ir apreciar a vista da praia, coloquei meus peitinhos para fora e me apoiei na barra da proa dando uma visão privilegiada aos homens que sorriam e me elogiavam em espanhol.
── Amor, o que está fazendo bebê? ── Louis surgiu atrás de mim me fazendo ter um breve susto.
Sua voz levemente rouca e seus cabelos um pouco bagunçados me fizeram estremecer.
── Sempre soube que era uma puta, mas tinha esquecido como era uma vagabundinha exibicionista. ── Ele deu um tapa forte na minha bunda.
Os rapazes dos jets faziam o retorno e direção de onde tinham vindo, mas Louis interviu.
── Ei rapazes, fiquem por favor! ── Ele gritou em espanhol.
Louis era ótimo falando espanhol e eu sempre babava na maneira como ele ficava gostoso falando outra língua além da nossa língua materna.
── Vagabunda, vou te comer tão gostoso hoje... ── Louis me agarrou por trás.
Suas mãos acariciavam minha barriga, subindo para meus peitinhos macios livres do biquíni, apertando meus biquinhos sensíveis. Ele foi rápido em desamarrar meu biquíni e descer os dedos para minha xota já meladinha. Era possível sentir o seu caralho grosso roçar na minha bunda e pulsar no meio das minhas bandas. Louis sempre dormia sem cueca, apenas com uma bermudinha fina que me permitia sentir deliberadamente sua ereção matinal.
── Fica de quatro pra mim na cadeira, agora!
Sem dizer uma palavra eu o obedeci, deixei meu bumbum empinado e olhei por cima dos ombros vendo ele abaixar a cueca até a altura dos joelhos.
── Quer que eu te foda com aqueles caras te olhando princesa? ── Sua mão estalou em minha bunda.
── Quero papai, quero que coma meu rabinho para que eles vejam que sou sua putinha.
Gemi baixinho qnd ele colocou meu biquíni de lado e afundou o plug no meu cuzinho. Rindo nasalmente em escárnio ao notar o que eu queria.
── Puta que pariu princesa... Como você é gostosa. ── Ele espalmou as mãos na minha bunda afastando minhas bandas deixando as bordas do meu cuzinho queimando enquanto eu piscava para tê-lo.
Minha buceta melada pingava no banco, Louis se limitou apenas em pegar um pouco do líquido e passar ao redor no meu cuzinho preenchido com o plug.
── Você merece ser comida sem preparação princesa, sei que você ia amar.
── Eu amo tudo o que vem de você amor.
Ele retirou o plug lentamente me causando um arrepio na espinha e abocanhou meu cuzinho alargadinho sem pensar duas vezes.
Louis tinha os lábios úmidos e salivava molhando ainda mais meu rabinho apertado. Sua língua passava vagarosamente em volta daq minhas bordas, deixando o local lubrificado. Louis beijava e chupava minha entradinha parecendo entorpecido com a minha pele macia sobre sua língua e os meus gemidos manhosinho que eram como música para seus ouvidos o estimulava a continuar. Suas mãos firmes apertavam a minha bunda farta abrindo mais as nádegas para conseguir lamber com mais facilidade enquanto eu rebolava gostoso tentando controlar os gemidos sentindo a língua quentinha lubrificar seu cuzinho.
Porra, eu estava a beira de enlouquecer. Meu grelinho estava tão duro e por quase não ter sido tocado, eu sentia que poderia gozar somente com os estímulos gostosos de Louis no meu rabinho. Ele sabia que se continuasse ali eu gozaria em breve.
Por isso se levantou e sem demora roçou a cabeça larga do seu caralho no meu cuzinho, segurando firme em minha cintura merecendo devagarinho. Revirei os olhos e senti as pernas amolecendo a medida que meu rabinho guloso era arrombado com seu cacete grosso que pulsava dentro de mim. Minha bucetinha piscava tanto e liberava meu melzinho em suas bolas agora encostadas na minha xota já que eu estava completamente preenchida pelo seu pau.
── Louis seu pau é tão grande, nunca vou me acostumar com ele. ── Gemi desesperada levando minhas mãos para trás abrindo a minha bunda em um convite implícito para ele começar a meter.
── Princesa seu cuzinho é tão apertado, exatamente como eu imaginei.
A dor me preenchia a medida que ele se movimentava vagarosamente, uma de suas mãos segurava minha cintura e a outra afundava a minha cabeça no tecido acolchoado da cadeira. Com meu bumbum pra cima, Louis me comia gostoso como havia prometido. Batendo em minha bunda vez ou outra enquanto metia seu pau sem dó maltratando o meu rabinho que o recebia tão bem. Eu não contive meus gemidos altos e gritava sentindo o quão fundo ele ia dentro de mim.
Eu conseguia sentir seu pau sendo ordenhado a medida que ele metia forte e nossos corpos se chocavam. A minha bunda gorda e macia batiam com intensidade contra as suas coxas grossas e morenas em um barulho insano se misturando com nossos gemidos. As mãos de Louis não conseguiam parar em um só lugar. Acariciavam as minhas coxas bronzeadas, minha bunda farta, vez ou outra subindo para roçar os dedos no meu pescoço. Seus quadris se moviam em sincronia com o meu quando eu os jogava para trás, seus olhos não conseguiam se manter abertos mas ele se esforçava somente para contemplar meu cuzinho ficando largo em volta do seu caralho a medida que eu rebolava lentinho.
── Goza dentro de mim papai, deixa meu rabinho cheio.
── Você é uma vagabunda mimada Harry, sabe que vai conseguir o que quer não é?! ── Ele envolveu o meu pescoço puxando minhas costas para que eu ficasse grudada em seu peitoral. ── Vou encher esse teu cuzinho de porra e depois chupar a tua buceta, você quer isso, amor?
── Sim sim sim, por favor. ── Gemi rebolando gostoso no seu pau.
Ele continuou segurando em meu pescoço aumentando o ritmo de suas estocadas me fodendo ainda mais duro. Meu cuzinho contraía pedindo sua porra, seus lábios beijavam meu pescoço e vez ou outra ele sussurrava o quanto eu era gostosa. Não durou muito tempo e quando ele gemeu rouco senti sua porra grossa ser jorrada dentro do meu rabinho, me preenchendo enquanto ele me apertava forte contra seu corpo, chegava a ser dolorido a maneira que pressionava a pélvis na minha bunda enquanto um orgasmo avassalador me atingia assim que senti o quentinho do seu leitinho me invadindo. Ele retirou seu pau lentamente e sua porra escorreu pelas minhas coxas como sempre fazia, mas desa vez fez um caminho por cima da minha bucetinha até que pingasse na cadeira.
Louis se deitou ao meu lado e aninhou seu corpo ao meu. Nessa altura não nos importavamos se ainda éramos observados, eu apenas queria o seu carinho.
── Eu amo você, sabia, princesa? Mesmo com essa nossa relação doida o meu carinho por você é enorme. ── Louis beijou meu ombro, deixando uma trilha de beijos até minha orelha.
── Eu também amo você Lou.













