amores levei ban na minha conta (louismeudom) e criei essa aq!
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Last Friday Night
Onde Harry, a garota mais popular da escola, tem um penhasco pelo nerd Louis, e sempre o chama para suas festas na esperança dele vir...
Avisos: l!tops, h!bottom, Harry como garota cis, pwp, Louis nerdzinho, ambos são de maior apesar de estarem na escola, perca de virgindade
O sinal ecoa alto pelos corredores gélidos e sem vida da escola, como sempre. Mas Harry não se incomoda, ela realmente amava a escola e não porque a via como seu reino com seus lacaios chatos que a seguiam por aí… Não, ela simplesmente amava.
Ela caminhava com calma, o uniforme de líder de torcida abraçando seu corpo tão perfeitamente que parecia ter sido moldado unicamente para ela, desfilando pelo corredor como se estivesse em uma passarela –e de certa forma, está. Todos notam sua presença: olham para sua saia curta e esvoaçante quando passam, acenam com a cabeça, outros se atrevem a dizer “oi”. Mas certamente ninguém era indiferente.
Exceto um.
Harry não prestava atenção em nenhum deles, realmente. Ela já está procurando por alguém.
E então o vê. Ali, perto dos armários mais ao fundo, quase escondido entre a porta do refeitório e a das salas de aula, o garoto com um suéter azul-marinho, cabelo desgrenhado –mas não totalmente bagunçado–, olhar mergulhado em um livro grosso como se fosse a coisa mais interessante de toda sua semana. E talvez fosse.
Louis Tomlinson. Inexplicável, porém irrevogavelmente lindo.
Harry sorri sem perceber. Aquela coisinha nerd parecia imune a qualquer tipo de charme e encantamento seu. Era engraçado, todo mundo caia a seus pés, mas ela aprendera do pior jeito que Louis não era todo mundo.
Ela atravessa o corredor, ignorando uma das garotas da torcida que a chamara.
–Lou Lou!– diz com o entusiasmo de quem reencontra o melhor amigo de anos.
Louis ergue os olhos, piscando um pouco confuso por baixo dos óculos, como se tivesse acabado de ser brutalmente arrancado de outro universo.
–Ah… Oi, Harry.
–Lindo dia, né?– Harry encosta no armário ao lado, jogando os cabelos cacheados e esvoaçantes para trás com um gesto ensaiadamente despreocupado.
Louis não conseguiu não reparar.
–Tá meio nublado.
–Pra mim ele está simplesmente radiante agora que você apareceu– disse ela, com aquele sorrisinho que mostrava suas lindas covinhas.
Ela parecia um pouco perversa e Louis se questionou se ela estava sendo gentil ou tirando uma com a cara dele. Ambas as coisas o incomodavam.
–Hm, você precisa de alguma coisa?– ele perguntou, ajeitando os óculos perfeitamente alinhados simplesmente porque não sabia ficar sem ter o que fazer com as mãos.
–Precisar? Não. Querer… Talvez– ela rodeia, batendo o indicador no queixo como quem finge pensar –Se eu te pedisse algo você me daria?
Louis engoliu em seco.
–Depende– respondeu, encarando-a. Ele genuinamente queria saber o que um garoto como ele poderia oferecer a uma garota como ela.
–Não é nada demais– Harry se inclina um pouco sobre ele, analisando todo aquele rosto inocente e tímido que mal saía de entre páginas de livros velhos… Ela queria aqueles lábios, mas não podia ser tão direta, não é? –Quero seu tempo.
–Eu não vou te dar aulas.
E, ok, talvez isso tenha ferido um pouco o ego de Harry. Sua cara indignada já dizia tudo.
–Eu não preciso de aulas– retrucou, sucinta, com um pouco de acidez na voz –Sei que não repara muito em mim, mas estamos na mesma aula de álgebra avançada. Não sou burra.
Louis arregalou os olhos em surpresa e as bochechas ganharam um tom de vermelho que Harry teria achado engraçado se fosse em outra ocasião.
–Eu nunca diria isso e- Não foi minha intenção, por favor, me perdoe, eu me expressei mal– ele se apressou em dizer, envergonhado –É claro que eu notei você… Quer dizer não tem como não notar, né? Você é tipo a menina mais bonita de lá e- Aí meu Deus, também não foi isso que eu quis dizer… Digo você é bonita, mas eu não estou dando em cima de você nem nada do tipo, é só que…
–Por que?
Louis olhou para cima. Enquanto se embaralhava em palavras ele nem percebera que retraia a cabeça e encolhia os ombros como quem sofre uma represália.
–Por quê o quê?
–Por que não está dando em cima de mim? Não é como se você não pudesse– Harry arqueia a sobrancelha em puro desafio, ajeitando o cabelo atrás da orelha.
Louis abre a boca em completa descrença. E ele estava para responder o motivo óbvio –ou, pelo menos, que na sua cabeça era óbvio– quando ouvira Harry gargalhar. Ela chegou a apoiar a mão em seu peito enquanto se inclinava para frente e Louis sentiu o corpo travar. Estavam perto. Muito perto.
–Você tinha que ver a sua cara!– ela dizia, entre uma risada e outra. Era um som agradável, Louis quase se podia imaginar rindo com ela se ele não fosse o motivo da graça –Não leve tudo tão a sério, Lou Lou.
Harry deixou propositalmente a mão ali, esperando a crise de riso terminar. Ela podia sentir o peito magro, porém levemente malhado, sob a ponta de seus dedos e sua vontade foi de acariciar a área, mas ela segurou-se.
Louis ficou vermelho. Não só nas bochechas –até as orelhas ficaram coradas.
–Você… Sempre fala assim com as pessoas?
–Só com as que eu gosto de implicar.
–Implicar? Comigo?
–É. Você tá sempre tão quietinho na sua bolha… Isso me faz entrar– Harry olhou diretamente nos olhos dele, os verdes cativando os azuis –Você mal percebe as coisas ao seu redor, inclusive eu.
–E isso te incomoda?
–Me intriga– ela se aproximou, os joelhos estavam se encostando com tamanha proximidade. Harry colocou a mão por cima do livro fechado que o outro ainda mantinha em seu colo –Fico pensando o que tem de tão interessante nessas páginas… Que faz você dar mais atenção a elas do que a mim.
Louis engoliu em seco, tropeçando nas próprias palavras:
–N-não é isso… É só… Eu gosto de ler.
–Eu também– Harry sorriu. O mesmo sorriso de antes. As mesmas covinhas –Mas prefiro coisas ao vivo. Que eu posso ver… Ouvir…– a mão delicada moveu-se lentamente, com uma calma quase sensual, e posou em cima do pulso do garoto –Tocar…
Louis travou.
–Você quer… Dizer tipo… Filmes?
Harry riu, baixo, e recolheu a mão, deixando-a pender ao lado do corpo.
–Claro. Filmes. Ou festas.
Ela apoiou o braço no armário, um pouco abaixo da cabeça de Louis, deixando-os ainda mais próximos.
–Falando nisso… Festa lá em casa hoje. Você vem?
–Não sei… Essas festas não são muito meu estilo, você sabe.
–E qual é seu estilo, Louis?– Harry estava de frente para ele, olhando-o diretamente nos olhos. Tão felinos e intrigantes que Louis quase se rendeu como uma perfeita presa.
Silêncio.
Harry inclinou a cabeça.
–É silêncio?
–Eu gosto de coisas calmas. E… E previsíveis.
Harry sorriu. Inclinada demais. Perto demais.
–Então talvez você devesse mesmo ir. Quem sabe descobre que gosta de… Surpresas.
Louis abaixou o olhar. Aquilo tudo já estava sendo uma surpresa para ele. Harry já conversara com ele inúmeras vezes, isso era fato, mas nunca com essa proximidade. Nunca com tanta insistência.
–Hã… Eu… Vou pensar.
–Você sempre diz isso… Dessa vez, pensa com carinho, tá?– ela se afastou e parece que o ar voltou para os pulmões de Louis. Os olhos ainda ardiam nele, entretanto –Se você aparecer, prometo que vou fazer valer a pena.
Então virou de costas e saiu andando tranquilamente pelo corredor. Que agora estava vazio.
Louis ainda estava parado, pensando. Muitas coisas se passavam pela sua cabeça naquele momento, mas ele parecia cansado demais para pensar em cada uma delas –e isso que era começo da manhã–, então resolveu dar um fim em todas as perguntas: ele não iria a essa festa, assim como não fora em todas as outras. Harry nunca sentira sua falta, não seria agora que sentiria.
(...)
O quarto de Louis era o oposto de qualquer festa: organizado, silencioso e morno. A luz da luminária criava um círculo suave sobre a escrivaninha, onde um caderno de anotações e dois livros empilhados esperavam pacientemente por atenção.
Louis respirou fundo, ajeitou os óculos no rosto e tentou focar na leitura.
“A consciência social de um indivíduo é construída…”– leu em voz baixa, marcando a linha com o dedo.
Bum. Bum. Bum.
O som atravessou a parede fina como se os graves tivessem vida própria.
Ele franziu a testa.
“... é construída através das experiências vividas…”
BUM. BUM. BUM-TCHÁ.
Louis ficou o livro em um baque oco, com força. Do outro lado da janela, luzes piscavam em ritmos alucinados, refletindo no teto do quarto –que só tinha aquela fraca luz do abajur ligada. A casa de Harry, claro. A festa. De novo.
Ele se levantou e foi até a janela, espiou discretamente por entre as frestas da cortina. Gente demais. Rindo, dançando, tropeçando –ainda que não desse para ver tudo, Louis podia imaginar a maior parte. Ele nem sabia onde Harry arranjava tanta gente assim.
Estava prestes a fechar a cortina quando viu.
Na porta da frente, Harry.
Uma regata branca, quase transparente, que mostrava a cor de seu sutiã –preto como a noite–, combinando com uma minissaia jeans azul claro e botas de salto branca. Estava gargalhando com alguém que Louis não conhecia. Os cachos balançavam com o vento e o rosto estava parcialmente iluminado pelas luzes coloridas.
Por um segundo, Harry olhou direto na direção da janela.
Louis recuou tão rápido que quase tropeçou no tapete.
–Merda.
Sentou de volta à mesa, tentando se convencer de que estava imaginando coisas. Tentou ler mais uma página. Mais duas linhas. Mia uma frase. Mas a imagem de Harry se inclinando para frente, rindo, mostrando seu decote para qualquer um, voltava a sua mente. E a música não ajudava em nada: parecia estar dentro de seu quarto.
Uma lembrança surgiu na sua mente. Uma que ele não lembrava de ser tão importante.
“Se você aparecer, prometo que vou fazer valer a pena.”
A voz de Harry.
Louis apertou os olhos e encostou a testa na mesa. Por que aquilo estava incomodando tanto? Por que era tão difícil ignorar? Ele era bom nisso. Sempre fora.
Mas agora… Parecia diferente.
Ele levantou de novo. Foi até o armário. Ficou parado em frente às roupas por um tempo, sem saber se estava perdendo o juízo ou… Só cansado do barulho. Ele quis acreditar que era a última opção.
Pegou o primeiro moletom que viu e vestiu por cima da camiseta do pijama. Calçou o tênis e saiu.
Atravessou o jardim em passos decididos, os olhos baixos, o coração no pescoço, batendo tão alto quanto aquela música que ele sequer sabia o nome. A intenção era simples: tocar a campainha e pedir –educadamente– para abaixarem o som.
Era isso.
Mas então a porta abriu antes mesmo que ele pudesse levantar o pulso.
E lá estava Harry.
O corpo brilhando pela camada fina de suor, um copo na mão e um sorriso escandalosamente feliz no rosto.
–Louis!– ela gritou, como se estivesse vendo um milagre, com os olhos o dobro do tamanho normal pela surpresa –Eu sabia! Eu sabia que hoje era o dia!
Louis congelou.
–Eu só vim…– começou, a voz falhando –A música. Tá muito alta. Eu tô tentando estudar…
Harry não ouviu nada disso, no entanto. Ela já estava puxando ele pra dentro, guiando-o com a mão na sua.
–Finalmente decidiu se divertir comigo.
Estava claro que ela estava um pouco alterada. Talvez não muito, pois ela parecia consciente e conseguiu reconhecê-lo sem nenhuma dificuldade –até se lembrou que o tinha convidado–, mas definitivamente não era essa a Harry que ele conhecia.
Louis tentou protestar, mas foi logo engolido pelo calor, cheiro de álcool e perfume barato, a multidão e –acima de tudo– pelo olhar de Harry, preso nele como se fosse a coisa mais interessante daquela casa inteira. Era assim que ela olhava para ele.
A música estava ainda mais alta do que parecia do lado de fora. Louis se encolhia a cada novo grave que vibrava no chão, desviando de corpos dançando e pessoas falando alto demais. Era quase sufocante.
Harry, por outro lado, estava em casa –literal e figurativamente.
–Então,... Tour VIP?– ela perguntou no ouvido de Louis, se inclinando demais, como se estivesse compartilhando algo indecente.
Louis abriu a boca para recusar, mas o aperto de Harry em sua mão se intensificou e ela olhava para ele com uma esperança quase infantil. Ele quase sentiu pena em matar isso, se não fosse por aquele sorriso divertido que ela carregava. Ou ela estava mesmo muito bêbada ou ela se divertia muito em zoá-lo, das duas uma.
De qualquer modo, ele se deixou levar quando ela lhe puxou com naturalidade, abrindo caminho por entre as pessoas.
–Vai ser rápido– disse, piscando os olhos com uma maquiagem delicada, que apenas ressaltava o verde de suas íris –Prometo que te devolvo são e salvo. A não ser que prefira o contrário.
–Por que eu iria querer sair daqui machucado?– perguntou Louis, com uma sobrancelha arqueada, confuso.
Harry riu. Tipo, verdadeiramente. O mesmo tipo de risada que fez ela se inclinar para o cara de antes e que Louis jurava que podia ver além de seu decote. Agora ele podia comprovar: sim, dava para ver.
–Você é engraçado, Lou Lou!
Já haviam chamado Louis de muitas coisas, mas engraçado nunca fora uma delas. Ainda mais quando ele não falou nada para isso.
Um berro grosso, como um rugido, chamou a atenção dos dois. Um grupo de pessoas jogavam beer pong na mesa de jantar improvisada. Uma garota ruiva gritava toda vez que acertavam uma bolinha, mas o que chamou a atenção deles em questão foi o de um cara. Sem camisa. Com uma coroa de papelão na cabeça. Provavelmente o ganhador.
–Aqui temos o salão dos jogos, como pode ver– Harry gesticulou com as mãos –Território perigoso, cuidado. Gritaria, apostas ridículas e, às vezes, beijos inesperados entre melhores amigos.
–O quê?!
–Acontece. Finais de campeonato são intensos.
Louis virou o rosto, desconfortável.
–Não sei o que estou fazendo aqui.
–Eu sei– Harry virou-se para ele, sorrindo com aquelas covinhas e bochechas coradas, se apenas pelo álcool ninguém saberia dizer –Tá conhecendo minha casa. Minha vida. Meu lado… Mais íntimo.
Louis tossiu, vermelho.
–Isso tudo é seu… Lado íntimo?
–Ainda não, mas se você quiser eu posso te mostrar– Harry piscou devagar.
Louis desviou o olhar e apertou a manga do moletom com a mão livre. Ele nem tinha reparado que ainda segurava a mão de Harry.
–Vem– ela disse, puxando-o, novamente, até a cozinha –Aqui é onde a mágica acontece. Ou pelo menos os drinks de gelatina.
A bancada estava coberta de copinhos coloridos, cada um mais suspeito que o outro. Um garoto com olhos vidrados tentava empilhar os copinhos vazios, enquanto uma garota ria deitada no chão com um chapéu de bruxa.
–Vermelho é perigoso, azul te faz rir, verde… Hum, não recomendo– Harry explicou, pegando um copinho lilás e oferecendo a Louis –Esse é o “Amor à Primeira Gole”.
Louis recuou um passo.
–Eu não bebo.
–Nem um golinho?– Harry se aproximou –Prometo que não mordo. A não ser que você goste disso.
Louis ficou em silêncio, encarando o copinho como se fosse um animal selvagem e raivoso prestes a atacá-lo.
–Eu passo.
–Certo– ela concordou e deixou a bebida de volta no balcão.
–Você não vai beber?
–Sem você não tem graça, Lou Lou– respondeu, com aquele sorriso lindo que explica todas as coisas do mundo.
Louis sentiu a pele do pescoço formigar. O que ele devia fazer com aquela afirmação?
–Agora… O quintal– anunciou Harry, como se estivesse apresentando um parque temático secreto –Prepare-se.
Atravessaram a sala até as portas de vidro. O ar lá fora era mais fresco, mas nem por isso menos caótico. No gramado, casais se beijavam encostados nas árvores, nas espreguiçadeiras, ou compartilhavam algum tipo de cigarro que Louis tinha quase certeza que era ilegal. Um grupo tocava violão no canto mais extremo do cercado e uma garota dançava sozinha em cima de uma mesa.
Louis arregalou os olhos.
–Isso aqui é um surto coletivo.
–Bem-vindo a minha mente– Harry se encostou na grade da varanda, olhando diretamente para ele com o lábio inferior entre os dentes –Confesso que parte de mim queria te ver aqui só pra isso. Queria ver a sua reação.
–Por quê?
–Porque você é impossível de decifrar. Fica todo calado, quietinho, todo certinho…
–Eu sou o que sou. Não tem mistério.
–Tem sim– Harry deu um passo a frente –Você finge que não nota, mas seus olhos sempre me seguem quando eu passo. Você finge que não escuta, mas sua mão treme toda vez que eu falo com você. Você finge que não quer estar aqui, mas… Está.
Louis abriu a boca, depois fechou.
–Isso é… É só coisa da sua cabeça.
–Pode ser– Harry sorriu, um pouco triste –O que significa que eu adoro imaginar coisas com você.
Louis deu um passo para trás, como se aquilo pudesse proteger sua sanidade.
Ficou um silêncio por um momento. Harry olhando para Louis como se esperasse alguma reação dele que não a indiferença e Louis tentando não prestar atenção no que acontecia à sua volta.
–Vem, vamos continuar nosso tour– Harry disse, desencostando-se da grade um tanto irritada. Consigo mesma talvez. Ela só tinha mais uma chance de fazer Louis notar ela…
(...)
–O que estamos fazendo no seu quarto? Achei que estivesse me mostrando a festa…– disse Louis, ajeitando o óculos no rosto.
–A festa termina no meu quarto, Lou Lou– sussurrou Harry, com a voz carregada de uma segunda intenção que o garoto não pescou.
Louis olhou para ela com uma confusão gritante nos olhos.
–Toda aquela gente vai vir pra cá?– ele perguntou, indignado.
Harry soltou um suspiro, incrédula. Ela não podia acreditar que ele era tão inocente quanto transparecia. Exceto que era. E a prova esteve em sua cara a noite toda.
–Você só pode estar brincando comigo…– ela sussurrou, coçando a nuca sem jeito. Ela realmente não sabia deixar mais claro seu desejo por Louis do que já deixara em todo o tempo que se conheciam –Louis, eu vou ter que escrever na minha testa?
Mais confusão.
–Escrever?– ele questiona.
Harry anda em passos felinos até ele, os olhos verdes encantando os azuis com a sedução de uma puma cativando sua presa.
–Gatinho, eu quero você. Quero você como eu nunca quis mais ninguém naquela droga de escola!
Louis arregalou os olhos. As bochechas rapidamente ganharam cor, que se espalhou até as orelhas. Na verdade, chegava a ser fofo o quão envergonhado ele ficou.
–Me quer?
–Não é possível que você tenha achado esse tempo todo que eu queria ser sua amiga!– disse ela, indignada. Harry pousou a mão delicada e de unhas decoradas sob o peitoral do outro –Lou Lou, eu quero segurar a sua mão pelos corredores e beijar você na frente do refeitório todo…
Ela se inclinou para frente, alcançando a boca no ouvido de Tomlinson.
–E sentar na sua cara até virar uma bagunça e seus óculos ficarem molhados do meu prazer.
Aquela frase poderia facilmente infartar Louis Tomlinson. O coração batia tão rápido que ele sequer podia decifrar se estava ou não dentro do peito. Ele olhou para Harry abismado; não sabia daquele lado da garota e pior, não sabia desse lado da garota para com ele.
Talvez ela sempre tivesse sido óbvia, mas Louis claramente era um leigo. Como poderia imaginar que uma garota como ela, linda, gostosa, inteligente e a melhor e mais popular líder de torcida da escola, fosse ter uma quedinha por ele?
Louis continuava parado, como se cada célula do corpo dele tivesse congelado. Só o coração, entretanto, que parecia ter enlouquecido, quente e terno.
Harry ainda estava ali, tão perto, com os olhos fixos no dele –olhos que não riam, que não faziam piada. Ela estava falando sério. Sério demais.
–E se eu…– ele engoliu em seco –E se eu não souber o que fazer?
Harry sorriu, e foi o sorriso mais doce que ele já tinha visto sair daqueles lábios atrevidos. Mal podia acreditar que estava sendo direcionado a ele.
Ela passou os dedos de leve pela bochecha dele, e então disse, quase num sussurro:
–Eu também não sei exatamente como se faz, Lou Lou… Mas eu sei que eu quero que seja com você.
Louis piscou. Uma, duas, três vezes. Sentiu a garganta secar. Seu corpo inteiro vibrava entre o pânico e a euforia.
–C-comigo?
–Eu esperei tanto esse momento– confessou ela, olhando para ele como se estivesse abrindo um segredo guardado a sete chaves. Pela primeira vez na noite, não haviam sorrisos maliciosos e frases com segundas interpretações… Harry parecia, na verdade, vulnerável –Com todas as chances que eu tive, com todas as pessoas que me quiseram… Nenhuma delas era você.
Louis engoliu em seco, sentindo o peso daquelas belas palavras. O silêncio entre eles foi preenchido por uma batida de música abafada do andar de baixo e pelas fortes batidas de seus próprios corações.
–Mas… Você é Harry Styles. Você pode ter quem quiser.
Ela sorriu de novo, agora com ternura.
–Pois é. E eu quis você.
Ele não sabia se chorava, se ria, se fugia ou se ficava ali para sempre. Mas sabia que não queria ir embora.
Ela se aproximou devagar, suas testas se encostando. O beijo que veio não era urgente, nem ansioso –era apenas um selar de lábios, reverente. Era quase como um pedido de permissão e uma promessa silenciosa.
O beijo evoluiu rápido, mas ao mesmo tempo era suave e tímido. Os lábios de Harry roçavam os de Louis como uma pergunta sussurrada, mas a língua era impeta e decidida, guiava Louis como quem esperou a vida toda para fazê-lo.
A timidez não demorou a se tornar algo urgente. Harry deslizou os dedos pela nuca dele, aprofundando o beijo, puxando-o mais para perto. Deitou a cabeça de lado, fazendo o encaixe ser mais preciso e Louis soltou um som engasgado, de surpresa. Parecia mais uma descoberta, afinal, era seu primeiro beijo –apesar de não ser o de Harry.
Molhado, quente, envolvente. Um beijo com gosto de desejo guardado a muito tempo.
Ela sorriu contra os lábios dele, percebendo a hesitação.
–Você tá tremendo– sussurrou, os olhos verdes fixos nos dele.
–Eu nunca…– ele tentou explicar, sem fôlego.
Harry encostou a testa na dele, a mão deslizando pelo peito sob a camisa. A respiração dos dois já descompassada.
–Shhhh, tudo bem– ela tranquilizou, pousando um selinho nos lábios finos –Você tá indo muito bem. Só faça o que sentir vontade, eu vou gostar de tudo.
Louis engoliu em seco e ela sorriu, voltando a beijá-lo. Agora com ainda mais fome. As línguas se encontravam, dançavam, exploravam com cuidado e curiosidade, até que o quarto inteiro pareceu girar.
Sem se afastar muito, Harry levou as mãos à barra da própria blusa e a puxou para cima num movimento só, revelando a pele pálida e o sutiã preto. Louis arregalou os olhos como se tivesse sido atingido por um raio.
–Acha que vai sobreviver à vista, gatinho?– ela provocou. Mesmo com o coração disparado, ela levou as mãos às costas, alcançando o fecho do sutiã com facilidade.
–Eu… Eu não sei– ele murmurou, corado até a raiz do cabelo.
–Se desmaiar, eu te acordo com outro beijo. Só não disse onde– ela brincou, piscando apenas um olho para ele antes de se desfazer do sutiã também.
Louis soltou um riso nervoso, mas seus olhos desceram para o busto desnudo. Eram perfeitos. Um par de seios lindos e redondinhos, pequenos na medida certa para suas mãos, mas grandes o suficiente para sua boca –não que ele tivesse pensando nisso, claro. Ele estava hipnotizado.
–Você quer tocar?– ela perguntou, quando o viu encarando por tempo demais. Era fofo.
Ele não respondeu, apenas corou violentamente –ainda mais, se é que era possível. Então Harry pegou suas duas mãos e levou-as até a atenção de Tomlinson. E, puta que pariu, ele quase gemeu.
Estava quente e pesado sob seus dedos e o bico estava eriçado. Ele apertou levemente, experimentando, e ouviu Harry soltar um suspiro baixo. Olhou para seu rosto e ela estava igualmente corada, com o lábio preso entre os dentes.
–Você pode tirar a sua também?
E só então ele se deu conta de que era o único completamente vestido. Ele soltou os seios dela apenas para tirar o moletom, seguido da blusa do pijama, e voltou com as mãos sobre o corpo dela. Harry deixou ele fazer o que queria enquanto analisava-o.
–Você é todo bonito, sabia?
–Você também. Quer dizer,... Você é linda, Harry. Sempre foi.
Harry o puxou de volta para si, beijando-o mais uma vez, agora com mais corpo, mais calor, mais intenção. Os torsos nus roçavam um no outro; Louis podia sentir o mamilo de Harry espremer-se contra o seu peito e ele nunca pensou que uma coisa pudesse ser tão boa.
As mãos dela passeavam pelas costas dele, sentindo cada tremor, cada hesitação e cada rendição.
E ainda assim, mesmo no meio daquilo tudo, ela sussurrou com a voz rouca e maliciosa:
–Eu quero tudo de você, Lou Lou. Cada toque, cada beijo… Quero você por todo o meu corpo. Quero ser sua.
Ele engasgou um pouco com a ousadia da frase e Harry riu contra a pele de seu pescoço, os dentes arranhando logo abaixo do lóbulo da orelha.
–Você fala essas coisas como se já tivesse feito isso antes– ele comentou, tentando soar firme, mas a voz falhou.
–Nunca fiz, mas eu tenho imaginação. E uma lista mental de todas as coisas que eu quero fazer com você. Eu quero te destruir.
Louis não respondeu –nem conseguiria. Só a puxou para outro beijo, ainda mais profundo, mais desesperado, como se tudo o que ele precisasse naquele momento estava ali, entre seus braços.
As mãos se buscavam sem coordenação, e o quarto parecia pequeno demais para a fome que crescia entre os dois. O beijo era desajeitado às vezes, esbarrando dentes, fugindo da linha dos lábios, mas logo se encontrava –mais fundo, mais quente, mais intenso.
Harry tropeçou nos próprios pés quando Louis a puxou enquanto tentava tirar as botas. Os dois riram, entre suspiros.
–Cuidado, Lou… Vai me derrubar antes de conseguir me conquistar de vez– ela brincou, embora seu olhar dissesse que era verdade a tempos.
–Você… Já está conquistada– ele murmurou, vermelho, e Harry quase gemeu com a doçura.
–Ah, é? E o que te faz ser tão confiante?– ela provocou.
Louis olhou para ela, do topo da testa até o final do queixo. Estava encantando.
–Seus olhos. Você olha pra mim como se eu fosse a coisa mais bonita que você já viu– respondeu, colocando uma mecha do cabelo dela atrás da orelha.
–Você é– ela sussurra de volta, com os lábios nos dele, sem desviar o olhar ou fechar os olhos.
Ela segurou o rosto dele entre as mãos, e acariciou-o como ele também estava fazendo.
–Agora me leva pra cama, gatinho. Antes que eu tenha que implorar.
Louis ficou estático por um segundo, o cérebro processando aquela ordem suave como se fosse algo que ele sonhou, não ouviu. Mas quando Harry puxou sua mão e começou a andar de costas até a beirada da cama – e era muito fofo e sensual como seus seios dançavam no ritmo de sua cintura a cada passo–, ele foi atrás, aos tropeços, sem tirar os olhos dela.
Harry caiu de costas na cama, puxando Louis com ela, e os dois afundaram entre os lençóis rosa bagunçados, corações disparados e bocas famintas.
–A gente devia ir com calma…– ele disse, mas suas mãos já tomavam um rumo sozinho para o corpo de Harry, direto para os mamilos.
Harry quase riu com o quão hipócrita ele soava e com o quão sexualmente frustrada ela estava.
–Eu esperei tempo demais pra ir com calma– sussurrou, colocando suas mãos sobre as dele e fazendo ele apertar os seios com força. Ela gemeu lindamente com isso –Mas se você quiser parar, a gente para.
Era um jogo. Ela fez aquilo de propósito para tentá-lo, para não fazê-lo desistir.
–Eu não quero parar– respondeu, entre um ofego e outro.
–Que bom– ela sorriu, triunfante –Porque eu tô querendo calar essa sua boca inteligente com a minha buceta desde o dia que você me corrigiu naquela aula de álgebra. E eu tenho certeza que eu estava certa!
Louis riu, mais envergonhado do que nunca, e mesmo assim mergulhou nos lábios dela de novo, agora com um pouco mais de segurança. As mãos dele exploravam o corpo dela com uma curiosidade singela –ao mesmo tempo que era tímida, também era faminta.
–Você não precisa ser tão cuidadoso, tão retraído. Eu não vou quebrar, Lou Lou– Harry disse, acariciando os fios de sua nuca. Ele estava todo por cima dela e o óculos deslizava pela ponta do nariz, ameaçando cair a qualquer momento.
–E-eu só… Não tenho ideia do que fazer– ele sussurrou, olhando para Harry como se ela fosse uma coisa preciosa que ele não queria espantar.
A verdade era que Harry também não sabia. Ela nunca esteve assim com ninguém antes –exceto aos beijos, mas isso não contava como experiência nessa situação. Mas ela sabia exatamente o que queria.
–Deita– ela mandou, com a voz tão trêmula que não parecia dar uma ordem. Mas Louis acatou.
Ele saiu de cima dela e deitou ao seu lado na cama. O quarto não estava cem por cento escuro –tinha a luz do mini abajur de tomada e a luz da lua. Louis pode ver a silhueta detalhadamente de Harry quando ela se pôs de joelhos na cama e retirou o resto de roupa que ficara em seu corpo. Peça por peça. A minissaia, seguida pela calcinha.
–E-eu… Eu vou fazer algo agora, mas se você não gostar– ela mordeu os lábios, indecisa –Você pode me pedir para parar, certo?
Louis apenas acenou positivamente com a cabeça, ansioso, esperando que ela pudesse ver.
Então, no segundo seguinte, Harry se arrastou até ele e colocou uma perna de cada lado de sua cabeça. Ele sentiu o momento exato que o colchão afundou e o nervosismo tomou conta.
Louis podia ser um leigo, mas não era um completo idiota. Ele sabia muito bem o que Harry queria com isso. E, se fosse sincero, ele podia salivar para não ter que dizer que também queria.
Antes que Harry pudesse falar alguma coisa –provavelmente outra ordem–, Louis enganchou os braços em torno das coxas torneadas dela e puxou-a, sem delicadeza, para cima de sua boca. Literalmente. Ele podia sentir a quentura de sua intimidade implorando por qualquer toque.
A garota soltou um gemido, surpresa, mas derreteu-se em completo prazer quando Louis deu a primeira investida com a língua. Aquilo parecia um sonho, tão irreal. E ao mesmo tempo tão bom.
Harry nem deu tempo para Louis pensar, ela simplesmente desabou seu peso, montando sob o rosto do outro como quem monta um cavalo. E Louis não se deixou abalar, espalhou a língua por toda a xotinha como se já tivesse feito isso várias vezes antes.
A língua subia e descia, explorando e conhecendo, ficando ciente que cada gemido alto era algo a ser aprovado. E Louis era muito bom em aprender. Ele apertava as coxas quando precisava erguer a cabeça e alcançar pontos que sozinha a boca não conseguia.
–Ai meu deus, Lou Lou…– ela gemeu, apertando os olhos quando Louis succionou seu clitóris –Isso é muito bom. Não para, por favor.
Mas ele não pretendia. Ele queria fazê-la gozar, pois não tinha certeza se conseguiria fazer isso mais tarde –isso considerando que eles iriam até o final. Sem contar que o gosto de Harry era muito bom, fazia querê-lo aos montes.
Harry olhou para baixo por um momento e o que viu foi demais para sua própria sanidade. Louis já olhava para ela, como quem estuda e analisa com prazer suas expressões faciais, com os óculos levemente embassados e os cabelos desgrenhados. Ela quase podia ver a pontinha de sua língua trabalhando. Contraiu-se sem perceber.
Tomada pelo prazer, ela inclinou o corpo para trás, apoiando uma mão no peitoral de Louis e com a outra ela desceu até a xotinha, abrindo-a com os dedos.
Puta que pariu, Louis quase gozou dentro das calças. Ele nem sabia que gostava desse tipo de coisa até ter Harry Styles se esfregando nele como uma prostituta carente.
–Lou Lou, por favor, eu tô tão perto…– ela confessou, entre um gemido manhoso e outro.
Tomlinson avançou a velocidade, trabalhando com a língua como ele nunca fizera em nenhum debate –e olha que ele era muito bom. Vez ou outra ele podia sentir a textura dos dedos de Harry, mas não parou por um segundo. Nem mesmo quando, olhando-a tão vulnerável lá de cima, ele correu as mãos por seu corpo e alcançou os seios. Apertou o bico sem timidez ou permissão.
Harry soltou um gemido muito alto, rolando os olhos. Ela podia sentir a bucetinha pingando –se era seu prazer ou saliva ela não sabia, e nem fazia tanta diferença. Ela contraia-se sem parar e Louis não lhe dava trégua. Ele a lambia como um profissional e sugava seu clitóris como quem tem fome, os lábios fechados em volta de seu botão sem espaço para ar.
Ela nem sabia mais o que fazia, apenas rebolava para frente e para trás, cavalgando em busca do seu próprio prazer. A xotinha já devia estar vermelha a uma hora dessas e provavelmente amanhã ela acordaria assada, mas não conseguia se importar. Não quando estava tão perto.
–Ah, Lou Lou…– ela gemeu uma última vez, antes de abrir a boca em um “o” mudo.
Então uma onda avassaladora atingiu-a e ela se contorceu levemente antes de gozar com gosto. Tendo seus últimos espasmos sob a língua de Louis, que só parou de lhe chupar quando a mesma tocou sua testa com a palma da mão, empurrando-o levemente.
Ela saiu de cima dele e caiu deitada na cama, ofegante e com a intimidade pulsando –como se os lábios de Louis ainda estivessem ali, chupando-a com vigor e vontade. Louis igualmente ofegante, virou-se para ela, olhando-a voltar para a realidade aos poucos e pensando o quanto era sortudo.
–Você é… Perfeita– ele disse sem pensar, em um sussurro, corando logo em seguida.
Harry riu, baixo e rouco que fez o estômago dele virar do avesso.
–Você vai me matar desse jeito.
–Eu?
–Com esse jeitinho doce, inocente… E ainda por cima, de óculos. É tortura demais para uma garota só.
Louis riu, nervoso.
–Não tenho nada de especial, Harry– ele disse, corando.
Mas Harry não aceitou ouvir isso. Ela virou-se para ele também, pequena e nua, e distribuiu beijos por seu pescoço. Beijos leves, suaves, que causavam cócegas, mas que logo alcançaram o ouvido alheio.
–Você tem tudo de especial, Lou Lou. Você foi o primeiro garoto que bateu de frente comigo, mesmo que por causa da lição de casa. Foi o primeiro garoto que nunca tentou me impressionar.
Harry sorriu e Louis sentiu os pelos de seu corpo se eriçarem.
–Enquanto todo mundo via apenas a minha aparência e minha popularidade… Você só queria competir comigo pela melhor nota de álgebra.
Ela riu baixinho e voltou para trás apenas para encarar os olhos dele.
–Você me viu, Louis. Mas não com expectativas ou esperando eu ser algo que eu não sou. Você me vê como eu sou. E isso é mais do que eu poderia pedir.
Louis sentiu o ar prender os pulmões. Por um segundo, tudo ao redor pareceu se apagar e nada importava além desse momento –nem sua ereção dolorosa.
–Eu…– ele começou, mas a voz saiu baixa demais. Ele limpou a garganta , tentando organizar os pensamentos que Harry acabara de bagunçar –Eu não sabia que uma pessoa como você podia sentir coisas por mim.
Harry sorriu e avançou, sobre ele, rolando em cima de seu corpo, quebrando qualquer defesa que ele tivesse construído. Pousou um selinho nos lábios dele, cheio de ternura.
–Você é bobo se acha que não é nem um pouco interessante– ela sussurrou, os olhos presos nele –Eu vejo você desde o primeiro dia. Com aquele livro enorme no colo, franzindo a testa porque os corredores são barulhentos demais.
Ela fez um carinho singelo com a ponta do dedo em sua bochecha.
–Você acha mesmo que eu me importava com quem eu chamava para estas festas? Era só um pretexto para chamar sua atenção, para fazer você vir até mim.
–Péssimo jeito de chamar a minha atenção– ele disse, fazendo ambos rirem.
Harry mordeu o lábio.
–Deu certo, no entanto, você veio!
Louis quis ocultar a parte pela qual veio de verdade, pois afinal, não importava: ele foi.
–E tudo bem se você não sabia que alguém como eu podia sentir isso. Porque eu senti o suficiente por nós dois esse tempo todo.
Ela se aproximou ainda mais dele, colando seus narizes em um beijo de esquimó, compartilhando a mesma respiração.
–Mas… Acho que tem algo me cutucando lá embaixo. Que tal nós aliviamos você agora?– ela disse, com a voz carregada de malícia.
Louis sabia o que ela queria dizer com isso e ficou nervoso –não que ele não estivesse antes. Arregalou os olhos para ela em total choque e surpresa. Ela sorriu, compreensiva, os dois estavam no mesmo barco, afinal.
–Tá tudo bem, nós vamos devagar– ela sussurrou pra ele, descendo com as mãos pelo torso desnudo.
Ao chegar na braguilha da calça, Harry foi rápida em se desfazer dos fechos. Saiu do colo do outro apenas para tirar o restante das roupas que ele ainda vestia e voltou a se sentar sobre sua barriga.
–Então… Hum, como você quer fazer isso?– ela perguntou, meio sem jeito, sentido o pau duro roçando o final de suas costas. Ok, para a sua surpresa, Louis era bem dotado…
–Bom, eu também não sei… Só conheço a teoria, também– ele soltou, com medo de parecer um idiota e ter acabado com o clima, mas Harry achou engraçado.
–Vamos fazer do método tradicional, então, pode ser?
Ele assentiu com a cabeça e isso foi o suficiente para Harry. Ela jogou-se na cama, de costas, e arrumou-se confortavelmente entre os travesseiros. Aguardou, de pernas abertas.
Mas Louis não foi.
–É… Hum, Lou Lou, isso quer dizer que você vêm por cima de mim– ela disse, com um tom contido de ironia.
–A-ah s-sim… Claro. Eu já sabia– respondeu, envergonhado.
Foi então que decidiu se mexer. Engatinhou, ansioso, por cima daquele corpo delicado que ele tinha acabado de se deliciar, até ficar cara a cara com o rosto lindo que ele tanto admirou em silêncio.
–H-Harry… Nós n-não temos camisinha– lembrou, com o rosto quente até as orelhas. Ele não queria parar, mas era importante alertar ela disso, afinal, era um fator bastante importante e decisivo.
–Não tem problema, gatinho, eu tomo pílula e nenhum de nós dois nunca nos deitamos com ninguém. Estamos limpos, acho que vai ficar tudo bem– ela respondeu, e pela expressão surpresa no rosto de Louis denunciou que ele não esperava isso dela.
Harry apenas revirou os olhos.
–Lou Lou, eu não quero parar. Agora coloca o seu pau em mim antes que eu ache que você não me quer– ela rosnou, um tanto impaciente.
Engolindo em seco, achando que ela estava falando sério, Louis segurou o membro com a mão e guiou até a grutinha dela, alinhando-o. Ele enfiou a cabeça com calma, experimentando o que era a penetração de verdade pela primeira vez.
O calor inebriante quase o fez enterrar sem pensar, mas olhou para Harry e ela estava com os olhos fechados com força. Ele respirou fundo e continuou, devagar, se torturando sem querer, até sua pelve encontrar com a dela. Ele soube ali que a vida não era apenas livros e vídeo games. E também que não seria fácil se segurar.
–Puta merda…– ela gemeu, sentindo-se alargada e cheia ao mesmo tempo. Nem suas aulas de física explicariam isso.
–Você tá bem, Hazz?– ele perguntou, preocupado, com todo o autocontrole que tinha.
A garota não pode não notar o modo carinhoso como ele a chamou. Um sorriso pequeno surgiu em meio às suas expressões dolorosas.
–Se você gemer esse apelido bem gostosinho no meu ouvido, eu fico bem rapidinho, gatinho– ela brincou, entre suspiros.
Dessa vez, foi Louis quem revirou os olhos.
–Nunca desce do pedestal, não é?
–Se eu descesse você não me notaria.
Louis sorriu carinhosamente, pousando um beijo no centro da testa dela.
–Eu teria notado mesmo se você se escondesse– confessou e iniciou uma estocada gentil, pois ele estava delirando.
Harry gemeu, voltando a fechar os olhos. Ela passou os braços em volta do corpo de Louis e o abraçou, puxando-o para perto, quase completamente deitado sobre ela. Trocando calor e suor como devia ser.
–Devagar, Lou Lou, você é grande, sabia?– fora uma pergunta retórica, mas Louis ainda assim respondeu:
–Eu tenho ciência que é um pouco acima da média…
Harry queria rir, mas logo veio outra estocada e tudo que ela fez foi gemer ao sentir aquele pau todo dentro dela outra vez. Ele estava indo devagar, mas ainda assim demoraria um pouco para ela se acostumar.
Louis, no entanto, parecia estar tendo o melhor momento de sua vida. Ele jamais poderia imaginar que sair e entrar dentro de uma buceta poderia ser mais prazeroso do que tirar notas altas no boletim escolar.
Harry o apertava tanto que ele mal tinha tempo pra pensar. Era quente, molhado e estreito de um jeito que sua mão nunca fora. Ele quase podia ver estrelas se fechasse os olhos.
As estocadas se seguiram no mesmo ritmo. Vez ou outra, Louis aumentava a velocidade, mas quando ouvia Styles gemer um pouco mais alto ele voltava o que estava fazendo antes como se tivesse tomado um choque de realidade. Pelo menos havia a constância, que o deixava na beira.
–Lou Lou, você pode fazer o que quiser, agora– ela sussurrou, naquele tom sedutor –Eu estou bem.
Ah… Harry não devia ter dito essas palavras. Era a permissão que Louis precisava.
Desesperado, ele não pensou duas vezes antes de sair de dentro dela e cair com o peso do corpo na estocada. Harry soltou um berro, mas Louis não parou. Mais do que ele queria admitir, ele gostou de ouvir isso.
Continuou na mesma intensidade, ouvindo os suspiros dela em seu ouvido, derretendo-se, entregando-se de corpo e alma.
Louis estava perto, ele podia sentir. Ele ficou triste de não durar tanto tempo –mas, se fosse honesto consigo mesmo, ele achou que durou muito mais do que um dia pensou para sua primeira vez.
As estocadas começaram a perder o ritmo de uma hora para outra, e quando Harry achou que podia voltar a respirar, Louis investe contra ela com toda sua força, enchendo-a e gozando dentro dela. Uma quantidade absurda; transbordava, ameaçando sair.
Ele ainda ficou um tempo dentro dela, deixando o pau ter espasmos e de liberar até a última gota. Abraçado a ela com o corpo suado e meio trêmulo.
Harry acariciou sua nuca, brincando com os fios de cabelo enquanto esperava ele se acalmar. As respirações se acalmando aos poucos.
–Isso foi a melhor coisa que aconteceu em toda a minha vida– Louis admitiu, baixinho. Tão baixo que se ele não tivesse literalmente deitado sobre o corpo de Harry, ela não teria ouvido.
Depois de mais um momento de silêncio, Louis se retirou de dentro dela, com o pau mole. Ele o cobriu com as mãos quando caiu ao lado dela na cama. Agradeceu por Harry não ter feito piada naquela hora –ele já estava envergonhado o suficiente.
–E-eu já te recompenso, Hazz, só deixa eu me recuperar um pouco, tá?– ele disse, constrangido, o coração a mil.
Harry riu.
–Me recompensar sobre o que?– ela ergueu uma sobrancelha, inquisidora.
Louis corou.
–Por não ter te feito gozar agora.
–Que sorte a minha…– ela disse, virada de lado, com a mão na cabeça apoiada, olhando para ele com aqueles olhos irônicos –Minha primeira vez e eu vou gozar duas vezes… É mais do que muita menina tem por aí, em!
–P-para de zoar com a minha c-cara.
Ela ri ainda mais e, para amenizar, pousa a mão livre sobre o peitoral dele, acariciando-o o meio com carinho.
–E como pretende me recompensar, gatinho?
Ele quis esconder o rosto de tanta vergonha.
–C-com a b-b-boca…
Harry abriu um sorriso malicioso.
–Então é melhor você se recompor logo, Louis Tomlinson,– ela chegou com a boca mais perto de seu ouvido para sussurrar –Porque eu tô doidinha pra que minha buceta seja seu único alimento até o dia amanhecer.
E, com os olhos arregalados e o pau voltando a endurecer, Louis se viu tendo uma reviravolta na vida.
Bom, e se Louis e Harry começaram a namorar? Sim. Harry nunca mais deixou Louis ter uma tarde só de estudos que a recompensa pelo bom desempenho era uma peça de roupa a menos –e ela sabia que ele sempre tinha bons desempenhos…
oiii meus amores, fiquei inspirada com o Harry lançando vibrador kkkkkkkkk vim postar um trechinho da pt2 de pick me (tenham paciência cmg juro q irei tentar postar o mais rápido possível)
""""""Harry anda me avitando, mas, quando acaba que eu consigo a oegar desprevenida e a agarrar por trás, eu sinto o corpo inteiro dela se estremecer. Ela anda passando horas no quarto, trancada, e quando sai, está com as bochecas coradas, os cachos molhados depois de um banho e sua pele vermelha. E eu noto o quanto ela anda sensível.
Muito mais do que ela já, se é que isso é possivel.
Me parece sujo demais deduzir o que Harry anda fazendo as escondidas, e por isso fica tao envergonhada quando me ve e eu pergunto se estava tudo bem. Mas é excitante demais a ideia que minha gatinha esteja fazendo coisas inapropriadas, e se aliviando sozinha.
Na quarta de noite acontece algo que me prova quase tudo que eu estou pensando. Harry saiu de um banho quente e demorado, suas bochechas estão coradas, pele avermelhada e vejo que ela esta ofegante e sonolenta. Ela ja esta de pijaminha, vestindo um conjuntinho rosa. Minha mente traçando possibilidades do que ela poderia estar fazendo dentro daquele banheiro. A observo se dirigir para a cozinha com seu conjuntinho de pijama flanelado, shorts e camisa de botão.
Ela não percebe quando eu me aproximo dela por trás e agarro sua cintura, a fazendo pular de susto e tentar de afastar. Mas eu nao deixo, a puxando mais para mim, e abraçando sua cintura.
– L-Lou! – ela morde os lábios apreensiva e se vira para mim. Suas mãozinhas pousando no meu peito e seus cachos na altura do meu queixo. – V-você me assustou...
– O que você tem, Haz? - Aperto sua cintura de propósito, somente para vê-la estremecr e morder os lábios inchadinhos. – Parece que anda vendo o bicho-papão
– N-não! Não é nada, Lou. O que você ta dizendo?
Ver ela gaguejar e sorrir nervosa faz a minha mente viajar por tantos cenários impróprios. Me sinto um merda por deixar meu olhar escapar pros seus seios gostosos subindo e nascendo na minha frente, por ela estar ofegante.
A ideia de que eu posso ter deixado ela molhada me tira o juízo""""
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Pool party
Final girl
Yes, father William?
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Pyjama délicat
eu amei a saga do enzo ceo rico e poderoso mas fiquei imaginando...
enzo artista pobre que acabou de começar a atuar e reader filha de um homem muito influente no mundo dos negócios que odeia ele...
imagina ela toda moça de família e ele levando ela pro mundinho dele e tirando o cabaço dela🗣🗣🗣 aff eu amaria
nossa, como eu adorei isso aqui! amo a virada de chave pra nós comendo o palhaço rolinha pobre coitado.
(não revisado, tenham piedade pls)
segue aqui seu pedido, minha queen:
Você conheceu Enzo em um evento da sua faculdade em que ele era bolsista em teatro e artes cênicas, enquanto você pegava a mensalidade total em um curso renomado. A primeira vez que se encontraram, você ficou totalmente encantada por ele, aqueles cabelos sedosos, o rosto de galã e olhos gentis, mas quando você descobriu que ele fazia teatro e se vestia tão... desleixado, então deixou de lado sua atração por ele, sabendo que sua família nunca aceitaria caso vocês tivessem algo.
Entretanto, Enzo simplesmente estava em todo lugar que você ia. Ficou louco pelo seu jeitinho de princesa e como você parecia uma bonequinha toda inocente e arrumadinha. As suas unhas sempre feitas, o cabelo impecável, usava joias a qualquer momento do dia e suas roupas e sapatos eram de marcas de luxo. Mesmo que ele recebesse olhares enojados do seu pai toda vez que ia te cumprimentar, o moreno fazia questão de te dar pelo menos um oizinho.
Você evita ele em todos esses lugares, mas Enzo sabia que era muito educada para simplesmente ignorá-lo. A situação mudou totalmente no dia que você foi ao teatro sozinha porque seus pais cancelaram de última hora, mas estava ansiosa para ver a obra e era muito fã do diretor, então decidiu assistir sozinha no camarote exclusivo da sua família. Ao ver quem era o ator principal seus olhos se arregalaram e outras reações incomuns surgiram pelo seu corpo, assistir ele atuar era hipnotizante, não só Enzo era extremamente talentoso, como aparecia em algumas cenas sem camisa fazendo uma pulsação irritante crescer no meio das suas pernas. No fim da peça, ficou esperando no hall de entrada do teatro, distraída admirando as belas pinturas e ornamentos do ambiente. Apreensão toma conta do seu ser quando sente uma mão grande tocar suas costas, vira-se rapidamente para ver quem foi.
Seu coração acelera ao dar de cara com aqueles olhos castanhos enquanto os lábios tinham um sorrisinho arrogante.
"Você por aqui, bonequinha." Diz ainda sem tirar as mãos do seu corpo, agora deixando-a descansando no seu ombro.
"Que susto, Enzo." Responde colocando a mão no peito, tentando em vão acalmar seu coração que martelava no seu peito, nervosa com a proximidade dele."V-você é muito talentoso, fiquei impressionada."
"Obrigado, gatita." Fala agora brincando com a alça fina do seu vestido, sorrindo ao ver suas bochechas corarem por causa dos nomes carinhosos que ele te chamava.
Você nem lembra direito como acabou se beijando com ele no corredor escuro dos camarins. Só recorda dele dizendo que te mostraria umas coisas do cenário e quando chegaram perto de um canto escuro, ele só te puxou e te pressionou contra a parede. Agarrando sua cintura e roçando o nariz grande no seu pescoço, falando como você estava cheirosa e muito linda com essa roupinha, sentia seu corpo tremer com a voz grave dele te dizendo tudo o que imaginava antes de dormir.
Não demorou muito para vocês começarem a se beijar enquanto as mãos passeavam pelo corpo um do outro. Enzo subiu seu vestido apertado até a cintura e enfiou uma coxa musculosa no meio das suas pernas, logo empurrava seus quadris para você começar a se esfregar nele. Desajeitada, se mexia buscando estímulo, mas sentia que não era o suficiente, só manchava o tecido fino da calça e sua intimidade pulsava, intensamente, buscando alívio.
Percebendo que você gemia implorando por mais, Enzo desceu uma mão até a sua bucetinha, acariciando onde sabia que te fazeria ver estrelas, e pelo o que ele notou você era bem inexperiente, soltando sonzinhos e miados só de ter a língua dele massageando a sua ou as mãos apertando sua bunda e peitos.
Quando ele afastou sua calcinha para o lado e você sentiu o contato pele a pele do indicador dele esfregando seus clitóris, soltou um gemido alto contra os lábios carnudos e desatenta acabou mordendo o a carne macia. Seu rosto ardeu de vergonha por se sentir tão patética.
"Uau, a gatinha morde." Disse rindo e lambendo o cantinho dos lábios que sangrava um pouco. Sua buceta se contraiu ao redor de nada ao perceber que seu batom manchou o queixo dele e como os olhos escuros te devoravam.
Enzo retomou a massagem contra a sua entradinha molhada, esfregava círculos lentos no seu pontinho inchado na medida que distribuia beijos pelo seu rostinho quente, já que você não conseguia beijar ele direito e nem parar de choramingar. Você gemeu mais alto quando ele enfiou um dedo comprido na sua entradinha, penetrava até a metade tentando te fazer se acostumar com a sensação, notando que você começou a se foder no dedo dele, Enzo baixou a frente do seu vestido, chupando seus biquinhos tesos e grunhindo com a sensação deliciosa da sua bucetinha molhada engolindo o dígito.
"Goza pra mim, princesa, quero sentir essa bucetinha me apertando." Sussurra no seu ouvido, adicionando mais um dedo e acelerando os movimentos. Tapou a própria boca ao soltar um gritinho quando seu orgasmo chegou, com a outra mão fincou as unhas no braço musculoso e sentia os espasmos da sua buceta quase expulsando os dedos do mais velho.
Depois disso, vocês engataram em um relacionamento sério, apesar das diferenças, se entendiam como ninguém e ambos estavam começando a se apaixonar.
Enzo te levava a lugares que você nunca tinha ido, aquelas lanchonetes de esquina que seu pai criticava, os brechos e sebos que sua mãe odiava e ainda te fazia acompanhar ele em festas da galera das artes. Além disso, te ensinou a apreciar as pequenas coisas da vida, como andar de bicicleta ao amanhecer e fazer trilhas para se conectar mais com a natureza. Claro, você fazia tudo isso escondido dos seus pais, jurando que estava passando o fim de semana na casa de uma amiga que te acobertava e torcia pelo seu relacionamento com o moreno.
Como era um pouco mais velho e mais experiente, Enzo te ensinou tudo que sabia sobre sexo. Após o dia no teatro, quase todas as vezes que se encotravam rolava algum tipo de atividade sexual. Vocês já tinham feito de quase tudo, te ensinou como chupar o pau dele, como se masturbar da maneira correta, as vezes vocês ficavam só se esfregando até ele gozar na sua coxa e você se contrair ao redor de nada, mas nunca realmente fazendo sexo.
Estava decidida que hoje seria o dia que finalmente sentiria o pau grosso dele dentro de você. Por isso, planejou tudo antecipadamente, colocou uma roupa que sabia deixar ele cheio de mãos bobas, se perfumou mais do que o normal e colocou um filme entediante para vocês assistirem. Não demorou muito para você já estar por baixo dele só de lingerie, Enzo chupava seu pescoço enquanto você gemia em protesto para não deixar marcas que seus pais pudessem ver, ele chupa uma marquinha roxa na sua nuca onde o cabelo cobre e baixa os lábios até encontrar seus peitos cobertos por uma renda fininha. Ele lambia e chupava seus seios por cima do tecido, encharcando o pano e pressionava a ereção pesada na sua calcinha igualmente fina.
"Quero fazer hoje, Enzo." Diz ofegante quando ele retira seu sutiã e começa a chupar seus mamilos enquanto apertava a carne macia. Seus quadris se remexiam um contra o outro e sua umidade melava suas coxas.
"Tem certeza, muñequita? Quer que eu foda essa bucetinha virgem, hm?" O moreno te responde, voltando a aproximar o rosto do seu, olhando no fundo dos seus olhos para ter certeza que você realmente queria ele. ao te ver assentir entusiasmada e murmurar vários sim's, Enzo enfia uma mão entre seus corpos para tirar a cueca dele e passar os dedos pelas suas dobrinhas molhadas, gemidos manhosos saiam da sua boca conforme dois dígitos te penetravam e o polegar esfregava seu clitóris. Apesar de você já estar bem molhada, Enzo sabia que não seria fácil meter o pau sem preparo ou se você não estivesse gozado pelo menos uma vez.
O mais velho sabia como te fazer enlouquecer e onde estava todos os seus pontos sensível. Curva os dedos dentro do seu canal, acariciando aquele lugar que te fazia soltar mais lubrificação ainda ao mesmo tempo que beijava seu pescoço sensível. Você agarrava as costas musculosas, gemendo com a chegada inesperada do seu orgasmo. Suas costas arquearam e chamava o nome dele desperadamente, pela sensação elétrica que corria pelas suas veias ao jorrar mais líquidos nos dedos grossos.
Quando você se recuperou, Enzo voltou a unir seus lábios, te dando um beijo amoroso e lento para tentar transmitir toda a paixão que sentia por ti. Pincelava a cabeça vermelha do membro na sua buceta encharcada, ele admirava seus olhos te achando a coisa mais preciosa do mundo e pensando como era sortudo por ser seu primeiro, e com certeza, vai fazer questão de ser o único.
O mais velho enfiou pouco a pouco o pau grosso na sua entradinha apertada, arromabando seu buraco totalmente, te esticando ao máximo e fazendo seus olhos se fecharem para aguentar a ardência que crescia junto com o prazer. Observando sua expressão, Enzo acariciava seu corpo e passava os dedos levemente pelo seu clitóris sensível, quando ele meteu tudo, você se sentia cheia e como se ele cutucasse seu útero com a profundidade que alcançava. Pediu para o seu namorado começar a se mexer, rebolando sutilmente contra os quadris do mais velho.
Ele iniciou um ritmo devagar, pressionando o corpo suado contra o seu, preenchendo todos os seus sentidos, te fazendo gemer loucamente. Enzo gemia alto com o jeito que sua bucetinha quente e estreita apertava o pau dele, massageando o comprimento de uma forma tão gostosa. Além disso, suas bolas tensionavam com a maneira que você estava desesperada por ele, arranhando as costas definidas e agarrando os cabelos sedosos tão forte que o couro cabeludo dele doía.
Quando ele passou a te foder com força, fazendo seus corpos emitirem sons altos ao se chocarem e sua buceta molhar os pelos da virilha dele, choramigou que não iria aguentar mais e precisava gozar no pau dele dentro de você. Enzo também sabia que não duraria muito, subestimando como era sentir uma buceta virgem espreme-lo e ainda por estar fodendo a mulher que ele amava mais que tudo. O uruguaio passa a te foder mais rápido, desengonçado e com grunhidos altos misturados com palavrões.
Enzo enfia o rosto no seu pescoço ao soltar jatos quentes de porra dentro de você, grudando mais ainda seus corpos e levou uma mão para beliscar seu clitóris até sentir suas paredes se contrairem ao redor dele. Se afastou para ver o gozo escorrer pela sua bucetinha arrombada, passeou os dedos pela sua intimidade espalhando o líquido branco por toda a pele da região, te marcando de uma forma que ninguém nunca faria. Por mais que o relacionamento de vocês fosse um segredo por agora, ele não poderia esperar para colocar um anel no seu dedo e te ter assim todos os dias.
E claro que sua família descobre tudo quando acha um teste de gravidez positivo no meio do seu lixo❣️
how does the blue look :D



