𓏳 ˚⋆˙⟡ · 𝐴𝑣𝑖𝑠𝑜𝑠: MDNI, conteúdo sexual explícito, linguagem imprópria, sexo desprotegido, esse tá bem romântiquinho gente.
𓏳 ˚⋆˙⟡ · 𝑁𝑜𝑡𝑎: Feliz dia dos namorados pessoal! teve sorteio nas Hottie Hottie e eu tirei a linda da @momoonie , então leiam com moderação porque o homi é comprometido.
❝ You're so precious, I can't take it…❞
Desde o primeiro instante em que seus olhares se cruzaram, Yudai pressentiu que havia entrado num beco sem saída, ele só não esperava que depois de uma noite com você, sua vida virasse de cabeça para baixo.
Ele era cético com praticamente tudo, mas porra, poderia jurar que foi hipnotizado sem ao menos se dar conta. Pra ele, só isso justificava ter ficado completamente sem rumo, atordoado de verdade por uma mulher, sabe? Ele não ficaria surpreso se fosse exatamente isso pois, acredite, dizer que ele estava doidinho por você ainda era eufemismo.
Era possível dizer que nem ele mesmo estava se reconhecendo, até porque o Yudai de mais ou menos três meses atrás jamais estaria plantado na frente da casa de alguém às duas da madrugada.
Quando seus amigos em comum apresentaram vocês um ao outro numa saidinha qualquer de fim de semana para beber há um tempo, foi inevitável para Koga não desejar ter você na cama dele no final da noite. Entretanto, ele não esperava nada mais do que isso: uma noite gostosinha de sexo e tchau, mas as coisas nem sempre ocorrem como esperamos. Quando acordou no dia seguinte, você já não estava mais lá, sequer havia deixado algum rastro de que esteve ali, exceto pelas marcas que suas unhas e boca deixaram pelo corpo dele… Olhou o celular e nenhum vestígio de mensagem sua, ignorou todas aquelas outras que enchiam a caixa de entrada do aparelho, claro. Ficou frustrado, mas assim que reconheceu o sentimento, se autojulgou. Tinha te conhecido na noite passada, não era pra tanto. Isso até o final daquele mesmo dia ele próprio se render e te mandar uma mensagem só pra "confirmar se tinha salvado o número certo na noite anterior". Não vamos entrar em detalhes sobre o sorriso largo que ele deu quando finalmente a única notificação que ele estava querendo receber chegou.
Os dias se seguiram entre trocas de mensagens até chegar o momento em que a primeira coisa que ele fazia ao acordar era te mandar um bom dia e a última antes de dormir era te desejar uma boa noite de sono. Se sentia patético quando finalmente dava um tempo do celular e caía em si, mas era impossível disfarçar o sorriso de canto quando estava trocando mensagens com você de novo. E quando decidiu te chamar pra sair mais uma vez, por pouco não jogou o celular janela a fora de nervosismo, ficou até receoso de verificar sua resposta, mas fogos de artifício quase foram soltos pelo mesmo quando você aceitou.
A semana que se passou até o dia do encontro foi uma verdadeira tortura, os dias nunca pareceram se arrastar tanto. Quando a data finalmente chegou, ele jurou que poderia ter um infarto de tanta ansiedade. Problemas que nunca aconteceram antes também surgiram, encontrar a roupa ideal foi um verdadeiro desafio, nada parecia bom o suficiente para te rever, mas de qualquer maneira, isso mal importava de verdade, os planos dele para aquela noite não incluíam nenhum dos dois vestidos mesmo. Até se perfumou mais do que o normal na intenção de fazer o cheiro dele grudar até na sua mente.
Quando chegou no seu endereço para te buscar considerou se a reserva no restaurante valia tanto a pena assim porque ele poderia pular a janta e te levar pra cama no mesmo segundo em que te viu. Ele sentiu que a imagem de você abrindo a porta era a mesma que ele teria se morresse e fosse direto pro céu. Sua face perfeita, seus olhos marcantes que o faziam querer arrancar o próprio coração com as mãos e entregar pra você, o vestido vermelho que se moldava em seu corpo escultural. Qualquer uma das deusas do Olimpo teria inveja de você. Yudai se sentia um garotinho babão na frente de um mulherão.
Por sorte, ele conseguiu sair daquele transe, mesmo ficando constrangido quando te viu rir da cara de bobo dele. O jantar foi realmente melhor do que ambos esperavam, as conversas e as risadas trocadas ainda mais. E ao final da noite, quando ele foi te deixar em casa, você decidiu que era hora de tomar atitude. Sendo mais rápida que Yudai dessa vez, sequer o deixou pensar em se despedir, começou a arrastá-lo para dentro de casa, o beijando com tanta vontade enquanto o levava até seu quarto. É justo dizer que o sexo daquela noite foi coisa de cinema até melhor que o da primeira vez, o que já parecia difícil de superar, pelo menos para Koga.
Ah, Yudai... O homem estava maravilhado a partir do dia seguinte, como se tivesse conhecido o paraíso e voltado. A essa altura, mesmo não querendo confessar, já estava mais do que apaixonado, dominado é o certo a se dizer. Merda, logo ele que não era desse tipo de coisa, logo ele que curtia o "pegar sem se apegar".
Sendo sincera, Yudai foi cabeça dura. Continuou tentando negar para si mesmo a existência desse sentimento. A forma como tudo relacionado a você o tirava do eixo não era normal, ele queria você vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, trinta dias por mês. Ficava à míngua quando percebia que você ainda não havia visto as mensagens dele, quando você dormia primeiro e esquecia de mandar boa noite, era ridículo pra ele, sabe? Nunca foi assim com ninguém, mas com você era diferente, pensava tanto em você que até sonhava. Sua boquinha por todo o corpo dele, como olhava direto nos olhos dele enquanto enterrava o pau fundo em você... Porra, a lembrança da sua voz docinha chamando o nome dele. Os banhos de Yudai agora eram frios e longos, ele estava enlouquecendo.
Naquela noite em questão, nem dormir ele estava conseguindo. Como se o efeito da última vez tivesse passado rrápido demais do corpo dele, deixando Yudai numa abstinência do caralho e numa carência que ele sequer conseguia controlar. Ele precisava de você de novo, precisava muito, estar mesmo que só perto de você, o que fosse, já seria o suficiente para cessar essa tortura. Koga sabe que não foi uma escolha racional, mas quando deu por si seu corpo já estava operando no automático, seguindo um único rumo, correndo estrada a fora, nem ao menos se importando com a chuva constante que logo logo o encharcaria.
Talvez fosse imaturo, precipitado o que iria fazer. Era tão tarde pra aparecer na sua casa, não queria te assustar parecendo um louco desesperado (embora estivesse se sentindo a porra de um louco desesperado), mas ou ele teria você mais uma vez que fosse, ou nem um pingo de sanidade o restaria mais.
Quando finalmente chegou, sequer se preocupou em tomar fôlego, nem pensou muito, bateu na porta algumas vezes e sinal nenhum. Passou a mão pelos cabelos agora molhados, frustrado, bufou para si mesmo e bateu mais uma vez. Nenhuma resposta novamente. Quando considerou se dar por vencido e sair dali, o som do trinco fez o coração de Yudai acelerar mais do que o percurso até ali. Quando a porta finalmente se abre, revelando sua imagem no escurinho, a cabeça dele vira uma confusão completa.
Não importa o horário ou a ocasião, você parece uma miragem, mesmo ali no vão da porta. Mesmo com os cabelos bagunçados e os olhos semicerrados, como se tivesse acabado de acordar e estivesse tentando focar no que estava à sua frente. Como podia ser tão linda? Yudai chega a ter inveja da camisolinha de seda que cobria suas curvas, o caimento levinho no seu corpo não ajudava em nada a situação crítica dele.
Ele mal sabe, mas do seu ponto de vista o impacto é mútuo. Você o observa ali, Koga completamente encharcado, a jaqueta pesada de água, as gotas escorrendo pelas mechas do cabelo coladas na testa e pingando pelo maxilar marcado enquanto o peito dele sobe e desce, parecendo lutar para recuperar fôlego. O som da chuva caindo no asfalto é tudo que se ouve, a luz do poste à frente clareando os pingos grossos caindo do céu.
Péssima hora pra ficha dele cair. Que porra ele tá fazendo ali, plantado na frente da sua casa às duas horas da madrugada feito um completo lunático? Mas, ao contrário do que parece, Yudai não sente vergonha ou sequer pensa em dar meia-volta, o choque é total por perceber o tamanho do controle que você tem sobre ele. Ah, o orgulho dele é quebrado bem ali na sua frente. Ele engole em seco, sustentando seu olhar curioso, aceitando o fato de que perdeu totalmente as rédeas. É isso.
No milésimo de segundo seguinte, o cheiro docinho do seu perfume emana da sua pele e o atinge diretamente. Você pisca, sussurra rouca, a voz arrastada por ter acabado de acordar: “Yudai...?”. Ver sua boquinha pronunciando o nome dele daquele jeitinho outra vez é o ponto de ruptura. Talvez ele não só precise de você, ele anseia por você, anseia pelo seu toque, pelo seu corpo, pelo seu gosto. Agora. Imediatamente!
Antes que você consiga finalmente perguntar qualquer coisa, Yudai enfim avança. Cola a boca na sua com um suspiro pesado, seus lábios macios eram o maior precipício dele, o tornando instintivamente bruto, faminto, feito um animal que passou dias privado de tudo. O corpo dele se choca contra o seu com força, o impacto te empurra um bom passo pra dentro do hall de entrada e, num movimento automático e sem o menor cuidado, um dos pés dele chuta a porta para trás com força, fechando-a com um estrondo alto.
No mesmo instante, te prensa contra a parede fria do corredor. As mãos grandes, calejadas e trêmulas de pura adrenalina espalmam contra a superfície, uma de cada lado da sua cabeça, te enjaulando entre ele e a parede. Yudai te degusta com vontade, a língua invadindo a sua boca com nada menos que possessão, sugando seus lábios já bem babadinhos e fazendo seu corpinho inteiro arrepiar contra ele, te saboreando com tanta necessidade e descontando cada segundo em que ficou sonhando acordado com isso outra vez.
Quando a falta de ar se faz presente, ele afasta a boca da sua por apenas alguns milímetros, mantendo a testa úmida colada na sua, a respiração quente e pesada de ambos se misturando. Você solta um risinho fraco, meio tonta pelo ataque repentino, o corpo molinho e os braços agora subindo para se apoiar nos ombros largos dele.
— Você ficou maluco? O que foi isso do nada!? — Tenta perguntar, o tom saindo divertido entre os ofegos e arrancando uma risadinha da parte dele também.
— Tô sim. Tô completamente maluco... — Sai praticamente como um desabafo, a voz arrastadinha de tesão. Ele não consegue te soltar nem por um segundo, enquanto fala, os lábios de Yudai grudam em você outra vez e agora descem por sua pele, percorrendo seu maxilar, distribuindo beijos desordenados e mordidinhas na lateral do seu pescoço. — Eu não aguento mais nem um segundo longe de você. Não consigo dormir, não consigo viver minha vida. Tô perdendo a cabeça e a culpa é sua. — Declara sem filtro, mandando pro inferno a pose de homem durão que sempre teve.
Cegamente, ele vai te arrastando pela sua própria casa. Yudai mantém o quadril coladinho ao seu, as mãos indo direto agarrar sua cinturinha com firmeza, te guiando no escuro da sala. No meio do caminho acaba esbarrando com tudo nas costas do sofá, mas sequer hesita, o foco dele é inteiramente você. Koga volta a colar os lábios na sua boca, calando qualquer pergunta sua com mais um beijo estalado, intercalando o ósculo com as confissões que continuam saindo dele sem permissão.
— Eu sei que tô parecendo a porra de um idiota desesperado surgindo aqui a essa hora e desse jeito... eu sei o quanto isso pode parecer ridículo também, mas eu tô pouco me fodendo, que seja, não me importo de parecer gamado, caidinho,um cachorrinho na coleira por você. Eu não dou a mínima… desde que eu seja o seu homem. Eu quero essa porra séria, então diz que você quer também, diz que me quer e eu juro que que te dou até o mundo.
Enquanto Yudai continua a declaração entre beijos, as mãos dele deixam sua cintura e começam a tatear seu corpo sem controle, subindo e descendo pela lateral das suas costelas e alisando seus braços, os sentindo arrepiadinhos, isso até alcançarem a barrinha da sua camisola. Com pressa, ele puxa o tecido pra cima sedento, tirando a peça levinha do seu corpo e a jogando em algum canto no chão da sala.
Seus peitos ficam totalmente expostos, os biquinhos eriçados tanto pela excitação quanto pelo ar fresco do ambiente, você solta mais uma risada gostosa, genuinamente entretida com o nível de delírio desse homem. O contraste entre o Yudai marrento e até imponente com esse que está à sua frente, tão descontrolado e carente, é gostoso demais de ver.
— Você bebeu antes de vir pra cá, né? Pode falar. — Pende a cabeça pro lado, brincando de fugir dos lábios insaciáveis de Yudai, o mesmo que não leva mais do que segundos para tirar sua calcinha com facilidade e embolsá-la rapidamente, esboçando nada mais que um sorriso presunçoso quando percebe que você notou.
— Antes fosse bebida, álcool só me daria uma ressaca, o que tem me deixado embriagado é bem mais potente... — Responde com a voz baixinha de propósito enquanto sorrateiramente envolve as mãos por baixo das suas coxas e te ergue do chão sem qualquer dificuldade, tirando proveito de todo o vigor e força física para te pegar no colo. Suas pernas circulam o quadril de Yudai, seu corpo nu sentindo toda a umidade fria das vestes do mesmo.
Koga dá a volta no sofá em passos largos e se joga no estofado sem te soltar por um segundo. As bocas de vocês voltam a se colar, parecendo dois ímãs incapazes de passar tempo demais longe um do outro. Prontamente você mesma começa a empurrar a jaqueta pesada de Yudai para fora dos ombros enquanto o mesmo se desfaz dos tênis, jogando-os pra longe de qualquer jeito. No segundo em que você puxa a camiseta dele, deixando o peitoral largo exposto, as mãos de Yudai já estão brigando para desafivelar o cinto com pressa.
Já sabendo pelas vezes anteriores os pontos fracos do homem, você aproveita que ele está ocupado com as calças e toma a frente. Enterra o rosto no pescoço de Yudai, distribuindo beijos, lambidas, mordidinhas e chupões pela pele quentinha dele, gemendo abafado só pra foder com o pouco de juízo que ele ainda tem. Yudai solta um choramingo, não esconde sequer o quão afetado está. agora desocupados, os dedos dele se enterram nos seus cabelos. Com a sua ajuda, a calça e a cueca dele são empurradas até o meio das coxas, e o pau já mais que desperto pula pra fora, robusto, latejando. Ah, quando você desce o olhar, quase baba.
— Uau, tudo isso para mim, Koga? — Você nem espera ele responder, sela a boca dele num beijo molhadinho enquanto arrasta a mão para envolver o pau duro e baboso dele, punhetando lentinho, subindo e descendo o aperto dos dedos, observando o que escorre da pontinha a cada aperto. Yudai joga a cabeça para trás, o maxilar travado, as coxas tesas, completamente atordoado pelo jeito que você o maneja.
Mais do que pronta você se ajeita no colo dele, posicionando a cabecinha do cacete bem na sua entrada, sua abertura toda melada, encharcada, ansiando ser preenchida. Enquanto você se prepara, as mãos de Yudai se distraem com seus seios, espalmando ambos com firmeza, beliscando e puxando os biquinhos sensíveis, louco ao ver como seu corpinho inteiro se contorce em cima dele. Quando finalmente desce o quadril, o faz de uma só vez, engolindo o pau grosso até a base.
O impacto arranca um gemido sôfrego dos dois. Caralho, gostoso demais. O encaixe perfeito, como se o interior da sua bucetinha fosse moldado exatamente pro pau dele. No mesmo segundo, Yudai enterra os dedos na sua cintura, cravando-os em sua pele e tomando a frente para ditar o ritmo. Começa a dar estocadas lentas, de baixo para cima, afundando o máximo que consegue da pica dentro de você.
— Porra... você é irreal. Sobrenatural. — Ele sussurra, aqueles olhos escuros te devorando por inteira. — E minha. Só minha, puta merda…
Você geme, rebolando contra a pélvis dele no mesmo ritmo, sorri, sela a boquinha dele e se entrega ao momento.
— Sou... sou todinha sua, Yudai... — Admite já ofegante, subindo os braços pelos ombros dele pra beijar o cantinho da sua boca.
Foi o bastante pra ele perder de vez o juízo. Yudai geme dengoso, abraça sua cinturinha com força, colando o peito dele no seu e passa a estocar com força e velocidade, sem dó. As bolas pesadas batem contra sua bunda, seu clítoris roçando gostosinho na base toda vez que ele entra e sai de você. Os beijos viram uma bagunça, bocas abertas, línguas se chocando, muita saliva.
A sala escura se enche com o som dos gemidos de ambos, o barulho estalado e úmido dos corpos se chocando, o próprio sofá rangendo como se pudesse se partir ao meio a qualquer momento. O som da foda sequer permite que vocês escutem o vento batendo contra as janelas ou mesmo a chuva incessante que continua desabando do lado de fora, parecendo não ter hora para acabar, assim como vocês dois.
Gostou? Dá uma forcinha aí! Uma curtida, um reblog ou um comentário são mais do que suficientes para eu saber que você se agradou com meu conteúdo :)
⚠︎Trigger wrn.⚠︎ ¡MDNI! Strangulation kink discovered, implied con., brief loss of air, pet names, p in v, dry humping, swearing, ¡heavy topics for some!
Ohyul
It began innocently, sorta. trying to quiet your moans while the dorm was occupied by additional bodies. Ohyul was fucking you on his bed, rough thumb pressed into the gland below your jawline accidentally too tight—pushing down on that thick vein running along it, fully lost in the moment. Ohyul’s dick got harder inside you, rammed deeper when he heard your breath hitch sharply–throbbing hotly as you held his wrist in place, whimpering “harder. choke me Hyul ” …that broke him.
His knuckles turned white, tightening as he thrusted back in you hard. Your vision blurred deliciously, pain nonexistent thanks to his thick cockhead hitting your ticklish hilt. “Like it that bad hm?” he slapped into you “can you take both hands baby?”. Choking out a humiliating ‘yes’ you felt his dick twitch, turned on at your helpless stare up—circling his hips now with each pound upwards to your cervix “mm’ so close cause you take it like a good girl”. You were left breathless when his right hand rested over the other–squeezing with precision at the spot which made you disoriented, throat burning, the back of your head being pressed deeper into his pillow.
vision hazy when you stared up at a lustful Ohyul hovering over you, biting down on his pouty lips in ecstasy as he strangled, eyes darkened in a way you had never witnessed. overcame by sensations, he was losing it—faltering on your chest when your pulsing walls clenched his slick length.
Deep groans tickled your neck as his seeds followed, semen contracting out his pink bulbous tip, spilling out of your narrow hole in long spurts, thrusting slowly through the high so you’d milk him of all.
Ohyuls hold loosened only after he got a good look at you dazed below him~ now addicted to leaving you panting and sticky
“We’re doing this more often—I’m buying you a choker”
Extra: His fingertips left oval bruises to the thin skin of your neck, admiring the sexy decoration in the condensed bathroom mirror before you showered- folds drenching at the animalistic scene replaying while you lathered yourself in soap.
Ryul
Kissing you on his lap in the driver’s seat, the heated makeout sesh had gone from hair grabbing to more in seconds. He tried guiding your jawline with his fingers, wanting to dominate your mouth—but during it they drifted lower, then lower, finger pads tracing your throat, then sliding around your nape…enclosing his fist like a cobra doing in on its prey.
Your hums came out broken after, airway restricted by Ryuls sudden aggression. Shifting you closer to him, he let your ass graze his boner— horny, you followed his movements, grinding your clothed clit on Ryuls bulge covered by tough the fabric of his bunched jeans, hanging so loosely the boxers waistband peeked~ sporting a dark grey
Needing to pull back for air, Ryul grunted in annoyance. your eyes met his passionate ones—now heaving chest to chest in the cramped space. Ryul’s eyes flicked to your lips, chasing them before deciding otherwise~ needy for more: (Specifically the controlled breath play that fanned his face and would stop when he strangled tighter)
“ Why’d you stop me.”
“What was that about? I could barley bre—
Impatient, his lips crashed down, tongue sliding past yours, tangling wetly—addicted, wanting his cock buried in you while he strangled. The newfound obsession? Your neck. His fingers already clasped the parameter firmer, pressing on the sides of your neck skillfully right below the soft dip under your jawline where your pulse is. Quickly, his free hand unbuckled his belt. Cock springing free with a push before parting your shorts hurriedly—moaning at the relief of your spongey folds sinking him in. Unable to moan back yourself as he bottomed out fully…but when you stared bouncing on his cock, eyes rolling back in satisfaction, meeting his thrusts halfway, he knew you were enjoying it as much as him and rewarded you with feverish kisses, snapping his throbbing cock faster, free hand rolling your hardened nub of nerves between his calloused fingers, clit twitching, puffy against them.
need that veiny hand to choke me even though i'm not into choking. need that handsome veiny hand to pull my hair. how hot it must be to be treated gently by him since he is indeed a gentleman but imagine how hotter he rips or unbuttons your blouse or unclasps your bra using one hand only while he is mad or when he just needs to use you after a tiring day at the studio . need him to edge me using the tip of his nose though idk if it's possible or not but fuck it just abuse my hole
───── 𝓅. 𝑛𝑒𝑟𝑑𝑦 boyfriend alert ! 🗒️ · ⌞ ❥ ⌝ free use masculino (?), fem dom, dirty talk, sexo sem proteção, masturbação masculina.
talvez seja pervertida demais. Ou talvez o problema seja ele. A pele fresca do banho pela manhã, os fios meio úmidos pesando na testa. Se trocando na frente da cama, alheio a tudo. Todo prontinho para o frio lá fora — os sapatos, a calça, o suéter e a gola da camisa social despontando por cima. Os óculos, o relógio. E mesmo quando ele desaparece pela porta, sabe exatamente como está se comportando no andar de baixo.
coa o café. Fica um tempo saboreando a bebida, com a caneca na mão e o celular na outra, na espera da hora certa de sair de casa. Não acredita que ele está lá embaixo assim — tão perfumado, arrumadinho, correndo os dedos pelos cabelos. Já poderia ter ido, mas parece fazer de propósito, como se estivesse esperando por algo. Por alguém.
é, talvez o problema seja ele mesmo. Não importa o quão indecente a sua mente seja, a dele sempre acaba te superando. Sedento pela oportunidade de servir, para apaziguar os seus nervos. A frustração de saber que ele vai sair assim, tão bonitinho, para os outros apreciarem, e só voltar horas e horas depois.
anseia pela sua presença. Todos os instantes em que o seu corpo se mostra possuído de desejo por ele, cobiçando o pau sempre duro e meladinho de tesão por você. Aquelas noites em que o próprio corpo, cansado do longo dia no trabalho, ainda encontra energia só pra te satisfazer. Os banhos interrompidos pelos seus pezinhos sorrateiros e as mãos que envolvem a cintura masculina sob a água quentinha. A forma com que o joga no colchão, os joelhos engatinhando na cama enquanto cerca a presa. Como monta, rebola e domina. Se lambuza todinha com a porra dele quantas vezes bem quer.
portanto, o natural é concluir que ele, de fato, está ali com um propósito. Quer te ver descer as escadas na sua camisola nova, o rosto amasadinho e a buceta molhada só de saber que ele te aguarda para ser usado.
assim que te nota, então, morde o sorrisinho pra não parecer descarado demais. O bom dia é abafado pelos seus passos decididos, a mão que espalma na mesa. O encara.
— prefere ir trabalhar com as bolas vazias, não é, meu amor? — e ele nem precisa verbalizar a resposta, a ereção sob a calça ilustra perfeitamente as intenções.
deixa os óculos sobre a mesa. Se entrega ao seu beijo babadinho, à lingua que sobressai. Não liga pra bagunça que os seus dedos vão fazer nos fios das nuca dele, pro arranhar das unhas por baixo do suéter. Só de perceber a bunda empinadinha já está afrouxando a braguilha para estar dentro logo. Amo quando você lembra o quanto eu sou só seu, murmura no seu ouvido.
e era exatamente isso que precisava. Tão quentinha, latejando. Queria te comer com mais força, com os olhos vidrados na forma que a sua bunda bate se espremendo contra a virilha dele. Mas não tem tempo nem para sequer cogitar a fantasia.
você se ergue, corta a diversão. Ele te olha confuso, tristinho. Os olhos tão grande e brilhantes, e o pau estourando de tão duro. Amor, suspira, fazendo a palavra soar numa sílaba só.
o seu joelho toca de leve na cabecinha ensopada, puxa a barra da camisola para exibir a coxa.
— vai, termina na mão — diz —, e depois goza tudo aqui. Quero ver a sua porra escorrendo pela minha perna.
ele faz manha.
— não, deixa eu terminar em você — pede. — Na sua bucetinha... Ou então na sua boca, hm? — até oferece mais opções, mesmo diante das negativas insistentes. — Deixa eu só te comer um pouquinho mais, por favor...
— você não é meu? — a sua voz firme interrompe.
— sou...
— então, eu faço o que eu quero, não é? — O puxa pelo colarinho, pra soprar: e eu quero que ver você fodendo a própria mão e depois gozando na minha coxa.
não é precisamente o que sonhava, porém está longe de querer lutar pelo controle aqui. Envolve a palma da mão ao redor da ereção, se estimula. Pode, enfim, acelerar, embora não nas circunstâncias que almejava.
se contenta com a visão do seu corpo, do seu sorriso safado. No tocar da pele macia da sua coxa. Na alcinha fina da camisola que expõe o seio. Nunca iria negar nenhum gole de porra, até estar completamente vazio. Jorra morninho onde foi instruído, todas as gotinhas. E quando você desce a perna, escorre canela abaixo.
ajeita os cabelos dele, os óculos. Dá um beijinho no homem sem fôlego, ainda atordoado pelo orgasmo. Bom trabalho, amor, sussurra.