he literally cannot help it. the second you push your tits together and trap his dick in that soft, warm squeeze his breathing is already ragged and he's looking down at you with his big, watery eyes. and you’re just looking up at him so pretty. lips parted, lashes fluttering, the tip of him poking through your cleavage. and you're smirking.
it makes him feel tingly.
he whimpers. he always whimpers first. grabs onto your shoulders or your hair and starts babbling, “wait wait wait, slow down, you’re so—” but you just squeeze tighter and it’s over.
his hips twitch, stutter, and then he’s cumming in hot, desperate spurts all over your chest, your collarbones, a drop catching your chin. the noise he makes is almost painful.
and then comes the aftermath where he can’t even open his eyes, face burning red, mumbling, “i’m sorry, i’m sorry, you just looked too good, i couldn’t stop, fuck—”
and you just gather a little bit off your skin with your thumb and suck it clean while he peeks through his fingers and whines. dick twisting.
tell him it’s cute. tell him you wanna do it again. he’ll bury his face in your neck, mumble that you’re gonna kill him, but he’s already grinding soft against your thigh.
he’s just so pathetically in love with you it makes him pop like a teenager. that’s all.
𝒔𝒊𝒏𝒐𝒑𝒔𝒆. “Em algum momento 𝗛𝗮𝗻𝘀𝗼𝗹 se tornou uma
fantasia conjunta e recorrente demais para ser ignorada.
Entre você e 𝗠𝗶𝗻𝗴𝗵𝗮𝗼, era um nome doce, que escorria
luxúria caso fosse gemido no momento certo.”
─── 𝗯𝗳! 𝗺𝗶𝗻𝗴𝗵𝗮𝗼 × 𝗹𝗲𝗶𝘁𝗼𝗿𝗮 × 𝘃𝗲𝗿𝗻𝗼𝗻.
𝗖𝗔𝗧𝗘𝗚✷𝗥𝗜𝗔: smut. 𝗣𝗔𝗟𝗔𝗩𝗥𝗔𝗦 : 11.475.
𝗔𝗩𝗜𝗦✷𝗦: chwe hansol marmita de casal, uso
recreativo de drogas (maconha), quebras temporais,
a leitora e o hao são diabólicos, hansol sub patético,
penetração (vaginal & anal), m×m (o minghao come
o hansol), feminização, degradação & oral (f & m).
─── 𝗡✷𝗧𝗔𝗦: é hoje né, juliette? o beijo triplo.
A fumaça dançando em espirais no ar rente aos seus olhos incorporou amargor ao hálito quente dele. Você gostava do modo como as coisas pareciam se tornar mais demoradas quando estava nesse estado, porque, ainda que tivesse urgência em sentir tudo de uma vez, queria se lembrar dos detalhes depois. Os cílios de Hansol tremulam e você sorri com a incoerência que é ele ter olhos tão inocentes, não se aguenta, aproveita a proximidade para roubar mais um selinho quente dos lábios rosados.
Os três espremidos juntos demais para um sofá tão grande, você nem precisou esticar muito o braço para apanhar o cigarro que descansava entre os dedos do seu namorado. Compartilhavam tudo ali — a maconha, a fumaça, Hansol. Por isso, tragou devagar, as pálpebras pesando, porém não ao ponto de se fecharem. Queria contemplar a maneira com a qual Minghao agora também sorvia os lábios do outro homem. Desacostumada em ocupar o lugar da pessoa que observa de fora, era inevitável não se questionar se ele fazia daquela forma com você também, se era tão intenso, quase agressivo.
Minghao pressiona os dedos cobertos de tatuagens contra o maxilar de Hansol. Previsível, quer tomar o controle e o mais novo é tão maleável, tão receptivo, parece perdidinho no beijo indecente. A língua preenche a boca estreita num movimento lento, faz um estalinho soar ao pé do ouvido. Você retorce as pernas meio inquieta e coloca uma das coxas sobre o colo de Vernon — em tão pouco tempo, já cansava-se de só olhar, exigia um pouco de carinho também. Num gesto que insinuava que os seus pensamentos não eram tão silenciosos quanto você imaginava, Hansol corre os dedos esguios pela sua pele. Ele aperta, o toque é gelado. Também parecia cansar-se de só receber, inclinando a cabeça contra a de Minghao para mamar o músculo inquieto.
Sua boca encheu-se de saliva com a cena, era incomum, normalmente sentia a garganta secar quando fumava. Expulsou a fumaça presa nos seus pulmões pela boca, uma risadinha baixa escapando ao notar o desespero de Hansol em continuar beijando quando Minghao começou a se afastar. Ele também percebe, acaba rindo junto.
“Desde quando?”, Vernon murmura lambendo os lábios. Você demora a registrar a pergunta, olhando de relance para seu namorado na esperança de que ele tenha entendido — sem sucesso, no entanto.
“Desde quando o quê?”
“Isso.”, gesticula vagamente, um sorriso de canto no rosto. “Vocês dois.”
Minghao recupera o cigarro das suas mãos para ocupar a própria boca, indiretamente deixando claro que a função de responder essa pergunta ficaria com você. O problema, no entanto, era que o estado de relaxamento no qual a cannabis te deixava, não te permitia pensar tão profundamente sobre a questão. Das poucas memórias que tinha em mente, nenhuma mostrava o momento exato no qual a situação virou do avesso, pois a atração reprimida parecia já estar presente em todas as suas lembranças.
✦ . ⁺ . ✦ . ⁺ . ✦ . ⁺ . ✦
Na sua primeira memória, lembrava-se de ajustar os anéis espalhados entre os dedos enquanto retornava à sala, encarou os sapatos ao lado da porta — colocaria-os antes de sair. A cabeleira escura rente ao sofá não te pegou desprevenida, tinha a impressão de ter escutado o momento exato no qual Hansol entrou enquanto ainda terminava de se maquiar. Sentou-se perto dele, as pernas descansando meio de lado no sofá. O olhar de curiosidade que ganhou já era esperado — sempre muito expressivo. Assistiu-o tragar o cigarro que tinha na mão, talvez quisesse acalmar o nervosismo.
Nem esperou que o beck estivesse fora da boca dele para pegá-lo com as pontas dos dedos, tragando-o com um olhar firme. Dividir não era esquisito, porém era incomum que você não dividisse com seu namorado. Um ruído abafado ecoou ecoou na cozinha e Minghao murmurou algo para si mesmo, como um lembrete sonoro de que ele estava ali. Se questionada, você não era capaz de nomear uma ocasião sequer na qual ficou completamente sozinha com Hansol, entretanto, nesses momentos de meia solitude, constantemente se pegava estranhando o comportamento recluso dele — como se não tivesse coragem de iniciar uma conversa contigo por conta própria.
Por mais que não parecesse ser esse o caso, tinha sim certa intimidade com ele. Fruto da presença constante do homem no apartamento, sua relação com Hansol se tornou próxima relativamente rápido. O hábito de fins de semana começou como um “esquenta” ocasional antes de sair para algum lugar mais movimentado, porém passou a ser tradição quando vocês três notaram que ficar de molho juntinhos no sofá do seu namorado às vezes acabava por ser mais divertido que qualquer barzinho superfaturado.
“Você que escolheu?”, perguntou soltando a fumaça, referia-se à canção que tocava na TV. “O Hao nunca me mostrou essa.”
“Acho que combina com você.”, sorriu ameno, esticando-se para pegar a garrafinha de cerveja que havia deixado na mesinha de centro. “Veio de sugestão logo depois daquele álbum que você me mostrou.”, justificou a impressão.
“Fica esperto que daqui a pouco ela vai falar que essa daí é ruim também.”, Minghao ironizou ainda na cozinha, certamente ouvia a conversa desde o início. Era uma piada interna que existia a umas boas semanas. Bastou que Hansol surgisse animado demais com um álbum que claramente não combinava contigo para que você suspeitasse de todas as sugestões dele dali para frente. Provocá-lo é divertido, ele não é do tipo reativo, porém claramente se esforça para retrucar quando você tenta.
“Tsc.”, Vernon estalou a língua no céu da boca, o rosto franzindo numa irritação forjada. “Não é ruim. É porque ela é teimosa.”, proferiu a última palavra com gosto, insistia no adjetivo faz um tempo — já havia notado que te tirava do sério.
“Teimoso é você que não admite esse seu mau gosto.”, você sorriu ofendida, segurando o xingamento no fundo da garganta, porque sabia que era admitir derrota.
“Você escuta escondida que eu sei.”, ele levou a garrafa de cerveja até a boca para esconder o sorriso provocativo, os olhos cravados nos seus enquanto bebia. “Me avisa quando você deixar de ser orgulhosa, ‘tá bom?”, murmurou antes de dar um segundo gole.
“E se ir foder?”, mordeu o canto da bochecha assim que viu Hansol sorrir. Já que havia perdido o equilíbrio, ao menos não queria dar o gostinho de sorrir junto. “Quando você for me avisa, ‘tá bom?”, replica a forma cínica de falar. Ele parece ponderar mais um comentário ácido dentro da própria cabeça, as sobrancelhas se movendo inquietas. Porém engole o pensamento junto com a cerveja, o semblante se fechando outra vez.
A mudança meio drástica faz você quase se coçar em curiosidade, o jeito dele agir em alguns momentos te desconcerta ao ponto de querer dar solução com as próprias mãos. Havia algo convidativo demais em Hansol e você detestava que ele não te deixasse acessar essa parte.
Minghao, é claro, sabia bem da fixação, afinal nunca foi problema para você ter conversas extremamente abertas com ele. Sua curiosidade com o homem foi compartilhada bem no início do relacionamento e, para seu desapontamento, desencorajada pelo seu namorado sob o argumento de que Vernon era Vernon — existem coisas que nem o próprio Hansol saberia te explicar sobre si mesmo se questionado.
Por isso, resolveu agir por conta própria: apertava um botão diferente toda vez que se encontravam e ansiava pelo tipo de reação que conseguiria conquistar. Estava tão preocupada com o próximo movimento do seu joguinho bobo que sequer pareceu perceber quando seu namorado voltou ao cômodo, assustando-se com a silhueta alta repentinamente perto de você.
“Fez ‘pra mim também?”, forçou um biquinho desapontado ao notar que ele segurava um copo só. Perde o foco com facilidade, a visão enchendo-se com a maneira como a camiseta preta abraçava o torso de um jeito tão sexy, ou como a corrente presa no pescoço parecia convidativa demais. Em certo ponto, já secava o corpo do seu namorado sem vergonha alguma — questionava quanto tempo aguentaria na boate antes de arrastar ele de volta para a sua cama.
“Esse aqui é ‘pra nós dois. A vodka acabou.”, ele justificou, apoiando um dos braços adornados de tatuagens no encosto do sofá logo atrás da sua cabeça, a outra mão ainda ocupada com a bebida. “Você é tão linda.”, murmura baixinho, roçando os lábios nos seus, como se quisesse que só você escutasse. O perfume masculino te sufoca um pouco, mas é gostoso — te faz prestar atenção nele, somente nele.
A pontinha da língua brincando com o seu lábio superior arranca um sorriso da sua boca, não resiste ou mesmo deixa que ele provoque mais, ergue a cabeça para abocanhá-lo. O beijo dele é caracteristicamente lânguido, molhado na medida certa — ‘afrodisíaco’ se você fosse acrescentar à definição, sempre te fazia carente demais.
Envolveu o rosto masculino com as mãos e ao soar de mais um estalinho melado já havia esquecido-se completamente de que não estavam sozinhos, o esfregar safado da língua dele na sua parecia muito mais relevante. Aproveita-se da distração para tirar o boné que decorava a cabeça do homem, jogando-o em algum ponto atrás do sofá — o cabelo de Minghao estava lindo, não entendia a insistência dele em escondê-lo.
Você sente sua língua ser sorvida com um pouco mais de força e acaba gemendo baixinho, o sorriso dele cresce contra os seus lábios e te faz rir também. Ele te enche de selinhos cálidos para dar fim à situação, era o único que parecia se dar conta de que vocês tinham companhia. Porém, a ideia logo é refutada:
“Essa é a parte que eu vou embora?”, Hansol ironiza, o rosto contorcido numa expressão falsa de nojo.
“Quer um também?”, Minghao rebate sem pestanejar, já encarando-o. Por instinto, você também desvia o olhar na direção de Hansol. Soa como ingenuidade da sua parte, mas, de início, não consegue nomear a razão pela qual os olhos dele parecem duas vezes maiores, prestes a saltar do rosto. Porém, assim que nota a ambiguidade descarada na pergunta do seu namorado, seus olhos também crescem.
O quê ele pensou que Minghao estava oferecendo?
Você morde um sorriso arteiro dentro da boca, não sabe se Hao fez de propósito, mas também não quer deixar Hansol ainda mais encabulado — a base do pescoço do homem já estava avermelhada. Volta a olhar seu namorado outra vez. Sim, Minghao sabe exatamente o que fez. A urgência em rir se torna ainda mais difícil de segurar.
“Mas a vodka não acabou?”, sua voz até mesmo sobe alguns oitavos num nível de sonsice que só quem te conhece muito bem seria capaz de identificar. O jeito que a ficha cai para Hansol é praticamente audível, você jura que conseguiu escutá-lo engolir seco.
“Dá ‘pra fazer com tequila. Só que você não gosta.”, seu namorado justifica, tão fingido quanto você.
“Quer, Hansol?”, volta a encará-lo, o pescoço dele agora completamente vermelho. O homem nega com a cabeça, claramente dando o máximo de si para fazer pouco da situação. Bebe um gole da garrafinha de cerveja, como se quisesse demonstrar que não precisa de outra bebida. “Uma pena.”, você lamenta baixinho. Faz questão de olhá-lo nos olhos antes de apertar o próximo botão, porque sabe que conseguiria o veredito que buscou por tanto tempo: “Ele faz muito gostoso.”, a voz carregava sugestividade, bebeu cada pequena expressão de Hansol a partir disso.
Finalmente entendeu e havia algo curioso no fato da resposta só vir porque esse botão em específico não foi exatamente apertado por você. Minghao, que se esquivou da situação logo de início, era justamente a engrenagem que faltava.
[...]
E ainda que não soubesse responder a pergunta de Hansol a partir do que aconteceu naquela noite anterior, mesmo que não fosse capaz de determinar desde quando a tensão existia, ao menos tinha a plena certeza do momento no qual ela se tornou real, tangível. É engraçado pensar em como dois ou três segundos de ambiguidade trouxeram mais respostas que qualquer outra coisa que você tenha feito até ali, pois eles abriram margem para que você quase tivesse certeza da única possibilidade que ainda não tivera coragem de questionar seu namorado sobre.
Na sua segunda lembrança, você já sabia que a questão com Hansol ia além de compartilhar um gosto musical parecido ou um drink favorito no bar. O “algo” incógnito que misturava-se no meio de todas as interações tinha nome — talvez, porém, a incógnita fosse só sua, afinal Minghao não parecia questionar ou ao menos estranhar qualquer coisa. E é muito provável que somente ele fosse capaz de te responder.
“Que foi?”, a pergunta acompanhou um risinho curioso, deve ter percebido que você estava o encarando demais fazia um tempo. Você remexeu as pernas inquieta, não conseguia ir para muito longe, porque sentia-se dependente do calor da pele dele. Ainda era madrugada, os dois preguiçosos demais para levantar e desligar o ar-condicionado. Você respirou fundo, apesar da inquietude, não se sentia nervosa, afinal acreditava piamente que não havia informação que não poderia ser tirada de Minghao numa conversa pós-sexo.
“Acho que nunca te perguntei isso…”, hesitou por meio segundo, correndo as unhas pelo peitoral exposto. “Qual é a sua com o Hansol?”, você poderia jurar que a expressão que surgiu no rosto dele era de sarcasmo.
“Como assim qual é a minha com o Hansol?”, apertou as sobrancelhas, uma confusão obviamente dissimulada.
“Vocês sempre foram só amigos?”, acrescentou à indagação. A esta altura a sua desconfiança não era mais segredo.
“Sim.”
“Nada além disso?”,a resposta dele não te satisfaz, sequer pareceu pensar nela.
“Como assim nada além disso?”
“Você vai ficar só repetindo minhas perguntas ou o quê…?”, suspira exasperada e Minghao dá risada, claramente se divertindo com a situação.
“Só quero que você seja clara, meu amor.”, ele banca o inocente, curvando o pescoço para deixar um beijinho casto na sua testa.
Deixou que um silêncio proposital pairasse entre vocês dois, detestava quando Minghao resolvia se fazer de sonso, afinal ele sequer tentava fingir o contrário.
“Vocês já ficaram?”, e dessa pergunta não havia como fugir. Ou talvez:
“Se tá querendo conversar sobre isso, a gente vai ter que dar um jeito nesse seu ciúme retroativo primeiro.”, o modo comedido de falar faz com que você se sinta genuinamente ofendida — detestava que ele soubesse tão bem como pisar no seu calo.
“E quem disse que é ciúmes?”
“Então o que é?”, o braço dele em volta do seu torso te aperta um pouco mais.
“Interesse.”, dá de ombros. “Só tô curiosa.”, empenha-se em agir com indiferença, mesmo sabendo que não dava para enganar.
“É complicado pensar em qualquer coisa além de amizade com um cara que eu basicamente vi crescer.”, ele desvia o olhar para o teto, fingindo ponderar sobre a situação.
“Vocês têm quase a mesma idade.”, a justificativa dele pareceu exatamente o que ela era: outra tentativa de fugir do assunto.
“Ainda é esquisito.”, ele rebateu. “Ele era um moleque na primeira vez que a gente se falou.”
“Mas não é mais.”, foi sua vez de retrucar. Você já tinha sua resposta só observando o jeito que Minghao estava testando sua paciência ao invés de ir direto ao ponto, porém, ainda assim, não se deixaria vencer.
“Isso não é mais um caso de você tentando achar coisa onde não tem?”, ele já sorria abertamente, a pirraça era óbvia.
“Me diz você.”, rebateu a provocação. “Ou você vai continuar ignorando a pergunta ‘pra não ter que responder?”, era sua última tentativa de desafiar antes que perdesse a compostura de uma vez. Ele apertou os olhos para observar sua expressão, quase os fechando, como se estivesse constatando que não dava mais para se esquivar.
“Como que ‘cê faz isso, hein?”
“Intuição feminina.”, ergue as sobrancelhas em arrogância.
“A gente já ficou.”, confirma enfim.
“Mas ficaram ficaram ou…?”, você inclina a cabeça para deixar a insinuação mais óbvia. Minghao ri baixinho, negando com a cabeça.
“Foi um beijo. Uma vez só.”
“E o beijo foi gostoso?”, você morde o interior da sua bochecha, a curiosidade se transformando em fascínio, poderia jurar que a sua pele esquentou — nem conseguia se importar mais com o frio.
“Eu ‘tava chapado, amor…”, praticamente ronronou.
“E isso nunca afetou sua memória.”, não foi difícil perceber a clara intenção de desviar do tema outra vez. A recusa de Minghao inflou ainda mais seu interesse, queria entender o que havia demais em relembrar. “Tá se fazendo, é?”, alfinetou.
“Foi bom.”, admitiu, a expressão meio impenetrável.
“Melhor que o meu?”, sorria desde que a pergunta surgiu na cabeça, gostava de colocá-lo contra a parede só para achar graça.
“E não é ciúme retroativo?”, soou entediado.
“Só ‘tô enchendo seu saco.”, você gargalha abertamente, esticando-se para beijar o maxilar dele como compensação.
“Ele era meio desengonçadinho…”, torceu o nariz ao fim da frase, não era um homem de diminutivos, mas nutria um carinho inegável por Vernon. “Igual a você quando ‘tá bêbada e quer me dar.”, brincou, ainda que mantivesse no rosto uma expressão séria. Você rebateu a implicância com um tapinha.
“E ele ‘tava bêbado por acaso?”
“Chapado também.”, corrigiu. Brincava com o seu cabelo num carinho disperso. “Não era minha primeira vez com um cara, mas acho que foi a dele.”
“Você faria de novo?”, finalmente perguntou o que interessava, o que queria saber desde o começo.
“Eu tenho namorada, sabia?”, Minghao ironizou, a feição de quem prendia o riso.
“Eu não vou ficar brava se você admitir que tem tesão nele, amor.”, assegurou aconchegando-se mais no corpo dele. O comentário não passou por filtro algum na sua cabeça, habituada a ser sincera com Minghao.
“Eu nunca disse que-”
“Mas pensou, não pensou?”, interrompeu, não queria dar espaço para que ele entrasse em outra espiral de enrolação. “E se a sua namorada que, por sinal, é muito generosa, deixasse você fazer de novo?”, um beijinho cálido foi deixado no peito dele junto da expressão mais doce que você sabia fazer. Minghao, por sua vez, mal esboçou reação — seu jeito desinibido não era exatamente uma novidade.
“Daí eu pensaria que a minha namorada que, por sinal, é muito gostosa, tem algum fetiche que ela não ‘tá querendo me contar.”, espremeu os olhos em desconfiança. “Qual a sua com essa história? Tem tesão nele também?”
Também.
Você tentou não deixar transparecer que a confissão velada no ‘também’ te deixou animadinha, porém falhou miseravelmente. O jeitinho que sua expressão mudou fez Minghao prestar atenção no que havia dito.
“Eu? Claro que não, ‘mô.”, forçou uma vozinha dissimulada.
“Sua cara de safada não ‘tá ajudando, só ‘pra te avisar.”, ele segurou seu maxilar entre os dedos, ainda não sabia se gostava ou desgostava de quando você agia sonsinha desse jeito. “Faz tempo?”
“Desde que prestei atenção em vocês.”, admitiu mais rápido do que gostaria, as palavras meio emboladas com o aperto leve no seu rosto. “Vocês são bonitinhos um com o outro.”
“Bonitinhos…?”, ele replicou a mesma entonação usada por você, forçando uma cara de desgosto.
“Uhum. Parecem um casalzinho.”, fez dengo, não sabe o porquê — o olhar que o homem te direcionava dava vontade de abaixar as orelhinhas, se submeter. Inclinou a cabeça para abrigar o polegar dele dentro da sua boca e Minghao deixou que você chupasse o dígito devagarinho. “Eu até teria ciúmes se não ficasse tão molhada.”, confessou mesmo que fosse complicado falar de boca cheia e não demonstrou surpresa quando seu namorado retraiu o dedo ao fim da confissão — já esperava por isso.
“Eu aqui sendo fiel até em pensamento enquanto você ‘tá pensando em transar com ele, _____?”, esforçou-se muito para parecer ofendido, porém você conhecia-o até demais para cair na encenação. Sabia o quanto ele tinha gostado do que ouviu.
“Não.”, precisou corrigi-lo: “Eu ‘tô pensando em você transando com ele.”, também decidiu encenar seriedade, o tom de quem fala de algo realmente importante. “É diferente.”
“Ah é?”, esfrega a língua no lábio inferior, emaranhando o cabelo da sua nuca entre os dedos.
“Uhum.”, você concorda cheia de manha, o olhar preso na boquinha babada. A mente divaga fácil, não sabe se pelo climinha gostoso que não parecia ter se dissipado depois da foda de vocês, porém sabe que sequer raciocina ao deixar que mais um pensamento rompa as paredes da sua cabeça: “Como você acha que ele te beijaria agora?”
“Isso é uma pergunta séria?”, ele franze a testa, um risinho nasal escapando.
“Óbvio.”, você debocha, se livrando do aperto no seu cabelo e já ajustando a posição, colocando-se de quatro em cima do corpo do homem. “Assim. Finge que eu sou ele.”
“Meio difícil…”, o olhar desceu para observar o balançar dos seus seios com a mudança repentina de postura, mordendo a boca num sorriso sem-vergonha. Você fingiu tédio, um revirar de olhos que acabou por fazer vocês dois rirem. Surgiu rapidamente com uma solução, usando uma das mãos para cobrir a visão dele.
“Pronto?”, sussurrou o questionamento. Minghao sorriu ao concordar, talvez zombando na própria mente do quão ridícula era toda a situação.
Você roçou a pontinha do nariz contra a dele, mas logo afastou-se — não sabe se Hansol faria isso. Era esquisito propositalmente fugir do seus rituais com a boca de Minghao na sua, beijar como outra pessoa. Tentou replicar exatamente o contrário do que normalmente faria. Sorveu os lábios volumosos para dentro da sua boca como se houvesse receio, mal usava a língua para brincar com a dele.
“Assim?”, nem se afastou ao sussurrar, sentia dó de romper o fiozinho molhado que conectava as bocas de vocês.
“Assim não…”, o timbre arrastadinho fez sua pele vibrar.
“Como?”
“Mais rápido. Apressadinho.”, lambeu os lábios ao sorrir, sugando o pouquinho da sua saliva para dentro do próprio paladar.
“Acho que agora ele já sabe ir mais devagar, amor.”, esfrega a boquinha contra a dele outra vez, era gostoso brincar com o controle da situação. “Faz tempo, não faz?”, se refere ao beijo deles dois e Minghao concorda num murmúrio. “Ele deve beijar com calma agora.”, seu corpo arrepia, é estranhamente excitante pensar no jeitinho meio largado de Hansol. “Principalmente chapado…”, é sua vez de morder o lábio. “Chapado ele deve beijar mais gostoso…”
“Você acha?”, Minghao questiona, o sorriso tentando mascarar o jeito que ele suspira com o pensamento.
“Acho.”, coloca a pontinha da língua para fora, lambendo o canto da boca dele. “É tão gostosinho quando fica alto… tem carinha de ser safado.”, sua mão livre aperta o ombro do namorado, o corpo já dava sinais de inquietude de tanto tesão. “Aposto que te deixa cuspir na boca dele.”, murmura essa parte mais baixinho, julga ser controverso demais até para você.
“Amor…”, o tom é de alerta, mas ele suspira outra vez. Você sente o colchão se mover brevemente, Minghao não conseguia mais deixar o quadril quieto em cima da cama. Era nítido o que sentia.
“Não quer cuspir na boquinha dele, amor?”, provoca, a vozinha mansa.
“Você é uma pervertida do caralho.”
“E você é um santo.”, revira os olhos ainda que ele não pudesse vê-los. A mão atrevida desliza sobre o abdômen, logo encontrando a ereção coberta pelo edredom — acordada demais para alguém que não deveria estar nem minimamente excitado com toda essa situação. Seu namorado sorri, erguendo-se para estocar de levinho contra a palma.
“Não sei se ele me deixaria cuspir…”, entra no joguinho instigante. Você acha que seu coração vai sair do peito por alguma razão, sentia que era errado ‘pra caralho e que, ainda assim, precisava de muito mais.
“Por quê não?”
“Era todo metódico com a ex dele.”, a voz trêmula um pouco, pois sua mão pressiona o caralho coberto com certa força. “É porque você não sabe das histórias ainda, amor.”
“Sei que ele não gostava dela de verdade pelo jeito como as coisas terminaram.”, estica os dedinhos para sentir as bolas cheinhas um pouquinho mais abaixo, muito mais interessada nelas que na conversa. “Talvez fosse por isso.”
“E ele gosta de mim por acaso?”, sorriu como se a ideia fosse ridícula.
“Ele não tem nojinho de você.”, justifica. “Ou da sua saliva.”, abaixa-se para lamber os lábios dele outra vez. “Porra, gostoso ‘pra caralho ver vocês dividindo um. Vontade de mamar os dois.”, os braços se arrepiam só de mencionar e sente a necessidade repentina de fechar as perninhas, porém tem o corpo grande preso bem no meio delas. Sentiu as sobrancelhas dele se movendo sob a palma da sua mão, ainda deveria estar um tanto chocado com a sua naturalidade em falar sobre isso — mas o caralho pulsando embaixo da sua pele ainda garantia a certeza de que era um choque bom.
“Você ‘tá gostando demais dessa história.”, riu baixinho, o comentário saindo fraquinho. “Tá quase parecendo que não é brincadeira.”
“É só brincadeira ‘pra você?”
“Talvez seja.”
Ah, claro. Claro que sim.
Quis mostrar o quão nítido era o tom de brincadeira da situação quando afastou a coberta, expondo o pau vermelhinho que quase pingava porra sem que você mal tivesse feito alguma coisa. Os dedos escorrem pelas veias dilatadas, apertando com cuidado na tentativa de fazer ele babar mais um pouquinho.
“Então você nunca pensou em encher aquela boquinha, amor? Igual ‘cê faz comigo?”, largou a extensão com pressa, levando a palma da mão até a boca e esfregando a língua babujada por tudo que conseguiu para deixar a superfície meladinha. Com pressa, envolveu o caralho pesado entre os dedos, foi mais fácil estimular dessa vez. O barulhinho da punheta tornou-se mais explícito, os estalinhos molhados faziam sua pele arrepiar. “Aposto que vai ser o primeiro pau que ele vai mamar. Vai ficar todo atordoadinho.”, a provocação é insolente, não há vergonha.
O jeito que, mesmo em silêncio, Minghao parecia se entregar à fantasia fez algo pulsar dentro do seu estômago. Ele arfava baixinho, o quadril erguendo-se da cama de um jeito quase imperceptível para estocar contra a sua mão. Você diminui a velocidade, concentrando-se em brincar com a boca dele dessa vez. Chupa devagarinho, afasta-se para provocar, faz as línguas se encontrarem fora da boca numa foda dengosa.
“... ou você quer ele sentando no seu pau?”, questiona molinha com as próprias palavras. Imagina se a manha de Hansol sentando nele seria tão excitante quanto nos seus pensamentos. A entradinha já se baba inteira, faz escorrer pelas coxas e você lamenta num muxoxo inaudível a impossibilidade de dar carinho a ela. “Quer, Hao? Só um pouquinho.”, questiona num gemidinho, sentia-se tão sensível. “Aposto que ele senta gostosinho…”
“Porra, cala a boca…”, a voz rouquinha mal sai da garganta. Ele se contorce desajeitado, a cabecinha gorda vazando sem parar. Sua boca se encheu de saliva com a cena. Recolhendo o líquido com o polegar só para esfregá-lo na pontinha outra vez.
Você move o corpo para mais perto, deitando-se junto ao homem e encaixando a bucetinha na lateral do quadril dele. Esfregou-se ali toda manhosa, era nítido que já não aguentava mais a vontade de se tocar. Choramingava para si mesma de tanto tesão, se era vontade de dar bem gostoso pro seu namorado ou de assistir Hansol deixando ele fraquinho como agora, você não tinha mais certeza. Roça o grelinho com mais força contra a pele dele, o estômago revirando com a vontade de gozar.
“Apertadinho, assim… Porra…”, lamuriou burrinha ‘pra caralho. Esforçava-se com tudo o que tinha para continuar judiando do pau do namorado, mesmo que a mão já tivesse se tornado desleixada, sem controle algum do movimento. Você lambe qualquer pedacinho de pele que se coloca ao seu alcance, sugando marquinhas vermelhas no peitoral dele.
Minghao agarrava sua cintura numa força desmedida, machucando um pouco da pele. Estocava bruto contra a sua palma, os gemidos desconexos pareciam mais e mais com o nome daquele que sequer estava presente para sanar o desejo de vocês dois.
“Goza ‘pra ele, goza.”, pede rouquinha, meio desesperada. Precisava muito que Minghao chegasse lá, pois não aguentaria dar conta do próprio tesão sozinha. “Bem fundo… Por favor…”, não era surpresa que já se babava um pouquinho. Tontinha, estúpida. Tinha a visão cheia de lágrimas quando Minghao veio. Pra caralho. O líquido esbranquiçado se espalhando pelo abdômen dele numa bagunça quente. A cabeça girando ainda te deixou perceber quando o nome dele saiu num gemido nítido da boca do seu namorado.
Soou necessitado, cheio de vontade. Numa confissão indiscutível que aquilo não acabaria ali.
[...]
Nem mesmo a madrugada que finalmente levou vocês três à situação de agora parecia conter alguma resposta. Sua cabeça ainda registrava a coisa inteira como um borrão — seja por ter álcool demais no seu sangue, fumaça demais nos seus pulmões, ou calor demais no seu corpo. Do ponto que se lembra, a noite já havia consumido o senso moral de quase todo mundo presente no ambiente, era o tipo de lugar que te fazia sentir a liberdade de ser outra pessoa.
Você não havia bebido tanto quanto gostaria, pois sabia se aproximar da situação com experiência. Tinha a habilidade de se intoxicar somente o suficiente para nublar seu julgamento, já que sempre preferiu ter que lidar com as consequências algum tempo depois — não quis dar ao seu cérebro a chance de pensar racionalmente. Além disso, tinha dividido um beckzinho com os dois no início da noite num cantinho perto do banheiro, não curtia misturar tanto.
Engoliu seco outra vez, definitivamente precisava beber alguma coisa — nem que fosse um refri. No entanto, não tinha dentro de si a coragem de se mover, não sentindo Minghao apertar seu corpo com tanto gosto. Movia-se junto dele num balanço que sequer se atrevia a chamar de dança, era puro pretexto para sentir a pele dele roçando na sua. O peitoral colado nas suas costas estava quente, mas talvez não tão quente quanto o quadril pressionado contra a sua bunda. Já haviam chegado no ponto da noite no qual sempre davam uma desculpa para sumir — seja para casa ou para qualquer banheiro vazio que encontrassem.
O homem deixou que a respiração cálida ardesse contra o seu pescoço, inclinando-se para sorver a pele entre os lábios e as mãos apertaram suas coxas com tamanha posse que um choramingo baixinho acabou escapando da garganta. Rebolou contra ele sem discrição alguma, a esta altura já não se importava tanto com quem estava em volta. Os olhos ameaçavam se fechar, a ereção encaixadinha na sua bunda arruinando o pouco do autocontrole que restava na sua mente.
Foi quando ele apareceu.
Nem teria notado a presença de Vernon se não fosse a mudança na energia do seu namorado, os dedos esguios se fechando em volta da sua cintura num aperto firme como se quisesse te avisar. Hansol havia sumido um pouco depois de vocês se acomodarem no barzinho mais ao fundo da boate — não era incomum, ele costumava dar as próprias fugidinhas com seja lá quem chamasse a atenção dele. O cabelo já não estava tão arrumadinho como no começo da noite e, mesmo que sua visão estivesse nublada, você poderia jurar que reparou uma ou duas manchinhas no pescoço dele que definitivamente te desagradaram.
Foi quando se deu conta.
Surpreendeu-se consigo mesma por notar o ciuminho infantil que fez seu paladar amargar ou, quem sabe, talvez o sentimento correto fosse inveja. Incapaz de determinar propriamente, pois estava acostumada a somente se sentir assim com Minghao faz muito tempo. Ergueu uma das mãos abruptamente, chamando o homem mais novo para perto e o fez tão sem pensar que nem sabe exatamente o que queria com ele. Hansol obedeceu com lentidão num olhar curioso.
“Dança comigo?”, você soprou o pedido num biquinho dengoso, envolvendo o pulso dele num aperto firme. Não sabe o porquê, mas se deixou soar grogue, fingindo que o pedido era fruto de uma embriaguez que você definitivamente não estava sentindo. Nem esperou resposta, os dedos logo se ocuparam em brincar com o cabelo macio para puxá-lo para perto.
Seus braços ergueram-se para enlaçar a nuca dele entre os dedos, arrastando as unhas pelos fiozinhos curtos. A ação por si só fez o estômago repuxar, o jeito que ele te olhava era cobiçoso. Estendeu-se sobre a ponta dos pés num impulso, hesitando por meio segundo antes de pousar um beijinho molhado no canto da boca dele — estava experimentando outra vez, apertando mais um botão. Vernon não se deu ao trabalho de conferir a reação de Minghao, o olhar preso no seu como se já soubesse que aconteceria. Constatar isso te fez sorrir.
Nesse ponto, se o corpo ainda balançava no ritmo da música, é porque Minghao comandava o movimento com as próprias mãos. A sensação da pele de Hansol embaixo dos seus lábios te cegou para qualquer outra coisa, naquele momento, mesmo o gesto mais idiota do mundo conseguia ser excitante se envolvesse ele.
Afogada no próprio desejo, não deteve a urgência de deixar mais um selinho no queixo de Hansol. Dessa vez, demorou-se mais, molhando a pele com a sua saliva, sentindo o sabor salgado do suor que recobria a pele se espalhar no seu paladar. Aquele era o seu jeito silencioso de pedir por ele, mesmo tendo plena consciência de que não deveria estar pedindo, não naquelas circunstâncias. Minghao fechou mais os dedos em volta da sua cintura, num alerta que não surtiu outro efeito senão fazer você se molhar mais um pouquinho.
“Você não ‘tá sabendo brincar, amor.”, o hálito quente foi soprado contra a sua orelha, o volume num meio termo — alto o bastante para ultrapassar o volume da música e baixo o suficiente para que Hansol não escutasse. “Ainda é coisa nossa, hm? Agora não.”, aconselha e é como se as palavras passassem reto pela sua mente. Entorpecida ao ponto de não se importar, o rostinho bonito de Vernon tão perto do seu não estava te ajudando. Quando se deu conta de si, já havia selado o biquinho que ele involuntariamente fazia. Escutou Minghao suspirar no que muito provavelmente era contrariedade. “Porra, ‘tá quase pulando no colo dele, não ‘tá?”, o timbre arrastado denunciava o sorrisinho canalha que ele provavelmente tinha na boca, no fundo, ele sabia que não iria te impedir.
Como uma bonequinha estúpida, você acena com a cabeça em desespero, concordando com o que ele já sabia ser verdade. Vernon pressiona o nariz contra a sua bochecha, a respiração em brasa contra a sua pele. Os olhos fechadinhos tornavam tudo excitante demais, parecia se render à sua vontade — querer o que você quisesse. Sua entradinha se aperta, você não conseguia ignorar mais a babinha escorrendo no tecido da calcinha. Se esfrega com urgência contra o pau coberto atrás de você, praticamente exige que ele dê jeito na sua vontade de sentir prazer, pois não sabe mais o que fazer consigo mesma.
“Isso tudo é tesão?”, Minghao ri logo ao fim da pergunta, acolhe o lóbulo da sua orelha na própria língua, chupando a pele para dentro da boca num estalinho.
Você roça o nariz contra o de Hansol, o desejo desmedido que te corroía fazia o palpitar gostoso no meio das pernas se tornar gradativamente insuportável. Sentia-se degenerada de certa forma, tão compelida a fazer aquilo mesmo que tivesse seu namorado ordenando claramente para que esperasse. Lambeu os lábios para tentar refrear mais uma vez. Porra, tinha tanta certeza que se experimentasse da boca dele agora, iria acabar dando para Hansol ali mesmo. Esfregou a boquinha na do homem num gesto ansioso, sentindo-se mais carentinha só com isso.
Ainda que por pouco, percebeu o toque acanhado se firmando nos seus quadris. Os dedos esguios fizeram pressão sobre a carne, as palmas te acolhendo um pouco mais. Sem aviso, Minghao largou o aperto em volta da sua cintura, porém o calor permaneceu perto. Você observou como as mãos dele envolveram os pulsos de Hansol, puxando o homem mais novo para perto, findando a distância quase que completamente.
Tão rápido entendeu que aquela era sua permissão, logo dominou a boca alheia numa bagunça molhada. Não havia calma, precisava daquilo. Vernon parecia ter dificuldade em acompanhar, suspirava afoito abrindo a boquinha para te deixar tomar o que quisesse dele. Ele arfou amuado ao te sentir se afastando tão rápido e você só o fez porque precisou refrear a própria necessidade de experimentar um pouquinho mais do gosto da língua dele — ou acabaria rendida demais ao impulso de se ajoelhar no chão imundo da boate para provar o gosto de outra coisa.
Puxa o cabelo dele entre os dedos, obrigando-o a expor o pescoço já maculado para você. Faz questão de cobrir as marcas ali existentes com as suas próprias, suga a pele com força, lambe as mordidinhas. Não quer dar a chance de que qualquer mancha no corpo dele não fosse feita por você ou por Minghao.
“Quer dar pro Nonie, quer?”, é como o diabo surgindo nos seus pensamentos, seu namorado ronrona o questionamento bem rente à sua orelha, safado ‘pra caralho. “Não é assim que ‘cê gosta de gemer?”, o timbre destilava veneno, pingava da boca dele para amargar seu paladar. Suas pernas ficam tão fracas com a provocação que quase tem certeza que vai cair. Sujo e prazeroso na mesma medida. Era como se ele quisesse corrigir o pensamento de mais cedo: não era uma incerteza, você definitivamente deveria se sentir degenerada.
Porém, não aceitaria carregar o sentimento sozinha, Minghao era tão ou mais depravado que você nessa história. Se havia virado hábito pensar em Hansol de um jeito tão erótico, ele tinha parte da culpa. Se já era um costume transar com o nome de Hansol tão preso na sua garganta, ele era quem te instigava a chamar pelo outro homem. E se era tão gostoso gozar com a imagem de Hansol na sua imaginação, ele era quem mais se perdia mais no próprio tesão ao fazê-lo.
Estava nítido que vocês questionavam os limites da moralidade — ou haviam parado de questionar, não havia certeza. Em algum momento, Hansol se tornou uma fantasia conjunta e recorrente demais para ser ignorada. Entre você e Minghao, era um nome doce, que escorria luxúria caso fosse gemido no momento certo. A pele arde em vergonha, por isso se contorce entre o corpo dos dois homens na tentativa de fazer a aflição passar.
Os ruídos molhados que soam ao pé do seu ouvido enquanto ainda se ocupa em brincar com o pescoço de Vernon não são exatamente uma surpresa para você, que logo sorri contra a pele dele ao escutá-los. Sua única lamúria, no entanto, é não poder assistir à cena. Deixa uma lufada de ar quente arder contra a derme do homem, olhos também ardendo com o quão febril se sentia. Os estalinhos molhados cessaram por meio segundo e Minghao fecha o punho em volta do seu cabelo tirando-o do caminho para chupar a pele da sua nuca para dentro da boca. Você já gemia baixinho, misturando os nomes numa voz desconexa.
Agarrou a camisa do homem na sua frente, queria o corpo dele mais perto ainda — se é que isso era possível. A outra mão correu até um dos seios cálidos, apertando-o por cima do tecido na tentativa de oferecer a si mesma ao menos um pouco de alívio, suas roupas começavam a te sufocar tanto quanto os dois pares de mãos que não refreavam o movimento na parte mais baixa do seu corpo — quase te fazia temer que a bagunça acabaria levantando sua saia no meio de tanta gente e que a baixa iluminação não seria suficiente para esconder o fato.
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Por tudo isso, talvez não fizesse sentido algum tentar limitar o acontecido, afinal a vontade sempre pareceu existir.
Ter Vernon à mercê de vocês dois sempre foi uma questão de tempo.
“Desde quando você notou que também ‘tava a fim?”, devolveu uma nova pergunta na artimanha de se livrar da responsabilidade de responder a dele — definitivamente aprendeu isso com o seu namorado.
“Qual é…”, ele sorri sem graça, talvez não quisesse responder também. “Ficou difícil ignorar. No começo achei que eu ‘tava maluco.”, apoia a cabeça no encosto do sofá, te encarando por baixo dos cílios. “Ou que fiquei chapado demais.”, ele divaga.
“Eu acho que a gente pode pensar nisso depois.”, você murmura, distribuindo selares pelo rosto do homem. “Acho que não faz diferença nenhuma...”, desliza a língua até o pescoço ainda cheio de marcas. Lambe cada manchinha com devoção, enchendo o paladar com o gosto dele. Livrou-o da camiseta assim que chegou à clavícula imaculada — daria conta de marcá-lo ali depois, no momento, sentia sede e queria encher sua boca com outra coisa.
Foi se abaixando em direção ao chão e mordiscava a pele pálida por onde passava, já obcecada no quão sensível o corpo dele se mostrava. Desatou a fivela do cinto dele desengonçada, beijando a ereção por cima do tecido numa devoção cega, faminta por prazer. Quando a impaciência tornou-se demais, livrou-o da calça e da cueca com certa ajuda dele mesmo. Segurou o pau pela base, era bonito e se avermelhava tão fácil quanto o dono. As gotinhas que já se espalhavam pela glande não eram surpresa alguma, já havia ficado óbvio que Hansol era fraco — molhava-se com facilidade.
É sorrateira quando lambe pela primeira vez, faz com calma, só para provar o gostinho do líquido que já escorre. Sensível ‘pra caralho, as pálpebras dele já pesam, os olhinhos querendo se fechar. Tenta de novo, prende a cabecinha entre os lábios dessa vez e experimenta comprimir as bochechas. O buraquinho parece dilatar um pouco, liberando mais porra para dentro da sua boca. Ele levanta o quadril para estocar, mas logo é empurrado de volta. Egoísta, você quer dar conta de tudo sozinha, inicia um sobe-e-desce molhadinho, se deixando babar de propósito.
“Ah, caralho…”, o homem arfa em êxtase. “Isso, porra… assim…”, suplica dengosinho. Jura a si mesmo que está em delírio quando te vê esvaziar a boca num estalinho alto, cuspindo na cabecinha para voltar a engolir tudo de uma vez. E sente que a fantasia dele finalmente se tornou completa quando Minghao se põe de joelhos ao seu lado. Ele morde um palavrão dentro da boca quando você tem a iniciativa de esfregar a pontinha nos lábios do seu namorado, os dois compartilhando um sorrisinho pervertido.
Você o deixa por conta própria de início, ele não costuma ter pressa. Repete quase as mesmas coisas que te viu fazer, suga a cabecinha, cospe, deixa a saliva escorrer, esfrega a língua na lateral… sua paciência, mais curta que a dele, se esvai num segundo. Quando se dá conta, se vê guiando-o a fazer do seu jeito, forçando o caralho encharcado para dentro da boca dele.
Já tinham um saldo de testes interessantes com os seus dildos, porém nada chegava perto da experiência de forçar um pau de verdade na boquinha do seu namorado. Minghao não conseguia ir tão longe quanto você — definitivamente fruto da falta da prática — por isso, deixa essa parte por sua conta. Move-se vagaroso, selando as coxas branquinhas até ser capaz de roçar os lábios nos testículos cheinhos. Experimenta com um só, sorvendo para dentro da boca e mamando devagarinho. Vernon crava as unhas no estofado, grunhindo um palavrão desconexo. Você se perde do prazer de assistir, a língua para fora brinca com a lateral do caralho, sentindo-o latejar.
Assim que Minghao se ocupa em chupar mais um pouquinho, você abocanha a extensão. Solta o ar pelo nariz outra vez, relaxando a garganta para receber a cabecinha sensível dentro dela. Definitivamente consegue fazer ele ir mais fundo que antes, o abdômen de Hansol se apertando sob os seus olhos. É tão gostoso se perder na própria fome que nem nota quando Minghao larga o carinho que fazia mais abaixo para emaranhar os dedos nos seus cabelos, livrando o espaço da sua nuca a fim de deixar uma lambida quente ali. Ele espalha beijinhos por toda a pele, o cafuné que faz na sua cabeça é presunçoso, como se estivesse te recompensando por fazer um bom trabalho.
Tão absorta em sentir o pulsar da piroca quente de Hansol sempre que você ameaçava forçá-la dentro da sua garganta, você custa a perceber que Minghao havia se levantado. No entanto, os estalinhos molhados que mal davam conta de encobrir os gemidos do homem mais novo chamam a sua atenção. Ergue os olhos para assistir a maneira com a qual seu namorado sorve a boca do outro homem com gana, parece dominar até mesmo se Hansol tinha o direito de respirar ou não. A mão adornada de tatuagens brinca com o que encontra pela frente, puxa o cabelo, arranha o pescoço com as unhas curtas, acaricia os peitinhos pequenos.
Ele agarra o pulso de Hansol e afasta um pouco mais as pernas, levando os dedos dele até o próprio pau sem hesitar. Guia, ajuda-o a envolver a extensão contra a palma, socando uma punhetava lentinha com a mão do mais novo que arfa, mal conseguindo retribuir o beijo a esta altura.
“Me fode…”, o sussurro penoso soa baixinho entre a bagunça molhada. Seu namorado sorri, aumentando o ritmo da punheta.
“Fácil assim?”, o mais velho questiona e Hansol parece não entender. “Não curto putinha preguiçosa…”, inicia a explicação, beijando o lábio inferior dele com mansidão. “Tem que fazer por merecer.”, inclina a cabeça na sua direção, deixando bem claro o que queria.
Você larga o pau de Hansol num estalinho molhado, curiosa com que rumo a conversa iria tomar. Minghao já havia livrado o aperto da mão do homem que agora o punhetava por vontade própria. Um brinquedinho muito mais fácil do que vocês haviam calculado, Vernon não demonstra acanhamento algum em se ajoelhar ao seu lado. Você brinca com o cabelo dele, desgrudando os fios da testa suada. Sequer precisa guiá-lo, ele logo encaixa a piroca babona dentro da própria boca sem fazer cerimônia.
Observa tudo tão vidrada quanto seu namorado. Em certo ponto, também força a cabeça de Hansol um pouquinho, testa qual o limite. Gosta de ouvi-lo tossindo, respirando aflito… é especialmente gostoso porque Minghao demonstra orgulho em te assistir realmente fazer o homem de putinha.
“Olha sua cara…”, Hao ironiza num riso baixo. A carência te vence, logo se vê grudada no corpo dele, exigindo carinho. “Gostou de dividir?”
“Ele é afobadinho. Bem que eu te falei…”, desdenha num sussurro. “Parece um virgenzinho.”, a boca se ocupa em mordiscar a orelha do homem.
“Ele- ah…”, a frase é interrompida por um arfar. Corre os dedos pelo cabelo do mais novo, como se quisesse impedir a si mesmo de puxá-lo. “Ele é bom ‘pra cacete, amor.”, é menos comedido com o volume da própria voz, não se importava com o que o outro ouvia ou deixava de ouvir. “Acho que não sou o primeiro pau dele, não.”, sorri lascivo, inclinando a cabeça para procurar sua boca outra vez. O beijo é babujado, sem muito controle ou direção, a intenção é somente sentir o sabor um do outro.
“Brinca nessa bucetinha ‘pra mim.”, ele pede com jeitinho, a boca ainda colada na sua. “Tá toda carente... dá ‘pra perceber de longe.”
“Quero ver vocês.”. Você balança a cabeça para negar, roçando o nariz contra a bochecha dele enquanto aperta as perninhas.
“Quer o brinquedinho ‘pra você agora?”, ele lhe lança um sorriso de quem já sabia e você até tentou se esconder atrás de uma falsa inocência, mas não soube sustentar a atuação. Rendeu-se e concordou com a cabeça toda manhosa, aconchegando o corpo mais pertinho do dele. “Te conheço.”, selou sua boca num riso baixinho. Você retribuiu o carinho, olhando-o nos olhos com uma expressão dócil até que Minghao finalmente concordasse — te dando a permissão de tomar o que você queria.
“Hansol?”, acaricia o cabelo do homem mais novo. Ele ergueu os olhos brevemente ao escutar o chamado, porém não demonstrou prestar atenção realmente, o olhar perdido, desfocado. Parecia tão estúpido por piroca que sinceramente te fazia sentir certa empatia — já que você ficava do mesmo jeitinho com Minghao.
Você abaixa um pouquinho o torso a fim de assistir à cena mais de perto, Vernon enche a boquinha com gosto, parece faminto. Baba o caralho por completo, deixando a saliva escorrer junto com a porra pelo o tecido do sofá. Força até o fim da garganta e perde o controle da própria respiração sempre que o faz.
“Ele vai se melar inteirinho por causa do seu pau, amor.”, você provoca assim que percebe a punheta afoita que ele bate com a mão que não se ocupa com o pau do seu namorado. “Porra, ‘tá até revirando o olho.”, a cena faz você pulsar, definitivamente precisa brincar com ele um pouquinho. “Hansol? Gatinho?”, chama outra vez, finalmente ganhando a atenção que queria.
Ele esvazia a cavidade quentinha, envolvendo o caralho para bater uma lentinha enquanto aproveita para respirar.
“Me beija um pouquinho, Nonie?”, você faz beicinho e Hansol não hesita, estica o pescoço para poder alcançar seus lábios. A posição é desconfortável, mas você não pretende ficar assim por muito tempo. “Nonie…”, interrompe o ósculo num murmúrio, o sabor salgadinho da boca dele te faz sorrir. “Se você me comer direitinho, eu deixo ele te foder... quer?”, abranda ainda mais a voz, tenta tornar a proposta atrativa, quase irresistível. “Ele faz tão gostoso, Hansol. Vai te deixar tão burrinho…”, a doçura não combina com o teor imoral das palavras. “Você quer dar ‘pra ele? Hm?”, busca pela resposta que ainda não conquistou. Hansol está absorto demais, os olhinhos castanhos sustentam um brilho perdido de quem precisa de mais um beijinho babado da sua boca. “Fala comigo ou não deixo mais.”, resolve ser cruel, pois sabe que, dessa forma, não há como continuar ignorando.
“Quero, porra. Eu quero.”
“Quando ele joga dentro é tão gostoso, Nonie... aposto que você quer isso também, não é?”, instiga mais, assistindo o olhar dele se perder outra vez. Os braços se movem num movimento desordenado, não sabe se estimula o outro homem ou a si mesmo.
Foda-se o que Minghao disse. Aos seus olhos Vernon é sim um virgenzinho patético.
“_____.”, balbucia seu nome num gemidinho.
“Merda, ‘cê nem consegue largar o pau dele. É mais putinha que eu.”, ridiculariza a falta de controle e isso o deixa mais desesperado em se tocar.
“E-eu vou gozar…”, confessa cheio de aflição e Minghao ri baixinho, te fazendo lembrar que ele assistia toda a cena.
“Não, não.”, você estica o braço para agarrar o dele, fazendo-o cessar a punheta. “A gente fez um trato, Hansol…”, profere num timbre cheio de irritação e é mais do que suficiente para fazê-lo se levantar do chão todo desengonçado. “Você vai me comer bem gostoso agora. Só deixo o Hao foder contigo se me fizer gozar.”
Hansol se senta ao lado do seu namorado, o pau pulsa sobre a barriga e suja a pele com a babinha esbranquiçada. Minghao morde os lábios e tenta não sorrir tão abertamente — não era habituado a te assistir numa posição de dominância tão explícita, então reparava em toda e qualquer ação sua.
Você se coloca no colo do homem mais novo, chupando lábio de Hansol para dentro da boca num beijo afoito. Os quadris eram inquietos, roçando a intimidade na cabecinha do caralho molhado sem cessar. Tão atordoada para sentir prazer, mal consegue encaixar a camisinha que encontrou na carteira de Minghao segundos antes. Desenrola o látex com pressa, alternando sua atenção entre ele e a maneira com a qual Vernon mama a sua língua cheio de vontade.
Agarra-o pela base para pincelar a ponta na sua bucetinha, quer atiçar, fazer cena, mas desejou isso por tanto tempo que o corpo febril não dá trégua até que você fique recheadinha dele. A extensão lateja e você se aperta toda dengosa, não era muito diferente da do seu namorado, mas definitivamente trazia um senso de novidade delicioso. Experimenta rebolar devagar e sente que vai derreter de tanto tesão, ele também não te ajuda a lidar com a sensação te olha estúpido, burrinho por buceta. Então você busca consolo na única pessoa que sabia lidar com o seu corpo como ninguém: Minghao carrega um sorrisinho malvado no rosto, muito bem acostumado a te ver agir assim.
“O pau dele é gostoso, amor?”, o timbre cheio de mansidão, já se estica para deixar um selinho carente na sua boca. “É?”, insiste e só sossega porque te vê concordar toda caprichosa. Você faz encaixar até a base, relaxando no colo do homem. Foi mais involuntário que qualquer outra coisa, beijar Minghao sempre te tomava parte do foco e era complicado prestar atenção em outra coisa. A babinha pegajosa que se derramava para fora já escorria pelas bolas de um Vernon meio afobado — desesperado em te sentir sentando nele outra vez. Ele tenta tomar para si a função de te dar prazer e aperta seus quadris entre as mãos para estimular um vai-e-vem vicioso.
Você se agarra aos ombros de Hansol, o rebolado errático fazendo o corpo balançar ao que você aperta a bucetinha em volta da extensão. O beijo de Minghao há muito esquecido, tão absorta com o prazer que também não nota quando ele se afasta de vocês dois. A intimidade arde com o estímulo, sinalizando que ia acabar gozando rápido demais, porém, você sequer tenta parar. Enche a boquinha com a língua de Vernon enquanto castiga o pontinho carente no meio das suas pernas.
Quando Minghao retorna ao sofá já segura um cigarro entre os dedos, senta a tempo de assistir sua carinha de choro quando finalmente goza. O orgasmo gostoso, mas muito frustrante — sequer teve tempo de senti-lo o suficiente, só chegou lá por puro tesão acumulado. Vernon perde o controle fácil com a cena e é quando seu namorado intervém:
“Não. Não deixa ele gozar fácil assim.”, ele passa o cigarro para sua boca, aproveitando a mão agora livre para envolver o maxilar de Hansol. “Faz ele segurar.”, aperta sua cintura, mantendo o seu corpo imóvel no colo do mais novo. Hansol choraminga baixinho, tentando se contorcer do jeito que dá. Quando percebe que isso não dá jeito, apela para o rostinho carente, encarando Minghao com carinha de putinho. “Esse truque só funciona quando ela faz.”, seu namorado sorri. “É gostosa ‘pra caralho, não é?”, se aproxima, selando o canto da boca dele. “Tenho certeza que ‘cê queria provar faz tempo.”
“Por favor…”
“Não é ‘pra mim que você tem que pedir.”, usa do aperto no rosto do homem para virá-lo na sua direção.
“Eu preciso… por favor…”, as sobrancelhas se apertam numa expressão penosa. “E-eu faço o que você quiser, eu…”, gagueja. Seu olhar transita entre a expressão desesperada por alívio e o sorriso maldoso do seu namorado. Você traga o cigarro preso entre os seus lábios antes de devolvê-lo para a boca do mais velho. “Me faz gozar…”, a vozinha soa quebradiça, sumindo aos poucos quando te sente soprar a fumaça bem no rosto dele. Alterna a atenção entre ele e seu namorado outra vez.
A sensação quase imediata de moleza que a droga espalha pelo seu corpo faz você se lembrar que se há algo que Minghao te ensinou muito bem a fazer, foi a como ser insuportável.
Levantou-se do colo dele num impulso veloz, desencaixando a extensão de você de uma maneira quase dolorida. Fingiu sequer escutar o gemido lamurioso de Hansol quando se deitou ao lado dele no sofá, as perninhas bem abertas expondo-se para o homem.
“Me chupa um pouquinho, Nonie?”, dissimulada, falsa, enganadora e todos os sinônimos para fingida que existem no mundo. A cintura se mexe inquieta no sofá, finge não ter se apertado inteira só de reparar em como o rostinho de Hansol estava tão desapontado. Porém, como um animalzinho obediente, ele se livra do preservativo e logo se põe no meio das suas pernas. O ângulo parece deixar os olhinhos ainda maiores, mais famintos.
Seu corpo arde em brasa.
A língua dele acaricia o interior das suas coxas, espalha a saliva quente por ali. Nem parece mais se recordar da chateação que sentia quando pressiona o nariz entre as dobrinhas da sua buceta, esfregando a ponta entre os cantinhos. O cheiro o deixa nitidamente estupido, disposto a engolir cada gotinha que você tivesse para oferecer. Tem pressa no modo como substitui o toque pela própria língua, saboreia, esfrega a carne contra o paladar. A bucetinha se entrega a ele, escorre convidativa, pedindo por mais atenção.
Hansol suga o que pode das dobrinhas para dentro da boca, parece até mesmo evitar o grelinho carente de propósito — mas não o faz por maldade, faz porque se sente perdido, quer sorver cada pedacinho. Sua impaciência te vence, puxa o cabelo dele impiedosa, guiando-o até o lugarzinho onde precisa de mais atenção. O grunhido dolorido não te faz sentir pena alguma, afinal só serve para espalhar uma vibração gostosa bem em cima do clitóris macio. Ele mama o pontinho dentro de um biquinho apertado e você se sente pulsar, os olhinhos revirando sem controle algum. A língua escapa, descendo para brincar com o buraquinho inquieto que se contrai assim que também recebe atenção.
Você choraminga e ele deixa a babinha presa na boca escorrer para fora, a intimidade agora completamente escorregadia, pinga tanto que molha até mesmo para a outra entradinha intocada. Ele perde o controle, dividido entre chupar tudo o que consegue e esfregar o nariz ali. Os barulhinhos que ele deixa escapar também contribuem para sua vontade de se deixar molhar inteirinha. Sua bucetinha se rende numa facilidade absurda, extremamente fraca quando beijada com tanto carinho como agora. Desmancha o seu prazer na boca do homem que mal percebe o que fez, afinal já engolia seu melzinho desde que colocou a boca ali.
Puxa-o pelos cabelos novamente, dessa vez para retribuir o beijinho especial com um tão gostoso quanto. Vernon recebe tudo de bom grado, o corpo encaixadinho no seu para te deixar ditar o ósculo. A distração não passa despercebida, Minghao aproveita-se do relaxamento para reposicionar o homem mais novo — o fazendo abrir as pernas brevemente. Hansol tensiona, porém logo respira fundo para colocar os nervos no lugar. O ruído molhado que surge após a ação é quase inaudível e, por um tempo, você se ocupa em escutá-lo gemendo dentro da sua boquinha. Porém, beijar parece se tornar uma tarefa complicada em certo ponto.
“Mama meus peitinhos, relaxa.”, você o guia para se abaixar devagar. A expressão desorientada de Hansol sai do seu campo de visão ao que ele se ocupa em sugar seus seios para dentro da boca macia. Consegue ver Minghao de relance e o quão delicioso ele parece todo concentrado, o braço se move vagaroso, deveria estar abrindo Vernon com jeitinho — sem pressa. O mais novo grunhe baixinho, mais um gemidinho vibrando contra a sua pele.
Seu olhar cruza com o de Minghao, ele te oferece um sorrisinho safado, sem nunca cessar a forma com a qual socava os dedos bem fundo. Ele morde a boca quando desvia o foco brevemente, desacelerando as estocadas. Hansol solta um palavrão baixinho, provavelmente na tentativa de se acostumar com mais um dígito. Se empina involuntariamente e Hao interpreta isso como um convite para enlaçar a cintura dele com o antebraço, erguendo mais o quadril.
A mudança de ângulo faz Hansol soluçar baixinho, o corpo contorcendo-se em surpresa. Minghao agora judiava do pontinho gostoso, massageando até ter o homem se colocando de quatro para sentir mais daquele prazer. De tão inquieto que ficou, já forçava o quadril para trás, se fodendo todo dengoso.
Você sente uma chave virar na sua cabecinha já muito perturbada. A obsessão em assistir Vernon como objeto de prazer parece se multiplicar. É tão excitante ver o jeitinho que ele se entrega, como o corpo treme, como implora baixinho para ter muito mais de algo que mal se acostumou a receber. Os lábios babadinhos nem conseguem se fechar, ao contrário dos olhos que se apertam um pouco mais cada vez que ele vai até o limite, até ficar cheinho.
“Mais, mais… por favor, fode…”, soluça grogue, contido. É incerto se seu namorado ouviu de fato e só há certeza quando o tremor no corpo de Hansol cessa por um tempo, um ruído plástico se mistura na sua audição junto com o arfar do mais novo — sinal que Minghao estava se preparando. Você recolhe o suor do rosto dele com uma das mãos, vendo-o se apoiar nela para buscar conforto como um cachorrinho.
“Você é tão bonzinho, Nonie. Tão obediente…”, elogia mansinha, deleitando-se no quão molhadinhos os olhos dele parecem quando finalmente se abrem. Expõe a língua e Vernon se abaixa para sorvê-la na tentativa de refrear mais um gemido sôfrego.
“Caralho…”, o torso dele cede de repente, deitando-se em cima do seu. As mãos firmes de Minghao foram suficientes para manter o quadril dele no lugar, entretanto. A respiração descompassada no seu pescoço é sinal de que ele finalmente precisa aguentar algo maior. Leva tempo para relaxar e só permanece mansinho porque o cafuné no cabelo dele parece fazê-lo esquecer do incômodo. Os olhinhos voltam a revirar quando Minghao passa a meter lentinho, direcionando cada estocada para o pontinho gostoso que fez ele derreter da primeira vez.
“Tá gostosinho, não tá?”, você murmura mansinha, ouvindo os gemidinhos ficarem cada vez mais evidentes contra a sua pele. “Deixa ele te comer. Shhh, Assim.”, você se estica como pode, puxando os pulsos dele para impedir que o homem se toque. “Quietinho, fica.”, pede outra vez, mas não surte efeito. Vernon remexe a cintura um rebolar desajeitado para continuar se estimulando e tenta roçar a cabecinha do caralho necessitado em qualquer coisa que esteja ao alcance.
“Não consegue gozar só com o cuzinho? Hm?”, Minghao questiona desinibido e você tem certeza que Hansol só não fica mais vermelho porque o corpo inteiro já estava rubro. “Vem aqui então, vem, amor.”, adocica a voz para falar contigo dessa vez, soando mais manso. “Vem dar a bucetinha ‘pra ele de novo.”
Você obedece sem pestanejar, mas permanece deitada, movendo-se só o bastante para ficar mais pertinho de Hansol. Abre as perninhas, expondo a intimidade ainda meio judiadinha. Vernon parece incerto de início, porém enxerga no seu rostinho necessitado que meter só um pouquinho sem usar nada talvez não fizesse tanto estrago — é só ele tirar antes de gozar, não é?
Pincela a entrada do canalzinho antes de se colocar para dentro com lentidão, a ação faz o corpo dele enfraquecer e ele se deita sobre o seu torso assim que consegue entrar por completo.
“Merda, assim eu não vou aguentar…”, soa tontinho, em êxtase. Um sorrisinho grogue de tesão cresce no seu rosto, experimentando outra vez ficar cheinha até a borda do caralho gostoso — é uma pena que ele nem parece saber usá-lo direito.
“Shh, aguenta. Aguenta sim.”, Minghao afirma, também soa desorientado. “Tá apertando tão gostoso, seu filho da puta…”, murmura fraco, não se impedindo de estocar devagarinho. “Sente como ela 'tá meladinha ‘pra você.”, provoca, engolindo em seco para tentar soar menos necessitado. “Ela gostou de te ver dando igual putinha, Hansolie…”
“Cacete…”, o mais novo grunhe rouquinho contra a sua pele, movendo-se para acompanhar as estocadas que logo cessam.
“Fode a bucetinha dela, fode. Tô paradinho ‘pra você.”, ele pede mansinho. “Faz ela gozar.”
Vernon tenta estocar num balanço errático, porém mal tem forças para sustentar o movimento por tempo suficiente, já geme atordoado com o prazer, parando de estocar gradativamente. Um estalo estridente ecoa no ambiente ao que Minghao faz um tapa arder na coxa de Hansol — claramente perdendo o pouco de paciência que ainda tinha.
“Tá gostoso é, porra?”, a pergunta é autoritária e retórica, porém Vernon se sente tão atordoado que tudo que é capaz de fazer é balançar a cabeça. “É isso aqui que você quer, não é?”, volta a estocar devagarinho, empurrando até as bolas para massagear exatamente onde o mais novo precisava. “Então obedece. Fode direito, Hansol.”, cessa o movimento que mal havia começado e ganha um muxoxo desgostoso do outro. “Só vou te comer quando fizer ela gozar.”
“_____, por favor... por favor…”, soa como se quisesse chorar, a cintura fraqueja para tentar foder com o seu buraquinho do jeitinho que você merece — não tem firmeza em estocar.
“Não adianta esse choro todo. Tem que comer a bucetinha dela bem gostoso.”, seu namorado ralha baixinho, tomando o quadril de Hansol entre as mãos para forçá-lo a se mover com mais intensidade. “Soca bem fundo e esfrega lá dentro.”, aconselha, empurrando-o para que o pau dele entre até a base. “Ela gosta de ficar cheinha.”
“Ah porra…”, você suspira, era um inferno que ele te conhecesse tão bem.
“Olha a carinha dela, Vernon. A filha da puta 'tá segurando o orgasmo…”, ele ri rouquinho. “É sinal que você não ‘ta fazendo direito.”, provoca impiedoso, assistindo o mais novo apertar o estofado do móvel entre os dedos. “Você é putinha igual ela, Hansol? Só serve 'pra dar?”, a provocação não surte efeito só no homem, você também se mela mais um pouquinho — o estômago revirando com o quão delicioso é ouvir ele soar obsceno assim. “Posso falar que tô comendo sua bucetinha também então?”, o timbre se torna grave, mas o sorriso sacana ainda é audível. Vernon fraqueja ainda mais, só não cai por já estar jogado em cima do seu corpo. Como um putinho submisso, ele concorda rapidinho com a cabeça, pega vocês dois de surpresa. “Posso mesmo?”, o sorriso que Hao sustenta na boca é cruel, humilhante.
“Merda… pode…”, ele choraminga, move o quadril num rebolado carente — sem conseguir suportar mais o próprio desejo. O seu corpo também responde à toda provocação, se arrepia, treme… até mesmo um gemidinho escapa da garganta. Chama a atenção de Minghao:
“Tá quase, meu amor?”
“Minghao…”, o tom de súplica faz sua garganta arder, você soa quebrada, no limite. A expressão de Minghao parece mudar só de te ouvir tão sensível, franze as sobrancelhas cheio de tesão e o foco muda no mesmo segundo — como se estivesse em transe. O quadril se move por impulso, as estocadas sedentas fazendo o corpo de Hansol chacoalhar, usando-o para te satisfazer como se ele fosse uma extensão de si mesmo.
“Porra, fode…”, o mais novo arfa num soluçar falho, a voz saindo abafada contra a sua clavícula. Vernon te enche com o caralho sensível até a base e a força que Minghao usa para estocar parece contribuir com o jeito que a cabecinha é continuamente forçada bem no fundo da sua bucetinha. “Fode, fode… assim…”, choraminga afoito, meio fora de si. “Me come, porra…”
Seus dedos acham seu grelinho numa facilidade absurda, a vozinha dengosa de Hansol na sua orelha era insuportável, dava vontade de gozar ‘pra caralho. Os sons se tornam ainda mais imorais, os gemidos se misturando, o ruído molhado das peles se encontrando… você tinha certeza que começara a alucinar de tanto tesão.
O quadril dele moveu-se num chacoalhar desesperado quando você passou a apertá-lo sem parar, dividido entre se abrigar bem fundo na sua bucetinha quente ou se foder com gosto no caralho do seu namorado. Nem o peso do corpo de Hansol em cima do seu te impediu de se contorcer inteira, os gemidos transformando-se num chorinho todo dengoso — as lágrimas molhando o rosto tanto quanto a entradinha molhava o pau dele inteirinho.
Você revirou os olhos por trás das pálpebras, a audição chiando de tão intenso o orgasmo. A bucetinha pulsava, reclamando o movimento que parecia não cessar.
Vernon também não aguentava mais, soluçava baixinho contra o seu pescoço e era complicado ‘pra caralho segurar a sua vontade de encher o rostinho bonito de tapas. Sequer haviam terminado e já tinha tanto mais que queria fazer com Hansol. Ele soluça baixinho, o narizinho fungando contra a sua pele num indício forte de que também chorava.
Droga, quer gozar outra vez.
Quer esfolar a buceta inteirinha no pau babão dele, porque tem a plena certeza que isso o faria chorar mais. Quer sentar na carinha fofa, forçá-lo a lamber seus peitinhos e ter seu namorado fodendo com vocês dois até cansar, quer tanta coisa… não iriam parar nem tão cedo.
“Vai gozar, gatinho?”, sussurra cheia de manha. Lutava para manter os olhos abertos, superestimulada. “Você é tão lindinho…”, elogia, a mão trêmula faz um carinho casto no cabelo encharcado de suor. Hansol soluça baixinho. “Sem segurar. Goza igual putinha, Hansolie.”, sorriu quando um som esganiçado escapa da garganta dele. “Isso… geme ‘pra mim, geme.”
“Eu preciso-”, ele engasga no meio da frase, a cintura molinha perdendo o controle. “Por favor, tira…”, murmura, tenta erguer o quadril, mas a pressão do corpo pesado em cima do dele não o deixa se mover. “Ah, caralho…”, se babava inteirinho, tontinho com a sensação. “Sai, por favor, por-”, interrompe a si mesmo com um gritinho, pois Minghao entende a inquietação dele como motivo para foder com mais força ainda. “Merda, eu vou gozar…”
“Fica.”, enlaça as pernas do homem como pode. Você morde os lábios sentindo o canalzinho judiado arder… só precisa aguentar um pouquinho, só mais um pouquinho… “Joga na minha bucetinha, joga.”, pede num sussurro manhoso e Hansol ergue a cabeça para conseguir te olhar, como se não acreditasse que tinha permissão. “Segredinho nosso, gatinho.”
─── se você chegou até aqui, obrigada por ter lido! [🤍]
O barulho das sucções de sua boquinha gulosa contra a pica vigorosa ecoava pela sala, antes silenciosa. Os sons das sucções fortes do namorado, em junção aos movimentos lânguidos, misturados a gemidos murmurados contra a área íntima, eram um dos estímulos que estavam levando sua bucetinha à loucura. Porra, adorava ter um homem daquele tamanho todo para você e com um fogo equivalente. O meio de suas pernas estava completamente exposto devido à camisolinha vermelhinha, sem nada por baixo.
Jobe riu chulo ao encarar seu corpinho aberto para ele. As mãos grandes cobrem toda a sua bundinha empinada para ele, a bucetinha já totalmente babadinha, tanto de sua lubrificação quanto do grande acúmulo de saliva que o Bellingham havia despejado em seu meio. Aperta suas bandas com força, prontamente levando o indicador para deslizar de fora a fora na sua bucetinha, focando em seu pontinho durinho e judiado.
— Porra, gatinha... — É o que a voz rouca murmura contra sua pele ao sua boquinha encontrar a virilha aparadinha dele, tendo toda a extensão abrigada dentro de sua boca. Mesmo burrinha, graças às carícias em seu íntimo e pela devoção em devorar cada centímetro do seu homem, consegue apreciar o abdômen forte contrair e o corpo robusto douradinho abaixo de si se remexer, inquieto, totalmente entregue aos movimentos de sucção imundos que sua boquinha aplicava na pica vigorosa.
Sua bucetinha retesa e você se empurra mais para o rosto másculo. A cena servindo de combustível para um gemidinho manhoso ser jogado contra a grossura firme. “A-amor… chupa…” Larga o comprimento e pede, a voz quebradiça pelo esforço na garganta. “Chupa minha bucetinha…”
O pedido sujo, unido ao tonzinho quebradiço de sua voz, é o suficiente para o fazer voltar a deixar chupadas copiosas contra sua xotinha. “Esfrega essa bucetinha na minha língua, hm?” O tom enrouquecido a atinge fundo. Ele apalpa a sua bunda com as duas mãos e arranha a garganta num gemido rouco ao seu quadril começar a ondular contra o rosto dele.
— Empina a bundinha pra cá, amor… — estala um tapa ardido em uma das bandas. “Isso, gatinha, bem empinadinha…” Você solta um gemidinho murmurado em resposta à solicitação. O torso ergue-se um pouquinho de imediato, os quadris empurrando para trás até estar pairando mais sobre o rosto masculino. Apoia as mãos sobre o abdômen trincado dele, agarrando-se às extremidades da blusa branca do pijama. Sente a pressão na sua cintura, as mãos grandes apertando com força, te mantendo paradinha. A inclinação que os dois travesseiros proporcionam à nuca alheia é perfeita para só esticar a língua e deixar em cima do seu pontinho.
Você geme na hora, cheia de manha. A bucetinha encaixando certeira contra o músculo languido, remendo para lá e para cá, sentindo o clitóris ser estimulado pela pressão. A língua quente volta a se esfregar pelos seus lábios íntimos. Está tão inchadinha, cálida e babadinha para o namorado, que a excitação escorre, lambuza a boca rechonchuda com o líquido aquoso, pegajosinho. Ele arfa contra seu íntimo, o vapor batendo e aquecendo ainda mais.
— Porra, gostosa... — ele delira, com os olhos fixos na buceta. “‘Cê é uma delícia, minha princesa. Eu te comeria assim o dia inteiro, sabia?”
Você resmunga, burrinha. As unhas pontudas e bem feitinha descontam todo o tesão nos gominhos da barriga do seu pretinho. Jobe não se acomoda em deixar a língua apenas pairar sobre seu ponto; ele chupa com vontade, dança o músculo ao passo que suga o nervinho, a língua sugando fora a fora de sua bucetinha. Num ato chulo, afasta o rosto ofegante de levinho e usa o indicador e o médio num 'v', separando os lábios, abrindo mais o caminho para engolir seu pontinho sensível.
— Jobe...! — você chama o nome dele, retesa todinha, de tão bem acertada que foi. Queria que ele pudesse ver os seus olhinhos se revirando, a boca entreaberta em puro êxtase, quase babando pelo canto, os biquinhos do peito arrebitadinhos. Merda, ele iria te quebrar em milhares de pedacinhos.
Você respira com dificuldade, perdidinha. As juntas, os músculos tensionando ao passo que doem ao se empinar cada vez mais em direção à boca faminta do namorado. A provocação da língua ao redor da entrada da buceta te causa cócegas e um arrepio que te faz rir junto dele, contorcendo-se sobre o corpo do homem. A ponta penetra, força só um pouquinho e retorna, engole todo o seu melado, maneia a cabeça, afetuoso.
Eram poucas as vezes em que tentavam essa posição, mas Jobe ama estar nessa posição, te oferecer tanto prazer assim, ser sufocado pela sua bucetinha babona. Ele era tão obcecado que não se preocupava com toda a sujeira no próprio rosto, o acúmulo de baba se misturando à sua excitação por toda a bochecha e nariz pontudinho.
O nariz grande resvala, acaricia o seu clitóris também. Capta o seu cheirinho, completamente embriagado. A fragrância do ato sujo, do sexo oral gostosinho que faziam o entorpecendo mais e mais, dando mais vontade nele de engolir cada cantinho seu. A rola esquecida ficando cada vez mais dura de apenas sugar você.
Você mira o caralho tortinho para a esquerda novamente, os olhinhos aguados. Assiste à base da barriga dele, tencionando ao seus dedinhos arrastarem as unhas para mais perto da virilha aparada; as pernas do rapaz encolhem. O pau teso expele pré-gozo. Cacete, queria tanto ele na sua boquinha, mas estava se sentindo zonza demais até mesmo para tal.
— Amor! Me faz gozar, isso! Me faz… Ah, caralho! — perde o fôlego. Ele sopra um arzinho contra a xotinha, o ventinho frio lhe arrepiando de dentro para fora. Acelera a língua, bem focado no grelinho, chupa, traz pressão, te alucina. Ele sabe como te deixar maluquinha, completamente fora de si. A conhece bem demais, porque, quando percebe o seu corpo retesadinho, enfia três dedos lá dentro da bucetinha para sentir o seu ápice, as paredes apertando os dedos com força, o melzinho acumulando entre as falanges. Você pulsa, forte, treme as perninhas, aperta ele inteirinho.
O seu corpo pesa, dormente, o peito puxa o ar que alimenta os pulmões com dificuldade em meio ao gemido fino. Não tem forças para permanecer erguida, tomba sobre ele novamente, fecha os olhinhos e deixa a mão serpentear para o pau duro. Não passava de uma desesperada por pica; mesmo tonta do próprio orgasmo, não pensava em outra coisa.
— Putinha... — O sorriso cresce no rosto do Bellingham. “Não me atiça, gostosa…”
Você arfa quando os dedos metidos no seu interior entram e saem, afundando, transbordando em meio ao melado pós-orgasmo. “Pega então, amor.” A mão gira para que o polegar possa derrapar no seu ponto novamente. “Me mama enquanto eu brinco com a sua bucetinha, vai...”
Mesmo com a cabecinha burra, completamente nublada de luxúria pelo recente orgasmo, não segura a risadinha chula com o pedido do namorado. Sobe o corpinho mais uma vez para o espiar por trás, vendo mais um daqueles sorrisos doces, mas completamente carregados de luxúria, que o seu namorado sempre solta.
Ah, Jobe… Que golpe baixo era ter aquele homem todo para si…
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𓏳 ˚⋆˙⟡ · 𝑁𝑜𝑡𝑎: Mais brincadeirinhas das Hottie Hottie! Dessa vez tirei a linda da txeyong, mesmo que ela não tenha tumblr (mas tem spirit, deem uma olhada lá!) vou deixar vocês lerem o presente dela também.
Você adora fazer amor com seu namorado, é sempre tão gostosinho, pacífico e carinhoso, cheio de beijinhos e muito afeto. Mas confessa que às vezes se pega pensando em como seria foder com ele... no mais vulgar dos sentidos.
Foi preciso um certo tempo acumulando coragem pra confessar isso, você não queria magoar ele, sequer fazer parecer que não gosta do jeito docinho como ele te trata na cama. Mas pra dizer a verdade, a risadinha que Sunghoon deu quando ouviu seu pedido deixou bem claro que ele curtiu a ideia. “E cê vai aguentar? Quando eu arrebentar essa bucetinha no pau não vou querer ouvir chororô no meu ouvido não, tá? Já que pediu, vai sustentar bem bonitinha.” E nesse exato momento, seu único arrependimento é não ter sugerido isso antes.
Com Sunghoon bem ali te comendo gostosinho de quatro, as mãos grandes seguram em sua cinturinha, forte o suficiente pra deixar marca dos dedos. O quadril dele batendo contra sua bunda empinadinha a cada estocada, sacudindo seu corpo inteirinho. Lágrimas ameaçam escorrer por seu rostinho mas unicamente por ser uma sensação boa pra caralho.
— Mais forte, amor... — Geme, mordendo os lábios manhosinha quando sente um tapa forte ser desferido em sua bunda, a região ficando instantaneamente dolorida.
— Minha putinha quer com mais força, quer? — Ele pergunta num grunhido rouquinho. Você, por sua vez, só consegue acenar a cabeça em resposta. Sunghoon então sem qualquer aviso agarra um punhado do seu cabelo, puxando sua cabeça para trás e fazendo suas costas ficarem ainda mais arqueadas. — Então diz aquela palavrinha mágica, ou já levou pica o suficiente pra ter ficado burrinha demais a ponto de esquecer os bons modos? — Provoca com um sorrisinho presunçoso nos lábios.
— Hmm... P-por favor, Hoon, por favor. — Pede dengosa. Park então solta seu cabelo sem muito cuidado, só pra conseguir empurrar seu rostinho contra o travesseiro e garantir um novo ângulo pra meter. Ele tira o pau quase completamente pra fora, deixando só a cabecinha ali enfiada, até enterrar novamente na sua bucetinha com força. Um gemidinho alto foge do fundo da sua garganta, você agarra o lençol como se fosse rasgar, seus dedinhos dos pés se contorcem e suas lágrimas finalmente cedem, molhando o travesseiro.
— Gosta disso né, cadela? — Os "sim" descontrolados que você geme tiram um sorriso satisfeito de Sunghoon. Ele tá adorando conhecer esse seu lado vagabunda e principalmente pôr em prática o que nunca tinha experimentado antes. Ele soca tão bruto, o cacete atingindo seu colo do útero repetidamente, acertando os pontinhos certos ali dentro de você. Sunghoon logo desce a mão o suficiente pra conseguir agarrar sua garganta, te puxando com força pra cima, o bastante pra colar suas costas contra o peito dele. — Putinha suja.
Sua bucetinha pulsa tanto ao redor do pau dele. Você respira com dificuldade devido à força do aperto no seu pescocinho, ficando tão pertinho do melhor orgasmo da sua vida... isso se Sunghoon também não tivesse percebido. Depois de sussurrar um "Quase lá, é?" bem coladinho no seu ouvido, ele propositalmente diminui a velocidade das estocadas.
Você choraminga quando sente os movimentos ficarem lentos. Desesperada pra gozar, tenta se mover e arrisca rebolar com mais força enquanto empina o rabo pra ele, qualquer atrito a mais já seria o suficiente, mas tudo que recebe é a mão de Sunghoon subindo pro seu rosto e apertando suas bochechas enquanto a outra desce para sua bunda, dando outro tapa estalado nela como advertência.
— A-ah, caralho… argh! — Resmunga frustrada, o rostinho numa carranca com as bochechinhas ainda esmagadas. — Vai, por favor, amor… por favor! — Ele dá mais um tapa na sua bunda, ainda mais forte que o anterior, logo massageando a carne rechonchuda e quentinha que começava a criar um relevo vermelho ali.
— Por favor o que, hm? Diz pra mim. — Ele insiste, aumentando as estocadas gradativamente . Leva a mão do seu rosto até os biquinhos do seu peito, os prende entre os dedos e torce gostosinho.
— Mete, vai. Me fode com força, Hoon... por favor. — Você ofega. Sunghoon, por outro lado, ri fraquinho e satisfeito, te dá um beijo babadinho abaixo da orelha e deixa uma mordidinha.
— Porra, pedindo tão boazinha desse jeito tem como negar? Vou fazer essa bucetinha safada nunca esquecer quem é o dono dela. — Te faz ficar de quatro outra vez, sem delongas, volta a te foder no mesmo ritmo de antes. O pau entra e sai tão rápido que seu orgasmo antes interrompido volta a te perseguir. Sua respiração parece ficar presa, seu corpo espasma e seu interior macio se contrai gostoso ao redor do cacete dele, fazendo Sunghoon fechar os olhos com força.
Uma mão dele tá apoiada na curva das suas costas enquanto a outra vai de encontro ao seu clitóris, esfregando bem rapidinho, prolongando sua gozada. O prazer te toma inteirinha, você geme bem vagabundinha enquanto desfruta da sensação de ter o pau de Sunghoon atoladinho em você enquanto os dedos grossos e habilidosos brincam com seu grelinho.
— Isso, assim... goza bem gostoso no meu caralho. — Sussurra, se debruçando sobre você. Sunghoon respira fundo e engole o próprio gemido, usando todo o autocontrole possível pra segurar a vontade de continuar judiando da sua buceta esgotada até lotar de porra. Difícil pra caralho, ainda mais sentindo a pica e os dedos tudo meladinhos, vendo suas perninhas bambas e seu corpo lindo todo suadinho. Quando volta pro mood namoradinho atencioso, ele solta uma risadinha e puxa seu corpinho mole pra um abraço. — E aí, fiz do jeitinho que cê queria, mô?
Gostou? Dá uma forcinha aí! Uma curtida, um reblog ou um comentário são mais do que suficientes para eu saber que você se agradou com meu conteúdo :)
⋆𐙚 ̊. notas: resultado de mais um sorteio com minhas amigas e minha sorteada foi (finjam surpresa) @mahteeez , te amo princesa, espero que goste💕 vcs vão ter que se acostumar a ver a mahzinha por aqui pq pelo que parece estamos destinadas. como ficou curtinho decidi deixar no formato de "horny posting". gente, a mahzinha me pediu o mackiah do ampersandone mas eu não conheço ele direito, nem o grupo, então perdoem qualquer erro.
menores de idade, por favor, não interagir.
boa leitura.
୨ৎ pussydrunk!mackiah
- Hummm... Uhum! - O prazer queima em seu ventre, empurrando atordoamente os quadris pra cima, contra o rosto dele.
Abre mais as pernas para que a língua vermelhinha e macia deslize pelas suas dobras úmidas. Não raciocina mais. A única coisa que deixa seus lábios são soluços.
- A-Assim amor, isso... A-Ah. - Seus olhos reviram pra trás num bater de cílios.
O jeito que Mackiah a fazia sentir era imoral. Já era o que? talvez o terceiro orgasmo só com a língua dele, e ainda assim, ele não conseguia desgrudar os lábios da sua xoxota perfeita.
- Meu Deus, você é linda. - As mãos pesadas deslizam pela lateral do seu corpo, a fazendo arqueas as costas do colchão. Empinando os lindos seios para o deleita da visão masculina. - Olha só pra você, uma bagunça na minha língua.
Ele separa os lábios inchados, abrindo-os o suficiente para apreciar seu pequeno buraquinho escorrendo. Está tremendo, pulsando ao redor do nada, puxando os cabelos alheios enquanto ele te devora. Mackiah era viciado no seu gosto. Nunca se cansava. Amava os seus gemidos doces e como o próprio nome soava quando deixava seus lábios quase como um mantra quando estava prestes a gozar. Bebia cada gota, não desperdiçava nada, como se estivesse faminto. Gemia em deleite e se masturbava desesperadamente só de sentir o seu gosto na língua. Implorava pra que o usasse, sua língua, seus dedos, seu pau, eram seus para fazer o quisesse. Até mesmo gozava dentro (quando você deixava), só pra poder recolher a própria porra com a língua depois.
Não conseguia parar mesmo depois de ver você gozar. Misturava saliva com o líquido que saia de você, era uma bagunça.
- Isso! - exclama em regozijo ao notar um jatinho de excitação jorrar. - Goza em mim de novo, amor. Por favor, vai.
Rebolava pateticamente contra o colchão, tentando dar algum alívio pro pau vermelho e dolorido, quase explodindo ali mesmo com o seu cheiro, seu gosto penetrando em sua boca.
É por isso que ele era tão faminto, mesmo que estivesse sensível, pulsando em sua língua. É primitivo. Deveria ser ilegal a forma como suas paredes o envolviam de forma tão gostosa.
- Me faz gozar de novo e eu te deixo meter em mim, gatinho. - sussura, em meio a gemidos ofegantes. - No buraquinho que quiser.
Ele geme em resposta. Porra. Nem precisava pedir duas vezes. Ele tira a língua de dentro, apenas pra dar longas lambidas do clitóris inchadinho com ferocidade. Não consegue evitar, quando se tratava de você, se tornava um desesperado.
Seus gemidos desesperados se tornam soluços quebrados. Lágrimas quentes se derramam sob o rosto. A buceta contrai, pulsando descontroladamente contra a língua voraz. Encharca o rosto bonito. Os olhos reviram e os ouvidos zumbem quando goza com força. Precisa afastar a cabeça dele quando se torna demais. Estava ofegante, os cabelos bagunçados. Ele ronrona e te beija. Compartilha do seu próprio gosto com a boca na sua. O puxa pra perto, saboreia a si mesma num gemido necessitado. Estende a mão até a ereção pesada.
- Espera, o que... - Mackiah não te deixa terminar, a puxa pra mais um beijo necessitado.
Seria mais fácil do que ter que explicar porque o pau dele está todo molhado ou como ele gozou te chupando, não pôde evitar.
- Eu quero tanto meter... - Ele estava ofegante, os olhos bonitos brilhavam, o rosto molhado de suor e talvez de você. Baba escorria pelo canto dos lábios. Ele precisava meter. Sentir suas paredes quentes envolvendo seu pau, o apertando de forma insana. Ele sentia que iria derreter, era difícil até mesmo respirar corretamente. - Posso meter agora, por favor?
i’m going crazy, i’m going mad (i want you, baby, so bad)
sobre usar a camisa do jobe para dormir #7️⃣ ⋮ feliz dia dos pais pro meu papi. 𝜗ৎ
jobe chega em casa tarde essa noite.
a única claridade é o brilho suave da lua se esgueirando pelas persianas. ele fecha a porta e coloca a bolsa no sofá, o corpo lembrando-o do quão duro foi o treino a cada passo que dá. você está no quarto, com as pernas encolhidas embaixo do corpo, mexendo no celular e usando uma das camisas velhas dele do dortmund.
a primeira coisa que ele vê quando entra é o número sete nas suas costas.
como é bom estar em casa — e ele nem está se referindo ao seu apartamento de sessenta metros quadrados no oeste da alemanha.
você o olha, com os olhos se iluminando daquele jeito calmo que sempre faz algo no peito dele relaxar.
— chegou tarde — você cumprimenta, baixinho. — a noite foi longa?
ele resmunga. tira os sapatos e caminha na sua direção.
— longa demais.
jobe nem pensa antes de te puxar pelo tornozelo e se jogar em cima de ti. a figura enorme dele te engole em um piscar de olhos, te abraçando e inalando intensamente o teu cheiro que tanto gostava.
— ai, vai me matar sufocada!
— tch, deixa…
você ri, quase sem fôlego. beija a testa dele e faz carinho na nuca. ficam grudados ali, trocando calor um com o outro, apertando, cheirando e acarinhando. só se separam um pouquinho quando a boca dele se encontra com a tua.
é um beijo lento, preguiçoso. o roçar suave dos lábios, as línguas compartilhando os gostos. o teu da pasta de dente, o dele do chiclete de hortelã que ele vivia mascando.
suas mãos vão para os ombros fortes do namorado, as unhas cravando no tecido. ele para o beijo para poder deixar outros nas tuas bochechas e pescoço.
— fiquei só pensando em ti hoje — ele sussurrou contra a sua clavícula. — treinos, testes, pausas… e eu só conseguia te imaginar assim.
a mão dele desce, deslizando pela camisa, até os dedos te encontrarem já completamente encharcada.
— aí eu chego, e você tá vestida na minha camisa... é pra matar o cara mesmo.
você não consegue evitar a risada.
— pensei em você o dia todo, também.
— pensou, linda?
— o dia todo, toda hora… às vezes, pareço uma louca. só você e o quanto eu te quero… é o que fica na minha cabeça.
jobe não é capaz de impedir que seu rosto fique ruborizado. ele sorri, e te beija mais e mais.
— também fico igual um doido.
suas pernas se abrem. ele sobe a sua camisa até ela se amontoar ao redor da sua cintura. continua tocando a sua calcinha úmida, o polegar no tecido. você geme e ele o encara, movendo o dedo em círculos.
— então, a gente tem que resolver isso, né? — sussurra no pé do teu ouvido e dá um sorriso de lado ao sentir o arrepio que percorre o teu corpo.
jobe faz um esforço para poder se separar de ti e empurrar a calça para baixo. tira o pau para fora e se masturba um par de vezes antes de bater a cabecinha contra a sua calcinha. você se sobressalta com a sensação, olhando-o com olhos carentes. ele começa a deslizar para cima e para baixo no algodão.
— amor…
uma das mãos dele vai para a sua cintura e a outra para entre ambos, segurando o pau no lugar enquanto o arrasta para cima e para baixo. jobe solta um gemido grave e suas pernas se envolvem ao redor da cintura dele à medida que ele ganha ritmo. se lambuza toda, e o som viscoso chega aos ouvidos.
— deixou meu pau todo melado e nem fizemos nada ainda…
você cobre os olhos com o braço e cravando os dentes no lábio inferior, se concentrando no prazer. parece uma coceira num lugar onde não dá para alcançar. jobe levanta a sua camiseta para poder ver os seus peitinhos e geme quando percebe os mamilos eretos; a boca dele enche de água, querendo raspar os dentes neles só para ouvir os teus gemidos gostosinhos.
você leva uma mão até o peito para pegar um deles entre o indicador e o dedão.
— isso, brinca com eles — ele não tira os olhos. não consegue.
ele se esfrega contra a tua calcinha mais rápido. você se contorce, gemendo. a calcinha está praticamente transparente de tão encharcada.
um gemido grave vem dele quando o pau desliza por baixo da calcinha e se choca contra a sua meladeira. jobe se desmorona sobre ti, a mãozona indo para o seu pescoço, os movimentos mais rápidos.
— jobe–!
— de novo. fala meu nome de novo.
você choraminga, dengosa, com as coxas tremendo. o aperto dele no teu pescoço é gentil, mas firme. inclina o seu rosto para cima, obrigando-a a olhá-lo.
— fala.
— jobe…
a calcinha o mantém prensado contra você enquanto ele desliza pelo seu mel. com mais uma passada da glande seu clitóris, você desmonta inteira, tremendo debaixo do namorado. goza com as unhas cravando na pele dele. quando sabe que está quase lá, jobe coloca a sua calcinha de lado para valer agora, punhetando o pau até sujar a sua bucetinha toda.
estão com a respiração ofegante. você se apoia sobre os cotovelos para ver a bagunça que fizeram. bellingham esfrega o pau pela sua vulva inteira, espalhando a porra por todos os cantos, encarando como se fosse a coisa mais interessante do mundo.
18+. minors dni. rue bennett definitely has the sort of strap game that has you face down sobbing into the bed— especially if you were mouthing off to her before? she’s mean enough to make you work for it, watches you bounce yourself back onto her dick. she leans down, chest pressed against your back only to murmur “yeah, see? there you go. good girl, show me you fuckin’ want it.” she lets out a cocky, airy laugh when you whine out daddy. “feels good, huh, baby? you like that shit?” you can only respond with a whiny sob when her arm finds its way around your neck.
“whiny little mess— so fucking mean before, but now i’m daddy. too fuckin’ easy, baby.” she always starts to ramble when she’s fucking you, talks filth into your ear relentlessly. it does nothing but make you clench around her strap. “shouldn’t even be giving it t’you right now, fuckin’ brat.” you cry out when she crooks her hips in a way that lets her get impossibly deeper in you, your hands grabbing at the arm around your neck. “i’m sorry, daddy, ‘m sorry— gonna be better, i promise,” you babble. it’s bullshit— you and her both know it. it’s why she loves this, though. getting to watch you curse her out and jab your little fingers at her chest… all while knowing she gets to fuck the attitude out of you once you’re done bitching at her.