
if i look back, i am lost

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@lovvemore
belgrade, serbia
ig: @indg0
a gente nunca sabe o quanto o outro gosta da gente e é isso que dói.
“- Por que você está me olhando desse jeito? - Só lembranças… Eu me apaixonei por ela enquanto estávamos juntos, e me apaixonei ainda mais nos anos em que ficamos separados.””
— Diário de uma Paixão
teu jeito de rir é o mesmo os motivos é que não
tu ainda dança do mesmo jeito as músicas é que são diferentes
se eu te lesse aquelas poesias você ainda faria cara de quem se impressionou? você ainda teria paciência de traduzir as partes em inglês já que nunca me ensinou?
e eu? eu voltaria atrás? é um alivio saber que não afinal a pessoa do depois você se tornou a pessoa do depois eu sou
eu já não vejo curtas metragens como antes tampouco passo horas vendo propagandas engraçadas
também encaro fins de maneira diferente quando você decidiu ir eu vi como tragédia hoje vejo como espaço para algo que realmente queira estar
eu também achava que era sobre mim hoje vejo que são só preferências e que não fui a sua
eu lembro que me disse pra esperar você se consertar eu esperei caminhando ainda que sem saber para onde ir
agora por acaso estou bem aqui onde nos deixamos
e o seu jeito de dançar não me encanta mais
“O que tem de ser, tem muita força. Ninguém precisa se assustar com a distância, os afastamentos que acontecem. Tudo volta! E voltam mais bonitas, mais maduras, voltam quando tem de voltar, voltam quando é pra ser.”
— Caio Fernando Abreu.
você disse que é insegura e um monte de coisas. me perguntou como isso não me faz querer fugir. ter medo. ou algo assim. eu te falei que ainda moram no Japão, em zonas propícias a maremotos/terremotos e mesmo assim continuam a construir sua casa e sua vida ali. o que ninguém sabe é que placas tectônicas existem em todos os lugares. não importa onde esteja. algo vai te estremecer. não vai agora não. eu quero te tocar como você me toca.
“Diz que me adora, que gosta de mim, que sente saudades minhas e uma vontade insana de me ver em plena quarta-feira. Sei que não muda nada, mas eu preciso ouvir.”
— Gabito Nunes.
“Você que inventou a tristeza, ora, tenha a fineza de desinventar.”
— Chico Buarque.
“Eu moro em mim mesmo. Não faz mal que o quarto seja pequeno. É bom, assim tenho menos lugares para perder as minhas coisas.”
— Mário Quintana.
“Mas é no fim do dia que somos honestos com nós mesmos. Não importa se você tem filhos, uma banda, uma bela esposa ou uma lista da Rolling Stone com as melhores canções pra ouvir antes de morrer. Você sempre acerta suas contas com o fim do dia.”
— Gabito Nunes.
“Eu queria te contar que agora não dói mais. Só que agora não importa tanto o que você vai pensar sobre isso. Queria que você soubesse que já vi nossos filmes milhares de vezes e nem chorei. Ok, chorei. Mas pelo filme, e não por você. Queria que você soubesse que tirei a poeira das nossas músicas, e que as ouço quase todos os dias. Porque elas me faziam mais falta do que você fez. Os nossos lugares não são mais nossos. Eu já voltei lá com outras pessoas, e escrevi lá outras histórias… Eu estou aprendendo a tocar violão. E a primeira música que toquei foi aquela música que era uma espécie de hino pra nós dois. Ela é tão linda… E sim, ela continua sendo muito nossa e lembrando demais você. Mas ainda sim, não dói. Você não pergunta essas coisas, mas sei que gostaria de saber. Porque te conheço. E isso não mudou. Do mesmo jeito que adivinhei as coisas ruins que você aprontaria, eu sei as coisas boas que ficaram aí em você e te fazem lembrar de mim. Porque a vida segue. Mas o que foi bonito fica com toda a força. Mesmo que a gente tente apagar com outras coisas bonitas ou leves, certos momentos nem o tempo apaga. E a gente lembra. E já não dói mais. Mas dá saudade. Uma saudade que faz os olhos brilharem por alguns segundos e um sorriso escapar volta e meia, quando a cabeça insiste em trazer a tona, o que o coração vive tentando deixar pra trás.”
— Caio Fernando Abreu.