Havia um garoto em saturno, ele era dono de um grande jardim. Ele sempre dizia que fugiu da terra, falava que o povo da terra era sem amor. Que perderam o amor para o poder, o dinheiro, a ganĂąncia, o egoĂsmo. Ele sentia-se feliz por estar em saturno. Bem recebido pelo planeta, ele pedia a saturno ĂĄgua, bastante ĂĄgua. Assim ele podia regar as flores, rosas, plantas e arvores. O Garoto era bem admirado por saturno, pela sua paixĂŁo, essĂȘncia, por causa do seu respeito com a natureza. Saturno nĂŁo era um Deus, nĂŁo Ă© um Deus. Mas, Saturno ouvia o que o garoto pedia,  o choro do garoto, a solidĂŁo, a tristeza, nada disso afetou a relação dos dois, o planeta guardava o garoto, cuidava muito bem dele, nĂŁo deixava nada faltar. Apesar dos seus climas agressivos, saturno se controlava. O Garoto amava muito o planeta, e parecia que levava saturno como um pai, e o amor foi reciproco. Mas, depois de um tempo, em um dia limpo, claro, bonito. Esse garoto morreu, e saturno sentiu o corpo frio do garoto em sua superfĂcie, entĂŁo os ventos de saturno pararam, seus anĂ©is começaram a girar muito mais rĂĄpido. Saturno ficou muito triste, e pediu para sua superfĂcie enterrar o garoto, o garoto foi enterrado junto com seu jardim, e no mesmo local, depois de 3 anos de solidĂŁo que saturno encarou. Uma arvore nasceu, uma arvore enorme, cheia de frutos e esperança. E saturno sabia que Ă quela arvore era o garoto. EntĂŁo, a arvore forneceu alegria a saturno, e saturno agradecia por ter conhecido seu filho, seu querido filho adotivo, O Garoto, que se chamava: Esperança.