lucky-jaehee:
.♡⋰. — O quê? — Jaehee perguntou, obviamente confusa. Não tinha tido tempo de tomar seu café antes da primeira aula e ainda estava ridiculamente sonolenta. Riu baixinho quando ele continuou falando, porque a explicação só fez a frase parecer mais doida ainda. Não fazia sentido dizer aquilo na frente de uma completa estranha, ainda mais sem contexto algum. — Esse alien devia ter de dito pra checar os bolsos antes de sair. — deu de ombros, só então percebendo que a frase saíra um tanto grosseira. — Me desculpe, eu sou uma chata antes de tomar meu café. — sorriu, sem graça. — Pode pedir, eu pago. Eles tem um negócio de fidelidade que depois de dez pedidos te dão um de graça, então… Nem vai fazer diferença. — deu de ombros. Ela já era uma figura tão carimbada naquela cafeteria que já tinha completado o cartão bem umas três vezes. — Se você não se importar, é claro.
— Eu sou um cirurgião ocupado! — defendeu-se, um biquinho se formando em seus lábios como uma criança birrenta. — Tudo bem, não precisa se desculpar. Eu entendo que nem todos estejam prontos para ouvirem que aliens existem — retribuiu o sorriso, tímido. — Você quer mesmo pagar para mim? Sério? Ah, obrigado! Claro que eu não me importo — falou animado, dando um passo à frente na fila do caixa. Ainda faltavam alguns clientes para que chegasse na vez deles, Minhyun precisava de um assunto para que o clima não se tornasse estranho. Então, à procura de algo para falar, ele sentiu um clique. Um estalar de dedos dentro da sua cabeça. Com as sobrancelhas franzidas, analisou a estranha que estaria pagando pelo seu café, passando os olhos pelo corpo inteiro dela: da cabeça aos pés, dos pés à cabeça... repetidas vezes. Algo nela lhe parecia tão familiar... Minhyun a encarava quase sem piscar, extremamente intrigado com a mais baixa. — Eu acho que já vi você em algum lugar — comentou e, assim que o fez, ele se lembrou. Novamente, como um clique dentro da mente. — Você é da Lucky Star! — exclamou com os olhos esbugalhados, não tardando em perceber que estavam em uma cafeteria e ele deveria ser muito mais discreto. Puxou-a para longe da fila, um sorriso estampado no rosto porque eram poucas as vezes que ele encontrava alguém da sua gangue em um ambiente normal. — Sou eu, o médico! Chae Minhyun. Woah, eu nunca fui numa cafeteria com uma pessoa da Lucky antes! Me sinto como a Hannah Montana, vivendo o melhor dos dois mundos ao mesmo tempo! — riu baixinho.











