O medo é a pedra que meu sonho tropeça. Tolice minha de ter que parar no meio do caminho para contar as pedras. De nao perceber a lentidao das borboletas. Essas que enfeitam o caminho. De nao seguir olhando o alto. Quanta pressa. Quanta estupidez. Quanta ignorancia. Preciso descansar de ser humano- dar mais ouvido aos passarinhos, pois eu me lembro de um dia ter visto, em apenas um assobio o milagre de Deus acontecer.
Ludmilla Fávaro















