POR CHRIS PORTO Desde 1975 o SARP, Salão de Arte Contemporânea de Ribeirão Preto, realizado pela prefeitura de Ribeirão Preto e …
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
taylor price
No title available
🪼
noise dept.
I'd rather be in outer space 🛸
d e v o n
Show & Tell
trying on a metaphor
Cosimo Galluzzi
hello vonnie

★

⁂
cherry valley forever

blake kathryn
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
wallacepolsom
almost home
will byers stan first human second

shark vs the universe
seen from Netherlands

seen from Algeria

seen from Malaysia
seen from United States
seen from Mexico

seen from United States
seen from Brazil
seen from Canada
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United Kingdom

seen from United States
seen from United States

seen from Iraq
seen from United States

seen from Japan

seen from Canada
seen from Japan
@luizapoeiras
POR CHRIS PORTO Desde 1975 o SARP, Salão de Arte Contemporânea de Ribeirão Preto, realizado pela prefeitura de Ribeirão Preto e …
Artista trata das estratégias dos trabalhadores para aproveitar as brechas da vida como um momento de invenção e ressignificação de si em ex
Arte na Ocupa
Ciclo de oficinas de arte para jovens da Ocupação Maria do Arraial em Belo Horizonte com as artistas Luiza Poeiras e Daiely Gonçalves realizadas em 2023. E em 2024 por Luiza Poeiras.
As oficinas buscam dar continuidade ao trabalho de educação artística, oferecendo semanalmente práticas e reflexões que contribuem para a formação sensível dos jovens da ocupação.
Jornal Calango
JORNAL CALANGO é uma publicação idealizada pelo Coletivo Aguapé e moradores da Pedreira Prado Lopes, que buscou evidenciar as referências do patrimônio cultural da Pedreira Prado Lopes, com a intenção de valorizar, enaltecer e rememorar a produção local, como também promover a difusão das vivências comunitárias. Sua construção foi feita de maneira coletiva a partir de um Ciclo de 6 oficinas culturais e formativas direcionadas aos jovens da comunidade. As oficinas buscaram familiarizar os mesmos com diversos processos de criação a partir da escrita, artes gráficas, diagramação, entrevistas, resgate de memórias e dados históricos.
Como integrante e co-fundadora do Coletivo Aguapé (Ainoã Batista, Júlia Ho, Luiza Poeiras e Manu Lima), atuei no projeto ''Jornal Calango'' como diretora criativa e pedagógica.
Publicação de 2000 exemplares, 2022
Comunidade (pesquisa em processo)
Favela da Serra, Belo Horizonte Ranchiño, Medellín 2022 30 x 13 cm
Vila Oeste, Belo Horizonte San Javier, Medellín La Iguaná, Medellín 2023 21 x 11 cm
Vila Oeste, Belo Horizonte San Javier, Medellín 2022 30 x 13 cm
Santa Maria, Belo Horizonte Piñares Oriente, Medellín 2022 15 x 7 cm
O trabalho ''comunidade'' consiste na coleta de objetos e paleta de cores por bairros populares de Belo Horizonte e de cidades que residi temporariamente. Passo então a experimentar combinações escultóricas e pictóricas do que foi coletado, formando uma assemblage de comunidades distantes e distintas mas que também compartilham de similaridades em seus processos de resistência, luta e autogestão.
Cria na Luta Impressão em serigrafia sobre camiseta 2022 Série de camisas estampadas com imagens em serigrafia de jovens em manifestações e ocupações de Belo Horizonte. No avesso delas, imprimo um trecho de um texto de Joelson Ferreira de Oliveira, liderança popular, como forma de ocupação silenciosa desse objeto. Faço desse intercambio um meio para compartilhar pensamentos subversivos. O nome do trabalho relaciona o termo ''cria'' - utilizado para se referir à jovens perifericos e ao verbo criar.
Voar pelas palavras flechas* 2021 Acrilica sobre papagaio. (Plastico, llinha, bambu) *Frase de Rainha Belinha do Reino Treze de Maio de Nossa Senhora do Rosário - Belo Horizonte.
Site especific Ouve Quanto Pesa
O site specific “Ouve quanto pesa”, de caráter instalacional e pensado para a exposição, consiste em uma corda tensionada que atravessa o espaço conectando duas sacas de ráfia dispostas em equilíbrio de tal forma que ambas estão distantes do chão. As sacas contêm areia e pequenos dispositivos sonoros pelos quais cada saca emite um áudio específico em pontos distintos do espaço. Um dos áudios consiste num ruído constante, um zumbido, que intenta reproduzir o som de uma sequela laboral que o tio da artista tem desde que trabalhou numa grande fábrica e que o impede de dormir diariamente. O outro áudio reproduz também em looping o som das sacas de ráfia sendo enchidas de areia, de pá em pá. A forma das sacas e sua amarração ao teto, apoiada em roldanas, remete à pesagem de insumos. A obra é nomeada em referência à expressão “vale quanto pesa”, supostamente originada no período escravagista para se referir à precificação de pessoas e mercadorias, onde o peso seria marcador e fixador da margem de lucro dos mercantes.
Imagens ilustrativas geradas por IA
série corpo território
Sérgio técnica mista sobre saca de ráfia, 2023 122 x 163 cm
Necoclí, técnica mista sobre saca de ráfia, 2023 200 x 350 cm
Lucas e Felipe técnica mista sobre saca de ráfia, 2022 90 x 118 cm
Mateus Grafite e acrilica sobre saco de rafia. 100cm x 140cm
Gabriel técnica mista sobre saco de ráfia, 2023 122 x 163 cm
João Felipe Técnica mista sobre saco de rafia, 2022 100cm x 140cm
Mirando juntas técnica mista sobre saca de ráfia, 2023 200 x 350 cm
Na série “Corpo Território”, a ráfia é amplamente reutilizada, acrescendo a ela retalhos de outros materiais também usados para fins comuns, como papelão e papel jornal. Esses grandes suportes retratam pessoas em momento de descanso, em desfrute do ócio pleno. A paisagem sutil é apenas levemente sugerida, os corpos em grande escala trazem consigo suas informações sócio-espaciais. “Corpo Território” surge através da reflexão profunda sobre as dinâmicas urbanas e suas forças produtivistas em disputa. Numa sociedade voltada aos fins e meios do capitalismo tardio, é de grande insubordinação que os indivíduos se encontrem dados à vadiagem, em lazer. O corpo ocioso teima em suspender e desafiar a norma imposta, apenas é, enquanto o tempo se alarga e o espaço se expande. A série busca a afirmação desses corpos, se indaga quais seriam seus despretensiosos devaneios e declara a importância vital de se perder tempo. O contraste figura e suporte traz ao plano dos corpos as ideias de trabalho, precariedade e descarte industrial, resíduos críticos do meio de produção em que a cidade se insere. “Corpo Território” é um elogio à vadiagem como exercício de presença ativa e como prática vivificante de resistência. As imagens celebram a silenciosa desobediência.
Série rearranjos
Saliva Acrílica sobre tela. 10cm x 10cm 2022
Saco de ráfia Acrílica sobre tela. 10cm x 10cm 2022
Taquaril Mineração S.A. (Tamisa) Acrílica sobre tela. 15cm x 20cm 2022
Desenho Commodities Acrílica sobre tela. 20cm x 20cm 2022
Sem título Acrílica sobre tela. 15cm x 15cm 2023
Sem título Acrílica sobre tela. 15cm x 15cm 2024
Pesquisa em processo que explora imagens provocadas pela dicotomia natureza/cultura que é uma das bases das ideologias e universos simbólicos que idealizaram as cidades ocidentais e que regem a construção desses espaços.
"Tá Acontecendo- Zé D Nilson",
juntamente com outras produções foi exibido no teatro Espanca na quarta passada, dia 09. O curta conta um pouco da trajetória do pedreiro e artista Zé D Nilson (@zednilson), como ele desenvolveu sua paixão em criar e expandir sua criatividade pela cidade. Suas obras podem ser encontradas abaixo de viadutos, postes, muretas, vasos de plantio, que se encontram principalmente nas regiões da Lagoinha e Pedreira.
A produção, idealização, comunicação e os registros foram produzidos pelo coletivo Aguapé.
Colagem de xilogravura e serigrafia.
Cria na luta.
Dormir com o sonho da montanha.
Conversar com o movimento da montanha.
Cachoeira do choro é perto de Felixlândia.