KIROKAZE
Misplaced Lens Cap
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
Lint Roller? I Barely Know Her
occasionally subtle
Color Me Curious

tannertan36
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year

roma★
untitled
noise dept.

if i look back, i am lost

No title available

❣ Chile in a Photography ❣

Discoholic 🪩
YOU ARE THE REASON
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macklin celebrini has autism

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@luluperversa
"o que não é pra você, nunca vai ser leve"
And you can tell the world, that you're tired
💔❤️🩹
Hoje me peguei observando o silêncio.
Engraçado como ele tem sons. O barulho dos vídeos passando no celular, o toque das notificações, a televisão ligada em algum canto da casa. Sons que preenchem o ambiente, mas não preenchem o vazio.
Às vezes olho para nós e me pergunto em que momento deixamos de nos encontrar.
Talvez nunca tenhamos nos encontrado de verdade.
Talvez eu tenha me apaixonado pelos espaços vazios entre as palavras, preenchendo com esperança aquilo que eu ainda não conhecia.
Hoje percebo que passei tanto tempo tentando entender você que esqueci de entender a mim.
Tentei justificar suas ausências.
Tentei compreender seus silêncios.
Tentei respeitar seu espaço.
Tentei dar tempo ao tempo.
E, sem perceber, fui diminuindo o meu próprio espaço para que você pudesse ocupar o seu.
O mais doloroso não foi descobrir as mentiras.
Foi descobrir que, mesmo depois de todas elas, eu continuei tentando construir algo que parecia ser carregado apenas pelas minhas mãos.
Você dizia precisar de tempo para organizar os sentimentos.
E eu fiquei pensando em quantas vezes organizei os meus sozinha. Quantas noites reorganizei minhas dores para caber ao seu lado. Quantas vezes engoli perguntas para evitar conflitos. Quantas vezes me adaptei para que você se sentisse confortável.
Enquanto isso, eu mesma fui me tornando uma visita dentro da minha própria vida.
Hoje já não sinto a mesma coisa que sentia antes.
Não é raiva.
Não é ódio.
Não é vingança.
É uma tristeza silenciosa.
A tristeza de quem desejava muito que desse certo.
A tristeza de quem construiu futuros inteiros dentro da própria cabeça e agora observa cada um deles desaparecer devagar.
Ainda existe um vínculo.
Um vínculo eterno, que tem sua boca e o meus olhos.
Mas o amor romântico parece ter se transformado em outra coisa.
Em cansaço.
Em saudade de algo que nunca chegou a existir completamente.
Em uma tentativa constante de encontrar abrigo em uma casa onde, muitas vezes, me sinto apenas tolerada.
Às vezes penso que o momento em que me sinto menos sozinha é quando nossos corpos se encontram. Mas até isso me assusta. Porque não quero ser tocada apenas para preencher um vazio. Quero ser escolhida. E talvez essa seja a grande dor que venho tentando nomear há tanto tempo.
Não a falta de amor.
Mas a falta de reciprocidade.
Passei tanto tempo tentando entender por que você não me escolhia da forma que eu precisava, que quase esqueci de me perguntar se eu estava escolhendo a mim mesma.
Talvez seja essa a resposta que o tempo vem tentando me entregar em silêncio.
Sinto que somos mais toleradas do que escolhidas.
.🍃
Me peguei pensando sobre as coisas que são inegociáveis para mim e percebi que ainda não consegui chegar a uma conclusão definitiva. Tecnicamente, algo inegociável é aquilo de que não abrimos mão. Mas e quando existem duas ou mais coisas que consideramos inegociáveis e, em algum momento, elas entram em conflito? Como agir diante disso? Talvez o mais importante não seja apenas definir o que é inegociável, mas entender o peso que cada uma dessas coisas tem dentro de nós e o quanto elas realmente sustentam aquilo que desejamos viver. Para mim, carinho, companheirismo, presença verdadeira e cuidado são totalmente inegociáveis. E quando falo de carinho, não me refiro apenas a uma carícia, a uma mensagem ocasional ou a um momento específico do dia dedicado a mim. Falo de afeto constante. Daquele sentimento que se manifesta nos detalhes, nas pequenas atitudes, no jeito de olhar, de ouvir e de estar. Um carinho que não precisa ser grandioso para ser percebido, mas que está presente de forma genuína. Talvez seja justamente daí que nasçam as outras coisas. Porque, para existir carinho, também precisa existir companheirismo. Precisa existir a certeza de que posso contar com aquela pessoa. A tranquilidade de dividir não apenas os momentos felizes, mas também os dias comuns, sem graça, aqueles em que nada extraordinário acontece. Estar ao lado de alguém durante o tédio também é uma forma de amor. Compartilhar o silêncio sem desconforto, apenas apreciando a presença um do outro, também é companheirismo. E o companheirismo, por sua vez, é alimentado pela presença e pelo cuidado. Pela disposição de estar junto não apenas fisicamente, mas emocionalmente. Pela atenção aos detalhes, pela preocupação sincera, pela vontade de fazer parte da vida do outro.São conceitos diferentes, mas que, para mim, se conectam e se complementam. Juntos, formam um ciclo que considero essencial para qualquer relacionamento. Um ciclo que, hoje, eu definiria como verdadeiramente inegociável. Mas existe uma questão que continua ecoando dentro de mim. Nem sempre o carinho, a presença ou o cuidado chegam da forma exata como imagino. Cada pessoa ama de um jeito. Cada um tem sua própria maneira de demonstrar afeto, de se conectar e de fazer o outro se sentir importante. O que para mim pode parecer ausência, para outra pessoa pode ser uma demonstração legítima de amor. E talvez seja justamente aí que as coisas se tornem confusas. Porque o que fazer quando estou com alguém de quem gosto profundamente, alguém que me preenche em tantas áreas da vida, que me faz sentir amada de maneiras que eu nunca imaginei, mas que não preenche exatamente aquilo que considero inegociável? Será que o inegociável precisa ser atendido da forma como idealizamos? Ou basta que ele exista, mesmo que em uma linguagem diferente da nossa? Talvez a grande dificuldade não esteja em definir o que é inegociável, mas em reconhecer a diferença entre aquilo que realmente é essencial e aquilo que é apenas a forma como gostaríamos que o essencial acontecesse. E, quanto mais penso sobre isso, mais percebo que talvez o amor não esteja em encontrar alguém que corresponda perfeitamente às nossas expectativas, mas em descobrir se aquilo que recebemos, mesmo diferente do que imaginamos, ainda é capaz de nutrir aquilo que não podemos viver sem. Afinal, existe uma grande diferença entre abrir mão de um valor e aprender a reconhecê-lo quando ele se apresenta de uma forma diferente da que esperávamos.
All this feels stange and untrue. Tell me that you'll open your eyes ❤️🩹
Eu sei que existem coisas que só o tempo resolve. Só ele traz as respostas, só ele pode fazer acontecer ou não. Mas também sei que nem sempre tenho paciência para esperar pelas respostas do tempo.
Sinto sede de sentir. Acredito que, de todos os sentimentos que existem, o vazio seja o pior deles. Por quê? Bom, simplesmente porque, quando estamos tristes, existe algo preenchendo nosso interior. As lágrimas escorrem, os pensamentos tomam conta. Quando estamos felizes, transbordamos. Sorrimos, falamos pelos cotovelos. A raiva nos faz colocar para fora, das mais diversas formas, tudo aquilo que sentimos por dentro.
E o vazio?
O vazio não preenche, não aquece, não faz sentir. É apenas um buraco aberto que não conseguimos ter dimensão. Não é possível enxergar onde ele começa e muito menos onde termina. Ele nos faz questionar se ainda sentiremos alguma coisa novamente ou se permaneceremos perdidos nesse limbo silencioso.
Talvez seja por isso que o vazio assuste tanto. Porque ele não chega fazendo barulho. Não derrama lágrimas, não provoca gritos, não exige atenção. Ele apenas se instala, ocupando cada espaço sem que a gente perceba. E, enquanto espero que o tempo me entregue algumas respostas, sigo tentando preencher esse silêncio com pequenas certezas: a de que tudo passa, a de que nada permanece igual para sempre e a de que, mais cedo ou mais tarde, voltarei a sentir a vida pulsando dentro de mim.
Tem vezes que destruímos, mas nas outras, somos destruídos - o universo sempre devolve, cedo ou tarde (pra mim, veio cedo demais). Às vezes somos destruídos por nós mesmos, outras vezes por outras pessoas.
A dor de amar, de se entregar, de abrir mão de pequenas coisas que são inegociáveis, de estar presente, de ser inteiro. Essa dor, posso afirmar, que dói muito mais que a dor de um parto.
A dor de partir é a mais insana.
Queria mesmo era partir desse plano, mas minha filha ainda precisa de mim.
Queria também, não sentir culpa por pensar dessa forma em alguns momentos.
"um novo dia há de amanhecer"
Bad day 💔
Carinho & Presença 🤏🏼🥹🤍
Me auto sabotei, novamente me decepcionei.
To de parabéns
O último gesto de importância
E foi assim que acabamos. Entre beijos, carícias e maravilhas de amor, não houve uma despedida real — apenas os seus olhos cheios de segredos e mentiras. Segredos que você nunca foi capaz de admitir, mas que eu sempre pude sentir no ar.
O que importava para mim não é o sentimento que você escondeu, e sim o fato de você nunca ter sido sincero para me prender nesse ciclo sem fim que era querer ter você perto de mim. Decidi ignorar os sinais pelo que sentia por você, achando que seria capaz de te salvar da sua própria tempestade.
Mas agora percebo que você nunca quis ser salvo. Permanecer na tempestade te aproximava daquilo que deixou para trás; fazia você reviver o passado com quem realmente queria estar.
Você deixou oculto o seu desejo e, mesmo que você não volte, é com ela que você vai se satisfazer nos dias frios de carência. Volte para esse lugar cheio de mentiras e traições; afinal de contas, foi daí que você criou toda a sua mentalidade.
Espero que você não se arrependa no final. Tolice minha dizer isso nesse momento; claramente você não é alguém que se arrepende e que aprende com os erros.
De todos os monstros que já enfrentei, você foi o pior. Eu sempre esperei por respostas que você nunca soube dar, mas que o seu silêncio consentiu. Todas as vezes que me chamou de maluca, era apenas a confirmação de que eu estava certa.
Agora, entre nós, restam apenas lembranças e duas pontes eternas que criamos, mas somos separados por um grande muro que eu jamais ousaria atravessar. Para mim, você será a vaga lembrança de momentos felizes, até que eu seja capaz de esquecer tudo por completo.
Você foi o grande amor da minha vida, enquanto eu nunca cheguei perto de acessar o seu coração profundamente. Este é o último gesto de importância que te deixo, junto com a imagem que você me entregou.
Espero que um dia você se encontre de verdade e seja feliz, apesar de ter me feito sofrer da pior forma.
-Thais Andrade.
To n(r) tura