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a maior tristeza da minha vida vai ser namorar (homem ou mulher) e nnc poder compartilhar meus fetiches mais profundos simplesmente pq eles n entenderiam
everybody knows I'm a good girl, officer đźđ»ââïžđ | one shot h!cisgirl
Descrição: Harriet estå decepcionada e levemente embriagada quando decide ir embora de uma festa dirigindo o carro, não esperando ser parada pelo atraente policial Tomlinson, que a diz que estå em grandes problemas. Mas ela, apesar de tudo que dizem, é uma boa garota que faria o necessårio para não se meter em problemas.
^âą^
Por pelo menos 20 minutos, Harriet ficou em um canto da festa bebendo uma garrafa de cerveja sozinha, enquanto observava seu atual ex-namorado perto do bar com uma morena praticamente se esfregando nele. Harriet precisou unir forças do alĂ©m para nĂŁo fazer um tipo de escĂąndalo, porque novamente estava sendo envergonhada na frente de todos por causa de um homem ridĂculo.
E nĂŁo, nĂŁo era a primeira vez que Dylan ficava com outras garotas enquanto ainda estava com ela, e ainda tinha coragem de fazer aquilo na frente de amigos que tinham em comum. Harriet podia muito bem ser chamada de idiota por ter permitido que as coisas chegassem naquele ponto, mas ela simplesmente nĂŁo conseguia evitar. Dylan e ela estavam juntos jĂĄ fazia trĂȘs anos, ela nunca esteve em qualquer outro relacionamento sĂ©rio alĂ©m deste e sentia que tudo poderia desmoronar por inteiro sem ele em sua vida.
PorĂ©m, algo no modo como meses atrĂĄs Dylan tinha garantido que havia mudado por completo e que nunca mais algo como aquilo aconteceria novamente, e o ĂĄlcool estava presente em seu organismo enquanto tudo aquilo acontecia mais uma vez e provava como o homem conseguia ser o maior dos canalhas mentirosos, fez Harriet pensar âeu nĂŁo preciso disso mesmoâ e jogar tudo para os ares.
Harriet virou o restante da cerveja que ainda tinha na garrafa e deixou ela jĂĄ vazia em algum lugar. Depois conferiu se a chave do carro estava mesmo em sua bolsinha, antes de se aproximar de onde ele estava em passos calmos, tocar em seu ombro para poder falar rente a sua orelha um âacabouâ, e entĂŁo se afastar rapidamente sem se dar ao trabalho de ouvir seus chamados em uma clara tentativa de dar suas explicaçÔes ridĂculas.
Pelo caminho atĂ© seu carro Harriet avistou alguns amigos, mas nem se deu ao trabalho de parar e se despedir deles avisando que jĂĄ estava indo embora. Aquilo iria atrasĂĄ-la e seria bem capaz de Dylan alcançå-la e nĂŁo permitir que fosse embora atĂ© que se âresolvessemâ.
Ela entrou no carro e bateu a porta, colocou a chave na ignição e não demorou para girar e dar partida rumo ao seu apartamento que ficava hå alguns quilÎmetros dali.
đ.
â Como estĂŁo as coisas entre vocĂȘ e a Sarah, falando nisso? â John perguntou, em seguida dando uma grande mordida nas rosquinhas recheadas com creme que Louis tinha comprado. Ele tinha perdido uma aposta sobre o placar do jogo daquela noite, aquele estava sendo seu preço.
Os dois estavam dentro da viatura de polĂcia, parados estacionados perto do meio fio em uma rua residencial pouco movimentada. SĂł faltava pelo menos mais cinco minutos para o turno de John Thomeras acabar e Louis tinha o dado uma carona â ele ainda teria pelo menos mais duas horas.
â NĂŁo sei, as coisas nĂŁo sĂŁo mais as mesmas. â Louis respondeu com um dar de ombros, coçando um pouco a barba curta, olhando para o copo descartĂĄvel com cafĂ© fumegante que tinha na outra mĂŁo.
â Isso Ă© normal, Louis. Sempre nos dizem que chega em um ponto do relacionamento que as coisas esfriam um pouco. â John disse com um dar de ombros. â O que vocĂȘ esperava tambĂ©m?VocĂȘs estĂŁo juntos hĂĄ o que? Onze anos.
â Doze. â Louis corrigiu com um pequeno aceno de cabeça. â Ă, nĂŁo sei. Acho que sinto falta de como as coisas eram mais⊠emocionantes antes.
â Tudo era mais emocionante antes, irmĂŁo. â John sorriu consigo mesmo, parecendo lembrar de algo. â Lembra dos bons tempos na academia de polĂcia? Me perdoe, mas era sexo toda hora. Eu mal tinha tempo de por as minhas malditas calças!
â Cale a boca. â Louis riu rolando os olhos e a cabeça pendendo para trĂĄs. â Mas nesse ponto, eu concordo. TambĂ©m acho que foi o tempo que mais fiz sexo em toda minha vida.
â Claro que sim! Ăramos jovens cheios de energia, treinando pesado e com armas brilhantes na cintura, entrando nesses bares meia boca que sempre tinham umas belezinhas se atirando aos nossos pĂ©s. â John comentava sonhadoramente, depois deu mais uma mordida grande na rosquinha. â Se bem que vocĂȘ nĂŁo mudou muita coisa. Continuou malhando e as gracinhas te olhando, enquanto minha barriga foi crescendo e eu encolhendo. â John de repente se tornou rabugento e Louis balançou a cabeça um pouco.
â VocĂȘ estĂĄ Ăłtimo, Jay. â Louis disse e John o olhou com um sorriso, alcançando o coldre com sua arma jogado sobre o painel do carro, enfiando o resto da rosquinha na boca. â Bom descanso, cara.
â E bom turno pra vocĂȘ. â John saiu do carro e parou por um momento com a porta aberta, olhando para Louis com humor. â JĂĄ sabe, nĂŁo faça nada que eu nĂŁo faria.
â Sim, senhor. â Louis voltou a revirar os olhos com certo divertimento, vendo ele bater a porta do carro com a costume risada alta e exagerada.
Louis esperou até que o parceiro estivesse dentro de casa, terminou de beber o café e ligou a viatura, tomando o rumo de sua rota costume de rondas noturnas.
Louis estava seguindo por uma rodovia dentro da velocidade permitida, quando viu na outra mão um carro um pouco acima da velocidade e um dos faróis quebrados. Louis deu uma olhada no retrovisor e se deu conta também de como o carro parecia oscilar um pouco de um lado para o outro, não evitando revirar os olhos irritado para aquele tipo de merda.
Louis fez um rĂĄpido retorno ali mesmo com a viatura e seguiu logo atrĂĄs do carro, ligando as luzes e a sirene em um claro aviso de que deveria encostar. O carro seguiu sĂł por mais um minuto antes de parar no acostamento e a viatura parou um pouco mais atrĂĄs.
Colocando o coldre com a arma na cintura e pegando seu distintivo, Louis saiu da viatura e se aproximou do carro, dando batidinhas com o nĂł dos dedos na janela do motorista. O vidro abaixou lentamente com um pequeno barulho, surgindo uma bela figura de olhos muito verdes, cabelos longos e castanhos com poucos cachos emoldurando seu rostinho bonito. A garota usava um corset branco que delineava sua cintura e apertava bem seus peitinhos.
â Boa noite, policial. â A garota cumprimentou com um sorrisinho doce, piscando os longos cĂlios.
â Boa noite. â Louis forçou um sorriso, soando meio sarcĂĄstico. â Documento do carro, por favor.
â Claro. â A garota abriu o quebra sol logo acima, caindo alguns papĂ©is sobre o seu colo que fez ela acabar se atrapalhando um pouco em procurar o que queria, suspirando aliviada quando achou o documento e entregou na mĂŁo do policial. â Que bagunça nĂ©? â Ela riu envergonhada, mordendo a bochecha quando o homem com a pequena lanterna ligada tinha as feiçÔes muito sĂ©rias analisando o documento e nĂŁo deu bola pra ela.
â De onde estĂĄ vindo? â Louis perguntou, apontando a lanterna para ela e analisando o estado de seu rosto, nĂŁo sendo muito difĂcil de perceber que ela tinha sim bebido um pouco.
â De Willows⊠Fica hĂĄ alguns quilĂŽmetros, minha casa Ă© daqui alguns minutos. â Ela esclareceu encolhendo os ombros um pouco. â Por que o senhor me parou?
â O farol dianteiro estĂĄ quebrado. â Ele esclareceu, anotando algo em um papel, enquanto lia algo no documento do carro. â Tem carteira de motorista? Pois a maneira que estava dirigindo, me fez duvidar que saiba. Ou no mĂnimo bebeu algumas antes de pegar no volante? â O policial perguntou em um tom sugestivo e a garota piscou os olhos algumas vezes, nĂŁo sendo capaz de responder nada. â Por favor, saia do carro.
Harriet mordeu um pouco o lĂĄbio e entĂŁo abriu a porta, saltando para fora com as pernas um pouco trĂȘmulas, nĂŁo percebendo nenhum pouco como as coxas foram observadas pelo oficial que reparava em sua saia curtĂssima. Ela nĂŁo acreditava que estava passando por aquele tipo de coisa. Seu pai a mataria no instante em que soubesse o que aprontou.
Harriet foi orientada pelo policial a ficar exatamente onde estava. Ela observou ele se afastar atĂ© a viatura e abrir a porta de trĂĄs procurando por algo, enquanto ela sentia a culpa a corroendo de dentro para fora, imaginando todas as coisas que seu pai a diria quando desse para ele a notĂcia.
â Vamos fazer o bafĂŽmetro. â O policial retornou com o aparelho jĂĄ em mĂŁos e Harriet arregalou os olhos um pouco, balançando a cabeça em negação. â O quĂȘ? NĂŁo quer fazer?
â Vai ter problema se eu disser nĂŁo?
â Quer saber se Ă© uma infração se recusar? Sim, se enquadra em infração.
â TĂĄ bom. â Harriet passou os dedos nervosamente nos cabelos e fechou os lĂĄbios na espĂ©cie de canudo, seguindo as orientaçÔes do homem, antes de se afastar e aguardar ansiosa pelo que ele tinha a dizer.
Enquanto aquilo, Harriet se encostou um pouco no carro, os olhos verdinhos observando atentamente as feiçÔes sĂ©rias do homem mais velho. Ela podia estar um pouco maluca, talvez, mas nĂŁo se impediu de pensar como ele era no mĂnimo atraenteâŠ
O que conseguia ser um pouquinho estranho, jĂĄ que o homem podia ter idade para ser praticamente o pai dela.
Não que seu pai chegasse pelo menos aos pés de soar tão bonito quanto aquele policial parado ali na sua frente.
Ela se atentou um pouco mais nele e olhou o nome Tomlinson, Louis bordado em seu peito esquerdo, logo embaixo seu tipo sanguĂneo em cor vermelha. O uniforme azul marinho caĂa bem nele, que tinha o porte fĂsico de quem malhava, o corte de cabelo e barba aparada mostrava que ele era um homem que se importava com a aparĂȘncia.
â Aqui mostra que ingeriu um nĂvel alto de bebida alcoĂłlica e nĂŁo estĂĄ em condiçÔes de dirigir. VocĂȘ receberĂĄ uma multa, levando pontos na carteira. â O policial falou anotando mais alguma coisa no papel e Harriet entreabriu os lĂĄbios chocada. â Vai precisar ligar pra alguĂ©m ir buscĂĄ-la, e seu carro serĂĄ guinchado e apreendido. Qual seu nome?
â Harriet. â Ela respondeu, um pouco fora de Ăłrbita e sem saber ao certo como reagir. Aquilo nunca tinha acontecido com ela.
â Completo, por favor.
â Harriet Edith Styles. â Ela respondeu com um beicinho e no mesmo instante o homem tirou os olhos do papel para olhĂĄ-la com atenção, abrindo mais o documento do carro para buscar algo.
â Ă filha do delegado Frank Styles? â Ele perguntou um pouco surpreso e ela assentiu com receio.
â Sim, senhor. â Harriet respondeu. â Por favor, nĂŁo tem outra maneira de resolvermos isso? E-Eu⊠nĂŁo posso ser multada. Ainda mais por causa de embriaguez ao volante, papai me mataria.
â Isso jĂĄ Ă© problema do papai e a senhorita. â Louis conferiu as algemas que tinham na coldre, pensando que jĂĄ sabia muito bem como aquela histĂłria terminaria. Ele acabaria levando um sermĂŁo de seu superior por estar tratando a garotinha mimada como qualquer um, e nĂŁo como filha de um delegado. Mas, bem, ele nĂŁo deixaria de fazer seu trabalho.
Harriet ficou quieta e trĂȘmula, respondendo as perguntas dele quando necessĂĄrio e sempre ficando quieta quando achava necessĂĄrio ficar. Ela ainda se sentia um pouco tonta por causa do estado de embriaguez e aquela sensação parecia ter piorado mais um pouco conforme tudo aquilo acontecia com ela. Conforme ele fazia perguntas e Harriet respondia de forma obediente, assistia ele fazendo anotaçÔes, enquanto tambĂ©m conferia o documento do carro.
â VocĂȘ pode usar seu celular para fazer uma ligação. NĂŁo vai poder dirigir o carro. â Ele orientou com a voz mais rouca que o comum de antes e Harriet olhou bem para o rosto dele, mordendo um pouquinho um lĂĄbio enquanto pensava se deveria ou nĂŁo arriscar algo maluco.
â Por favor, vamos resolver isso. â Harriet disse baixinho e avançou um pouquinho em direção a ele, vendo que ele tinha a mĂŁo pousada sobre a pistola travada no coldre.
â Senhorita, se afaste. â Ele ordenou com a voz tranquila, claramente tentando tomar novamente o controle da situação.
â Eu faço o que vocĂȘ quiser. â Harriet pediu com beicinho, brincando um pouco com o decote do corset, acabando por expor um pouco o biquinho arrebitado que continha duas bolinhas prata do piercing delicado. Um sorriso cresceu em seus lĂĄbios rosinha quando viu que ele tinha observado exatamente o que aconteceu e piscou tentando recobrar a atenção para seu rosto. â O policial conhece meu pai, nĂŁo conhece?
â O suficiente.
â EntĂŁo deve saber a fama que ele tem de ser um homem rigoroso e muito bravo. â Harriet tocou nos botĂ”es do uniforme dele com cuidado, temendo que qualquer passo em falso estourasse aquela bolha que se formava entre os dois. â Eu faço qualquer coisa. Ele vai brigar muito comigo se levar o carro e eu ligar nesse horĂĄrio para que me busque, senhor, por favor.
â O que eu devo fazer com vocĂȘ, entĂŁo? â Louis perguntou avançando um passo, encurralando a garota contra o carro, arrancando um ofego de sua boca linda.
â VocĂȘ pode⊠foder minha buceta, se quiser. â Harriet deu de ombros, a pontinha dos dedos agora brincando com o cinto dele. â Ou eu posso chupar seu pau.
Louis ficou a olhando em silĂȘncio por um tempinho, antes de rapidamente pegar as algemas do coldre e recuar um passo apontando para o carro.
â Por favor, vire-se e coloque as mĂŁos atrĂĄs das costas. VocĂȘ vai ser conduzida para a delegacia.
â O quĂȘ? â Harriet piscou abobada, tentando seguir o novo ritmo da conversa e entender o que estava acontecendo. Ela nem teve tempo de reagir por conta prĂłpria, antes que o prĂłprio Louis segurasse seu braço agilmente e a fizesse se virar.
â Desacato a autoridade. â Ela ouvia ele dizer atrĂĄs de si, enquanto sentia as algemas geladas e desconfortĂĄveis sendo fechadas em seus pulsos magros. â VocĂȘ vai ser conduzida para a delegacia mais prĂłxima e tem o direito de permanecer calada. â O policial falou um pouco mais prĂłximo da sua orelha e Harriet imediatamente sentiu um arrepio e tremor estranho por todo seu corpo.
Harriet foi conduzida aos tropeços atĂ© a viatura da polĂcia. Louis abriu a porta de trĂĄs e a incentivou a entrar ali, antes de bater a porta com um barulho e Harriet observar ele se afastar de volta atĂ© seu carro, enquanto parecia falar algo em um walkie-talkie que tinha preso no colete do uniforme.
Harriet choramingou sozinha e apoiou a testa na parte de trĂĄs do banco do motorista, algumas lĂĄgrimas se acumulando em seus olhos pensando no quanto estava encrencada. O que tinha se passado na sua cabeça quando decidiu fazer o que fez? SĂł podia ser brincadeira. Oferecer sexo como suborno para um policial a fim de nĂŁo sofrer as consequĂȘncias dos seus atos? Ela sĂł podia estar maluca mesmo.
Foram minutos depois que uma viatura da polĂcia de trĂąnsito com um guincho chegou e fez todo o processo para levar o carro do pai de Harriet. SĂł entĂŁo que Louis entrou na viatura e os dois se olharam em silĂȘncio por alguns segundos atravĂ©s do retrovisor, antes que Louis interrompesse o contato visual para ligar o carro e dar partida.
â Por que parece tĂŁo preocupada? â Louis perguntou alguns minutos depois, quebrando o silĂȘncio permanente que havia se formado. â NĂŁo Ă© como se o seu papai nĂŁo pudesse ajudĂĄ-la com tamanha influĂȘncia a te tirar de apuros em instantes. â Ele debochou a espiando pelo retrovisor, vendo que essa tinha os olhos baixos olhando para o colo.
â Eu jĂĄ o decepcionei muito. NĂŁo queria adicionar mais essa na conta. â Harriet deu de ombros e voltou a olhar para ele pelo retrovisor. â Ele vai me matar. Ele quem faz tudo por mim e eu preciso dele pra tudo, entĂŁo⊠olha como estou retribuindo.
Louis jĂĄ tinha tido a chance de se encontrar algumas vezes com o delegado Styles e ele realmente tinha uma fama de ser um pouco rĂgido. O que Louis mais sabia de pessoal sobre o homem era que esse era divorciado jĂĄ fazia alguns anos e tinha uma Ășnica filha, Harriet, da qual se havia muitos comentĂĄrios sobre ser uma garota problema e um tanto mimada.
No meio daquela confusĂŁo, Louis se lembrou muito bem de um boato que surgiu hĂĄ um tempo sobre a filha do delegado ter sido conduzida atĂ© uma delegacia com o namorado e mais dois amigos que possuĂam uma pequena quantia de drogas recreativas no carro. Claro que o delegado Styles fez todo o possĂvel para tentar manter aquele caso sob os panos, mas acontece que algumas notĂcias voam rapidamente de um departamento de polĂcia para o outro e nĂŁo demorou muito para que Louis ficasse sabendo.
Talvez Harriet realmente fizesse o tipo de garota problema. Ou ela sĂł era muito boa em atrair todos eles para sua conta e no final precisava de uma forma ou de outra pagar por eles.
Naquela noite tinha se confirmado tambĂ©m o que muitos jĂĄ diziam sobre a garota: sobre ela ser irresistĂvel. Ela tinha aqueles malditos olhos verdes brilhantes, a boca tĂŁo lindamente rosada e um corpinho que Louis se sentiu quase incapaz de tirar os olhos. NĂŁo era Ă toa que o delegado devia ser muito rĂgido com a menina, afinal, qual pai nĂŁo se preocupa em deixar esse tipo de tesouro andando assim por aĂ?
Era errado ter aquele tipo de pensamento, tanto por ser um homem casado, quanto por estar exercendo sua profissão e ser totalmente antiético. Mas Louis verdadeiramente desejou aceitar a proposta indecente da garota.
Fazia tempo que ele nĂŁo tinha um momento Ăntimo com a mulher, com quem constantemente tinha discussĂ”es sobre seus horĂĄrios de trabalho, estar distante da casa e da famĂlia e coisas do tipo. Ele realmente queria que as coisas estivessem em paz entre os dois, porque uma parte de si ainda amava muito aquela mulher, fora que eles tinham uma linda filha juntos. Querendo ou nĂŁo, Louis ainda era um homem com necessidades e desejos. Estar fora de casa, naquele horĂĄrio da noite e sozinho, sendo surpreendido por esse tipo de proposta feita por alguĂ©m como Harriet, foi capaz de mexer com uma parte dele.
â VocĂȘ Ă© casado. â Harriet de repente comentou, chamando a atenção de Louis o acordando de seus pensamentos. â Eu vi a aliança em seu dedo.
â Sim? â Louis deu de ombros, parando o carro no sinal vermelho. Ainda tinha alguns quilĂŽmetros para chegar na cidade.
â E Ă© por isso que nĂŁo aceitou. O que eu ofereci pra vocĂȘ. â Harriet falou relaxando mais contra o banco do carro, piscando os olhos lentamente. â Qualquer outro no seu lugar teria aceitado, eu acho.
â VocĂȘ Ă© uma garota convencida. â Louis tentou esconder o sorriso que tinha no rosto, mas Harriet foi capaz de flagrar de qualquer forma, acabando por sorrir igualmente de forma satisfeita.
â NĂŁo falo nesse sentido. Falo no sentido de que qualquer homem em sua posição, iria querer aproveitar e viver esse tipo de fantasia suja. â Ela deu de ombros com um beicinho pensativo. â Fora que eu tambĂ©m nĂŁo sou de se jogar fora, sou? Eu devo fazer o seu tipo, pelo menos um pouquinho.
Louis nĂŁo respondeu nada e eles ficaram em silĂȘncio novamente por um tempo.
E foi entĂŁo que Louis se pĂŽs a pensar na conversa que ele e John tinham tido antes. Sobre as coisas que eles costumavam fazer quando eram jovens e como tudo parecia ser tĂŁo mais prazeroso naquele tempo.
Pensou que, se fosse alguns anos antes, ele com certeza teria aceitado Harriet sem pensar duas vezes.
Nos Ășltimos anos, Louis tinha sido um homem bom, na medida do possĂvel. Ele tinha sido bom marido e bom pai. Talvez fosse um pensamento um tanto nojento, mas ele parando para pensar um pouco, ele chegou Ă conclusĂŁo de que Harriet ter aparecido justo naquele momento, era como o universo estar dando para ele um presente. Uma chance para aproveitar um pouco como fazia antes e depois poder voltar para sua casa, sua famĂlia e a rotina que tinham criado juntos ao longo dos anos.
De Ășltimo momento, Louis decidiu virar o carro para uma estrada oposta a fim de finalmente ceder aos seus desejos e Harriet ainda parecia alheia no banco de trĂĄs do carro. Ela sĂł veio perceber que havia algo de errado com o caminho que estavam, quando o policial começou a reduzir a velocidade saindo um pouco da estrada e parou perto de umas ĂĄrvores, o carro ficando praticamente escondido ali.
â Quer realmente fazer isso? â Louis perguntou em meio ao silĂȘncio, jĂĄ se livrando do colete com um barulho.
â Sim. â Harriet respondeu baixinho. â SĂł quero me livrar de problemas. â Ela falou baixinho.
Harriet suspirou e seus olhos se arregalaram um pouco em antecipação quando viu Louis abrir a porta do carro e sair batendo-a atrås de si em seguida. Ela se afastou um pouco da porta de trås quando ele a abriu e observou ele entrar, imediatamente começando a desafivelar o cinto conforme observava seu corpinho.
â Quero que use a boca primeiro, entĂŁo. â Louis falou apĂłs tirar o cinto e abrir a braguilha da calça, puxando o pau jĂĄ semi-ereto para fora da cueca.
Harriet ficou por um momento parada, olhando para aquele pau de tamanho extremamente generoso. NĂŁo deixou de passar por sua cabeça o pensamento de que ali ele nem mesmo estava completamente duro, mas jĂĄ possuĂa certo tamanho que era capaz de fazĂȘ-la ofegar com as possibilidades.
Ela costumava ser sexualmente ativa com o namorado. Teve poucas chances de ter experiĂȘncias com outros homens, mas nunca nenhum desses tiveram um pau que a fizesse passar por aquele pequeno⊠âsufocoâ. Se deleitando em observar o pau do policial, tinha certeza de que aquele sim lhe daria um pouquinho de trabalho.
Mas talvez fosse um trabalho que valesse a pena. NĂŁo era como se ela estivesse se sentindo obrigada a fazer algo. Desde o momento em que pĂŽs os olhos no homem e se atentou em observar seus detalhes, se sentiu incapaz de nĂŁo sentir atração por ele. Ele era um homem mais que atraente e Harriet estava levemente bĂȘbada e magoada, pensando que aquela era a sua chance de ter uma casquinha de tal tentação.
â Quer fazer isso, ou nĂŁo? â Louis perguntou um pouco impaciente, jĂĄ movendo a mĂŁo para provocar a cabecinha rubra e gorda. A voz dele jĂĄ soava mais rouca, demonstrando sua antecipação.
Harriet se arrastou no banco para mais pertinho dele e, com as mĂŁos ainda algemadas atrĂĄs das costas, deu um jeitinho de se inclinar sobre as coxas dele e provocar a cabecinha com a lĂngua quente e molhada. Ela começou somente esfregando a lĂngua muito molhada ali com certa dedicação, sentindo o gostinho um tantinho familiar em seu palato. Talvez ela tenha sorrido um pouquinho com a textura molhada e macia da cabecinha em sua lĂngua.
Louis suspirou com a sensação da lĂngua dedicada o explorando ali, nĂŁo impedindo a si mesmo de levar as mĂŁos para os cabelos longos e soltos dela, os juntando gentilmente em um rabo de cavalo para ser capaz de ver seu rostinho. Com uma Ășnica mĂŁo, Louis continuando segurando os cabelos dela, a outra seguindo atĂ© as prĂłprias bolas para as massagear e provocar a si mesmo.
â Chupa. â Louis mandou em um sussurro, sentindo que nĂŁo seria mais capaz de suportar aquela provocação. Ele precisava urgentemente de mais ação, mais fricção e muito mais daquela boquinha envelopando seu pau.
Harriet olhou para ele com um sorrisinho, antes de colocar um pouquinho a lĂngua para fora, enquanto tinha a boquinha aberta, deslizando a glande para dentro ao que fazia uma sucção gostosa com os lĂĄbios. De inĂcio ela sĂł foi atĂ© onde realmente conseguia, nĂŁo evitando gemer gostoso com a comprovação do fato de que alĂ©m de tĂŁo grande, ele conseguia ser tĂŁo grosso que quase nĂŁo era capaz de encaixar propriamente em sua boquinha.
Ela deslizou para cima e depois para baixo, tentando ir um pouquinho mais alĂ©m e se forçou a ficar ali, apertando os lĂĄbios envolta dele com força, enquanto tentava esfregar a lĂngua ali ao mesmo tempo. O gemido baixo que o policial deixou escapar, junto a ação automĂĄtica de enrolar seu cabelo no punho como se fosse uma corda, serviu como o combustĂvel necessĂĄrio para fazĂȘ-la iniciar movimentos contĂnuos de subir e descer e boquinha quase toda sua ereção.
â Isso⊠Que boquinha⊠â Louis sussurrou, a mĂŁo enrolada com seu cabelo forçando sua cabeça cada vez mais para baixo, ao ponto de que em certo momento bateu tĂŁo fundo em sua boquinha que fez a garota engasgar e se afastar rapidamente, escorrendo saliva por seu queixo, ficando ligada atĂ© o pau ereto, e olhos verdes marejados.
â Tenha calma comigo. â Harriet sussurrou com um sorrisinho safado, o rostinho muito prĂłximo do dele. â VocĂȘ Ă© grande, hum?
Louis não a respondeu, o polegar indo até o queixo dela para juntar aquela bagunça de saliva e enfiar dentro de sua boquinha quente, assistindo ela imediatamente fechar os olhos e começar a chupå-lo dengosa.
Realmente, a filha do delegado Styles conseguia ser uma perdição. Ela era tĂŁo deliciosa e receptiva, aqueles grandes olhos verdes pareciam olhar no fundo de sua alma e logo vocĂȘ se sentia verdadeiramente na necessidade de possuĂ-la de uma forma ou de outra.
Louis ainda nĂŁo acreditava que tinha aceitado participar daquele tipo de coisa. Ele era um homem de famĂlia, era a Ășltima coisa que deveria cogitar em fazer, mas ele nunca foi o mais forte dos homens.
No momento que Harriet se moveu um pouquinho, Louis escutou o tilintar das algemas e sĂł entĂŁo se deu conta de que ela nem mesmo tinha feito menção de pedir que eles as tirasse. Aquilo fez um pequeno sorriso surgir nos lĂĄbios do policial, o polegar passando a brincar mais com a lĂngua macia dela, fazendo questĂŁo de enfiĂĄ-lo um pouco mais fundo em sua boca.
Louis tirou o dedo da boca dela e voltou a relaxar contra o banco, a garota entendendo aquilo como sinal de que deveria voltar com o que fazia antes, coisa que ela nĂŁo demorou muito a fazer. Ela realmente queria fazer um bom trabalho chupando aquele pau. De certa forma, uma parte dela estava desesperada para ser muito boa para aquele homem, de forma que ele nunca, jamais fosse capaz de esquecĂȘ-la.
Colocando-o novamente na boca, Harriet nĂŁo se impediu de pensar em Louis no dia seguinte pela manhĂŁ em sua casa, agindo como se nada de especial tivesse acontecido no trabalho na noite anterior, para depois chegar ao trabalho e talvez contar o ocorrido para amigos muito prĂłximos e tĂŁo cretinos quanto ele ao ponto de sentirem inveja de sua pequena aventura proibida e libidinosa da noite anterior. Imaginando como Louis falaria sobre ela, elogiando seu trabalho e como ela foi perfeita, foi difĂcil nĂŁo ficar ainda mais excitada com a ideia e ter ainda mais incentivo para mamar bem gostoso em seu pau.
Harriet novamente tinha os olhinhos fechados, sentindo o canto dos låbios arder conforme colocava aquele pau cada vez mais e mais fundo. Ela engasgou no momento que Louis lançou os quadris para cima em uma estocada, que fez o pau ir ainda mais fundo em sua garganta, o que a fez se engasgar um pouco. Mas daquela vez ela se manteve firme, só se levantando até ter somente a cabecinha na boca para recuperar o ar e então voltar novamente para o ritmo que tinha conquistado antes.
Enquanto isso, Louis se sentia ao ponto de enlouquecer. Ele nĂŁo era capaz de lembrar da Ășltima vez que tinha recebido um oral como aquele, ainda mais de uma pessoa como Harriet, que parecia gostar de demonstrar o quanto amava fazer aquilo. A putinha estava sempre gemendo, parando um pouquinho sĂł para lamber a cabecinha e deslizar a linguinha molhada atĂ© suas bolas, para entĂŁo voltar a chupar fazendo sons altos e molhados de sucção.
Se as coisas continuassem naquele ritmo, Louis sentiu que muito em breve gozaria e nem mesmo seria capaz de aproveitar mais um pouquinho com a garota. Querendo evitar que aquilo acontecesse, Louis voltou a emaranhar os dedos grossos nos cabelos longos e macios dela, puxando-a com jeitinho para que erguesse a cabeça e parasse com a sucção.
â Para um pouquinho. â Louis falou com a voz levemente falha, aproveitando o momento de pausa para pegar as chaves da algema em seu coldre, fazendo um gesto indicando que ela deveria se virar.
Harriet lambendo os låbios muito melados por saliva e pré-gozo obedeceu imediatamente sua ordem e permaneceu quietinha sem falar um pio, sentindo os dedos dele roçando em seu pulso conforme usava a pequena chave para libertå-la.
Quando se deu conta de que finalmente estava livre, ela esticou um pouco os braços para se alongar, apĂłs sentir como esses estavam levemente doloridos. Ela mal teve tempo para se voltar para Louis para que esse a pegasse pela cintura como se fosse uma coisinha e colocasse sentadinha de lado sobre suas coxas, os dedos grossos e um pouco rudes começando a puxar as fitinhas delicadas da frente de seu corset para abri-lo e expor mais seus peitinhos belamente empinados, antes de seguir para a parte de trĂĄs onde tinha um zĂper e entĂŁo puxĂĄ-lo para baixo.
O corset branquinho de Harriet caiu sobre seu colo e a boquinha dela se abriu em um ofego excitado quando as grandes mĂŁos calejadas do policial passaram a apalpar ambos os seus peitos, a ponta dos indicadores brincando com seus biquinhos e as bolinhas dos piercing neles. Harriet olhava com certo fascĂnio para as mĂŁos dele brincando consigo, a apertando e apalpando como se nĂŁo passasse de uma coisinha que gostava de brincar.
Fora o fato que o homem tinha aquelas mãos grandes⊠Tudo nele o tornava tão maior, mais forte e grosseiro comparado a si. Toda aquela junção de coisas era capaz de fazer Harriet molhar.
Louis em certo momento apertou seu peitinho com força o dando certo volume e o puxou em direção a boca, nĂŁo tardando para começar a mamar nele como se tivesse fome, tendo atĂ© mesmo sulcos nas bochechas. Harriet gemeu chorosa com a sensação no biquinho ja sensĂvel, fechando os olhos com a cabeça rolando para trĂĄs e os cabelos longos caindo como cascatas por suas costas.
â Eu to`tĂŁo molhada â Harriet gemeu baixinho e sua fala fez com que Louis no mesmo instante deslizasse uma das mĂŁos por sua coxa, incentivando que abrisse mais as pernas e ele pudesse ter acesso a sua bucetinha, que começou a dedilhar sobre o tecido de algodĂŁo da calcinha minĂșscula.
Louis parou de chupar o biquinho com um som molhado, por um momento observando os prĂłprios dedos se esfregando sobre a grutinha dela, sendo impossĂvel nĂŁo perceber o quanto o tecido estava molhado sob a fricção de seus dedos. JĂĄ se sentindo um pouco impaciente com a prĂłpria provocação, Louis enroscou os dedos na calcinha dela e a puxou de lado com certa força, isso incentivando Harriet a abrir mais as pernas longas.
â Molhada pra caralho. â Louis grunhiu excitado, os dedos deslizando entre os lĂĄbios da buceta dela, chegando ao ponto de escorregarem por tamanha bagunça de lubrificação que a xoxotinha da garota tinha vazado. â Garotinha suja. â Louis sussurrou rente a orelha dela, ao mesmo tempo que deslizava dois dedos para dentro da sua buceta com certa facilidade.
â Sim, eu sou⊠â Ela gemeu com os dedos dele jĂĄ estabelecendo um ritmo gostoso de entrar e sair, conforme se curvavam para cima de um jeitinho especifico que fazia ela tremer excitada. A sensação estava sendo tĂŁo gostosa, fofos de artifĂcio explodindo por todo seu corpo, que seus dedos precisaram se agarrar aos cabelos dele para ter onde descontar o prazer.
â E quanto aqui atrĂĄs? â Louis perguntou baixinho, apĂłs tirar os dedos da bucetinha dela e recolher um pouco daquela bagunça de lubrificação para pressionar a pontinha do dedo sobre seu cuzinho. â Parece apertadinho, do jeito que eu gosto.
Harriet arregalou os olhos um pouquinho e apertou um pouco os lĂĄbios, balançando a cabeça em negação e logo o corpo inteiro ficando tenso no instante que Louis forçou o dedo com um pouco mais de firmeza contra seu buraco e penetrou a pontinha. A garota choramingou com a sensação de ardĂȘncia em seu cuzinho e inconscientemente balançou o bumbum, tentando escapar dele.
â O que foi? Com essa parte eu nĂŁo posso brincar? â Louis perguntou baixinho e tinha certo deboche no modo que ele falou aquilo.
Harriet, porém, não se importou nenhum pouco e olhou para ele balançando a cabeça em negação.
â AĂ vai machucar. â Ela falou baixinho, dando seu jeitinho para virar e ficar de frente para ele, os joelhos apoiados no banco nas laterais de seu corpo. â Eu nunca levei um tamanho como o seu por trĂĄs antes. â Harriet dizia lentamente conforme guiava a cabecinha rubra do pau dele atĂ© a entradinha de sua buceta, deslizando de pouquinho em pouquinho para baixo e assim pegando cada vez mais dele.
Os dois não foram capazes de falar mais nada por um momento, Harriet encostando sua testa contra a dele e seus olhares ficando fixos um no outro, seus gemidos baixinhos se mesclando juntos no ambiente fechado. Harriet sentiu que estava fervendo, as mãos do homem adentrando e levantando sua saia para deslizar por sua bunda até seus quadris e agarrar ali com firmeza, fazendo-a ir em frente com seu trabalho.
A cabeça de Harriet pendeu para trĂĄs com a sensação gostosa da bucetinha sendo forçada a se abrir mais e mais envolta daquele pau. Ela tinha seus quadris sendo apertados com tamanha força por aqueles dedos, que jĂĄ imaginou os pequenos hematomas que ficariam neles apĂłs aquela brincadeira. Afinal, ela sempre foi tĂŁo sensĂvel e tĂŁo facilmente conseguia ficar com marcas pelo corpo.
Louis era tĂŁo grande dentro dela, que a garota jĂĄ estava começando a sentir certo incĂŽmodo. Ela nem mesmo tinha ele por inteiro dentro de si, quando precisou fazer uma pequena pausa, dando tapinhas no ombro dele para indicar do momento que precisava. Louis, porĂ©m, nĂŁo parecia dar tanta importĂąncia para aquilo, os lĂĄbios continuando a explorar o busto dela e a lĂngua buscando os biquinhos arrebitados para poder colocĂĄ-los em sua boca novamente.
Harriet nĂŁo resistiu a tentação de emaranhar novamente os dedos magros nos fios do cabelo dele, os acariciando e puxando excitada conforme a sucção em seus peitinhos ficava mais persistente e de certa forma agressiva, desde que ele passou a arranhar propositalmente a ponta dos dentes no biquinho de sensĂvel.
Perdida nas sensaçÔes da lĂngua circundando seus peitinhos, a boca quente chupando-os com avidez, sua bucetinha relaxava aos poucos e ficava cada vez mais molhada, sendo entĂŁo capaz de deslizar cada vez mais e mais para baixo atĂ© tĂȘ-lo por inteiro dentro de si. Quando Harriet foi capaz de sentir o calor das coxas dele sob si, junto a maciez das bolas cheias se pressionando nos lĂĄbios da sua buceta, ela gemeu excitada e por impulso segurou seu rosto e juntou seus lĂĄbios nos dele.
SĂł no momento em que jĂĄ estava feito que ela foi capaz de realmente perceber a bobagem que tinha feito, principalmente pelo modo que Louis tinha reagido a princĂpio, ficando tenso sobre seu corpo e os lĂĄbios permanecendo parados e rĂgidos um contra o outro. PorĂ©m, quando ela foi se afastar para tentar consertar sua bobagem, foi surpreendida com os dedos dele agarrando seus cabelos com força, puxando-a novamente contra sua boca para que se beijassem novamente.
A lĂngua dele deslizou quente e dominante contra a sua e Harriet se sentiu muito perto de derreter, gemendo abafado contra a boca dele, os olhinhos fechados com força focando em se contrair insistentemente envolta do pau grosso que pulsava em tesĂŁo dentro de si.
Tinha certa dominĂąncia, insistĂȘncia e agressividade nĂŁo calculada no modo que ele agarrava seu cabelo e a tinha contra sua boca. Harriet sentia o couro cabeludo arder e o ar faltar em seus pulmĂ”es, conforme ele tomava tudo que queria de si, lhe devorando a boca e balançando os quadris contra os seus.
â VocĂȘ Ă© uma delicia. â Ele grunhiu contra sua boca, mordendo seu lĂĄbio inferior de uma forma que foi capaz de fazĂȘ-la ofegar e, se possĂvel, se sentir ainda mais absurdamente molhada. â Eu poderia comer vocĂȘ pra sempre. â Sua voz saiu rouca e ambas as mĂŁos voltaram para o quadril dela, forçando ela voltar a pular em seu pau como uma boa garota, a buceta engolindo e apertando belamente todo seu comprimento em um calor que conseguia ser quase insuportĂĄvel.
â Por favor. â A garota gemeu alto, colocando ambas as mĂŁos nos ombros dele para ter apoio e conseguir se mover com mais agilidade, quicando gostoso em seu pau dando reboladas dedicadas. Tantas vezes que se empolgava na movimentação, por muito pouco nĂŁo atingia a cabeça no teto do carro, aproveitando para relaxar um pouco se esfregando no colo dele e dando reboladas.
As mãos de Louis agarravam sua bunda com tamanha força, que os dedos se afundavam na carne macia. Harriet sentia cabecinha do pau dele batendo tão fundo dentro dela de uma forma que beirava o insuportåvel, não sendo capaz de conter aqueles gemidos altos e deliciosos que só faziam Louis desejar cada vez mais dela.
Harriet naquele estado de pular desesperada em seu pau, acabou por fazĂȘ-lo escorregar para fora, o que a forçou a interromper o ritmo gostoso que tinha estabelecido. Ela apoiou os antebraços nos ombros dele e rebolou o bumbum, esperando que ele guiasse a cabecinha do pau novamente para sua xoxotinha fodida. Louis, porĂ©m, cuspiu na mĂŁo e punhetou molhada a somente a cabecinha, antes de esfregĂĄ-la um pouquinho na entradinha ameaçando entrar, antes de guiĂĄ-la finalmente atĂ© a borda de seu cuzinho apertado.
â N-NĂŁoâŠ
â Shh. â Louis levou a outra mĂŁo atĂ© os lĂĄbios dela, sentindo a fenda libertar um tanto de prĂ©-gozo apĂłs observar aquela expressĂŁo assustadinha no rosto dela, os olhinhos verdes levemente arregalados. â VocĂȘ nĂŁo quer que eu conte para o seu papai que andou aprontando novamente, sim? VocĂȘ mesma disse que ele nĂŁo suporta mais te ver envolvida em problemas. â Louis continuou falando provocativamente, apĂłs ela ter balançado a cabeça em negação para sua pergunta.
â Mas⊠mas vai doer. â Ela se interrompeu quando sentiu ele pressionar a cabecinha molhada com um pouco mais de força contra seu cuzinho, gemendo dolorida quando ele finalmente conseguiu deslizar pelo menos a glande rubra para dentro. AtĂ© mesmo Louis gemeu excitado e um pouco agoniado com aquele aperto se concentrando na regiĂŁo muito sensĂvel, descontando aquilo ao beijar os lĂĄbios gordinhos dela com certa intensidade. â Por favor, senhorâŠ
â Calma, eu vou fazer devagar. â Ele riu descarado do desespero dela, puxando as bandas da bunda redondinha dela para os lados a fim de facilitar mais para que entrasse nela. â Fora que vocĂȘ precisa pensar que Ă© isso que precisa fazer, se nĂŁo quer que eu conte nada para seu pai. Eu te falei antes que era exatamente isso que eu queria de vocĂȘ, bonequinha. TĂĄ entendendo? â Louis perguntou fazendo uma pausa naquilo para segurar as bochechas dela causando-lhe um biquinho e fazĂȘ-la olhar no fundo dos seus olhos.
Harriet se limitou a balançar a cabeça em afirmação, sentindo a bucetinha fodida ficar ainda mais babada com aquilo. Ela deveria supostamente estar irritada com o policial fazendo aqueles joguinhos com ela, a manipulando e ameaçando prejudicå-la caso não fizesse exatamente o que ele queria. O problema era que um homem justo como Louis dizendo aquelas coisas daquele jeito, enquanto ela estava tão entregue e vulneråvel naquela situação, foi capaz de deixå-la ainda mais excitada do que jå se encontrava.
Talvez ela estivesse descobrindo só naquele momento que uma parte dela realmente gostava daquele tipo de coisa suja. Talvez ela gostasse um pouquinho de ser manipulada e da ideia de entrar em verdadeiros problemas se não fizesse do modo que o outro queria. Deveria ter soado como um sinal de alerta em sua cabeça, mas ela gostou tanto.
Oh, ela era uma garotinha suja.
Harriet apertou os olhos com força e se concentrou em nĂŁo pensar tanto na sensação desagradĂĄvel da invasĂŁo, aquele pau entrando centĂmetro por centĂmetro dentro de si fazendo-a se alargar com aquela ardĂȘncia.
Louis nem mesmo tinha entrado por inteiro quando começou a lançar os quadris para frente e para trås, arrancando um choramingo dolorido de Harriet, que logo teve a reação automåtica de tentar escapar.
O policial, porém, foi mais råpido e a agarrou mais forte pelos quadris fazendo com que ficasse parada exatamente como estava, ignorando os protestos dela e o choro se queixando de como esse era muito grande para ela poder suportar.
â Lou⊠Louis, por favor, por favor. â Ela gemia agoniada ainda tentou escapar, os dedos magros apertando com força os ombros dele ao que tentava se forçar para cima.
â Calma, calma, calma. â Louis falou em um sussurro e seu tom soou tĂŁo rouco e atraente aos ouvidos da garota, que ela se sentiu amolecer um pouco e sua bucetinha encharcar mais ainda se possĂvel. â Ă tĂŁo bom e apertado. VocĂȘ estĂĄ se saindo bem. Aguente mais um pouco.
Louis a puxou contra seu peito e se assegurou de que o braço envolta de sua cintura a mantivesse firme sobre ele, utilizando a mão livre para deslizar na pele de sua bunda macia e apertar a carne com força. Harriet apoiou o queixo sobre o ombro dele, respirando fundo tentando se manter firme sentindo aquele pau ainda se movendo minimamente para dentro e fora do seu cuzinho.
â VocĂȘ Ă© uma delĂcia. â Louis rosnou prĂłximo de seu pescoço, os dentes arranhando na pele sensĂvel fazendo com que ela tivesse arrepios e se sentisse ainda mais entregue. â NĂŁo vou conseguir parar de pensar nisso.
â Jura? â Harriet ajustou a postura para conseguir olhar em seus olhos, um pouco dengosa começando a deslizar o polegar sobre a barba curta e macia de sua bochecha.
â Juro. Eu atĂ© falaria sobre vocĂȘ para meus amigos sobre como vocĂȘ foi perfeita, mas⊠â Louis fez uma pequena pausa, se aproveitando para voltar a lamber e brincar com os peitinhos gostosos dela.
â âMasâ o que? â Harriet perguntou, começando a arder em curiosidade e interesse, os dedos agora começando a deslizar pelos fios de cabelo dele.
â Claro que eles nĂŁo acreditariam em uma palavra que eu diria. â Louis a soltou um pouco para levar a mĂŁo atĂ© o bolso da prĂłpria calça, tirando dali o prĂłprio celular e mostrando para a garota, que olhou o aparelho com certo brilho passando nos olhos. â Mas se eu gravasse um pouco, alĂ©m de poder mostrar pra eles, sempre poderia ter comigo quando quisesse relembrar um pouquinho, sim?
â Acho que sim. â Foi tudo que ela conseguiu responder e Louis sorriu um pouco divertido com o pensamento que teve.
â Estou falando pra vocĂȘ que quero gravar o que estamos fazendo e mostrar para pessoas do meu trabalho, e Ă© isso que me responde? â Ele tinha um tom surpreso e admirado que fez a garota corar e sĂł entĂŁo se dar conta daquilo. â Ă mesmo a maior das putinhas, Styles.
â Eu acho que sou. â Harriet rebolou um pouco sobre o colo dele, gemendo dengosa com o pau escapando de dentro de si. â Fode minha buceta agora, por favor? Eu deixo vocĂȘ gozar em mim, ou na minha boca. E entĂŁo vocĂȘ grava tudinho. â A garota sussurrou a Ășltima parte prĂłximo a sua orelha.
â Vire de costas. â Ele mandou de modo autoritĂĄrio, assistindo com certo prazer Harriet imediatamente obedecer. Assistiu aquela bundinha deliciosa se virar empinada na sua direção e nĂŁo resistiu em acertar um tapa certeiro ali com a mĂŁo pesada, assistindo a carne balançar tentadoramente.
Harriet estava entre os dois bancos da frente, se apoiando no encosto de um deles para manter a bunda empinada e Louis brincando com ela do modo que queria. A mão forte apertava e acertava tapas, os dedos insistiam em deslizar um pouco mais para baixo a fim de dedilhar de modo insistente sua buceta, em seguida usando o polegar para pressionar bem sobre seu cuzinho em uma pequena bagunça de pré gozo do seu pau.
Os olhos da garota estavam fechados, se concentrando na sensação de ter o toque daquele homem explorando seu corpo do modo que bem entendesse. PorĂ©m, ela despertou daquele estado de espĂrito em um pulinho, ao que ouviu um som familiar de quando um celular começa a gravar junto a claridade de um flash.
â Vejam sĂł o que eu tenho aqui. â Louis falava em um tom baixo, a cĂąmera do celular gravando a mĂŁo de forma agressiva apalpando com vontade aquela bundinha avermelhada, que jĂĄ começava a ficar judiada com tantos tapas e apertos que estava levando. â Olhe pra cĂĄ, meu bem. Deixa eu ver seu rostinho, boneca.
Harriet respirou fundo e olhou para trås sobre o ombro, os olhinhos marejados mais verdes que nunca, as bochechas coradas e os låbios lindamente avermelhados de tanto serem mordidos. Ela não olhou para a cùmera, mas sim na direção de Louis, que também lhe olhava atentamente com aquele sorriso cafajeste capaz de fazer algo dentro dela fervilhar em satisfação.
O polegar de Louis puxou a bunda dela para o lado com certa força, expondo mais o buraco de seu cuzinho e buceta, ambos melados pelo melzinho que lhe vazava aos montes. Vendo aquela bagunça melada e Harriet propositalmente contraindo a bucetinha com força diante de seus olhos, Louis ofegou e voltou a acertar um tapa pesado em sua bunda que automaticamente ficou com a marca de seus dedos grossos e arrancou um gemido da garota.
â Ela nĂŁo Ă© uma delĂcia? â Louis tinha um tom baixo e excitado.
Harriet, jå desesperadinha para ter mais daquele pau novamente, tomou as rédeas da situação e levou a mão para trås em busca dele. O segurou pela cabecinha e a encaixou na buceta apertada que pulsava em tesão, concentrando suas reboladas ali por um instante, antes de descer no comprimento por inteiro e jå iniciar as quicadas que causavam o barulho das peles se chocando.
A garota tinha as mĂŁos apoiadas nos bancos da frente e daquele modo se dedicava completamente nas quicadas e reboladas naquele pau, ignorando que podia estar sendo um tantinho escandalosa. O que ela podia fazer? Aquele pau era tĂŁo bom, ela se sentia tĂŁo bem com ele a preenchendo tĂŁo bem e atingindo tĂŁo fundo que a fazia ver estrelas.
Louis tambĂ©m deixava pequenos gemidos roucos escaparem, fazendo certo esforço para manter a mĂŁo com o celular firme e conseguir um vĂdeo minimamente decente. PorĂ©m era difĂcil de se manter sĂŁo e concentrado quando se tinha alguĂ©m como Harriet montando tĂŁo gostoso em seu pau, ainda mais quando ela deixava escapar aqueles gemidinhos manhosos tĂŁo gostosos.
â Seu pau Ă© tĂŁo bom. â Harriet gemia ainda se movendo para cima e para baixo com os peitinhos balançando, parando com ele enfiado atĂ© o fundo para começar a dar reboladas que fizeram o pau de Louis pulsar e as bolas repuxarem. â Por favor. â Ela se recostou contra o peitoral de Louis, as coxas estremecendo em prazer quando ele simplesmente começou a dedilhar seu clĂtoris a fim de lhe proporcionar mais prazer, nĂŁo aguentando e finalmente deixando o celular de lado para começar a apalpar diferentes partes do seu torso. â Vai gozar dentro de mim? â Ela perguntou manhosa, gostando da sensação dos lĂĄbios dele explorando a lateral do seu pescoço, raspando a ponta dos dentes ameaçando marcar sua pele.
â Na sua boquinha. â Louis falou em um tom sussurrado, as mĂŁos nos quadris dela incentivavam que essa continuasse se movendo Ă todo instante, mesmo que Louis se sentisse cada vez mais perto de gozar. â E vocĂȘ vai engolir tudo como uma boa garota, nĂŁo vai, Harriet? Porque vocĂȘ quer me deixar orgulhoso por ter feito um bom trabalho. Quer me fazer pensar em vocĂȘ e em como foi perfeita pra mim.
â Sim. â Harriet gemeu com a cabeça pendida para trĂĄs, apertando os prĂłprios peitinhos com força conforme pulava dedicada em seu pau, que atingia sempre tĂŁo fundo dentro dela de um jeitinho tĂŁo gostoso. â Eu amo isso. Porra, Ă© tĂŁo bomâŠ
Em determinado momento Louis a segurou pela cintura com ambas as mĂŁos fortes e a manteve parada de modo que ele conseguisse lançar os quadris com força para cima, praticamente a usando como um brinquedinho de foda. Louis se movia com tanta força para dentro e para fora dela, que a garota nem mesmo conseguia permitir que os gemidos saĂssem, os lĂĄbios abertos e os olhinhos verdes marejados se revirando em tamanho prazer que fazia suas coxas tremerem.
Louis estava tão imerso em prazer que não se sentia capaz de conter os gemidos roucos e deliciosos, esses que serviam como verdadeiro incentivo para Harriet se manter firme e aguentar todas as investidas agressivas em sua bucetinha. Ela soube quando Louis estava perto quando ele vacilou um pouco naquele ritmo que tinha estabelecido, a mão se chocando com força na lateral de sua coxa, logo se espalhando um calor por ali.
Harriet não demorou muito para se afastar, virando-se rapidamente para se posicionar de joelhos entre as pernas do homem. Com ambas as mãos ela segurou a ereção de Tomlinson e colocou a cabecinha na boca, começando a mamar ali com gosto e se dedicando em enfiar cada vez mais na boca, ignorando os pequenos engasgos quando sentia a cabecinha atingir o fundo da garganta.
â Que boca⊠â Louis ofegou sem conter mais um gemido, as mĂŁos juntando os cabelos dela em um rabo de cavalo, puxando sua cabeça de encontro ao seu pau. â Coloca tudo.
Harriet imediatamente começou a se esforçar para tĂȘ-lo atĂ© o fundo de sua garganta, mesmo que isso lhe privasse o ar e a fizesse engasgar um pouquinho. Ela se manteve firme ali, os lĂĄbios se apertando envolta da base do comprimento grosso com algumas veias que pulsavam e a lĂngua molhada se esfregando ali do modo que conseguia. Foi nesse instante em que sentiu o pau pulsar ainda mais forte em sua boca e novamente aquele clarĂŁo diante de seus olhos.
Louis estava gozando e tinha voltado a filmar seu rostinho enquanto acontecia. Com os olhos verdinhos brilhantes Harriet olhava diretamente para ele, que tinha o peito subindo e descendo em uma respiração råpida e os låbios abertos em pequenos gemidos que se sentia incapaz de conter.
A garota nĂŁo se permitiu engolir imediatamente. Ainda mais quando teve a cabeça puxada para trĂĄs e o policial pressionou o polegar em seu queixo, sussurrando um âmostra na boquinhaâ. Ela logo abriu a boca e mostrou ali a porra branquinha brincando em sua lĂngua, antes de engolir tudo com um sorrisinho no rosto.
â Muito bem. VocĂȘ foi perfeita. â Louis falou com certa dificuldade conforme ainda tentava se recuperar do orgasmo, o polegar ainda acariciando o lĂĄbio inferior dela fazendo um carinho agradĂĄvel. Ele parou de gravar e deixou o celular de canto, os olhos de Harriet acompanhando seus movimentos. â Na verdade, vocĂȘ Ă© tĂŁo bonita.
â Obrigada. â Harriet respondeu com a voz rouca e bochechas coradas. Ela teve ajuda do policial para se levantar e voltar a sentar em seu colo, onde ela tomou certa liberdade para se confortar e encostar em seu peito. â Na verdade, vocĂȘ Ă© bem bonitĂŁo tambĂ©m. â Um sorrisinho surgiu em seus lĂĄbios quando ouviu o mais velho rir anasalado, deslizando a mĂŁo grande distraidamente em sua coxa.
â Bem bonitĂŁo? â Louis imitou o modo que ela falou, vendo essa balançar a cabeça em afirmação.
â Sim. VocĂȘ sabe⊠pra um coroa. â Harriet provocou e mordeu a lĂngua para conter uma risadinha quando sentiu o olhar dele queimar em si.
â Costuma transar com muitos coroas?
â NĂŁo. SĂł com aqueles que ameaçam levar meu carro, comprometer minha carteira e de quebra me levar presa. â Harriet respondeu humorada, se virando um pouquinho para beijar o rosto dele docemente e conseguir olhar bem em seus olhos. â E em falar nisso⊠como me saĂ? Estou livre de problemas?
â Pergunta boba. â Louis deu um leve revirar de olhos e Harriet sorriu divertida com aquilo. â Acordo Ă© acordo, sim?
â Acho que sim. â Harriet saiu do colo dele e sentou no banco vazio, começando a procurar pela roupa e tentar parecer apresentĂĄvel, Louis tambĂ©m começando a colocar a calça.
No momento em que Harriet terminava de colocar o corset branco, Louis recebeu um chamado no rĂĄdio que fez um som de interferĂȘncia antes que a voz de um homem surgisse de modo estĂĄtico.
â Louis, na escuta? Aqui Ă© o Tom. â o homem perguntou e Louis apertou o botĂŁo do rĂĄdio preso no colete, falando um âestou aqui, Tomâ. â Fiz aquele favor que pediu. O carro foi guinchado e estacionado perto da entrada do condomĂnio.
â Ătimo, Tom, obrigado. â Louis respondeu no mesmo instante e o homem no rĂĄdio voltou a falar.
â Estamos quites, seu desgraçado. Mas vocĂȘ ainda me deve uma cerveja por me fazer levantar o rabo a esse horĂĄrio. â O homem falou e Louis riu antes de confirmar que pagaria e os dois se despediram.
â Seu carro jĂĄ estĂĄ em casa. Agora eu vou te deixar lĂĄ em segurança. â Louis informou abrindo a porta do carro e esperou com ela aberta para que Harriet saĂsse, em seguida abrindo a porta da frente do passageiro indicando que deveria sentar ali.
â Obrigada. â Ela disse quando entrou e Louis fechou a porta, dando a volta para entrar e sentar no banco do motorista, enquanto colocava o cinto de segurança. Harriet viu o que ele estava fazendo e no mesmo instante se sentiu induzida a fazer o mesmo, os olhos espiando o que tinha em cima do painel.
O caminho foi um tanto silencioso. Harriet nĂŁo sabia ao certo se de fato havia algo que pudesse dizer depois do que aconteceu, ainda mais quando ela olhava para o policial e ele parecia tĂŁo distante e pensativo com os olhos muito focados na estrada deserta.
O trajeto atĂ© sua casa deu pelo menos 10 minutos. Louis teve o cuidado de estacionar a viatura hĂĄ alguns metros de distĂąncia e no momento que desligou o carro, o silĂȘncio se tornou ainda mais ensurdecedor.
â Obrigada por me trazer em casa. â Harriet disse em um tom baixo, brincando com os fios da barra da saia. â E obrigada pela experiĂȘncia tambĂ©m, eu acho. â Ela riu sem graça e viu ele se limitar a sorrir pequeno e acenar com a cabeça.
E sĂł entĂŁo se deu conta de que ele olhava para a aliança reluzente que tinha no dedo anelar esquerdo, imediatamente entendendo o porquĂȘ de toda aquela mudança de humor.
â Ela nunca vai ficar sabendo. â Harriet disse e sua fala chamou a atenção dele, que permaneceu em silĂȘncio a olhando. â E vocĂȘ precisava disso.
â Como pode achar que sabe tanto?
â Eu sĂł sei. Eu vejo isso. â Harriet deu de ombros e sorriu docemente para ele. â Eu aposto que jĂĄ fazia um tempo que nĂŁo acontecia nada entre vocĂȘs dois. Fora que⊠vocĂȘ parece ser um homem muito bom, ou nĂŁo estaria se martirizando sobre isso justo agora. Veja isso como uma experiĂȘncia tambĂ©m, algo que nunca mais vai se repetir, pois jĂĄ experimentou.
Louis voltou a olhar para frente e respirou fundo, se limitando a balançar a cabeça em afirmação. Pela visão periférica viu Harriet pegar a bolsa e se certificar que tudo estava dentro, antes de abrir a porta do carro e olhar para ele mais uma vez.
â Boa noite, policial.
â Boa noite, Harriet. â Ela o lançou mais um sorrisinho e ele retribuiu de modo genuĂno desta vez, vendo ela bater a porta do carro e acenar se afastando, sendo induzido a acenar de volta tambĂ©m.
Ele apenas partiu quando viu ela entrar no condomĂnio em segurança.
đ.
Harriet nĂŁo parou de pensar sobre o que aconteceu em momento algum. Estava ocupada fazendo suas coisas durante o dia, quando de repente era atingida pelas lembranças capazes de deixĂĄ-la quente. Deus sabe quantas vezes ela estava andando na rua e desejou simplesmente encontrar com o homem sĂł para ter a chance de vĂȘ-lo um pouquinho, pois sabia que seria impossĂvel que algo acontecesse novamente ou que ele pelo menos fosse capaz de conversar com ela. Ela viu o estado que ele tinha ficado apĂłs o que aconteceu entre os dois.
ApĂłs a experiĂȘncia, ela decidiu que estava sendo muito tola em continuar perdendo seu tempo com um homem ridĂculo feito Dylan, que nunca tinha feito absolutamente nada alĂ©m de pensar somente em si mesmo. Ela nunca mais atendeu suas ligaçÔes, respondeu suas mensagens ou abriu a porta quando ele resolveu aparecer em sua casa. A Ășnica vez que o mandou mensagem foi para pedir que parasse de ir atrĂĄs dela, ou contaria tudo para o pai que certamente iria se certificar de que ela nunca mais fosse incomodada.
Harriet estaria mentindo se dissesse que muitas vezes nĂŁo pensou em estar na mesma estrada, naquele mesmo horĂĄrio, propositalmente se envolvendo em problemas para tentar se reencontrar com Tomlinson, mas sabia que seria imprudente e absurdo.
Mas acontece que algumas coisas, se sĂŁo para ser, simplesmente irĂŁo acontecer naturalmente, nĂŁo importa se vocĂȘ queira ou nĂŁo.
E Harriet reencontrou Louis aleatoriamente na madrugada de um domingo em uma loja de conveniĂȘncia de beira de estrada. Estrada essa que ficava hĂĄ apenas alguns quilĂŽmetros de onde ela tinha sido parada por Tomlinson outra noite.
Harriet daquela vez nĂŁo estava bĂȘbada. Na verdade, ela ainda estava indo para a festa que seria na casa de uma amiga, e sĂł lĂĄ que pretendia encher a cara atĂ© o sol dar o ar da graça. Ela ficou responsĂĄvel por comprar gelo e bebidas, pois soube que teve um pequeno problema com as da festa.
Ela estava na parte das geladeiras vendo quais vodkas deveria pegar, quando ouviu o som caracterĂstico da porta sendo aberta e batendo no sino que ficava em cima anunciando a entrada de alguĂ©m. Ouviu o garoto com espinhas que ficava no caixa falar âboa noite, policialâ e uma voz familiar responder âboa noite, Timmyâ. Ainda assim, ela nĂŁo tinha dado tanta importĂąncia para aquilo, seguindo com suas compras, digitando rapidamente mensagens de texto perguntando as preferĂȘncias de bebida das amigas para aquela noite.
Foi quando ouviu passos pesados se aproximarem no corredor que estava e um pequeno som estalido, que em seguida ouviu aquela voz:
â Boa noite, Harriet.
A garota parou por um instante onde estava e tirou os olhos do celular, olhando sobre o ombro para encontrar o policial de olhos muito azuis. Ele tinha os polegares no coldre da cintura, um sorriso no canto dos låbios a observando tão atentamente que ela se sentiu estremecer por um milésimo de segundo.
â Oi, policial. â Ela respondeu com um sorrisinho e enfiou o celular na bolsa rosa bebĂȘ, o dando uma olhada nada discreta de baixo a cima (algo que ele fez questĂŁo de fazer tambĂ©m). â Faz tempo que nĂŁo o vejo.
â Pois Ă©. Eu tiro os olhos de vocĂȘ por um instante, e jĂĄ estĂĄ aprontando de novo. â Ele indicou com o queixo a vodka e um energĂ©tico que a garota jĂĄ tinha na cesta vermelha. A garota sorriu cĂșmplice e mordeu o lĂĄbio inferior rosado.
â Ă, vocĂȘ me pegou. â Ela levantou uma das mĂŁos fazendo uma ceninha. â Pode me levar.
Aquela foi a vez de Louis sorrir e balançar a cabeça, desviando o olhar do dela por um instante, enquanto avançava alguns passos em sua direção. Harriet ofegou um pouquinho, mas se manteve a todo instante o olhando, ainda animada que finalmente tinha o encontrado novamente.
â Estive pensando quando te encontraria de novo⊠â Ele assumiu em voz baixa e Harriet voltou a morder o lĂĄbio, rindo sozinha com o pensamento que teve.
â VocĂȘ Ă© policial. Consegue encontrar quem quiser. â Ela colocou os pensamentos em palavras e continuou. â E eu estava me perguntando a mesma coisa.
â Se encontraria comigo lĂĄ fora? SĂł um pouquinho. â Louis perguntou baixinho e Harriet suspirou, tolamente balançando a cabeça em afirmação no mesmo instante. â Ătimo. â Ele abriu a porta da geladeira logo ao lado dela e pegou uma coca-cola, antes de se afastar sem olhar para trĂĄs.
E Harriet ofegou se recostando contra uma das geladeiras ao se ver pensando que lĂĄ estava ela novamente, criando novos hĂĄbitos ruins com mais um homem duvidoso e deliciosamente tentador.
Mas o que ela podia fazer? Era mais forte que ela. Era simplesmente o que garotas como ela faziam e que homens como Louis se sentiam incapazes de resistir, por mais errado que isso fosse. Eram quase feitos um para o outro.
pq mds pq eu cai nessa burra burra vai ser ingenua assim na casa do caralho sua infeliz otaria
mds e agora senhor
oi deus sou eu de novo
estevao ferreira
me ferrei ein amgs e amgs
e agora n sei o que fazer
que vontade de foder com alguĂ©m đ„ș
mas eu sĂł queria transar fuder fazer sexo nheconheco
Enfants Riches Déprimés A/W 2024 ph. Ryley Paskal
depois..
jĂĄ acordo com vontade de dar
" your throat i take grasp . "
word count: 275
summary: insp by my gift to you by korn - in which daryl struggles with aggression during sex ): itâs an accident he swears, he just loves you so much! any pov
themes: poss non-con, asphyxiation, p in v no protection (rubber up!), degradation, somno?
notes: this one is fucked up!!!! intentional lowercase. i have a lot of issues & so does daryl . pls take care of urself .
â your throat i take grasp ,
then your eyes roll back ,
love racing through my veins â
âcâmon, love,â daryl snarled. âyâcan take it.â
could you, though? your eyes were watering already, your body squirming underneath him. his fingers firmly wrapped around your throat, dirty nails digging into skin. god, the faint squeaks you let out as you struggled to breathe made the manâs stomach twist in knots. his hips were like a machine, in and out, in and out. he was so deep, he could see his cockhead bulging from your stomach.
daryl didnât stop until he was close, oh so close, and your eyes began to bulge. when your face turned blue, his hand loosened, giving you time to wheeze and cough. but he couldnât stop. your eyelids grew heavy, consciousness fizzling as you felt the pleasure hilting.
âagh, fuck, so tight,â daryl snarled, sweat beading down his forehead as he pushed. âdonât act like you donâ love it.â
each huff of breath was hot and heavy on your face as you struggled to keep your eyes open. darylâs large hand held your breath, keeping it trapped within you, holding all control in his palm.
âgonna cum,â he spat. âyâpass out iâll jusâ fill ya up⊠yâwouldnât even know⊠poor thing.â
with a few more angry thrusts into you, daryl felt you clench tightly around his length, milking his cock as you reached your peak. the orgasm, plus the hand blocking your airways, had taken it all out of you. you were out.
and god, did that set daryl off. he came right then, fucking his thick semen into your limp body.
âoh, fuck, really?â he hissed, his movements slowing as he came down. âdamn, really canât take it, huh?â