Residência situacionista, #designresearch em desenvolvimento. #parametricdesign #situationist #architecturethoughts #rhinoceros3d #grasshopper3d #stayhomesavelives (em Brasília, Brazil) https://www.instagram.com/p/CAOXK2blHow/?igshid=1fxl76w6cj1z0

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Con(ec)tatos (in)visíveis 02
É muito complicado definir o que é essencial em um momento como esse, porque todo trabalho e toda vida são essenciais na sua essência de ser. No entanto, diante das circunstâncias determinadas pelo novo coronavírus, as pessoas que não se enquadram nas categorias dos serviços considerados essenciais devem (ou deveriam) permanecer em suas respectivas residências. Por isso, mesmo aqueles “não essenciais”, acabam sendo tão essenciais quanto os que são quando respeitam as devidas restrições de convívio. Compreendendo que a responsabilidade pelo outro perpassa a todos.
No que concerne aos indivíduos ditos “não essenciais”, o ato de ficar em casa desencadeia uma busca em se reinventar para superar as adversidades diante da situação vigente. Como por exemplo, visitar pessoas e lugares sem sair de casa, transitar entre shows, seminários e debates on-line. A existência de uma mobilidade digital muda a estrutura de interação entre os indivíduos, fazendo com que esses percursos invisíveis possam amenizar a carência de interagir e de vivenciar situações “fora de casa”.
A sociabilidade é um processo que segue em transformação, especialmente agora com o agravamento do uso das interfaces digitais. Através desta espécie de deambulação pelas redes sociais, consolida-se uma experiência humana cuja sensação de vivenciar uma realidade digital se con-funde com a vivência da realidade propriamente dita. Para aquele sujeito habituado a ser livre para ir e vir, a mobilidade e a espontaneidade inerentes à presença física são fatores essenciais para a construção de uma experiência concreta.
São diversas inquietações sobre o futuro das relações no mundo pós pandemia. Então, o ato de determinar o que é ser essencial é limitador em um momento como esse. E neste contexto vivenciamos na pele a dicotomia desta palavra, pois o conceito do que é essencial perpassa o finito e o infinito, o objetivo e o subjetivo, o coletivo e o individual.
Con(ec)tatos (in)visíveis 01
Con(ec)tatos (in)visíveis 01
A quarentena em detrimento do novo Coronavírus está transformando o cotidiano da sociedade. Uma dessas mudanças é a intensificação da necessidade de estar sempre conectado com o mundo, onde a realidade concreta adquire uma forma entre o visível e o invisível. Esta nova realidade latente se materializa através das telas costurando o que é físico com o que é virtual.
Existem várias especulações a respeito da internet, dentre elas podemos encontrar alguns pontos de vista antagônicos que podem ou não ocorrer paralelamente conforme a vivência de cada indivíduo. O primeiro ponto é que a internet vai matar os espaços públicos. E o segundo é de que a internet vai construir uma esfera pública superposta ao que é concreto. Analisando o novo contexto mundial em torno desta pandemia, é correto afirmar que essa realidade superposta à realidade concreta se intensificou. Ao contrário desta perspectiva, a primeira possui um ar pessimista e é possível atestar seu desvio, pois aponta uma causa cujo agente determinante não é a internet, e sim uma demanda de saúde pública. A internet nunca matou e nem vai matar os espaços públicos, porque quem utiliza a internet e os espaços são as pessoas, nas quais são seres de natureza interativa que estão em constante movimento.
Mesmo com a intensificação do universo virtual, as pessoas sempre vão encontrar uma maneira de ocupar os espaços que estão ao seu alcance para se expressar e interagir para além do universo de suas respectivas telas. A exemplo das varandas e janelas adquirindo outros significados. As camadas externas das edificações se tornaram um novo lugar de representação do espaço público, seja por meio do engajamento das pessoas, seja através de projeções ou shows que utilizam a janela ou a varanda como um lugar de manifesto e pontos de interação entre esses seres.
BRASÍLIA SITUACIONISTA. EXPLORANDO UM REFERENCIAL TEÓRICO PARA O MAPEAMENTO CRÍTICO DO GÊNERO
A pesquisa Brasília Situacionista propõe o mapeamento da apropriação por gênero dos espaços do Plano Piloto, com foco na evolução histórica dessa apropriação e na análise de suas características. O método é cruzar as estratégias de mapeamento inauguradas por Guy Debord, no quadro da Internacional Situacionista, com as perspectivas teóricas feministas desenvolvidas na Arquitetura, em especial na perspectiva de Diana Agrest, Paola Berenstein, Beatriz Colomina, Joan Scott, Judith Butler e Rebecca Solnit. Desta forma, Brasília se revela através das camadas cartográficas que são desenvolvidas a partir do estudo dos mapas afetivos das pessoas que vivem Brasília no dia a dia. Esta diagramação urbana é fundamentada na Teoria da Deriva, no feminismo pós-estruturalista e na psicogeografia. A essência do urbanismo modernista de Brasília estimula vivências singulares deste espaço, principalmente quando adentra ao tema gênero. Percebe-se que desde o momento do planejamento urbano e da construção da nova capital, o corpo e o símbolo do feminino foram excluídos e em seguida reprimidos, refletindo nos vazios cheios de monumentalidade. Ao propor a reconstrução da identidade e dos modos de representação da mulher, focos característicos desses estudos, no âmbito do espaço de Brasília, a pesquisa possibilita a ampliação dessa perspectiva no campo dos estudos históricos e teóricos dos espaços públicos da Capital. Os resultados apresentados mostram a relação entre as percepções dos entrevistados com os seus trajetos por Brasília. Por último, busca contribuir para a formulação de uma compreensão inclusiva e abrangente dos espaços habitacionais de nossa cidade, fornecendo elementos que possam (re)orientar as práticas urbanísticas vigentes.
Caderno de desenhos técnicos do projeto acadêmico do edifício corporativo da apple em Brasília. A proposta foi fundamentada de acordo com o histórico da marca e nos designers que influenciaram sua identidade como um todo.
Neste projeto residencial, o grupo buscou traduzir uma arquitetura que correspondesse às necessidades e interesses pessoais dos clientes, além de se comprometer com os ciclos que tangem os princípios da sustentabilidade. A Residência TB está localizada na zona sul de Brasília. Composta por um studio de tatuagem, uma sala de estar e jantar visualmente integradas com a cozinha, área de serviço, duas suítes e uma grande varanda que funciona como um espaço de transição no qual traz mais privacidade entre os quartos. Ao lado oposto da varanda tem um jardim de inverno que integra os dois pavimentos e faz com que a natureza tome conta da casa.
O projeto está localizado no Parque das Garças, à beira do Lago Paranoá da cidade de Brasília, dentro de um bairro que predomina o uso residencial. O parque faz parte de uma área de preservação ambiental, na qual é um terreno voltado para a criação de um Centro Cultural. Como um exercício de projeto, para esta disciplina, adotei um padrão que foi o gerador da topografia, consequentemente da arquitetura que foi disposta de forma orgânica pelo terreno, visando criar espaços de transição ativos que promovam encontros.
2018 | Projeto de Diplomação II, prof. Beatriz de Abreu e Lima. Renders no Lumion e pós-produção no Photoshop. “[...] o conceito e a experiência do espaço coincidem abruptamente, onde os fragmentos da arquitetura colidem e se fundem em deleite, onde a cultura da arquitetura é eternamente desconstruída e as regras são transgredidas.”
Bernard Tschumi, em O prazer da arquitetura.
2018 | Projeto de Diplomação II, prof. Beatriz de Abreu e Lima. Renders no Lumion e pós-produção no Photoshop. A arquitetura como um fato empírico, que se concentra nos sentidos da experiência espacial.
The "Estação de Skate" is my final undergraduate project wich consists in rethink about how people flow on the heritage city. I explored the urban and landscape architecture design focusing at the skateboarding as an experience, more than a way of life.
The "Estação de Skate" is my final undergraduate project wich consists in rethink about how people flow on the heritage city. I explored the urban and landscape architecture design focusing at the skateboarding as an experience, more than a way of life.
2019 | Folhagem mental. Ilustração.
2018 | Projeto de Diplomação II, prof. Beatriz de Abreu e Lima. Vídeo feito no Lumion e edição no Adobe Premiere. O foco deste vídeo é evidenciar a fruição ao longo desta nova proposta de projeto que visa uma intervenção na paisagem arquitetônica. Aqui se compreende a arquitetura como um fato empírico, que se concentra nos sentidos da experiência espacial.
2018 | Tradição. Ilustração e fotografia.
2018 | Projeto de Diplomação I, prof. Beatriz de Abreu e Lima. Vídeo feito no lumion. O foco deste vídeo é tentar refletir a fruição do skate pelo espaço de intervenção urbana e enfatizar a paisagem que penetra na arquitetura e a arquitetura que também surge através da paisagem.
2018 | Projeto de Diplomação I, prof. Beatriz de Abreu e Lima. Render interno da edificação. Espaço de transição.
2018 | Projeto de Diplomação I, prof. Beatriz de Abreu e Lima. Render de um trecho da praça para a primeira proposta para o “skate lab”.