#mulherpodetudosim #ilovemuaythai #graupreto #inlovecommeuprajiedpreto #equiperenascer #obrigadamestrerenatoborem #42anoscommuitoorgulho #mamaefaixapretaarmabranca #MULHERPODESIM! (at Florestal)
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Nina, meu amor, esta é a Mila, que vc me pediu pra adotar. Ela ficou órfã ao nascer e hoje eu e @vicmaffili a trouxemos pra casa. Seu lugar é só seu. Olhe por nós aí de cima e nos abençoe para que Mila possa ser também muito feliz conosco. #parasemprenina #sejabemvindamila #adotenaocompre
Que legal! Minha página no face "Tem também aquela da..." acabou de completar 200 LIKES! Valeu, pessoal! #excited #adorei #obrigada #amoescrever #aventurasdapapaty
... aquela de quando eu toquei mais o terror na bichinha do que os fogos da Copa do Mundo...
... Daí né, como minha “trombolhinha” era traumatizada com barulhos fortes porque infelizmente foi muito maltratada quando ainda filhotinha (nunca vou entender como se tem coragem de fazer isso com a fofura de bolinha de pelo branco que nossa linda akita deve ter sido), coloquei a mocinha pra dentro de casa no primeiro jogo da copa de 2014, com medo de ela se assustar e passar mal ou coisa pior com o barulho dos fogos de artifício.
Mas rapidinho ela descobriu que antes isso... sou tão histéria, berro tanto e tão alto, que quem aterrorizou a coitadinha fui eu e ela tentou se esconder do inferno sonoro deste jeito que a foto mostra, tadinha... parecendo que tava de castigo de cara pra parede, no cantinho do pensamento.
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Preparando pro blog as histórias mais especiais e queridas pra vocês se divertirem um pouquinho do que nos divertimos com nossa Nina! Nada melhor que relembrar e celebrar a vida! Viva os quase 4 anos e 5 meses que vivemos com ela! Tenho certeza que vão curtir muito!
... aquela de quando eu e minha amiguinha fomos a San Francisco com um árabe... ... Sim, outro árabe... e ele se chamava Osama!
PARTE 1
Tínhamos ido a San Francisco numa viagem deslumbrante! “Nosso carro” com 5 brasileiros, outro carro de brasileiros e outro com europeus e asiáticos. Foi tudo de delicioso e encantador que se possa imaginar!
(Música: I left my heart in San Francisco)
... Mas isso é ainda uma outra história...
Deixou o gostinho fortíssimo de quero mais. Tanto caso pra contar de volta à escola (uma escola de inglês para estrangeiros fincada no deserto californiano)
(Música: Garota, eu vou pra Califórnia)
Osama, um dos amiguinhos dos brasileiros (sim, somos super fofos de acordo com quase o mundo todo), tadinho, não tinha ido.
Quando convidadas, eu e minha amiguinha C, levamos 2 fatores em consideração:
1. Nos certificamos com os outros brasileiros se ele era inofensivo. Nos disseram que sim.
2. Nossa impossibilidade financeira de voltar lá + a paixão arrebatadora que sentimos pela cidade.
As condições eram: ele pagaria toda a viagem – do aluguel do carro até nosso quarto de hotel SEPARADO do dele.
Chegou o dia... Oba!
Ele chegou no lugar marcado – um restaurante de verdade (de verdade = comida de verdade, não pizza, não sanduíche, não taco). Ele chegou: num carro pingando os pedaços, SEM ar condicionado numa temperatura acima de 40ºC, garrafas de álcool no carro (não estavam mais cheias). Fomos assim mesmo. Afinal, era San Franciso 0800 (ou 1800 nos EUA).
�B�I�Y��
E assim começou ... aquela do árabe que eu e minha amiguinha resolvemos acompanhar a San Francisco- Parte 1... lá no www.mafili.tumblr.com
Da Série: Pírulas em Gotas ... aquela da alma em prantos...
… da minha amiga se apresentando pro “Gato da Moto”
Estávamos indo a uma festa no Galpão (só quem estudou em Viçosa no início dos anos 90 vai saber). Uma festa em que a iluminação era basicamente o tal do Edermol e seus amigos segurando lanternas fazendo movimentos circulares e giratórios.
... essa é ainda outra história... ah, mas vou contar um pouquinho agora mesmo...
Ele era muuuuuuito conhecido. Por exemplo, no Dia terra, quando todos chegamos na UFV para as aulas das 7 horas da manhã, ele e três outros normais lá estavam, pendurados nas 4 Pilastras, quase pelados, cobertos apenas por lençóis que os amarravam às pilastras!
Então né... Voltando...
Do lado de fora da festa, encontrei o “Gato da Moto” (tínhamos catalogados os mais gatos da UFV, em um álbum de fotos, tiradas por nós mesmas, com ou sem o consentimento das vítimas).
... mas essa é ainda uma outra história...
Estávamos APENAS conversando (que isso fique bem claro), quando chega minha amiga M....., daí fui apresentá-los:
O “Gato da Moto” estende a mão.
(Vou defender agora a panguice da M..... Ela achou que ele estava zoando porque, na época, Luiz Antônio era considerado, basicamente, um nome de velho e/ou da roça).
Ela pega na mão dele:
Silêncio fúnebre, a M..... simplesmente congela a cara, dá um sorriso amarelo, vira as costas, vai embora e me deixa lá sem saber com que cara eu olhava pro moço de novo.
... aquela da Marcha Nupcial: Estréia amanhã lá no blog minha primeira história de professora! Graças aos meus dotes de cantora rsrsrs www.mafili.tumblr.br Te espero lá!
... aquela da Marcha Nupcial (Da série: As de Professora)
Quando tenho que cantar em sala de aula, dou tudo de mim para que os males causados aos ouvidos dos meus alnos sejam os mais brandos possíveis.
Pois bem, tive que explicar wedding ceremony (cerimônia de casamento). Aquela ilustração específica estava menos, digamos, óbvia.
Aqui no Number One, o uso do Português em sala de aula é evitado a todo custo (e quando digo a todo custo, é todo custo mesmo). É cada mico a que nos sujeitamos!
... Mas essa é ainda outra história...
Se o visual da multimídia não dá certo, tem que ir em sinônimos, em desenhos, em mímicas... Neste caso, me sobrou CANTAROLAR.
Beleza... lá vamos nós:
Legenda: tan tan tan tan tan tan tan tan tan tan tan taaaaaaaan tan tan tan tan tan tan tan tan tan tan tan tan tan tan tan tan tan tan tan taaaaaaan tan tan tan tan tan tan tan tan tan tan tan taaaaan tan tan tan
(Isso vocês podem tentar em casa, os tan estão certinhos!) ;-)
Um aluno não entendeu.
Eu repeti.
Não adiantou.
Eu repeti de novo.
De repente, deu um click nele:
*Sei que se eu tivesse colocado o áudio da minha interpretação da marcha nupcial teria ficado mais didático ou até mais engraçado, mas... tenho que ter o mínimo de amor ao próximo.
... aquela do pedestre que atropelou meu carro...
Estava aproveitando meu horário de almoço para ir até a livraria comprar materiais para meus alunos da Arcelor Mittal. Voltando da Floresta para o Centro, subia o inicinho da Rua da Bahia, que é mão única.
Antes da primeira faixa de pedestres, me passa um rapaz alto, correndo e olhando pro lado de cima em vez de olhar pra baixo, de onde vinham os carros...
Não deu outra: o pedestre atropelou meu carro. Mesmo a uns 20 ou 30 km/h, o cara bateu o cotovelo no meu capô e caiu pra frente, de cara, com a testa bem na quina do meio fio.
Não me lembro de ter tremido tanto quanto quando eu parei o carro e corri pra socorrê-lo. Eu chamava, chamava, mas... ele custou a se mexer – momento de completo horror: “Morreu??? Será que morreu???”. Quando ele enfim se apoiou em mim pra levantar, ele tinha um galo do tamanho de um limão na testa e os olhos tortinhos, bem caolho mesmo. Pensei: “Ai ai ai... estraguei o cara todinho.”
Enfiei ele no carro pra levá-lo ao Hospital João XXIII e foi aí que eu percebi que minhas pernas ainda tremiam feito vara verde.
Chegamos lá e o mandei direto pra emergência. Liguei pro meu irmão que estava em Florestal, pra ir me ajudar. Ele chegou bem antes de o carinha ser liberado.
Que aperto... que ansiedade...
Quando o carinha sai, meu irmão arregala um olhão: “Irmã, você estragou o cara todo, ele tá todo sequelado.”
Pouco depois, chega a chefe dele e diz que ele tem um grau moderado de retardo mental, que trabalhava na empresa devido à exigência legal de se ter pelo menos 5% de pessoas com necessidades especiais no quadro de funcionários. Detalhe: ele trabalhava como Office Boy no centrão de BH.
Foi aí que percebi que o braço dele estava engessado.
- Meu filho, eu quebrei seu braço também???
- Não, dona. Isso foi de outro atropelamento, de dois meses atrás.
Vovó se rendendo às estripulias de Victoria! (at Museu D'Orsay, Paris) Já já aqui no blog outra história sobre esse dia no museu.
Porque...
Já fui apelidada de Patrícia Gump por alunos de graduação. Meus alunos do Number One sempre querem mais das minhas estórias, que fique bem claro, têm o objetivo de compara culturas.
Meu sobrinho Henrique, quando criança, dizia: “Tudo com a Papaty tem mais emoção! Mas sempre dá certo no final!
Meu amiguinho Matheus dizia: “... mais aventuras da Papaty!”
Não consigo sair de casa sem fotografar esquisitices, para minhas aulas inclusive.
Já virei chacota tantas vezes pelo fato de o meu portfólio de desventuras e também pequenos males do corpo ser, conforme opinião geral, esquisito, quando não único! “Isso só podia acontecer com você mesmo” ou “Cuidado Patrícia, essa gripe suína esquisita é a sua cara”.
Minhas filhas Bárbara e Victória, querendo que eu conte meus casos para outras pessoas, normalmente falam mais ou menos assim: “Mãe, conta também aquela da...” ou “Mamãe, tem também aquela da...”.
“Depois de um tempo você só quer estar com aquela pessoa que te faz rir”. Mr. Big (meu amado, lindo, charmoso!!!)
... aquela do árabe louco que invadiu nosso hotel em Nova Iorque...
... Então né...
...Era um dia muito mais corrido (se é que dá pra falar em MAIS corrido), porque era nosso último dia nos hospedando em Manhattan; a gente ia pra casa do Einer, meu lindo amigo, à noite.
PARTE 1: Momentos antes...
Pela primeira vez minha mãe tinha juntado coragem para andar alguns quarteirões sozinha até nosso hotel pra eu poder correr e ir a um dos encontros mais importantes que tinha naquela viagem (marcado meses antes daqui do Brasil):
com Van Gogh numa starry night (em cores, lindas cores! e um som de fundo-na minha cabeça só, mais tudo bem)... Mas essa é ainda outra história...
Não totalmente satisfeita, pensei: se eu (literalmente) correr mais ainda, dá pra ir bem rapidinho à Carnegie Deli (sim filhinha, em frente ao Carnegie Hall que meu ex (graças!) futuro genro Justin venera!) pra comer o best pastrami sandwich de Nova Iorque (e consequentemente do mundo!) que vi em um algum dos vários guias que li antes da viagem.
Retrato tirado (porque comer sem registrar pode não ter o mesmo gosto), metade (a metade é enormeee, vocês viram?) da mamãe embalada e...6a Avenida abaixo...
Mamãe, tadinha, abandonada num sofá ao lado do hall de entrada do hotel. "Deixei ela" com fome, então rapidinho mandou o meio sanduichão!
Enquanto o pastrami foi sumindo, corri ao Starbucks (= free wifi grátis) pra saber onde e que trem que a gente tinha que pegar pra casa do Einer (a gente= eu, mamãe, 3 malas tamanho gigante, frasqueiras, bolsas e mochilas). Juro que não foi truque por causa da bagagem, mas diante do medo de ficarmos nós + tantas malas + as pernas da mamãe doendo, sem eira nem beira pela noite na ilha (ó o drama), ficou difícil dispensar a oferta dele de nos buscar :D :D :D
PARTE 2: Árabe*??? Jura??? Explodir???
Assim que uma figura estranha - alto, forte, que tinha entrado no hotel gritando ao telefone (que nem sei se estava ligado) que era dono do hotel - saiu do banheiro (cruzando com mamãe entrando inclusive), ele passa a gritar bemmm alto, com todos por perto dele.
O asiático da recepção, tadinho, achou que conseguia empurrar sozinho o grandão pra fora do hotel... Nem sozinho (depois de um direto de direita no meio da cara), nem com todos os outros funcionários ali no hall.
Foi só ele gritar que podia explodir o hotel que, logíco, já imaginei o terreno do hotel... com um lindo memorial, nossa família indo colocar rosas nos nossos nomes... e mamãe parecia que nunca mais saía do banheiro... será que o árabe tinha explodido minha mãezinha lá dentro??? Ela enfim saiu! E nunca mais que parava de entrar policial... Oh - My - God!!!!
Mesmo o árabe com a cara já toda sangrando, completamente imobilizado (pelos não faço nem idéia quantos NYPD officers, não aparecia a coragem de passar do lado deles pra pegar nossa bagagem e sair do hotel... Conciliar então com a necessidade de checar meu email no máximo de 10 em 10 minutos no computador do lobby pro mocinho não se complicar precisando estacionar???? (Que ele já tinha falado ser impossível naquele horário naquele lugar)... Sem chance!
Assim que o árabe foi nada gentilmente levado pra fora, conseguimos ir pegar nossa (pe-sa-dís-si-ma) bagagem. O asiático que se atracou com o árabe nos entregou as malas e, quando eu dizia a ele o clássico "I'm so sorry for you" e que ele devia ir urgente a um hospital, vi que a resposta "I'm fine" dele significava que com certeza ele não tinha visto no espelho a cara dele... todaaaa machucada e a boca inchada faltando os dentes da frente... Mas, claro, só fomos rir dele depois!
Ilustração by John John
PARTE 3: Igualzinho a um filme, só que não era... e a gente estava lá...
Com a frente do hotel toda tomada, nas duas direções, por vários carros de polícia sirenando e ambulâncias a postos, ficamos sem saber onde esperaríamos meu amigo. Consegui entrar na net e avisá-lo que já estávamos com a bagagem do lado de lá da rua. Mas e a confusão na cabeça? Era maior que a tremedeira nas pernas e os joelhos batendo um no outro!
Descemos da portaria e eu carregando as malas e afins, um a um. E com a frente do hotel toda tomada (sem falar que não ia querer ficar perto da ambulância onde o árabe estava), resolvi carregar tudo de novo, um a um, pro outro lado da rua... daí esperamos, esperamos e... "Minha filha, vocë disse a ele em frente ao hotel. Vamos voltar pro outro lado”... Voltamos. Só por isso, ele chegou e parou do lado que tínhamos acabado de deixar... Mas aí foi só levar a bagagem (toda) de volta...
Aquele PAVOR todo já tinha virado mais uma das "Aventuras da Tia Papaty" pra contar! Infelizmente, sem fotos :( Vi que não tenho o talento e sangue frio dos jornalistas que, no meio das mais horríveis situações, tiram fotos Ma-ra!
O Momento:
Ilustração by The Joco
Mas no fim, New York City é NEW YORK CITY!!! E quem não quer estar lá, in the city that never sleeps?!?!
*óbvio que não há nenhum preconceito ou generalização aqui, só houve aquela sensação de medo por uma situação que como aquela do 09/11 gerou no mundo todo