2019-06-01

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@mands-leal
2019-06-01
A cura para o pecado da inveja e ciúme está em encontrarmos nosso contentamento em Deus. No Salmo 73, Asafe sentia inveja dos ímpios ao ver sua aparente prosperidade (v. 3). Achava que a sua busca duma vida santa era vã (v. 13). Só quando conseguiu dizer ao Senhor “E na terra, nada mais desejo além de estar junto a ti (v. 25) é que foi liberto do pecado da inveja.
Retirado do livro “A Busca da Santidade”, Jerry Bridges, pág. 128.
“Não importa o tipo de dia que você terá hoje, lembre-se que é na presença de Jesus que a plenitude de alegria é encontrada (cf. Salmo 16:11). E conforme você se aproxima dEle, Ele se aproximará de você (cf. Tiago 4:8). Olhe para Ele e você nunca será envergonhado (cf. Salmo 34:5).”
— Esse é o dia Setapartgirl, tradução Graça em flor
Muitos cristãos têm a noção equivocada de que se simplesmente formos cristãos melhores, todos nos aplaudirão. Não percebem que santidade paga um certo pedágio. É claro que podemos nos concentrar nas virtudes que o mundo aprecia. Mas se você levar a sério a verdadeira religião que cuida dos órfãos e promove pureza (Tiago 1.27), você perderá amigos que lutou tanto para conquistar. Tornar-se sacrifício vivo, santo e aceitável a Deus exige que você resista ao mundo que deseja conformá-lo a seu molde (Rm 12.1-2). Guardar-se puro para o casamento, ficar sóbrio numa 6ª feira à noite, abrir mão de uma promoção só para poder continuar frequentando a igreja, recusar-se a dizer palavras parecidas com palavrões, desligar a televisão – esse é o tipo de coisa que o mundo não entende. Não espere que entendam. O mundo não fornece incentivadoras de torcida no caminho da santidade.
Trecho retirado do livro “Brecha em nossa Santidade”, de Kevin DeYoung.
Muitos cristãos têm a noção equivocada de que se simplesmente formos cristãos melhores, todos nos aplaudirão. Não percebem que santidade paga um certo pedágio. É claro que podemos nos concentrar nas virtudes que o mundo aprecia. Mas se você levar a sério a verdadeira religião que cuida dos órfãos e promove pureza (Tiago 1.27), você perderá amigos que lutou tanto para conquistar. Tornar-se sacrifício vivo, santo e aceitável a Deus exige que você resista ao mundo que deseja conformá-lo a seu molde (Rm 12.1-2). Guardar-se puro para o casamento, ficar sóbrio numa 6ª feira à noite, abrir mão de uma promoção só para poder continuar frequentando a igreja, recusar-se a dizer palavras parecidas com palavrões, desligar a televisão – esse é o tipo de coisa que o mundo não entende. Não espere que entendam. O mundo não fornece incentivadoras de torcida no caminho da santidade.
Trecho retirado do livro “Brecha em nossa Santidade”, de Kevin DeYoung.
Seria melhor morrer mil vezes a ter de renegar uma sílaba sequer dos artigos condenados [pela bula papal "Exsurge Domine"]. E, assim como eles me excomungam pelo sacrilégio de heresia, também eu os excomungo em nome da sacra verdade de Deus. Cristo julgará qual excomunhão há de prevalecer. Amém.
Martinho Lutero.
Estou tentando impedir que alguém repita a rematada tolice dita por muitos a seu respeito: “Estou disposto a aceitar Jesus como um grande mestre da moral, mas não aceito a sua afirmação de ser Deus.” Essa é a única coisa que não devemos dizer. Um homem que fosse somente um homem e dissesse as coisas que Jesus disse não seria um grande mestre da moral. Seria um lunático - no mesmo grau de alguém que pretendesse ser um ovo cozido — ou então o diabo em pessoa. Faça a sua escolha. Ou esse homem era, e é, o Filho de Deus, ou não passa de um louco ou coisa pior. Você pode querer calá-lo por ser um louco, pode cuspir nele e matá-lo como a um demônio; ou pode prosternar-se a seus pés e chamá-lo de Senhor e Deus. Mas que ninguém venha, com paternal condescendência, dizer que ele não passava de um grande mestre humano. Ele não nos deixou essa opção, e não quis deixá-la.
C. S. Lewis, trecho retirado do livro “Cristianismo Puro e Simples”. (via mands-leal)
Se você pertencesse a uma pequena “igreja local” pastoreada por um carpinteiro de Nazaré - com 12 membros apenas - e se entre eles houvesse um traidor, um outro que negaria abertamente Seu mestre, e outros membros que fugissem acovardados e sem dar apoio necessário - 3 amigos que não puderam dar apoio em oração no momento de agonia extrema e suor de sangue… você abandonaria essa igreja? Ficaria cínico em relação a pequena comunidade? Ficaria cínico sobre a igreja? Não acreditaria que eles fossem igreja? Resolveria ser um “cristão” isolado?
Josemar Bessa.
O Senhor te toma pela tua mão direita e diz: Eu, o Senhor, vou contigo onde quer que fores. Eu, o Senhor, o ajudarei a enfrentar tudo. Eu, o Senhor, sou o dono de todo o universo. Nada pode me impedir. Eu escolhi você antes que você fosse feito no ventre de sua mãe. Você é minha filha amada e eu nunca vou deixar você.
<3
RESOLVI jamais relaxar ou desistir, de qualquer maneira, na minha luta contra as minhas próprias fraquezas e corrupções, mesmo quando eu não veja sucesso nas minhas tentativas.
Retirado do livro "As Firmes Resoluções de Jonathan Edwards".
Se estou orgulhoso por estar certo, estou errado.
Josemar Bessa.
Ele traz as nuvens, ora para castigar os homens, ora para regar a sua terra e lhes mostrar o seu amor.
Jó 37:13
Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós. E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão. (Mateus 7:1-5)
Poucas frases de Jesus têm sido tão mal aplicadas como essa. O mundo torce este ensino do Mestre para dizer “não se meta na vida dos outros”. Esta idéia parte do relativismo moderno, segundo o qual não há nenhuma verdade absoluta e cada pessoa deve decidir por si só o que é certo e errado. No entanto, Jesus ensinou a seus discípulos que é necessário corrigir irmãos em pecado (Mt 18:15-17). Paulo se admirou que os Cristãos em Corinto tolerassem um membro vivendo abertamente em pecado (1 Cor 5:1-2). Estas e diversas outras passagens confirmam que é necessário julgar no sentido de estar atento para pecado ou erro em nossas vidas e nas vidas dos outros, e agir para que haja arrependimento quando for necessário. O problema principal não é o ato de julgar em si, mas, um espírito crítico, que anda com uma lupa atrás de falhas nos outros, e, quando as vê, condena severamente. Vemos isso no uso da palavra “medida” (do grego “metron”) na segunda frase. Não é o ato de julgar em si, mas, a medida que é usada. Ao vermos um erro ou pecado, se julgamos com misericórdia, confiando que a pessoa quer se arrepender, e nos oferecendo para ajudar, teremos uma reação. Se criticamos com ironia e condenamos com severidade, teremos outra reação. Como é que você quer que Jesus olhe para seus erros?
Para o reformador [Lutero], ser livre não nos leva a Cristo, mas, sim, Cristo nos torna livres. Achar-me livre por natureza é, nesse sentido, alhear-me da verdadeira experiência da libertação. Mais ainda: achar-me livre por natureza é, seguindo a mesma linha, identificar-me mais com o egípcio opressor ou com o babilônio opressor do que com o judeu escravizado que precisa de um libertador para ser restituído ao seu lar […] Pessoas naturalmente livres não precisam ser libertas; escravos, sim.
Tiago Cavaco.
Se a dor continuar amanhã… Jesus ainda será suficiente.
Josemar Bessa.
Imagine estar completamente sozinho vinte e quatro horas por dia. Jesus seria o suficiente para satisfazê-lo? Essa simples pergunta mudou minha vida.
Leslie Ludy.