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Sweet Seals For You, Always

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@marissa-sewell
Blurred lines - Barton & Marissa
Marissa. Refletiu por alguns segundo sobre o nome da garota e abriu um sorriso quando ela tentou lhe animar. Tendo certeza que ela era a pessoa a qual estava procurando. Balançou a cabeça negativamente em um gesto gentil, quando ela se desculpou. – Não precisa se desculpar. Como eu disse, existem diversas maneiras de ver o mundo e algumas que nem mesmo podem ser descritas pelos sentidos. – Não sabia se devia tomar uma atitude mais ofensiva e tocar direto no assunto ou deixar que ela percebesse do que estava falando. Pelo o que havia vislumbrado de Marissa, ela era uma garota extremamente assustada e sem controle nenhum dos dons, talvez tocar no assunto tão precipitadamente não fosse a melhor opção. – Posso dizer com toda a certeza que você é uma bela jovem de cabelos loiros e olhos azuis. – Mencionou, descrevendo superficialmente a jovem. Deixou uma expressão séria tomar conta de seu rosto antes de abrir um sorriso e completar. – É só um palpite! – O tom brincalhão evidente em sua voz, já demonstrando para que ela se tranquilizasse.
- Bom, acredito que não teremos guia hoje. – Falou mudando completamente de assunto e ficando em pé em seguida. – Sem um guia para explicar o que cada objeto significa, não tenho motivos para continuar no museu. – Armou sua bengala novamente, já a apoiando no chão enquanto levava uma das mãos ao seu bolso e procurava um de seus cartões. – Caso queira conversar e não digo isso por ser profissional, mas talvez eu possa te ajudar com assuntos que fogem de sua compreensão. – Pronto. Lá estava. Ele havia dado a deixa mais do que clara que sabia e podia ajuda-la com seu dom. – E não estou falando no sentido psiquiátrico. Acredite Marissa. Isso não é um adeus. – Mais uma vez o sorriso voltou ao seu rosto antes de dar as costas a garota e começar a andar em direção a saída do museu.
Não era novidade, para aqueles que a conheciam mesmo que minimamente, notar que a Sewell tinha certo receio em conversar com estranhos. Talvez por medo de falar algo que não deveria ou causar uma má impressão, mas o fato era que, como nunca havia falado com um cego anteriormente, a loira não conseguia conter a hesitação apenas em imaginar que poderia ofende-lo de alguma forma. De longe era aquela sua intenção, por isso havia se desculpado imediatamente depois que as palavras foram proferidas. Pressionou os lábios em um meio sorriso aliviado quando ele mostrou tamanha paciência e bom humor mesmo que com a situação que os levara a ter aquele primeiro contato, ainda que ele não pudesse enxerga-la, sabia que pelo menos transpareceria estar menos tensa a partir daquele momento. Apesar de tudo, o homem parecia saber exatamente como viver com suas condições, o que a deixava automaticamente tranquila e feliz, incapaz de se imaginar da mesma forma.
Seu olhar estava fixo em suas próprias mãos, apoiadas em suas pernas. Vez ou outra virava o olhar para ele, mas se limitava nos poucos segundos, temendo que ele ficasse incomodado caso sentisse o olhar dela tão fixo sobre si. Não era algo que ela conseguia evitar, Marissa sempre prezou o contato visual, sempre conversou olhando nos olhos dos outros e quando não podia ou a outra pessoa não retribuía, acabava por ficar inquieta. O comentário seguinte do moreno a fez hesitar, erguendo o olhar rapidamente em sua direção, visivelmente assustada com o que acabara de ouvir. Como ele poderia saber suas características tão precisas? E se ele não fosse realmente cego? Marissa sentiu seu corpo enrijecer antes que ele completasse. Um riso aliviado e um tanto atrapalhado fora proferido pela clarividente, que ainda um tanto nervosa, ergueu uma das mãos afastando os fios dourados do rosto, olhando rapidamente para o lado oposto ao do homem, obrigando-se a relaxar e deixar a paranoia de lado, assim como Rosalie a tinha pedido.
Continuou imóvel até o homem levantar-se do banco com a guia em mãos, num movimento automático, Marissa impulsionou o corpo para frente, pressionando os lábios levemente ouvindo as palavras dele com cuidado, assentindo brevemente, nem sequer notando que ele não poderia enxerga-la. Certamente seus batimentos ainda estavam acelerados e as palavras do homem, que acabara de descobrir ser um psiquiatra não a estavam ajudando a manter-se tranquila. Observou o cartão por um momento, gravando o nome do psiquiatra em sua mente, pois poderia realmente ser de grande ajuda, ainda que não tivesse dinheiro para pagar por muitas consultas, se ele ao menos pudesse ajudá-la a organizar os pensamentos... – Obrigada... Mr. Barton. – Agradeceu rapidamente, ainda com o cartão de visita em mãos. – O senhor tem certeza de que não precisa de ajuda? Posso acompanha-lo, se... – Interrompeu as próprias palavras, julgando-se evasiva demais, principalmente para um primeiro encontro, por mais que tivesse perguntas para fazer, sobre a forma como ele falava, com toda aquela certeza, sobre aquele não ser um adeus. Talvez em um outro momento.
Flashback; Fear and loathing • Marissa&Rosalie
Rosalie não estava na Tenebris havia muito tempo. Admirava a ideologia da seita e o próprio Alexei, mas não era burra de achar que todos ali eram parecidos. Que todos ali tinha respeito pelas regras ou algum pudor. Por isso, em um primeiro momento não questionou nada ali. Mas era inegável para a delegada que o médico ter tido que estava tudo bem com a loira só a deixava mais curiosa. A hesitação nos olhos azuis turvos da garota loira só lhe davam mais certeza de que não tinha sido apenas uma bebedeira.
Ela tinha se apresentado como Marissa Sewell. Agradeceria se ela conseguisse dizer mais de uma frase sem gaguejar. Reprimiu o pensamento, não tinha nenhuma intenção de ser rude. Fez uma faxina mental a caça de alguma situação em que tenha ouvido aquele sobrenome. Mesmo que fosse a uma das festas no Palace que ia com sua mãe. Respirou fundo, de certa forma frustrada porque não havia encontrado nada. – Você precisa descansar. – A voz dela tinha saído num murmúrio em resposta a tentativa falha da garota de se levantar. A garota podia não estar doente, mas fraca tinha certeza de que estava. Devia ter uma mãe preocupada ou até mesmo um pai, já que a loira parecia ser nova. No seu check list mental colocou que precisava dar uma olhada nos B.O’s de desaparecidos para ver se encontrava alguma descrição parecida com a mesma. Por fim, passou as mãos pelos fios de cabelo longo que estavam soltos de um jeito nervoso, enquanto assentia para que a outra continuasse falando. Se ela queria, ou realmente precisava de ajuda, teria que dizer mais.
- Ele quem? – A sobrancelha da Strauss erguida, deixando a duvida nítida em sua expressão. – Eu preciso saber quem é para poder ajudar, Marissa. – O seu tom era ameno. A curiosidade infantil que recém tinha sentido sendo deixada de lado para o altruísmo que tinha feito com que a Strauss escolhesse aquela profissão. Ela foi até uma cômoda que havia na parede próxima, para uma garrafa de água e um copo que tinham sido deixados ali. Não demorou muito para que voltasse até a cama da Sewell. Encheu o liquido transparente até a metade do recipiente, entregando-a. – Olha para mim. – Os olhos de Rosie procurando os da outra numa tentativa de passar confiança e segurança. Tais que ela nem tinha certeza se havia ali. Pelo menos não nesse caso. –Você pode me falar. – Ela respirou fundo, olhando para os lados para ver se tinha alguém chegando. – Seja o que for. – Quando seu olhar desviou, ela já estava caminhando em direção à cadeira. Só esperava ter soado sincera o suficiente para que a outra confiasse a mesma.
A respiração de Marissa continuava pesada e falha, ainda que a loira tentasse puxar o ar com calma, a fim de regular os batimentos e a respiração para que pudesse ao menos proferir uma frase sem gaguejar e soluçar, evitando olhar diretamente para a delegada por alguns segundos. A imagem do lobo ainda era bastante real, mesmo que já tivessem passado algum tempo desde que a visão começara. Era difícil saber quanto tempo ainda tinha até a visão ser concretizada, já poderia ter acontecido, poderia acontecer há alguns minutos, dias, semanas, anos. Mas o fato era que a clarividente não queria arriscar em perder a chance de ajudar a criatura, fosse o que fosse. Apoiou ambas as mãos sobre os lençóis brancos do hospital, em uma tentativa falha de faze-las parar de tremer, fechando os pulsos em seguida. Assentiu brevemente com a cabeça, baixando o olhar para o próprio corpo ao ouvir as palavras de Rosalie. Sabia que precisaria da ajuda de mulher para conseguir chegar até ele. Ou de qualquer um. Mas o medo ainda estava presente em cada célula de seu corpo. A dor do animal fora quase tão vivida como a de quando ela previu o 11 de Setembro e isso só poderia significar que seu sofrimento era maior do que ela mesma poderia suportar.
Observou a mulher se afastar e depois lhe trazer um copo com água. Suspirou trêmula, umedecendo os lábios antes de erguer o corpo para finalmente sentar-se na cama e pegou o copo, com ambas as mãos, evitando que ele balançasse demais e o levou até a boca, bebendo um gole curto, depois um mais longo. Apoiou o copo em uma das pernas em seguida, respirando mais calmamente antes de virar-se para a delegada novamente. – Eu... Eu não tenho certeza, mas... – Fez uma pequena pausa, querendo encontrar as palavras certas. – Eu vi um lobo... Ele estava sendo caçado ou... – Balançou a cabeça rapidamente, antes de continuar. Ela provavelmente acharia que a Sewell o tinha visto na estrada ou na rua, nunca em algum tipo de visão, mas ainda assim a loira não pensou em se aprofundar demais. – Acho que queriam mata-lo, eu não pude... Ele estava na cidade, nas ruas e... – Suspirou novamente, sentindo o calafrio começar novamente, levando o copo à boca mais uma vez. – Ele tinha olhos estranhos... Acho que um azul... E o outro amarelo. – Ela tinha certeza. Mas como aquilo poderia soar normal? Como ela poderia culpar alguém por pensar que era louca? Marissa mesmo pensava assim. Dia e noite. – Eu não sei se ele... Digo, você precisa mandar alguém procura-lo. Ele... – Se forçou a parar, notando que já estava falando do animal como se fosse humano e isso poderia distanciar ainda mais a confiança da outra.
and that, my love, is b r a v e r y.
insp (x)
Ouch I have lost myself again Lost myself and I am nowhere to be found, Yeah I think that I might break
Então para de gaguejar! Uma menina desse tamanho gaguejando, que feio!
N-Não é proposital... Desculpe.
Para de gaguejar! Quer a indicação de uma fono para isso?
Eu não preciso de um.
NA MINHA ÉPOCA, MOCINHAS DA SUA IDADE JÁ ERAM MÃES DE SEGUNDA VIAGEM!!! Vc não e nova pra isso.
Eu tenho outras coisas para me preocupar... E eu não... Tenho pressa, desculpe.
Miga, quando você vai perder sua virgindade?
Ahn, eu...Não sei? ... Depois... Depois de casar, eu acho, mas...
vc e o alec, hein? pra quando é o casamento?
Ca-Casamento? Mas eu ainda sou muito nova pra casar...
✉ (Alec)
Sei que quando vir esse envelopee começar a ler essas palavras, provavelmente já saberá o que estou prestes alhe dizer. Ainda assim, diferente da primeira carta que lhe deixei, ainda naInglaterra, o significado desta é ainda maior e mais doloroso.Não sei por quanto tempo adieiisso e por quanto tempo pensei que pudesse evitar o que está prestes a acontecer.O fato, Alec é que, mais um vez, não conseguirei me despedir de você da formacomo gostaria. E mesmo que eu não ache que uma carta possa suprir isso, é amelhor forma que encontrei para colocar um ponto final em nossa história. Vocêpode me achar covarde, tola, imatura e tudo o que eu mais temo, mas eu peço quenão me odeie, não como eu acho que você poderia e não pare de ler isso até a últimapalavra que eu escrevi. É importante que você saiba de tudo, que você estejaciente do motivo que me fez aceitar o meu destino, mesmo que não entenda.Eu tentei, Alec. Tentei com todasas forças continuar levando a vida dessa forma. Por você, pela Rosalie e peloDave. Mas em algum momento entre a sua perda de memória e sua mudança brusca eunotei que não minha presença aqui não fazia diferença alguma se eu nãoconseguisse proteger aqueles que amo. Eu não pude protege-lo, não pude protegeras pessoas mais importantes que conheci. Então eu procurei uma forma de aomenos prolongar a vida de vocês, evitar que a felicidade fosse interrompida porum destino como o que eu via. E o mais surpreendente foi que eu encontrei umaforma de fazer isso acontecer. Mesmo que signifique que eu não poderei viver amesma felicidade ao lado de vocês, eu encontrei uma forma de parar com o seusofrimento. Acredite em um quando digo que procurei outras formas de cumprirminha promessa. Procurei em todos os lugares que conhecia, com as pessoas quepoderiam ajudar e até mesmo me arrisquei para chegar até aqui. Mas eu não mearrependo.Não me arrependo por ter tentadomudar o futuro tantas vezes, por ter cometido tanto erros, por ter amado atodos como eu fiz. Não me arrependo por ter deixado a casa dos meus pais, nãome arrependo por ter te reencontrado e ter dado mais uma chance para o que tínhamosquando mais novos. Por mais que tenhamos mudado, por mais que tenhamos nosseparado mais uma vez devido as circunstancias de nossas novas vidas aqui. Eunão me arrependo de nada. Sei que você deve entender isso, mais do que amaioria das pessoas que conheci. Mas eunão posso mais continuar assim, não se eu quiser que você seja feliz, mesmo quenão seja comigo. Eu não o culpo pelo o que aconteceu, mesmo que eu tenha dito ocontrário. Não o culpo por absolutamente nada que tenha acontecido. Vocêprecisa saber disso, para que siga em frente depois que voltar ao normal. Quero que confie em Rosalie eDave, que fique do lado deles. Eles podem ajudar. Foram minha família por todoesse tempo e as melhores pessoas que conheci. Sei que vão te ajudar a passarpor isso quando eu não estiver mais aqui e sei que você vai poder ajuda-loscomo eu gostaria de fazer. Você precisa recomeçar, mais uma vez, Alec, mas precisafazer isso sem esperar que o futuro nos uma novamente, porque talvez isso nãoseja possível. Por mais que seja duro saber disso, por mais que eu odeie terque te contar a verdade, não quero enche-lo de falsas esperanças, não quero quecrie expectativas sobre o que pode ou não acontecer a partir de agora. Pode mechamar de egoísta, mas estou fazendo isso por vocês. Essa pode ser a decisão maisdifícil, mas também a mais madura que eu tomei na minha vida e não quero mearrepender dela, me agarrando na chance que estarei dando a você.Eu o amo, Alec. É por isso queestou deixando essa carta, por isso escolhi fazer o que estou prestes a fazer. Eespero que um dia você possa me perdoar.Com amor, Marissa Sewell.
Malec is like Alex and Rosie - MoodBoard [¹/?]
Kyle
Why I like them
Eu gosto bastante do Kyle, porque ele é cheio de conflito interno e muita pressão e ele é sofrido, mas não deixa transparecer. Pq ele precisou ser trollado pra mudar, porque ele tá tentando consertar as merdas que ele fez... Por N motivos, vdd. tem o coiso de ele tem matado o povo e ter se tornado uma pessoa ruim por causa da culpa que o pai colocou sobre ele e todas essas coisas da familia dele e a ambição dele que é/era muito grande... E AH PQ AGR ELE TEM BARBA NÉ MT IMPORTANTE, MT BEM KYLE É ASSIM MESMO.
Why I don’t
Porque ele tentou matar a Kieran. Porque ele trata o Arthur e o Sean mal. Pq ele tratou o Marcel mal e o Neo, antes de saber do Baraquiel e tal.
Favorite episode (scene if movie)
Acho que o small dele, Kieran e Lulu... Ou o do hospital... Ou o do Neo... N sei, mt plot legal tbm.
Favorite line
“ – Eu estou bem. Cuide dele, ok? –“ PQ ACHEI MT AMOR! E a declaração lá pra Kieran e as asks pro Dante, pq sim.
Favorite outfit
OTP
É complicado.... K/S qqqnnnn n me matem
Brotp
Kyle/Dante, Kyle/Marcel e Kyle/Neo
Head Canon
Unpopular opinion
OIha, eu só quero deixar claro de novo que eu não odeio o Kyle tá? Eu gosto mt dele então vcs parem de achar q eu não gosto dele, obg dnd.
An oh-god-please-dont-ever-happen
Não tenta matar mais a minha char não, moço, duas vezes tá bom já... E nem uma das outras, pq elas não merecem, tá? Tudo bem, então.
My nickname for them
Kyle, Kayla, saco de pancada, play BRINCADEIRA!! CALMA <3
Alec
Why I like them
Eu sou culpada pra falar do Alec???? Mas eu amo esse homem mt, por causa da história, por causa do plot com a Marissa, pelo que vai acontecer futuramente (mesmo que vá me fazer sofrer MT) E porque ele é o Natr e porque ele é ele e é <3
Why I don’t
Pq ele é cruel, pq ele faz minha char sofrer e pq ele ficou mt fdp e por causa da Maya.
Favorite episode (scene if movie)
O turno de Malec, pq sim??
Favorite line
Asks da Alecsa!! E as de Malec tbm.
Favorite outfit
OTP
Malec e... nah, deixa p lá.
Brotp
Ele e Dave(?), ele e Charles, ele e Marissa e n sei mais?
Head Canon
Eu n posso falar, senao solto spoiler.
Unpopular opinion
An oh-god-please-dont-ever-happen
NÃO MORRE PELO AMOR DE DEUS! Essa menina não merece mais sofrer não e eu não to falando só da Rissa, plmdds.
My nickname for them
Lecquinho <3 AUHHUSHUAHU mentira, n tem, eu n sei, mozão? N sei.
Dave
Why I like them
É basicamente a mesma coisa da Rosalie. Acho que é o conjunto e o fato de ele ser sério, mas ser superprotetor e super preocupado com as pessoas e porque ele tem um fucking anjo dentro e tem toda a treta interna e <3
Why I don’t
Pq ele briga com a minha char e faz a Rosalie sofrer u-u
Favorite episode (scene if movie)
Quando ele cai???? E o turno dele com a Marissa.
Favorite line
“É complicado.” UHSAHSHUSAHSAHUUHA
Favorite outfit
Roupa da policia!!!! Ou sem blusa né? Pode ser tbm q
OTP
FRAUSS!!!
Brotp
Dave/Marissa, Dave/Ophelia (por causa dos anjos??) e Dave/Andy e n sei mais.
Head Canon
xxxx
Unpopular opinion
Mesma coisa da Rosalie tbm.
An oh-god-please-dont-ever-happen
My nickname for them
Paizão <3 qqq
Rosalie
Why I like them
Porque ela é a Rosie. UHAHUSAHUASUHUHA Tipo, acho que é um conjunto de coisas... A vida dela, o que ela representa, as relações dela. FRAUSS! Como ela ajuda a Marissa e sdkjgdjsdks eu sou culpada pra falar, mas amo amo amo essa mulher.
Why I don’t
Não é que eu não goste, porque eu gosto, mas no começo eu fiquei meio .-. quando notei que seria como Fourtris. MAS JA MUDOU GENTE AGORA É SÓ AMOR <3
Favorite episode (scene if movie)
O primeiro turno dela com a Rissa e o turno que a Rosie é baleada e o de quando Dave conta que é anjo!!! <3
Favorite line
“– Eu acho que ele não está realmente chateado. Mas agora quando se encontrarem vai ter que pedir perdão e implorar pra ele ser um pai bonzinho e não cortar sua mesada. –” qqqqq
Favorite outfit
Não sei????
OTP
FRAUSS!!!
Brotp
Rosie/Marissa e Rosie/Alexei
Head Canon
xxxx
Unpopular opinion
N sei? Sam sabe tudo o que eu penso dela e não sei se é “unpopular”
An oh-god-please-dont-ever-happen
ROSIE NÃO PODE MORRER! VC TA ENTENDENDO, SAM??
My nickname for them
Rosie <3
Blurred lines - Barton & Marissa
Caiu. Como era esperado e seu objetivo, Richard Barton foi parar no chão, mas também como era seu objetivo alguém veio lhe socorrer e sua intuição lhe dizia que era a pessoa que ele desejava. Ouviu a voz melódica da garota e se perguntou como uma pessoa como ela podia possuir um dom como aquele. Não era atoa que em suas visões ela sempre parecia sofrer com o poder que possuía. Abriu um pequeno sorriso de agradecimento para ela, enquanto ficava de pé e tateava em busca do banco, sentando-se em seguida assim como ela havia sugerido. – Estou bem, obrigado. Foi apenas uma falta de atenção minha. – Falou enquanto colocava os óculos escuros que virava o rosto em direção ao som da voz da garota. – O espaço entre o chão e o banco me enganou. Achei realmente que estava indo na direção certa, mas isso nem sempre acontece. – Dobrou cuidadosamente sua bengala e a depositou ao seu lado. Esperando que a garota fosse gentil o bastante para que não o abandonasse assim.
Ainda com o sorriso singelo nos lábios, Richard se dirigiu a garota. – As pessoas sempre estranham quando venho ao museu. Elas acham que não percebo, mas elas sempre mudam de atitude quando me veem, mas não compreende que se pode ver mesmo sem olhos. – Percebeu que estava sendo um completo idiota e inconveniente, então desviou seu rosto, voltando ele em outra direção. – Enfim, obrigado por me ajudar. Hoje em dia é raro encontrar pessoas que se dispõe a fazer isso. – O sorriso voltou aos seus lábios, mas não se dirigiu a ela. Tentou se levantar, mas fingiu uma tontura e sentou-se de novo. Ainda estava processando como abordar assuntos delicados como um dom sobrenatural com uma pessoa que parecia rejeitar eles completamente, mas sabia que as vezes suas visões o enganavam, então não tinha tanta certeza sobre isso. Estava se arriscando a abordando ali no meio de um lugar público, mas era necessário para o crescimento dela como vidente. – Ainda não sei o nome de minha salvadora. – Disse esperando que com o nome ele pudesse descobrir como abordá-la.
A preocupação genuína de Marissa, mesmo para com aqueles que não conhecia, já havia lhe rendido muitos problemas, mas em momento algum ela pensou em se desfazer de tal virtude. Pelo contrário, apesar do risco que corria, pelas suas visões ou não, a loira sempre esteve disposta a prestar ajuda à qualquer pessoa. E ali, certamente, não seria diferente. Observou o homem sentando-se em um dos bancos próximos, mantendo-se de pá lado dele, apenas se certificando de que teria tempo de ajuda-lo, caso fosse necessário. Em momento algum a Sewell se preocupou em olhar ao redor, temendo a reação dos outros e nem para procurar pelo rapaz que a acompanhava anteriormente, sem cogitar a ideia de que ele ainda pudesse estar à sua espera, sentando-se lentamente ao lado do outro, pousando ambas as mãos em suas pernas, escutando atentamente a cada palavra que dizia, evitando olha-lo diretamente, com medo que pudesse se sentir confortável ou tirar qualquer conclusão precipitada sobre sua pessoa. Ele poderia não enxergar, mas ainda assim, a clarividente tomaria o mesmo cuidado com que tratava qualquer outra pessoa.
A próxima fala do cego a surpreendeu. Marissa não poderia dizer que entendia, realmente. Mas acreditava que todos poderiam ver o mundo da forma como ele era, mesmo em perspectivas diferentes, em condições distintas. Sabia que, ainda que ele não pudesse enxergar as coisas como ela, podia ver o mundo de uma forma ainda mais detalhada e particular. – Não foi nada. – Murmurou, pressionando os lábios em um sorriso tímido e desajeitado. – Marissa. – Respondeu sem pressa, soltando um riso rápido com a forma que ele se dirigiu à si. Se limitou ao primeiro nome por não achar que ele se interessaria por muito mais do que isso. -- Mas eu não acho que o senhor deve... Prestar atenção no que elas podem ou não achar... Digo, você vê o mundo... De uma forma ou de outra, e... – Fez uma pausa rápida, temendo estar falando demais ou que nada daquilo estivesse fazendo sentido para o outro. Estava sim, se referindo à parte das coisas que ela via e que ninguém mais poderia entender, achando que talvez isso pudesse, de alguma forma, ser semelhante ao que ele deveria sentir, por mais estupido que pudesse parecer. – Desculpe, eu não quis... – Pediu num tom baixo, antes de virar o rosto para ele lentamente.