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trying on a metaphor
Sweet Seals For You, Always
Misplaced Lens Cap
macklin celebrini has autism
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he wasn't even looking at me and he found me
Xuebing Du

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gracie abrams
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Pare de olhar para trás. Você já sabe onde esteve, agora precisa saber pra onde vai.
Tati Bernardi. (via alentador)
Encontrando Alessandra
Enquanto escrevo e bebo meu café da manhã penso sobre o que escrevi ontem. Li várias vezes, sinto muito orgulho de externar aquilo com palavras tão claras, e penso se isso não pode ser meu ego tomando conta de mim ou seria auto-reconhecimento. Até que ponto eu estou reconhecendo minhas qualidades? Até que ponto chega o meu ego? Partindo do princípio de que estou escrevendo essas coisas apenas pra mim, talvez mostre para minha terapeuta para que ela possa me ajudar com alguma coisa, acho que eu estou finalmente reconhecendo minhas verdadeiras limitações. Passei muito tempo sem conseguir escrever, estava com as coisas muito embaralhadas, não me sentia inspirada, não sentia vontade de contar para ninguém o que se passava, tinha momentos felizes mas tinha momentos muito obscuros, como a idéia de suicídio que no meu caso era bem egocêntrica, uma parte é porque eu estava cansadaa, outra porque assim talvez as pessoas me ouvissem. Não o fiz por falta de coragem, porque não poderia fazer isso com a minha vó, hoje não faria porque minha vida a cada dia tem mais sentido de ser. A cada dia encontro mais um pedacinho desse sentido. Gratidão por esse despertar, hoje a frase "o deus que habita em mim sauda o Deus que habita em você" faz cada vez mais sentido.
Procura-se Alessandra
Eu tenho buscado incessantemente melhorar em diversos pontos da minha vida, essa busca está me deixando a cada dia mais perdida, não perdida no mal sentido, são muitas informações e conhecimentos sobre mim mesma ao mesmo tempo, eles estão todos bagunçados como se fosse uma só gaveta com maquiagens, meia, livros e sapatos. Escreverei para mim mesma e lerei diversas vezes até conseguir organizar. Primeira gaveta do meu psicológico (aberta pelo luto) Fico pensando que talvez não dê a devida atenção a minha família, me sinto extremamente culpada por não ter passado mais tempo com a minha vó nem de ter feito mais por ela, suponho que esse seja um pensamento natural de quem perdeu alguém que amava muito. Sabe quando você lembra apenas dos momentos que a pessoa pediu pra você fazer uma coisa boba, e você deixou de fazer ou fez reclamando? Graças a isso cheguei a conclusão que devemos tratar as pessoas como se hoje fosse o último dia da vida delas. Se eu soubesse que não havia muito tempo, eu teria feito muito mais. Então eu acho que devemos nos doar mais pras pessoas, dar mais carinho, mais atenção, ser o bom momento da vida das pessoas. Embora eu pense isso, é muito difícil ser assim com a minha mãe. Segunda gaveta do meu psicológico (aberta por conversas filosóficas com amigas) Deus existe, ele é onipontente e onipresente porque esta dentro de cada um de nós, nós somos centelhas da energia de Deus, parece clichê e isso não quer dizer que eu deixei de acreditar em deus, quer dizer que eu passei a enxergar Deus de outra forma. Mas de uma forma que trouxe um certo peso, uma vez que era muito mais fácil acreditar em Deus como algo distante, um senhor de vestes brancas que atendia ou não meus pedidos de acordo com os seus designios, essa nova imagem sobre deus me trouxe uma certa responsabilidade. Essa ideia se mistura com as de outra gaveta, por isso me confunde um pouco, tenho medo dos meus pensamentos, tenho medo de sem querer imaginar uma coisa ruim e ela acontecer, e o medo multiplica por saber que tenho esse poder dentro de mim. terceira gaveta do meu psicológico (aberta pela terapeuta junguiana) Venho me questionado por uma paixão que não sai de mim, por sentir tanto tempo algo por alguém que não alimenta esse sentimento, alguém que não me trata como eu mereço, alguém que já deveria ser uma lembrança boa. Essa pessoa me fez sentir enquanto estavamos próximos o que eu nunca senti antes, sinto falta da forma como eu me sentia quando estava com ele. Ai está o ponto, é tudo sobre mim, eu me sentia amada, mas eu posso me amar, eu me sentia bonita, mas eu posso me sentir assim, eu sentia uma necessidade de ser cada dia melhor para merecer viver aquilo, ou seja eu (vou repetir o eu muitas vezes porque se trata de mim e é para mim que estou escrevendo), voltando, eu preciso de auto-apreço, auto-estima e a pessoa melhor que tanto tentei ser esta dentro de mim pronta para estar livre. Partindo do principio que os sentimentos que tenho sobre outras pessoas é um reflexo do que eu sou ou do que eu preciso, as coisas que não gosto nas pessoas também são, portanto meus problemas com a minha mãe tem uma extensão que não posso mensurar por enquanto mas uma perte deles são coisas que eu não gosto em mim e implico nela, procratinação, ideias muitas vezes levianas, carencia, quando fica ansiosa fala, fala, fala, fala... sem dizer a baixa auto-estima e a necessidade de aceitação. Voltando a paixão, eu tinha muito medo em torno disso, mas acho que ninguém que não é importante para você pode te decepcionar, uma pessoa só te decepciona quando você espera alguma coisa dela, essa foi uma das coisas que aprendi com o luto também, parece que depois que a minha vó se foi, as outras pessoas passaram a ser menos importantes. Qualquer pessoa que entre ou saia da minha vida parece não ser mais tão triste. tenho gostado mais de ficar sozinha. quarta e última gaveta (aberta pela terapeuta quântica Elainne Ourives) Essa é a parte que me confunde muito com as outras, porque ela revela a nova rotina mental que devo ter, não colide de forma nenhuma com as outras gavetas já abertas, mas com rotinas mentais antigas, com pensamentos antigos, com medos antigos, crenças antigas que não vão dessparecer da noite pro dia. Uma coisa que eu enxerguei claramente é que se você dividir suas energias em vários objetivos, você pode alcança-los mas vai custar muito mais tempo e vitalidade, eu tenho tempo e tenho vitalidade, mas também tenho pressa, passei muito tempo dispersando minha energia em coisas que me atrasaram, procrastinando. O fato é que eu sou muito grata a saúde maravilhosa que tenho, grata de ter acesso a esses meios de me conhecer. grata por ser uma mulher capaz grata por estar diante de um futuro glorioso grata apenas grata.
Comprei o livro por impulso em uma ida á saraiva, comecei ler e foi difícil continuar dado o fato de que achei uma leitura para adolescentes. Então, em um fim de tarde onde eu estava com o psicológico cansado de problemas cotidianos me apeguei a leveza das histórias que nada mais são que histórias de superação de dificuldades amorosas, onde de alguma forma as 4 protagonistas acabam tendo alguma ligação. Outra característica gostosa dessa leitura é que além das histórias serem escritas em primeira pessoa, a autora destaca trechos e faz comentários o que promove uma interação entre personagem, autora e leitor!
E pela primeira vez em muito tempo sinto vontade de me expressar e da forma que eu sei melhor, acredite, não é falando, é escrevendo. Certa vez escrevi um artigo sobre a temida crise dos trinta alegando que era pura "bullshit", não, não era. A crise dos 30 é um pesadelo em forma de tpm que pode durar bastante tempo, agravada com um estilo de vida pouco convencional. Achei que não passaria por essa maldição cujo todas as mulheres com 30 anos são acometidas pelo simples fato de achar que estaria realizada com o maior sonho da minha infância romântica, que era estar sendo correspondida em um grande amor, em um trabalho que eu me identificasse e acima de tudo com tudo encaminhado para que meu mundo onírico cor-de-rosa se tornasse real. Ahhhh expectativassss... Mas como eu vivo uma vida baseada em pagar mico, a língua e boletos, as coisas não saíram como planejado. E durante essa maldição tudo que passei minha vida acreditando caiu por terra, havia me perdido do meu grande amor, tinha me tornado uma pessoa sem fé, afastada mentalmente da minha família e de todos os valores que me foram ensinados, minhas melhores amigas precisaram ter uma paciência de oriental para se manter ao meu lado... sem dizer que estava constantemente em uma disputa mental sobre o que era certo e não era, me cobrando cada vez mais pelos meus fracassos e cada vez mais longe da solução dos meus problemas. Mas como diz meu tio: "O importante é que tem saúde." Física sim, pois minha sanidade mental estava por um fio. Se tenho uma dica extremamente útil para as gerações futuras... aos 29 e meio, façam terapia! Acreditem, é um investimento quase tão valioso quanto um plano de saúde. E se tenho outra dica, tudo fica muito complicado se condicionamos nossa felicidade baseado em algo que não depende de nós. Foi muito difícil me reconectar com o que devolveria meu equilíbrio, comecei por Deus, deus é misericordioso e amor, sempre tem um lugar pra uma ovelha maluca no seu rebanho! Foi muito fácil, e após me reconectar com a minha fé, as angústias e boa parte das confusões mentais e falta de solução para o me futuro despencaram como jacas. Me senti mais leve. Ainda há muitas incertezas, mas estou certa de que as coisas vão se encaminhar, as vezes precisamos de chacoalhões na vida para entender que não podemos pular etapas para o sucesso, que não sou melhor que ninguém e que boa parte das pessoas que chegaram em algum lugar de destaque, tiveram muita luta para chegar la. Ninguém chega longe chorando e reclamando do que não tem... a palavra de ordem agora caminhar... caminhar em busca do que me fará realizada.
Crônicas de um fim de semana
Parte III Era mais uma noite para colocar as conversas em dia entre amigas, como sempre regada a bebidas. Na segunda garrafa de champagne, uma chorava a outra ria. Enquanto uma contava como se identificava com “shake it off” a outra ouvia músicas sertanejas e viajava em lembranças, que irônia a que chorava era a mesma que se identificava com “shake it off”. Lembravam de amizades do passado e reparavam como algumas meninas más estavam feias, devia ser castigo pelas coisas feias haviam feito. Entre bolhas, risos e teorias sobre tudo eis que uma das amiguinhas levantou para abastecer a taça e caiu, ao cair a traiçoeira taça de cristal feriu mortalmente seu rosto, amiguinha essa que sangrou e chorou, sangrou e chorou, sangrou e chorou. Ao ver o sangue ela chorava, quando chorava, as lágrimas lhe causavam ardência, iniciou-se então um ciclo vicioso de lagrimas e sangue finalizado pelo vômito. Saldo da noite, duas choronas, um arranhão, duas garrafas vazias, sangue no chão, um banho com shampoo johnson (chega de lágrimas) e memórias eternas. Quanto a cicatriz, faremos promessas ao nosso “padim” Padre Cícero…
A invenção da despedida de solteiro
Quando meu tio era solteiro, todos os domingos antes de almoçar bebiamos uma latinha de cerveja para abrir o apetite. Ontem estavamos na casa da minha vó e oferecemos cerveja ao meu tio, a esposa dele gritou de longe “O CELSO NÃO BEBE”. Não entendi, que mal faria se meu tio bebesse um copo de cerveja? Seguido do fato que ela resolveu implicar de ele lavar o carro na casa da minha vó! Eu tenho visto várias mulheres chatas casadas. Acho que a despedida de solteiro, foi algo inventado por uma convenção de mulheres chatas, para que a vítima (o noivo) bebesse tanto na véspera, que de ressaca, não conseguisse raciocinar muito bem no “grande dia”, assim não reparando o tanto que sua algoz (a noiva) é chata, se sentindo culpado pelas aventuras da última noite sem ter coragem de fugir na hora.
Mundo estranho
Ontem novamente voltei ao lugar que me trás uma certa perturbação. Da última cai e voltei com o joelho roxo! Enfim né, fica dificíl manter o equilíbrio com as lembranças que aquele lugar me remete. Enquanto eu ouvia a música e lutava com meus pensamento pra não pensar em coisa nenhuma, acabei pensando, por que não esquecemos as pessoas quando elas esquecem a gente? Será que é falta de auto estima sentir saudade de alguém que não te quis mais? É o que anima a vida, mas acho que as pessoas deveriam gostar na mesma intensidade e quando uma deixasse de gostar a outra também esquecesse. Eu sou forte, parei de pedir que reconsiderasse, que pensasse bem, parei de mandar mensagens exclui das redes sociais, fiz o que era possível para não ter noticias, mas mesmo assim ainda penso, lembro e quando lembro fico chateada, eu converso com Deus e peço desculpa por as vezes ser tão errada e questiono o motivo de eu ser boa, merecer ser feliz também e não conseguir! Não que eu não esteja feliz, estou mas não compreendo porque nunca da certo e por que dessa vez eu não desencanei rapido como das outras? Eu nunca fiz ninguém sofrer, quando não dava mais eu falava que não dava o porque nao dava, enfim... Sei lá to chateada!!! Eu vejo amigas minhas gostando de caras que não lhe dão o mínimo valor, banco a hipócrita e falo que elas tem que se valorizar, porque só existe uma única e cruel verdade, quem gosta de você, gosta do jeito que você é, se esforça para estar junto, quer estar junto, e que se a pessoa quer ficar com você e não quer namorar agora é porque só quer sexo e possivelmente não namore nunca com você. Só que eu acho que quando eu repito isso como um mantra no ouvido das minhas amigas, na verdade estou repetindo para mim mesma.
Ela se lembrou de como é ser forte. Ela enxugou suas lágrimas e sorriu. Sim, sorriu, porque ela sabe que algo melhor está por vir. Ela sabe.
Tati Bernardi. (via alentador)
Todas as vezes que alguma coisa em alguém começa me incomodar muito, presto atenção nas minhas atitudes, geralmente o que incomoda nos outros são atos falhos meus. Hoje aconselhava uma amiga para não ser tão dramática e não se importar tanto com atitudes negativas de outras pessoas para com ela e vaaaaaapoooooo!! Eu sou dramática, qualquer coisa idiota me deixa super magoada...
Crônicas de um fim de semana
Parte III Era mais uma noite para colocar as conversas em dia entre amigas, como sempre regada a bebidas. Na segunda garrafa de champagne, uma chorava a outra ria. Enquanto uma contava como se identificava com "shake it off" a outra ouvia músicas sertanejas e viajava em lembranças, que irônia a que chorava era a mesma que se identificava com "shake it off". Lembravam de amizades do passado e reparavam como algumas meninas más estavam feias, devia ser castigo pelas coisas feias haviam feito. Entre bolhas, risos e teorias sobre tudo eis que uma das amiguinhas levantou para abastecer a taça e caiu, ao cair a traiçoeira taça de cristal feriu mortalmente seu rosto, amiguinha essa que sangrou e chorou, sangrou e chorou, sangrou e chorou. Ao ver o sangue ela chorava, quando chorava, as lágrimas lhe causavam ardência, iniciou-se então um ciclo vicioso de lagrimas e sangue finalizado pelo vômito. Saldo da noite, duas choronas, um arranhão, duas garrafas vazias, sangue no chão, um banho com shampoo johnson (chega de lágrimas) e memórias eternas. Quanto a cicatriz, faremos promessas ao nosso "padim" Padre Cícero...
Fazia uns cinco dias que eu não chorava mas hoje ao acordar...
Crônicas de um fim de semana - Parte II
Ela se sentia perdida apenas alguns dias após um rompimento, não era um reles rompimento, dessa vez ela tinha consciência da sua culpa. Das outras vezes as drogas e os amigos haviam coberto as arestas que o desamor tinha deixado em sua vida, desta vez nada parecia cobrir essas arestas, os amigos lhe pareciam insuficientes e as drogas a levaram mais ao fundo de sua dor, sim pois além da dor do “broken heart”, as drogas a proporcionaram uma dor física. Ela já estava transtornada por voltar ao lugar onde conheceu o “desertor”, então ao inalar o mágico vapor de um vidro com tampinha verde, nossa super heroína entrou em uma viagem em que o “desertor” a puxava pelo braço e a acusava em frente a todos os amigos a culpa que lhe cabia. Ela ficou com medo e quis correr, o destino pregou uma peça colocando um degrau no caminho dessa doce garota, degrau esse que a derrubou como um saco de batatas. Ao voltar de seu “estado de (des)graça” constatou que sim, era só um pesadelo e que tudo pode piorar. Eu penso apenas que podia ser pior, podia ser comigo.
Eu e Nando Reis
Eu sinto como se o Nando Reis contasse a história da minha vida. Quando ouço "all star" lembro de um amigo praticamente de infância que é como se fosse meu irmão caçula pois apesar da distancia física e dos caminhos totalmente opostos que seguimos em nossa vida, todas as vezes que precisamos, conseguimos nos apoiar. Essa música, ele escreveu para Cassia Eller, sua grande amiga. Os cegos do castelo, me lembra o tanto que eu tenho me magoado esperando que alguém permita que eu entre na vida e possa cuidar e ser cuidada. "Sei" me emociona com a situação que estou vivendo agora. "Sabe, quando a gente tem vontade de contar a novidade de uma pessoa, quando o tempo passa rápido quando você esta do lado dessa pessoa, quando dá vontade de ficar nos braços dela e nunca mais sair." (...) "Quando pensa que não disse a verdade que queria que ela estivesse ali". A música "sei" é um diálogo, entre duas pessoas, a primeira conta e no final a outra responde, sei sim. Essa semana escrevi um artigo que dizia que todas nós mulheres procuramos a mesma coisa, e toda vez que uma de nós esta sofrendo todas sofrem um pouquinho porque todas queremos ser amadas. Quando Nando Reis escreve uma música falando de um amor breve e passado, consigo ver o quanto somos intensos. Quando estamos ali, estamos com toda nossa alma, se amanhã acabar, um pouco da nossa alma ficou ali!
A única coisa que eu sabia com certeza era que queria cair fora e não pensar em nada, em ninguém, nunca mais.
Os 13 Porquês. (via thiaramacedo)