essa é catalina lópez perambulando pelos corredores de thornhill? antigamente ela era conhecida como a boêmia, mas hoje em dia é uma vocalista da banda de rock black cats. eu me lembro de sua disposição carismática e charmosa mas também de seu temperamento explosivo e temperamental. eu espero que cat ache seu caminho para fora desses portões.
counting all of the beautiful things i regret ...
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Desde pequena, Catalina era uma explosão de criatividade, refletindo a própria essência naturalmente rebelde. Crescendo em uma casa dividida entre a paixão vibrante de seu pai cubano, que estava sempre carregando o violão de madeira escura, e o pragmatismo rígido de sua mãe londrina, Catalina aprendeu cedo a dançar entre extremos. Obviamente, no entanto, a escolha dela sempre foi ser a maior versão de si que conseguia. Adorava quando recebia atenção, por menor que fosse, mesmo que isso significasse ofuscar outros de alguma maneira. Sempre foi dona dos mais largos sorrisos e da risada mais alta, que parecia contagiar cada pessoa com quem tinha contato.
Catalina sempre teve uma personalidade que se destacava em Thornhill, mesmo quando criança. Desde pequena, ela rejeitava a rigidez e as regras da mansão, preferindo viver em um mundo de cor e caos. Enquanto as outras crianças se conformavam com as imposições de Thornhill, Catalina transformava os corredores sombrios em palcos de performances improvisadas, onde a imaginação era o único limite. Ela adorava desbravar os espaços proibidos da mansão, rindo das normas e se tornando a líder de um pequeno grupo de crianças que compartilhavam seu espírito rebelde. O jeito da garota era um reflexo do medo que sentia por dentro, ignorando quando escutava ou via algo que não era apenas a sua imaginação. Lembrava-se claramente de, por poucos segundos, o sorriso desmanchar quando sentia os arrepios, tão familiares, percorrem seu corpo. Como desejava não assustar nenhum dos mais novos, voltava a sorrir, tratando aquilo como uma brincadeira.
Ao se estabelecer em Londres, após a morte do pai, ela se viu perdida por um tempo, mas o destino logo a guiou para um cenário vibrante e caótico: a cena musical da cidade. Jogou-se de cabeça na boemia londrina, frequentando bares e clubes onde a música era o único remédio para as almas cansadas. Foi em um desses locais, durante uma noite abafada e elétrica, que Catalina cruzou com os Black Cats, uma banda de rock em ascensão, mas ainda sem a notoriedade que buscavam. Ela estava em busca de algo mais, algo que a conectasse com a sua verdadeira essência, e logo percebeu que os Black Cats tinham o espírito rebelde que ela tanto ansiava.
Virou uma integrante da banda quase como um acidente. Após um show onde ela subiu ao palco para cantar uma música que sabia de cor, o vocalista ficou impressionado com sua energia crua e sua presença magnética. A química foi instantânea, e ela logo foi convidada a integrar o grupo. Sua voz poderosa e rouca, misturada com a atitude desafiadora e sua habilidade de se conectar com a plateia, logo fez com que os Black Cats se destacassem na cena musical. Ela se tornou o centro das atenções, não apenas por sua habilidade vocal, mas por sua presença de palco arrebatadora e sua capacidade de transformar cada performance em uma experiência única. Sua postura fazia com que a banda ganhasse uma base de fãs devotada, e logo começaram a tocar em locais maiores, até assinar com uma gravadora. Catalina não era apenas uma cantora; ela era uma força da natureza, uma mulher que, com sua atitude e energia incontrolável, se tornava a estrela de cada show, refletindo o caos criativo que sempre a acompanhou.

















