Quando você se fode e percebe que não pode fazer mais nada além de aceitar.

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Quando você se fode e percebe que não pode fazer mais nada além de aceitar.
#woman #quotes #beyourself
"and I find it kind of funny, I find it kind of sad. The dreams in which I'm dying are the best I've ever had. I find it hard to tell you, 'Cause I find it hard to take..."
Eu gosto de como somos dois extremos diferentes. Você muito do avesso, eu muito do lado certo. E como a gente vai melhorando um ao outro, sem perceber. Amo suas palavras sem ensaio, que saem pela boca antes de você pensar se deve dizer ou não, enquanto eu penso uma, duas, três vezes e deixo pra uma próxima. Você me enche de atenção e não me cansa. Acho que você sabe minhas medidas. É só olhar nos seus olhos que o mundo ao redor desaparece. Nunca tinha acontecido assim, tudo tão intenso desde antes de ser. A gente se encaixa e não me falta absolutamente nada quando eu tô deitada no teu peito. Tô irritantemente mulherzinha. Acredita que eu dei pra sorrir lendo suas mensagens? E releio, e torço pra ser você quando o celular vibra. Depois me conta como você consegue me encher de tudo sem me encher. Me deixar completa, sem me transbordar. Me conta o teu segredo, de me deixar o que eu nunca fui: leve. Você disse que agora que me achou, não vai me deixar fugir e que, talvez, eu fosse seu anjo. Um dia eu te conto que, mesmo sem laço, eu tô presa e anjo... é você. 💙
Sou dona da verdade e dos pronomes possessivos. Tudo é meu, o que eu tenho, o que não tenho, o que já tive e não tenho mais. Não vou me desculpar pelas minhas teimosias, meu orgulho quase maior que eu ou minhas crises de TPM. Meu braço foi feito pra abraços, carinhos, cafunés, não pra dar a torcer, entenda. No meu coração muita coisa entra, muita coisa sai, mas só amor e gente de verdade permanece. Guardar rancor também não é pra mim, não dá. Guardo na minha coleção de manias essa de acreditar nas pessoas, acreditar além das pessoas. Se sei que magoei alguém, isso também me magoa. Se falhei a ponto de causar dor, isso também me dói. Se eu reclamar de ciúmes hoje, acredite, são muitos e muitos dias calando ele aqui dentro. Essa sou eu, resumidamente. Tantos caras dizendo que querem me conhecer, e eu sempre me incomodo com a colocação da expressão “me conhecer”. Querem saber meu nome, idade, time, pra onde eu saio. Querem uma ficha rápida, informações superficiais, se certificar que eu sou aparentemente normal ou compatível. Não querem me conhecer, não se importam, sou só carne. “Me fale sobre você ?“ perguntam sem querer ouvir uma resposta sincera, só esperando a hora do abate. Que tédio. Eles fingindo interesse e eu lutando pra ficar acordada.
Não é fácil explicar. Eu sou assim, meio morto por dentro. Faço as coisas por empolgação e no outro dia, sei lá. Sou dessas pessoas que ficam procurando as canções no rádio até achar um clássico, algo perfeito para aquele horário do dia, aquele semáforo. A música acaba e eu troco de estação.
Gabito Nunes. (via enflorasse)
Queria falar sobre o amor com a propriedade de quem nunca teve. Amor no sentido de romance, esquecendo a parte fraternal e amizades, claro. Carrego na mala alguns projetos de relacionamentos, uns quase namorados, meios carinhos e fins inteiros, sem nem ter havido começos. Mala pesada, que vira e mexe prejudica minha coluna, mas poderia ser pior. Sou viciada em atropelar as coisas e sair jogando vírgulas pra tudo que é canto, vivo com a impressão de que meus começos já são os meios e talvez nem seja impressão. Sou mal acostumada a ser sincera e isso nunca me permitiu jogar, trocar de papel conforme a trama mudasse a direção. E quem não joga em tabuleiro, tende a virar peão. Meu primeiro quase amor foi a minha paixão louca e platônica, tradicional, não? Seis anos e uma novela mexicana. Algumas declarações infantis, menino paciente, nunca tivemos nem amizade e acredito que nesse ponto da vida se iniciou meu costume em sofrer. Como se fosse uma zona de conforto anti-amor, enquanto eu esperava desesperadamente que o amor invadisse, porque na realidade todo o conforto sempre foi só fachada. Estendi minha sina até poder transferir todo o peso de querer e não saber amar pra um novo corpo, meu segundo quase amor. Esse, na verdade, chegou o mais perto que consegui de uma amizade. Mas o fantasma do primeiro, assombrou cada momento com ele e terminei 7 meses depois e nesse ponto começou minha rota de fuga oficial: Me ama? Adeus, não sei lidar com isso, desculpa. Anos e anos vomitando liberdade até aparecer meu terceiro quase amor. Quatro anos, algumas horas de felicidade extrema, milhões de litros de lágrimas, muita imaturidade, eu virando boneca numa prateleira cheia de desculpas e egoísmo. Só que hoje em dia boneca anda, então fui embora, odeio lugar apertado. O fim mais difícil e adiado da minha vida. Me doeu pouco porque eu já estava no quinto, isso mesmo, no quinto e último quase amor. Eu completamente metódica, cheia de listas, horários, conceitos e preconceitos. Ele completamente do avesso, me virando de ponta cabeça e me deixando o que eu nunca fui na vida: leve. A pessoa mais louca e sensata que eu já conheci na vida. Quase um mês que me valeram uma vida. Minha rota de fuga usada contra mim, justo na vez que eu daria tudo pra ficar, mesmo não sabendo. Senti direto na pele, pela primeira vez sem armadura. Respeitei. Queria falar sobre dedo na ferida, vodka com gelo e saudade, travesseiro molhado. Queria dizer que tô acostumada demais a sofrer e, talvez por isso, reconheço e acolho as dores de todas as minhas tentativas de amor e me assusto com coisas que só fazem bem, sem nem arranhar. Não sei quase nada do amor. Nada além de romances literários, filmes de comédia romântica, desabafo de amigas e umas poucas tentativas extremamente mal sucedidas. Conheço e admiro de nome, mas queria compartilhar minha única certeza: amor mesmo não dói.
amor sem fim....
Nooooooooooooooooooooooooooo
this should be in a museum
Se eu demorar, me espera Se eu te enrolar, me empurra Se eu te entregar, aceita Se eu recusar, me surra Se eu sussurrar, escuta Se eu balançar, segura Se eu gaguejar, me entende Se eu duvidar, me jura Se eu for só teu, me tenha Se eu não for, me larga Se eu te enganar, descobre Se eu te trair, me flagra Se eu merecer, me bate Se eu me mostrar, me veja Se eu te zoar, me odeia Mas se eu for bom, me beija!
"Meus heróis tinham coragem de perder suas vidas sobre um abismo, e tudo que eu me lembro é de ficar pensando: " Quero ser como eles!" Desde pequena, desde pequena isso parecia divertido e não foi por coincidência que acabei sendo e eu posso morrer quando estiver pronta. Talvez eu seja louca. Talvez você seja louco. Talvez sejamos loucos. Provavelmente..."
I’m 24 years old, and I have actually no idea what I’m going to do with my life. Yeah, sure, I have these dreams (or maybe just illusions) about finishing my studies, getting a good job which makes me happy and marrying the love of my life (my boyfriend?), having a joint home and starting a family. But practical destinations? Concrete ideas or conceptions of my life? There’s nothing. Everyday I wake up and there’s this empty part of my life which lies ahead, but is just a wall of fog for me. And that scares me. It’s like I’m a child who is still somewhat inexperienced in the ways of life..
I have learned silence from the talkative, tolerance from the intolerant and kindness from the unkind. I should not be ungrateful to those teachers.
Kahlil Gibran (1883 - 1931) Lebanese Poet and Mystic (via panatmansam)
Não sei se é pra te esquecer que eu tenho bebido tanto. Pra lembrar eu tenho certeza que não é.
Bruno Fontes (via bfontes)