A sala estava escura, só com a luz da última vela acesa iluminando a figura de minha criada, Lucille. Sua bela face tão serena. Mal sabia o que lhe esperava. Esperei até que ela estivesse completamente distraída e adentrei o local com uma fa…
Em meio a um grito estridente, Emmeline jogou o diário de Dragomir para o alto assim que sentiu o toque em seu ombro. Levantou-se da cadeira em um pulo e recolheu o livro do chão, passando as mãos pelo cabelo ruivo para tirá-lo do rosto e se acalmar. “Are you fucking crazy?!” Perguntou, ameaçando agredi-lx com o diário, mas não o fazendo. Não queria estragar aquela capa tão rara e delicada. “Não estava vendo que eu estou quase descobrindo o que raios o Dragomir fez para ser morto pela criada?” Guardou o livro na mochila e voltou-se para o culpado pelo susto, respirando fundo para poder falar de maneira mais calma. “O que foi?”
Ao entrar na sala, Mia se assustou com o grito de Emmeline dando um pulo antes de entender a situação — Jesus Em! — se encolheu em reflexo tentando se proteger ao ver ela ameaçar a bate-la com o diário mesmo sabendo que a menina nunca bateria de verdade. — Do que está falando a gente combinou de se encontrar para fazer o trabalho de matemática não lembra?













