HÁ MUITO TEMPO, ELE FOI ESCOLHIDO PELO HOMEM NA LUA PARA FAZER ALGO GRANDE… Nosso novo habitante costumava se chamar JACK FROST, do conto JACK FROST, e antes da névoa da maldição arrastá-lo até Storybrooke, ele estava no PIXIE HOLLOW, lá em NEVERLAND. Aqui na cidade você talvez o encontre se procurar por um tal de MIN JUNHOE MICHAEL “MIKE” SPADES que trabalha como FUNCIOCÁRIO DA FUN ZONE
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INFORMAÇÕES BÁSICAS
Nome: Michael Spades/Min Junhoe
Idade: 22 anos
Ocupação: Funcionário da Fun Zone
Etnia: Sul coreano
Gênero: Cis masculino
Pronomes: Ele/dele
Sexualidade: ??
Personagem e conto: Jack Frost de A Origem dos Guardiões
VIDA EM STORYBROOKE
O melhor presente de natal de todos! Junhoe era apaixonado pelo inverno, pela neve, o frio do fim de ano, então quando ganhou um par de patins, não podia estar mais feliz. Tudo começou como uma grande brincadeira, apenas um garotinho querendo se divertir ao patinar no lago congelado perto de casa, mas aos poucos Junhoe foi pegando jeito e paixão pela coisa, e queria aprender saltos, movimentos igual aqueles atletas que assistia na TV durante as olimpíadas de inverno. Não seria incrível? E não precisou de muita insistência aos pais, logo começando aulas de patinação, que depois se estenderam as aulas de ballet também.
Jun, apesar de ser bom no que fazia e se dedicar a patinação, não via o esporte como mais do que um hobby. No entanto, exatamente por ter tanto jeito com a coisa, viu-se pressionado pelos professores e até mesmo pelos pais para que começasse a competir profissionalmente, e ele foi. Não era de sua natureza levar as coisas tão a sério, então para Jun, o rink era só mais uma brincadeira. Não ligava se não trazia ou não uma medalha para casa, mesmo quando a negativa significava que ele receberia broncas e vários sermões por não se dedicar direito e blá, blá, blá. Ele nunca quis se dedicar como um atleta, pra começo de conversa, mas mesmo assim tinha o talento natural e era obrigado a essas chatices todas de regras e tudo mais.
TW VIOLÊNCIA | Junhoe não fala muito sobre isso, e na verdade, na maior parte do tempo ele esquece que era algo tão comum, mas são incontáveis as vezes que Jun sofreu violência física e psicológica por não levar o esporte a sério, por não trazer uma medalha, por errar algum movimento repetidas vezes e foi numa dessas que ele surtou, juntou pouquíssimas de suas coisas, sendo essas apenas umas roupas e seu patins, e bastante dinheiro e fugiu para storybrooke. | FIM DO TW
Junhoe tinha apenas dezessete anos quando chegou na cidade do Maine, sem ninguém, sem nada, mal sabendo inglês direito e deixando os pais desesperados para trás. Scarlett Spades e seu marido na época que foram super legais com Junhoe, o acolheram, deram-lhe um lugar para morar e uma nova identidade. Sim, Junhoe foi facilmente convencido que documentos falsos, um novo nome, e fingir que foi adotado pelo casal era a melhor coisa a fazer para evitar levantar suspeitas, e foi aí que Min Junhoe se tornou Michael Spades, um cidadão de storybrooke que definitivamente não foi um patinador famoso (cof cof) e trabalha como um funcionário da Fun Zone.
— O que aconteceu com você? — Anya olhou para o garoto com uma mistura de medo e diversão. Eis uma juventude que ela nunca tivera, mas adorava presenciar, rendia boas risada, no final das contas. — Aprontou todas e agora estragou a sua roupa, não foi? Eu não sei costurar, mas… talvez se você pedir o hotel te ajude? Eu sei, estranho, mas eu já vi esse pizza dentro de um cofre hoje, então não me surpreendo com mais nada.
— eu não diria que aprontei todas! — tentou se defender, mas o risinho que lhe escapava o incriminava um tanto. podia culpar sua companhia porque o sorriso dela que lhe fez ficar com a risada mais solta, mas não disse nada sobre e apenas explicou sua situação: — acho que a calça não aguentou meus movimentos. — riu mais uma vez, balançando os quadris de um lado para o outro. — calma, como assim uma pizza num cofre? por que ela estaria... — abanou a mão, como se deixasse aquele assunto para lá, preferia nem entender mesmo. — o que quer dizer com pedir para o hotel? algum funcionário podia me ajudar, é isso?
Saboreava um salgadinho com muita naturalidade no canto do salão, pois por ser tão inconsistente precisava estar longe de outras pessoas, a evitar que alguma merda acontecesse. Contudo, a aproximação alheia fez Sienna olhá-lo de baixo a cima, inclinando a cabeça para o lado com confusão expressa no semblante. Ela olhava o garoto com um riso frouxo a ser segurado, de forma impossível, claro; no entanto, virou o rosto e cuspiu as plumagens de seu vestido. Ao tornar novamente o rosto na direção deste, a ruiva pode finalmente conversar que nem gente. “Eu não sei costurar que nem a Andressa.” Afirmou com exatidão, dando ênfase na frase e os olhos arredondados a encará-lo. Contudo, puxou o mais jovem para perto de si, de forma que o escondesse dos demais que passavam. “Mas posso te ajudar com isso. Não quero ninguém rindo de você.” A última frase foi falada de forma sutil e baixa, como se não quisesse que ele escutasse qualquer tipo de ‘fragilidade’ advinda dela. Tocou-o nos braços e atentou-se bem na vestimenta do outro, agora o riso já sumindo do rosto. Sienna achava engraçada a situação, sim, mas o desespero do outro parecia bem mais preocupante do que a diversão de outrem. “Vamos achar um outro lugar pra ajeitar isso, que tal? Vai que no caminho a gente acha a estilista. Inclusive, ela que fez esse meu vestido também, mas exagerou nessas plumas… Quase todo segundo ando comendo uma aqui e ail.”
— não tem problema! qualquer coisa já deve ajudar. — mike mordeu o lábio inferior, olhando numa mistura de esperança com confusão para a mulher, não entendo muito aquele vai e volta e ela escondendo o rosto, porém feliz que a mulher estava se dispondo a ajudar. realmente não ligava se as costuras seriam iguais ou no mesmo nível que as de andressa, só queria poder voltar a vestir a parte de cima de suas roupas e ficar em paz para curtir o resto do baile sem se preocupar com o rombo enorme em suas calças. ofereceu um sorriso a ela quando a mulher tentou o proteger, dizendo que não queria ninguém rindo dele. mike honestamente sentiu vontade de abraçá-la, mas parou quando pensou que seria muito esquisito fazer isso do nada. — obrigado, noona. obrigado mesmo. — mesmo morando nos estados unidos há um tempo, junhoe não tinha se livrado totalmente da mania de usar honoríficos, ainda mais agora que não conhecia com quem estava falando e não queria faltar com respeito com alguém que estava sendo tão legal. — ela é incrivelmente talentosa, mas realmente um pouco excêntrica as vezes. eu tenho umas penas na minha máscara e já acho demais, não lidaria com plumas no vestido. — riu nasal, divertido, mas deu uma boa olhada nos trajes alheios. — mesmo que seja incomodo, você está muito bonita! mas hm, onde é que a gente podia ir pra arrumar esse estrago aqui?
❀ — › Ao se dar conta de como sua identidade encontrava-se encoberta por magia, Calanthe viu-se apta àquilo que há muito não realizava: um franzir de cenho desgostoso ante a imagem a sua frente. Crescida na corte inglesa, existiam comportamentos por ela considerados incabíveis — e esse era o caso do despir masculino. Não importava se, dificilmente, aquele fosse um desejo seu, deveria ter sido mais precavido. O que poderia dizer? A feiticeira era conhecida por levar tais bailes a sério. Eram, afinal, sua maior diversão há anos. Ah! Se apenas tivesse acesso a todos seus poderes… A morena revirou os olhos, ultrajada com o que lhe era perguntado. “—— Sei, mas não costuraria sua roupa nem se minha vida dependesse disso. ——” O tom contido em muito contrastava com a dureza das palavras femininas. Em sua vida passada, a mulher havia sido instruída a costurar e bordar, apenas um dos muito requisitos às damas da época. “—— E por mais insultante que seja tê-lo em tais trajes, é exatamente o que merece por tamanho descaso com o evento. ——” Ela soltou uma risada seca. “—— Mas de alguém que ainda usa roupas íntimas infantis não se pode esperar muito, uh?——”
de primeiro momento, mike não ficou chateado e nem ofendido. claro, pensou que ela podia ter escolhido outras palavras, mas nunca que ficaria bravo por alguém não querer ajudá-lo, afinal, ela não era obrigada e estavam no meio de uma festa, era apenas natural que alguém que não era próximo não fosse prontamente pegar linha e agulha para socorrê-lo. começou a ficar desconfortável, entretanto, quando a mulher disse que ele merecia. — não foi descaso... — mike se defendeu quase tão baixo quanto um sussurro. quer dizer, bailes tradicionais assim não eram tanto a praia dele, já que parecia sempre ter formigas nas calças e não parava quieto. por isso quando uma música mais agitada tocou e ele com alcool correndo nas veias que aproveitar, não considerava um ato de descaso. mesmo assim, fechou a expressão e olhou para baixo, igual quando levava bronca de seus treinadores, anos atrás. — eu... — sentia as bochechas queimando em vergonha e humilhação e não sabia o que dizer para para parecer menos... patético. — me desculpe. e obrigado. — não se sentia bem em incomodar a mulher por mais tempo, por isso acenou com a cabeça e saiu de perto dela o mais rápido que pôde.
Foi ouvir o nome da chefe que chamou atenção de Marianne, desistindo por um instante de procurar ao marido para ajudar àquela alma perdida. A mulher sabia o quão difícil era procurar por alguém e não encontrar em lugar nenhum, por isso, se aproximou e quando estava prestes a tocá-lo no ombro para lhe chamar atenção, ouviu fazê-lo a segunda pergunta o que arrancou de Weather um sorriso cheio de compaixão. — “ Isso é pré-requisito para se tornar mãe e… Trabalhar com Andressa também exige isso um pouco. ” Brincou, um riso fraco escapando pelas narinas ao entrelaçar o braço ao dele em uma tentativa de oferecer apoio, visto que ele havia mencionado um “acidente”. Somente ao pensar sobre o que poderia ter ocorrido é que Mary notou a roupa amarrada na cintura. — “ Oh! Você rasgou as calças? Santo Deus! Isso sempre acontece com os meninos. Vem, vamos procurar um kit costura na recep… ” Poderia ser parte da imaginação dela, mas foi somente desejar encontrar um pedaço de linha e uma agulha que magicamente o kit apareceu em uma das mesas mais próximas. — “Querido? Você está vendo aquilo também ou eu estou vendo coisas? ” Apontou o kit, piscando algumas vezes para se certificar de que o item era real.
— oh, você é mãe? — mike perguntou com os olhinhos brilhantes, ate se esquecendo do problema e, sem querer, ignorando a informação que ela trabalhava para andressa. — eu sempre quis ser! pai, no caso. — riu pelo nariz, um pouco envergonhado, negando com a cabeça. era novo demais para pensar nessas coisas, mas o que podia fazer quando adorava crianças? — você precisa de uma babá? eu poderia ser uma babá. — ofereceu-se na maior cara de pau, mesmo que a resposta da mulher ainda não tivesse vindo. a menção do rasgo na calça que trouxe michael de volta a realidade e a situação delicada em que ele se encontrava. — sim! isso acontece sempre mesmo? eu fiquei me sentindo mal por rasgar uma peça de andressa... — confessou, mesmo que agora esse não fosse sua maior preocupação, aquilo ainda estava na mente de mike. podia não ter visto o kit se materializar ali, mas o simples fato de ter um kit de costura a disposição, logo quando eles mais precisavam, era algo a se notar. — eu estou vendo. — concordou, aproximando-se da mesa com a testa franzindo e pegando o kit para entregá-lo à moça logo em seguida. — será que é de alguém que esqueceu aqui? mas é estranho alguém trazer isso e deixar na mesa assim... bom, de qualquer forma, podemos pegar um pouco de linha, não é?
⊹ · Depois do fiasco dos seus pés começaram a doer, Lorenz estava tendo dificuldades para voltar a animação e ambiente que antes estava dominando. Se fosse sincero, parecia que os focos haviam se desviado de diversão para fofocas desde a aparição de Gerard para seu discurso. “Droga de festa.” Acabou murmurando para si mesmo em reclamação, só percebendo a presença de alguém ali quando havia terminado de reclamar. “Ops. Parece que eu tenho um cúmplice.” Brincou, mais esperando que ele não contasse sobre o que havia falado do que concordasse com ele em si. Independente da resposta que seria lhe dada, a mão foi até o pulso do rapaz e o sorriso travesso do Kwang se formou embaixo da máscara de dragão enquanto o puxava para os jardins de fora do hotel. “ Care to sneak away with me? I doubt we will be missed. ” Ele ainda podia negar, mas estavam chegando no exterior e não era como se Lorenz realmente fosse escutar. Silêncio é solidão não eram algo que o agradavam e sempre o faziam buscar alguém para com quem ficar. Talvez fosse influencia da enorme família que tinha.
— não está tão ruim assim. — mike sorria de leve por baixo da máscara preta ao perceber que o outro rapaz se virou para ele. junhoe só estava sentado numa das cadeiras que convenientemente estavam dispostas perto de si logo que começou a desejar por um lugar para sentar, e não planejava interagir com o moço que reclamava do baile, simplesmente porque notou que ele estava falando sozinho. no momento em que sua presença foi notada, entretanto, não conseguiu fingir que não ouviu nada. — estaria melhor se eu pudesse encontrar algum amigo, não me dou muito bem com esse negócio de ficar sozinho. — admitiu, dando de ombros. os olhos se arregalaram no momento em que foi puxado pelo pulso, mas mike não ofereceu resistência. pelo contrário, no momento em que o susto passou, junhoe estava rindo sozinho enquanto era puxado para fora do hotel, já que no fim das contas, adorava alguma coisa assim, mais impulsiva e inesperada. — well, do i have a choice? — apesar da provocação na frase, o tom de voz era claramente de brincadeira, uma vez que michael estava gostando de ler levado assim. — para onde estamos indo?
“nem sei quem é essa.” franziu o nariz, imaginando que fosse a mulher arrogante da revista de moda. nem sabia como era a cara dela, muito menos com um monte de máscaras pelo baile. deu uma olhada em como ele vestia as roupas, estranhando. com os olhos estreitos, começou a pensar o que poderia ter ocorrido. “sei… bem pouco. só me diz uma coisa: como você fez isso? foi brigar com alguém?” conteve um riso divertido, querendo falar outra coisa, mas achou melhor não.
— eu, brigar com alguém? — mike riu pelo nariz, negando suavemente com a cabeça. — eu nem sei brigar. — admitiu. normalmente ele corria (literalmente) de qualquer desavença; outras, quando perdia um pouco a cabeça e ficava muito estressado, junhoe assumia uma postura diferente da sua normal e falava coisas duras e sem pensar. nenhuma dessas, entretanto, o levou para uma briga física, muito menos ao ponto de sair rasgando suas roupas por ai. — eu só estava dançando. — explicou, sem jeito. — a calça foi feita sob medida então talvez não estivesse esperando a intensidade.
◜ ✧ . ⁺ . Para a sua surpresa, Robin estava se divertindo bastante naquela festa que, até então, acreditava não ter nada em comum com os seus gostos. Suspeitava que, o fato de ninguém tê-la reconhecido desde que colocara os pés dentro do hotel, era o principal motivo para a sua felicidade. Naquela noite, tinha a oportunidade de sem qualquer outra pessoa, e nada a agradava mais do que tal possibilidade. Porém, antes que pudesse aproveitar aquela chance, fora abordada pelo rapaz, logo notando o modo como se vestia. Não era do tipo que julgava o estilo dos outros, mas era notável que havia algo de errado. ─── Me desculpe, mas não faço ideia de quem é Andressa. E, mesmo que conhecesse ela, duvido muito que conseguiria reconhecer alguém aqui. ─── Lamentou, não sendo de muita ajuda. Assim que teve suas dúvidas esclarecidas sobre suas roupas, seus lábios se curvaram em um sorriso divertido, já tendo passado por uma situação parecida antes. ─── Por sorte, eu sei sim. ─── Sua mãe havia lhe ensinado o suficiente para remendar muitos dos rasgos suas peças favoritas, evitando assim se livrar delas antes do previsto. ─── Mas, poderia me mostrar o tamanho do estrago? Sei apenas o básico, então não quero te dar muita esperança.
— está tudo bem. — mike suspirou alto, mas não culpava a mulher por não saber onde estava andressa - ou quem ela era -, principalmente naquele baile; dera um ponto muito válido que o próprio não tinha se tocado ainda: o quão difícil era achar qualquer pessoa naquele lugar. as máscaras cobrindo o rosto de todos dificultava muito, sim, mas ele deveria conseguir reconhecer ao menos seus amigos, não é? chacoalhando a cabeça para deixar os pensamentos para lá, o coreano focou na parte importante, que era alguém que sabia costurar. o básico, mas já estava melhor que ele que mal conseguia passar a linha na agulha. — eu poderia. — disse, hesitante, mordendo o próprio lábio inferior e olhando em volta. — mas pode ser num lugar mais reservado? é que meio que... é um pouco, hm... — coçava a parte de trás da cabeça, embaraçado, enquanto procurava palavras para descrever. decidiu que a melhor forma era ser direto, então falou tudo num fôlego só, muito mais rápido do que o normal e tropeçando um pouco no inglês que, mesmo estudando há um tempo, ainda falhava quando mike se via nervoso. — é meio que um buraco enorme na minha bunda que apareceu depois de eu rebolar até o chão.
“Está falando comigo?”, perguntou, virando-se na direção da voz, querendo realmente ter certeza. Não era incomum uma voz ou outra que levava em sua cabeça causarem-lhe impressões erradas, então preferiu se garantir. Assim que percebeu o pequeno desespero na expressão alheia, sorriu de canto. “Não vi Andressa, sinto muito.”, sendo honesta, não sabia nem exatamente de quem se tratava. “Mas sim, eu sei costurar! E eu vi que no kit do banheiro tem linha e agulha. De que reparo você precisa?”, perguntou um pouco animada, feliz por poder ser útil naquela noite.
— uhum. — mike foi rápido em responder, balançando a cabeça freneticamente, só para ter certeza que não iria deixar a mulher escapar, estava desesperado. mal teve tempo de soltar um muxoxo por ninguém saber onde andressa estava, que aquela pontada de esperança se iluminou em seu rosto e junhoe sorriu largo, agradecido e contente. — eu preciso de... bom... minha calça meio que rasgou atrás... não seria uma boa ideia eu te mostrar agora...
Vincent levantou uma sobrancelha pro rapaz que se aproximou dele, abaixando os olhos pra roupa alheia – ou a falta dela. Sabia que tinha chegado atrasado, mas as pessoas já estavam bêbadas a esse ponto? “Não, eu não vi a Andressa.” Nem sabia quem era essa. Deixou seu copo de lado na mesa mais próxima, voltando-se ao garoto. “Mas… sei costurar.” Podia-se dizer que sim, até porque seus experimentos requeriam costurar partes de um corpo, mas não precisava entrar em detalhes em um baile sobre isso. “Você sabe onde podemos conseguir materiais pra isso??”
de todos os cenários, aquele nem de longe era o pior. não era andressa, mas era alguém que sabia costurar e isso já deixava mike aliviado que, possivelmente logo, não precisaria mais andar seminu pelo baile afim de esconder o rombo em sua calça. — ótimo! você poderia me ajudar? — junhoe o olhou o mais esperançoso que podia, tentando até parecer fofo para convencê-lo. — uh... aqui? meu deus, não, não pensei sobre isso. uh... talvez na recepção alguém tenha?
˛ ⠀ * ⠀ 🌹 “Graças a Deus, não,” muito álcool no organismo, Audrey quase respondeu com a súplica. Ela nunca via a chefe porque a outra fazia questão de que seus caminhos na revista nunca se cruzassem — e não seria num baile que ela teria o desprazer de encontrar com a mulher que a impedia de avançar na carreira. Ainda assim, era estranho que uma das costuras da estilista tivesse tido um fim daqueles. Os lábios tremeram, ameaçando se curvarem, e a Daggers precisando conter a vontade de rir. E não estava rindo dele, mas de todo o conjunto da cena, incluindo a falha num look da D’Ville. “Golpe de sorte, bonitão. Eu trabalho para Andressa, o que significa que eu sei costurar.” Respondeu, gesticulando com a cabeça para que ele a seguisse até a saída. “Tenho um kit no carro. Vem.”
o suspiro de alívio que deixou a boca de mike poderia ser escutado por qualquer um, mesmo com a música alta. ele preferia aquele cenário, mesmo: alguém que parecia muito mais bondoso para concertar a roupa; michael estava morrendo e medo de explicar a andressa que rasgou, sem querer, a roupa que ela fez com tanta dedicação e talento. não queria deixá-la chateada ou frustrada. — você é minha heroína. — não levou um segundo sequer para acompanhar a mulher em direção a saída — juro não sei o que eu faria sem você e, wow tá frio aqui fora. — talvez nem estivesse tanto, porém sair de um lugar fechado e ainda sem camisa o fez abraçar um pouco mais o corpo, ainda que junhoe se dissesse tão resistente ao frio. — você sempre carrega essas coisas ou foi só uma grande coincidência?
“Eu acho que vi ela dançando com alguém, apesar de que não sei se era ela… quer dizer, tá todo mundo usando máscara, não é mesmo? E sendo sincero, a Andressa me assusta um pouco, minha mãe adora ela, já eu… procuro ficar meio longe, vai que ela julga minhas roupas até eu morrer? Quer dizer, não me leve a mal, ela é super bonita, toda maravilhosa, mas que é assustadora… é.”, começou a falar sem parar, e talvez fosse total e completa culpa da quantidade de álcool que já havia ingerido até aquele momento. Só parou quando então observou o pequeno desespero na expressão alheia. “Não costuro, mas sou engenheiro! Sempre podemos dar um jeito em tudo!”, comentou com animação. “O que aconteceu?”
A risada que Mike deixou escapar era exatamente porque concordava com absolutamente tudo o que escutou, e deixava isso claro ao que assentia com a cabeça. — Não posso negar, ela me dá uns calafrios de vez em quando. — Não gostava tanto de falar mal das pessoas, só que isso não é falar mal, certo? É só expressar como se sente ao redor dela. Ao menos esperava que fosse isso. — Você... Tem certeza que dá pra usar suas habilidades de engenheiro para isso? Eu não estou duvidando! Só quero ter certeza... — Apressou-se em explicar para não causar nenhum mal entendido. — Eu, uh... Meio que rasguei minha calça dançando? — Com a mão livre, coçou a nuca, envergonhado.
— o-oi, com licença, você viu a andressa por aí? — mike estava abordando literalmente qualquer pessoa que ele via pela frente, sabendo que não estava nem um pouco no dress code do baile depois de tirar a parte de cima de sua roupa para amarrar na cintura e esconder o rasgo enorme que apareceu na sua calça depois que ele rebolou até o chão... e, bom, somente a d'ville para arrumar a roupa que ela fez e mike esperava mesmo que fosse possível. a cueca do homem-aranha não era algo que ele estava super afim de mostrar por aí hoje. — é que aconteceu um acidente e... — ao olhar para baixo, um tanto quanto envergonhado, mike usou o braço para cobrir os mamilos de fora. — ou melhor, você sabe costurar?
— abertura de parque de diversões na cidade quase mata funcionário da fun zone, entenda o caso. — mike chegou em casa, jogando sua jaqueta vermelha do uniforme no sofá, e apesar da reclamação, ele estava sorrindo. — eu não sei se eu agradeço a falta de movimento ou se eu choro e caio duro no chão de tanto tédio. o parque de diversões pode até ser legal, mas aposto que eles não tem uma máquina de dança, muito menos uma máquina de dança. — apontou para si mesmo nessa última parte, gabando-se por suas habilidades de dançarino, adquiridas graças aos anos e anos de aula de ballet quando ele ainda era patinador, e porque acabaou virando mais uma das paixões de junhoe, a qual ele se dedicava bastante como hobbie. — mas enfim, como estão as coisas, pai? a gente podia pedir uma pizza hoje, né? e jogar videogame! faz tempo que você não perde pra mim nos street fighter. — o beijinho no rosto do mais velho fora unicamente com a intenção de bajular o homem e convencê-lo a comprar a tal pizza. — ou a gente podia só ver um filme juntos e- — interrompeu-se repentinamente porque da mesma forma, um mal estar o invadiu, deixando mike com tontura e a visão turva. sem falar muito - o que era raro -, sentou-se no sofá e tentou focar em um ponto fixo afim de tentar fazer a tontura parar, porém não parecia fazer efeito algum, pelo contrário. — uh, pai… eu não ‘to me sentindo muito bem.
Breu culpava a exaustão que sentia ao uso exaustivo dos seus poderes na manipulação das memórias de Storybrooke, e não pela notícia. Todas as noites, quando qualquer vestígio de luz do sol não mais tocava o mundo, os medonhos escapavam do corpo humano do Rei dos Pesadelos e faziam a festa. Galopando e saltando para cada poça dourada e deixando um rastro negro em seu lugar. E era isso que pensava, o livro aberto sobre o colo sendo passado lentamente sem que ele soubesse qual era seu conteúdo. Joseph previu cada um daqueles passos, desde a bagunça do casaco até a pressão sobre o rosto, o que arrancou um sorriso convencido no rosto iluminado. ( Não adianta, Mikey, comemos pizza ontem. E anteontem, se não me falha a memória. Sua época rebelde da adolescência não passou não? ) Brincou, os dedos passando nos cabelos compridos de um jeito cansado, distraído. A concordância da sugestão o colocou olhando o celular, a aplicativa ligando TV e mostrando as melhores opções de filmes para assistir. ( Um colega meu lançou um filme e eu queria muito que nós víssemos, tudo bem? Você vai gostar, não é nenhum documentário nem- Mike Russo, chantagem emoção não vai adiantar. Bati o martelo dessa vez, nada de pizza. Hoje o jantar é- ) Breu desceu o rosto para esconder o sorriso. Aquele rasgo no rosto que ia de uma orelha a outra na maior demonstração de prazer. Frost tinha perdido sua chance de ganhar a compaixão do Rei dos Pesadelos naquele momento, neve e fumaça desfazendo a relação como o cajado momentaneamente destruído. ( Mike! ) Chamou de novo, se erguendo, o personagem de pai preocupado caindo direitinho na expressão séria. Sobrancelhas franzidas e lábios tencionados. Ajoelhou-se na frente do filho (como essa palavra ainda era engraçada!), as mãos vasculhando sinais da pele; repousando a palma para sentir se tinha febre. ( O que você está sentido? Está doendo em algum lugar? O que você comeu hoje? )
já existiram vezes, sim, que junhoe mentiu que estava doente para não participar de alguma coisa que não gostaria, xomo competições e as vezes até mesmo alguns treinos. não era o melhor ator do mundo, mas conseguia ser manhoso o suficiente para no mínimo convencer alguém que estava mesmo passando mal. agora, entretanto, não era uma dessas vezes; michael sentia-se fraco repentinamente de forma que mal sustentava o próprio peso e toda sua energia parecia estar sendo drenada aos poucos. até pensou em protestar, dizer ao pai que não era mentira e que sentia realmente mal, só que nem isso estava conseguindo fazer. deixou que joseph o examinasse por cima e demorou um pouco para conseguir finalmente responder a pergunta dele. — eu não... não comi direito hoje. — respondeu com a voz manhosa e baixa, tomando a constatação de que mal se alimentou naquele dia como a razão de se sentir tão mal subitamente. fazia sentido, até mesmo para ele que estava acostumado a não comer tanto. talvez foi a bola de neve de vários dias assim... — desculpa. — saiu quase como um sussurro, envergonhado de ter colocado em voz alta algo que tentava ao máximo esconder. levantou o olhar para o mais velho, captando sua expressão preocupada e se sentindo ainda pior; joseph sempre fez tanto por ele, e mike estava devolvendo sendo imprudente e o deixando preocupado. se tivesse aí menos comido um pouquinho a mais para não passar mal, podia evitar essa situação toda. — não é nada... eu vou melhorar logo. só estou cansado. — tentou dizer para disfarçar um pouco a situação.
Personagem: Min Junhoe a.k.a Mike Russo/Jack Frost
Objeto: Cajado
Fale/desenvolva um pouco sobre a importância do objeto para o seu personagem: Aquele pedaço de madeira aleatório que ajudou Jack a salvar a vida de sua irmã mais nova retornou com ele após ser escolhido pelo homem na lua para se tornar o guardião do inverno e da diversão. Apesar de não ser a origem de seus poderes, o cajado ajuda muito Jack a canalizar e direcioná-los, praticamente não conseguindo fazer muita coisa sem o objeto, além do peso e valor emocional.
Localização/onde está escondido: Está sob posse de Joseph/Breu