Lutas que somos obrigados a Lutar
Nem sempre a melhor defesa é o ataque. Nem todas as lutas são travadas com oponentes que a gente quer derrotar, às vezes lutamos contra uma parte de nós mesmos (lutamos contra sentimentos que carregamos verdadeiramente no peito).
E não sabemos exatamente qual é a parte certa ou errada, para poder definir onde atacar e onde se defender.
Algumas lutas acontecem sem que a gente possa prever, Sem ringues, sem regras, sem chance de defesa.
E a gente não quer revidar, mesmo desorientado e sem acreditar ao certo quem nos atacou.
Ficamos ali derrotados, parados sem entender (como alguém que diz que te ama, que diz tem amor eterno, que diz que tem laço eterno foi capaz de tamanha injustiça).
Quando nos damos conta, estamos em meio a uma luta que não queremos lutar, a luta que só pode muito bem ter perdedores e até mesmo um desistente (eu, me recuso a lutar, essa luta sem lógica, sem noção).
É o tipo de luta que a gente evita ao máximo entrar e que quando entramos não tem jeito, apanha pra valer. Sem olho roxo, sem marcas ou testemunhas.
As feridas que ficam são cobertas com sorrisos que a gente estampa no rosto. A gente segue apanhando, justamente pelo fato de não querer bater, porque não queremos revidar, bater de volta em pessoas que você realmente amou e um dia levou no coração.
Nota: A vida não tem roteiro ou fórmula certa.
Erramos, acertamos isto faz parte desta caminhada chamada vida. Se um dia nos encontramos e passamos um tempo juntos É porque a vida quis que fosse assim.
Se hoje não fazemos mais parte um da vida do outro, temos a obrigação de sairmos de cabeça erguida sabendo que fizemos o nosso melhor e se tem algo ainda a ser resolvido, que possamos parar e conversar. E o mínimo que podemos fazer diante desta grandeza chamada vida. Lord Maycon










