no quiero pensar sobre todas las cosas que pase. infelizmente relembrar, sem se maritirizar, é crescer. por muito tempo quis correr da minha dor precoce, do meu choro agudo, queria crescer achando que eu conseguiria segurar as lágrimas e as pontas. ninguém me falou que o campo minado da sociedade me faria desgastar toda energia pulando de quadrado a quadrado procurando o espaço mais confortável longe de ebulições. ninguém me falou que eu sofreria tanto por outros, por mim, pelo que fui, justamente quando clamava pela idade dourada. estou fraca, Miguel. sigo forte, mas estou fragilizada. o choro, agora, se instala no início da garganta esperando para ser atiçado. e essas lágrimas não são cristalinas. elas corroem minhas bochechas. elas incham meus olhos como se eu fosse, junto, explodir.


















