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Em caso de silêncio doce Um cheiro Em caso de silêncio escuro Um brilho Em caso de silêncio louco Um grito Em caso silêncio extremo Um beijo
Edison Botelho
É triste ver-se o homem por dentro: tudo arrumado, cerrado, dobrado como objetos num armário. A alma, não. É triste ver-se o mapa das veias, e esse pequeno mar que faz trabalhar seus rios como por obscuras aldeias indo e vindo, a carregar vida, estranhos escravos. Mas a alma? É triste ver-se a elétrica floresta dos nervos: para estrelas de olhos e lágrimas, para a inquieta brisa da voz, para esses ninhos contorcidos do pensamento. E a alma? É triste ver-se que de repente se imobiliza esse sistema de enigmas, de inexplicado exercício, antes de termos encontrado a alma. Pela alma choramos. Procuramos a alma. Queríamos alma.
Cecília Meireles (via embriague-se-de-poesia)
Cigarro
Eu me escondo através do cigarro, deixo a fumaça persistir por entre meus lábios, e observo minhas dores flutuarem pelo céu.
queria me derramar em alguém e me sentir segura. sem medo, sem incômodo. um abraço, um ombro. sem vergonha, sem máscara. alguém que ouvisse esse silêncio ensurdecedor comigo. alguém que enxergasse além dos meus olhos e ouvisse além das minhas palavras.
Gosta-se, afinal, da própria dor.
Vladímir Maiakóvski. (via embriague-se-de-poesia)
Ling Ling Chen photographed by Grant Thomas for Vogue Italia
1950
Vinicius Gerheim, aquarela sobre papel, 42x29,7cm, 2015.
Frederique Daubal