not a single day goes by that i don't miss you
):
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

祝日 / Permanent Vacation
noise dept.
$LAYYYTER

Kiana Khansmith

❣ Chile in a Photography ❣
will byers stan first human second
i don't do bad sauce passes

PR's Tumblrdome
Keni
Jules of Nature
Misplaced Lens Cap

⁂
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
Sweet Seals For You, Always
Sade Olutola
he wasn't even looking at me and he found me
RMH
Three Goblin Art
Show & Tell

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@moonysomething
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There are wounds that never show on the body that are deeper and more hurtful than anything that bleeds.
Laurell K. Hamilton, Mistral’s Kiss
DON'T YOU LOVE ME ANYMORE?
Lil, nós ficamos na sala comunal jogando conversa fora até não ter ninguém mais por lá. Eu dormi por menos de quatro horas essa noite, e daqui pouco menos de uma hora e meia nos veremos novamente.
Não sei exatamente o motivo, mas me parece que existe algum interesse por trás desse monte de cartas.
REMUS JOHN LUPIN EVANS
EU ME RENDO.
ME RESPONDA, POR QUE VOCÊ ESTÁ ME ENVIANDO BERRADORES? A ESSA HORA. VOCÊ ACORDOU SIRIUS. O SIRIUS. SE EU APARECER COM QUALQUER HEMATOMA AO REDOR DOS OLHOS NO CAFÉ DA MANHÃ, VOCÊ VAI CUIDAR DELE! … Do hematoma, evidentemente. Não do Padfoot.
REEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEMMIEEEEE
ME DEIXA DORMIR, LIL. SÓ MAIS UMA HORA.
REEEEEEEEEEEEEEMUSSSSSSSSSSSSSSSSSS
LILY EVANS LUPIN, SÃO SEIS HORAS DA MANHÃ!!!
Sunshine and chocolate every day — Remus & Alice
Apesar de Transfiguração exigir muito de si, Remus estava aéreo. A Lua Cheia havia tomado o céu há poucos dias, e ele ainda podia sentir resquícios do lobo lutando para se libertar novamente. Ficava inquieto na época pré e pós-transformação. Nervoso, impulsivo e distraído. A aula naquele dia, segundo os seus melhores amigos, era muito fácil. James, Sirius e Peter – como era de se esperar –, conseguiram resolver a tarefa em poucos minutos. Lupin não tinha tanto jeito quanto os amigos, já que não passou mais de três anos estudando incessantemente todos os detalhes da matéria para se tornar um animago ilegal. Apoiou seu queixo na mão, com o cotovelo na mesa, escrevendo tudo o que a Professora McGonagall dizia. Afinal, ele não podia entender a matéria de início, mas isso não queria dizer que ele iria se esconder na sala comunal assim que a aula acabasse para ao menos tentar compreender o que foi dito em aula.
Concretizando seus pensamentos, assim que a Professora anunciou o fim da aula, Remus colocou cuidadosamente seus livros dentro da bolsa que era sempre visto carregando e saiu da sala despedindo-se dos colegas de dizendo que iria estudar. Ainda era relativamente cedo, e o sétimo ano de sua casa tinha o resto do dia livre de qualquer aula. A maioria certamente se espalharia pelo castelo e fora dele. Lupin caminhava em direção ao quadro que protegia a entrada da Gryffindor, ele ainda se sentia um tanto tenso devido sua inquietação. Pensando em coisas aleatórias para se distrair da dor que sofrera dias atrás, percebeu uma presença seguindo-o. Chegava a seu destino, e antes de pronunciar a senha para a mulher que o olhava demonstrando tédio, virou-se.
Era Alice.
Não sabia dizer se era devido à falta que sentia de conversar com a amiga ou simplesmente por ser ela ali, mostrando-lhe as covinhas e os olhos que sorriam com os lábios, mas a retribuição de Remus viera involuntariamente. A matéria pendente perdeu-se no fundo da sua mente, e o setimanista andou até a menina. Ouviu um suspiro vindo do quadro, o qual foi ignorado imediatamente. — Como é possível estarmos no mesmo ano, frequentarmos as mesmas aulas e ficarmos sem nos falar durante tanto tempo? — indagou bem humorado, cruzando os braços sobre o peito. — Parece que não conversamos há anos, Prewett! — completou com uma indignação real. Com as provas finais tão próximas, ele sentia se afastar aos poucos de pessoas que não deveria. Era para ser o contrário. Afinal de contas, aquele era o último ano deles em Hogwarts.
Chasing after stars, I lost the Moon — Remus & Alexia
Havia uma grande história por trás daquele curto apelido.
Moony.
Quem soubesse de sua condição, relacionaria imediatamente a ela, mas ele tinha muito mais a ver com o estado de espírito do gryffindor sempre distraído. Remus não se lembrava de como ele havia surgido. Era como se ele sempre tivesse o pertencido, assim como sentia como se James, Peter e Sirius fossem seus melhores amigos desde a infância. Caminhava fazendo jus à alcunha dada pelos amigos supraditos, com as mãos nos bolsos e uma expressão muito longe de onde realmente estava. Sorria hora ou outra devido a alguma lembrança do jantar do dia anterior ou alguma situação passada naquela manhã.
O frio do início de dezembro começava a apertar anunciando um Inverno rigoroso para as festas do final de 1977. Embora não fosse sua época do ano favorita, o rapaz não se desaminava com o vento gelado batendo em seu rosto enquanto andava pelos corredores de Hogwarts a caminho da biblioteca. O interior do local era aquecido e aconchegante, um lugar que induz os frequentadores a desejar não ter que sair. Estava praticamente vazia, no entanto, com a maioria dos estudantes lendo os livros em suas próprias salas comunais ou dormitórios. Podia viajar entre os livros sem se preocupar em estar demorando demais em escolher ou esbarrar em algum colega de outra casa que o observaria com descontentamento.
Escolheu dois livros, por fim. Nenhum deles relacionado às matérias que estudava. Um falava sobre Astronomia – coisa que tomou gosto com o passar dos anos –, outro sobre Literatura trouxa. Sentou-se a mesa qual era habituado, de frente ao portal e próximo à parede onde se encostou tão confortavelmente quanto estaria em sua própria cama. Havia duas pessoas próximas de sua mesa, uma garota usando um casaco da Hufflepuff e um Slytherin que conhecia de vista por conta de algumas aulas compartilhadas. A menina lia um livro grande e grosso que conhecia quase de cor. Sua expressão era de pura concentração, embora a perna balançando insistentemente e as mãos impacientes bagunçando os cabelos negros denunciassem possíveis dúvidas.
Remus considerou por alguns minutos, se iria ou não oferecer ajuda. Talvez ela não quisesse. Talvez ela não fizesse a menor ideia de quem ele era. Talvez fosse melhor assim. Marcou o livro que abrira enquanto ainda pegava o seu lugar. Decidiu que não custaria nada tentar, portanto se levantou e andou até a mesa vizinha trazendo o livro consigo. — Com licença, posso me sentar aqui? — indagou com um sorriso característico apontando para o banco na frente da representante da casa amarela. Colocou o livro sobre a mesa somente para reforçar que precisava de um lugar para prosseguir com a leitura, ignorando totalmente o fato de ter inúmeros lugares disponíveis ao redor daquele.
Finally, the flesh reflects the madness within
veritaserum: se pudesse mudar algo, o que mudaria?
Não seria um lobisomem.
Eu acho, não tenho muita certeza. Às vezes idealizo uma vida normal, como a dos outros estudantes. Das outras pessoas, que não têm a minha doença. Acredito que as coisas não funcionariam como são agora. James, Sirius, Peter seriam meus melhores amigos? Eles seriam amigos uns dos outros? Eu estaria na Gryffindor? Lily seria minha irmãzinha? Eu teria Florence, Marlene, Doe? Acho que tudo o que aconteceu na minha vida é ligado à minha condição, e sei que não seria completamente feliz se não tivesse nada nem ninguém que citei. E os outros que não foram mencionados. Então isso é só um “se”, que me pertuba às vezes, e me consola outras.
VERITASERUM: Que cheiro tem Amortentia para você?
Não sei dizer ao certo, é uma mistura de muitas coisas. Cheiro de casa, bolo de cenoura com chocolate que mamãe faz, livros antigos, uma jaqueta que papai usava quando e eu era mais novo e… E flores.
Tem um também, que não sei identificar. É o cheiro de um sabor. De um beijo.
Já ouviu um lobo uivando para a lua azul?
Não, eu nunca ouvi. Por que ouviria? Seria um pouco assustador, não acha, ouvir um lobo uivando por aqui. Ou próximo da minha casa. Considerando que são animais que vivem em lugares selvagens. pensando bem, podem haver alguns escondidos na Floresta Proibida. Mas ainda assim, não. Nunca ouvi. No máximo, alguns latidos de vira-latas.
como você faz pra ser tão lindo nhow nhow nhow bbzo
Você está muito enganado, anon. Como alguém como eu pode ser lindo e todas essas outras palavras que não faço ideia do que significam?
Em todo caso, agradeço pelos elogios… Mesmo não fazendo ideia do que seja a maioria deles.
[October, 1977] Paper moon — Marlene & Remus
Cansada. Marlene McKinnon estava cansada. Não só por ter se submetido a um dia inteiro de atividades acadêmicas enfadonhas ou a um treino pesado de quadribol, mas também pela série de acontecimentos recentes que fugiam à curva da normalidade. Seu cansaço não era somente físico, embora desejasse se esconder sob as cobertas naquela noite outonal e acordar quarenta e oito horas depois. O motivo de sentir-se tão indisposta provinha do desgaste mental, o qual, por sua vez, tinha como reflexo a sensação de enfraquecimento do próprio corpo e o pesar constante das pálpebras. Além de cansada, Marlene estava atordoada por não ter sido capaz de atravessar as últimas semanas com seu bom humor irreverente, e até mesmo alguns de seus amigos já haviam notado a mudança no comportamento agitado. Mas ninguém poderia culpa-la, certo? Terrível a impressão de que tudo parecia estar ocorrendo da pior maneira possível nos momentos mais inoportunos. Primeiro: o brotar de um novo sentimento por alguém completamente inadequado e a incapacidade de se afastar, bem como o senso masoquista de querer estar sempre por perto; segundo: uma desnecessária briga fomentada pela raiva de proporções gigantescas, cujas consequências culminaram para que McKinnon entrasse num estado de nervos nada natural à sua personalidade.
Foi este último fator que levou a loira tão tarde da noite à sala da prof. McGonagall, que, com a autorização expressa de Albus Dumbledore, acabou por exonerar a gryffindor do cargo de monitora e, em troca do distintivo, entregou à jovem algumas palavras azedas a respeito do quanto ela havia desonrado a Casa de Godric por ter se portado de modo imaturo e agressivo. McKinnon não viu alternativa senão assentir e, a contragosto, concordar com tudo o que Minerva dizia. Ao final do sermão, ela própria sentia-se envergonhada por ter cedido a uma rivalidade que sequer valia a pena.
Sendo assim, uma Marlene cabisbaixa e dez vezes mais estressada do que antes abandonou o gabinete da professora e seguiu pelos corredores desertos e imersos em penumbra, seus pés traçando automaticamente o percurso até a Torre da Gryffindor enquanto a jovem se dava o trabalho de contabilizar quantos galeões ofereceria pela chance de fazer uma ronda naquela noite. Ao menos ficaria sozinha e teria bastante tempo para refletir sobre absolutamente nada.
Avançou dois lances de escada, dobrou três esquinas e enfim alcançou o corredor do Salão Comunal, começando a rezar para todos os fundadores na esperança de que o espaço restrito aos estudantes da Gryffindor estivesse vazio. No entanto, antes que pudesse dizer a senha à Mulher Gorda, o quadro abriu-se como uma porta e revelou não só o acesso secreto, mas também a figura de um Remus Lupin pronto para iniciar seu dever de monitor. – Remus, hey. – Cumprimentou ao ensaiar um sorriso que, apesar da tentativa sincera, falhou em parecer espontâneo. – Saindo pra ronda? Lucky you. – Um suspiro escapou pelos lábios finos da loira ao mesmo tempo em que ela moveu-se um passo para o lado no intuito de dar passagem ao amigo. – Tive que abdicar do meu posto, sabe, pelo que aconteceu mais cedo.
Remus conseguia compreender Dumbledore. Muitos diziam que o velho mago não era capaz de tomar decisões sem que estas fossem, inicialmente, e no mínimo, insanas. Como promover James a Monitor Chefe. Ou aceitar um Lobisomem em Hogwarts. A escolha para colocá-lo como Monitor em seu quinto ano, na visão do garoto de quinze anos, não parecia muito sadia. Faltaria em muitas rondas, afinal, e isso certamente evidenciaria o que o gryffindor mais gostaria de esconder. Pelo contrário do que havia previsto, aquela escolha somente o aproximou de Lily Evans, fazendo a amizade de ambos se fortalecer. O mesmo acontecia com Marlene McKinnon, que fora selecionada para substituir a ruiva que agora fazia dupla com Potter. As rondas o distraíam e tiravam de foco os próprios problemas, para preocupar-se com os alheios em seu lugar. Problemas normais, problemas que todo adolescente tinha, os únicos que ele deveria ter e estava tendo nas últimas semanas. Pensando de maneira otimista que seria uma boa distração passar aquela noite conversando com sua companheira de monitorias sobre qualquer coisa, como fizeram inúmeras vezes naquele início de ano letivo, buscou pela capa e insígnia que utilizava nas noites de ronda e partiu em direção da saída da sala comunal da sua casa. Estava adiantado.
Ainda que demonstrasse o contrário, não se sentia muito animado em deixar sua zona de conforto aquela noite para supervisionar outros alunos que insistiam em quebrar regras. Suas mãos jaziam escondidas nos bolsos da capa, sendo retiradas dali somente para que pudesse abrir a porta do dormitório. A sala, como já previra, estava cheia de estudantes jogando conversa fora ou estudando alguma disciplina de última hora. Remus desejava fazer companhia a eles, mas o comprometimento com a diretora de sua casa e o título em si nunca o permitiriam deixar o trabalho para que pudesse simplesmente descansar. Honestamente, não precisava descansar, precisava mesmo era de algo que lhe desse ânimo para passar parte da sua noite caminhando por corredores vazios.
Alguém que certamente faria da sua noite algo um pouco mais divertido apareceu através do quadro que estava prestes a ultrapassar, e um fantasma de sorriso passou pela face do licantropo. Era o que precisava. O sorriso não se manteve, contudo, quando percebeu a expressão de Marlene. — Hey — respondeu ao cumprimento franzindo o cenho, com aquela mesma preocupação que sentia quando notava que algum amigo não estava bem. O sorriso da loira era fraco, e antes de perguntar diretamente o que estava acontecendo, fora replicado por uma indagação. — É. Sim. Achei que você também estava — deu de ombros, já prevendo quais seriam as próximas palavras da amiga. Balançou a cabeça para os lados em sinal de negação. Soube do que tinha acontecido entre ela e Amarga Suckerman, mas não imaginava que McKinnon arcaria com as consequências daquele modo. — Isso é ridículo — fez o gesto de negativa, dessa vez com mais veemência e tirou as mãos dos bolsos mais uma vez. — É definitivo, essa sua renuncia? Espero que ela tenha se ferrado, honestamente... — não estava preocupado se teria de fazer a ronda sozinho, ou se teria que voltar mais tarde até verificar todos os locais que os dois passariam rapidamente. A vontade de faltar com seu dever naquela noite, para falar a verdade, havia retornado.
… Você está colocando palavras na minha boca. Eu disse apenas que sou mais divertida que você, é mentira?
Estamos pra lá de perdidos com piadas, um pior que outro. Talvez devêssemos chamar Sirius, ou James, pra aprendermos alguma piada que preste de verdade. Don’t make promisses you can’t keep, Remus. Mostre os pergaminhos! Vou me intrometer em alguma resposta sua e responder minha… mãe de amigo preferida? Não sei definir. Minha quase mãe. Não, aí seríamos quase irmãos e… Né, esquece. Eu também gosto do filho dela, muito mais que você, aposto. Senhora Goldstein sente falta de você lá em casa. Sim, isso é um convite bem claro.
Acredito que nada vá atrapalhar. Digo, somos amigos há seis anos, o máximo que vai acontecer é voltarmos pra isso. Sim, vamos tentar. For real. Só precisamos fazer alguns acordos antes. Qualquer coisa que te incomode, você tem obrigação de me falar pra conversarmos. Nada de guardar pra si mesmo porque não dá certo, como já vimos.
Digamos que você seja a mais engraçadinha. Assim eu posso até concordar.
Você tem certeza que quer a ajuda deles? Sério? Veja bem, a maioria dessas minhas piadas terríveis foram inspiradas por algumas (piores ainda, diga-se de passagem) deles. Se estou prometendo, é porque irei cumprir. Give me a little faith. Mostrarei! Se quiser, você pode até redigir todas elas. Sempre recebo broncas por "não escrever uma frase sequer que seja entendível". Acho que minha mãe gostaria que eu tivesse a letra igual a de uma garota. Um pouco de cada um desses termos que você usou? Ou então, só Hope mesmo. Eu duvido que goste dele mais do que eu, Florence, me perdoe. Eu gosto bastante, muito. Convite aceito, sem pensar duas vezes. Sonho com os doces que ela me deu antes de ir embora até hoje. E não, não é por interesse, como a mocinha deve estar pensando.
Meu grande receio em ir para frente com isso era algo mudar. Se você me garante que mesmo que tudo dê errado, você ainda conseguirá ser a mesma de sempre... Sem estranhezas ou qualquer coisa que aconteça quando as coisas não dão certo, então tudo bem. Acordos. Eu não queria quebrar a conversa séria ou desviar do assunto, mas... Você não está pensando em me chantagear. Está, Godstein? Espero que não. Falando sério agora, acho que nós dois aprendemos a lição por essas semanas. Da minha parte, será tudo claro entre nós. Eu prometo.
Do jeito que sou desastrada, bem capaz de errar o feitiço mais simples de todos. Você cuida da mágica eu cuido da animação que, convenhamos, sou muito melhor que você.
Mas eu sou sua melhor amiga! Não tem isso de cavaleiro e blá blá blá, tem que ser sincero e dizer quando a piada da amiga foi péssima. Tipo eu, que agora vou confessar que só ri da sua carta na manga porque foi tão ruim que foi engraçada. Ela pergunta? Jura? Aww. Se esse filho dela não fosse tão relapso e me convidasse mais vezes… Espero mesmo que esses planos que você disse sejam verdade. Olha, sobre isso de trocar, tenho certeza que minha mãe também me trocaria por você sem pensar duas vezes.
Não, não, não. Você não faz ideia mesmo, não é, Remus Lupin? O que eu mais quero é tentar. Não é possível que não tenha percebido, Marley diz que praticamente está escrito na minha testa que eu estou ap—- Digo, que gosto muito de você, mais que amigo.
Você está dizendo que não sou divertido, Florence Goldstein? Mentira deslavada, um grande absurdo. Estou verdadeiramente chocado com essas suas palavras indiretas.
Mas é claro que tem! Mas você tem razão. Como melhor amigo, é meu dever te provocar mesmo que não haja necessidade. Então, para o bem da nossa amizade, serei obrigado a dizer que sua piada foi tão ruim quanto a minha. Sabe o que isso significa? Que estamos perdidos. Significa também que precisamos de algumas aulas de graça com alguém. Tem alguma ideia? Providenciarei isso, eu prometo. Pergunta. Todas as vezes. Vou te mostrar alguns pergaminhos para você, depois. Ainda não sei como ela não te escreveu... É sério. Eu gosto do filho dela, não fale assim dele, poxa. São planos reais, que em breve serão colocados em prática. Não duvide de mim, Flor. Senhora Goldstein, eu sinto falta de falar com ela também.
Oh... Sim, ok. Huh. ... Acho que essa é uma boa oportunidade. Para tentarmos, você sabe. Não vejo nada que atrapalhe ou contribua para dar errado. Quer dizer, Merlin, existem muitas coisas, mas não quero ficar com medo do que pode acontecer. Ahn, então vamos tentar? For real?
Eu poderia ser sua assistente. Nesse universe paralelo em que largaríamos Hogwarts para fazer mágica falsa que não é de fato falsa.
A minha foi pior que a sua, admita também. Uma flor… Isso me traz lembranças. Enfim. Falando em senhora Hope Lupin, diga que sinto falta dela! E mande-a dar um puxão de orelhas no filho que não me convidou mais para ir lá.
Não quero estragar o momento, mas… Preciso perguntar. Não vai ficar estranho comigo de novo, não é? Nem… Pedir que eu esqueça que aconteceu.
Hmmm, estou começando a ver as vantagens de ser um mágico mágico. Você poderia até fazer algumas mágicas também, tenho certeza que surpreenderia a todos.
De jeito nenhum. E mesmo se fosse, eu não poderia admitir. Eu sou um cavalheiro, devo me portar como tal. A mim também. A propósito, acho que ela combina muito com aquela cartola. Às vezes eu me pergunto se minha mãe me trocaria por você, se ela tivesse oportunidade. Na maioria das corujas que recebo dela, ela me pergunta sobre você. Pode deixar que vou dizer na próxima vez que nos falarmos. Sobre esse filho dela, no entanto, não posso fazer muita coisa a respeito. Ele tinha alguns planos para mudar isso, eu soube.
... Não, Flor, é claro que não. Achei que tivesse ficado claro naquela noite. Eu nunca pedi para que você se esquecesse do nosso primeiro beijo, e a minha intenção quando te procurei na festa era... Tentar. Vou entender se você quiser esquecer, ou desistir, mas eu tomei minha decisão.