é apenas SAGE MORTIMER, ela é filha de APOLO do chalé 7 e tem 24 ANOS. a tv hefesto informa no guia de programação que ela está no NÍVEL III por estar no acampamento há 12 ANOS, sabia? e se lá estiver certo, sage é bastante ESPONTÂNEA mas também dizem que ela é EGOÍSTA. mas você sabe como hefesto é, sempre inventando fake news pra atrair audiência.
♡ under the read more : about her .
♡ 𝐓𝐑𝐈𝐕𝐈𝐀 !
Gostos : Música (o gênero preferido é indie rock), yoga, arco-e-flecha, fashion, maquiagem.
Desgostos : Barulho excessivo, armas corpo a corpo, lugares escuros, aranhas e insetos no geral.
Sexualidade : Bissexual birromântica.
Altura : 1,63.
Tatuagens : Não possui tatuagens.
Piercings : Possui apenas nas orelhas, tendo no daith, tragus e conch, além dos dois furos em cada lóbulo.
Estilo : Geralmente é vista usando roupas claras e leves, sem um visual muito marcante em primeiro lugar. Sempre preza com roupas mais do estilo romântico ou light academia.
♡ 𝐖𝐄𝐀𝐏𝐎𝐍 !
Como praticamente todo filho de Apolo, Sage tem como arma favorita e mais utilizada o arco-e-flecha. Por conta das amizades desenvolvidas durante a estadia no Acampamento Meio-Sangue, Sage conseguiu com que tivesse um arco enfeitiçado no qual permite que as flechas atiradas através dele, em contato com a pele do oponente, façam um ferimento difícil de ser estacado.
♡ 𝐏𝐎𝐖𝐄𝐑S !
Cura musical. A música de Sage contém propriedades regenerativas, que fazem com que esteja constantemente curada e com ótima saúde. Quando canta ou toca próximo a um indivíduo, Sage consegue estimular o processo de cura do receptor, assim como conceder temporariamente a regeneração, se for um ferimento consideravelmente pequeno. Atualmente, consegue fazer o poder fluir através de instrumentos musicais também, que produz a cura com as notas.
Música hipnótica. Apelidada carinhosamente por Sage como canto da sereia, a mulher pode usar a música para afetar ou influenciar diretamente a mente de outras pessoas de acordo com seus comandos. Ainda está tentando aperfeiçoar a habilidade, principalmente porque impacta diretamente no poder relacionada à cura, então está aprendendo a diferenciar as sensações que ambos trazem para que seja mais precisa. Não sabia da existência dela até uma missão, quando acabou hipnotizando um dos monstros que estavam atacando-a e aos companheiros. Atualmente, utiliza na enfermaria para acalmar pacientes que demonstram certa resistência à cura ou que estão muito agitados fisicamente para que consiga focar nas ondas sonoras curativas.
♡ 𝐁𝐀𝐂𝐊𝐆𝐑𝐎𝐔𝐍𝐃 !
A mãe de Sage não era nem um pouco tola: quando conheceu Apolo, sabia exatamente quem era o homem. Uma cantora famosa, que tinha tudo para dar certo, mas estava tão terrivelmente destruída pelo anúncio da sua doença degenerativa que não conseguia sequer sair da cama. Quando foi afogar-se na bebida em um bar, conheceu o deus, por quem desejou ter por apenas uma noite. O fruto foi a menina de pulmões fortes com um destino traçado a ser uma música futuramente. O casamento com um político, no entanto, foi o que fez com que tudo desse errado.
Briga e discussões foram tudo que Sage conheceu durante a infância. O mundo dela era devastado por pais que não sabiam manter a própria criança fora do casamento fracassado que tinham construído ao longo dos anos e, obviamente, o pai odiava a menina que parecia uma constante lembrança que eles não davam certo. Uma filha que não fazia parte do casamento perfeito do governador do estado era algo que não caberia para a campanha, então obviamente esconderam o que tinha ocorrido e decretaram a menina como resultado do amor deles. Mesmo que tentasse muito conseguir um pouco de afeto dos genitores, eles pareciam mais obstinados a destruir ao outro do que cuidar dela. Assim, mesmo que tivesse tudo que pedisse em sua vida, não tinha amor e carinho por parte daqueles que criavam ela.
Os anos se passaram e a doença da mãe apenas se tornava pior. Haviam dias que mal conseguia sair da cama, isso até Sage começar a cantar para ela, o que fez com que o processo da cura tomasse outro rumo. No outro dia, a genitora já estava de pé, sentindo-se muito melhor. Assim, foi mantida em casa por quase um ano, sendo obrigada a cantar constantemente para que, supostamente, desse mais um suspiro de vida à mulher que não fazia questão da presença da filha. Era apenas um objeto a ser usado, um poder para ajudar a pobre mãe que sofria em seu leito, mas, assim que cantasse, deveria retornar para o quarto e não incomodar os pais. Depois de um tempo, obviamente não havia mais doença, mas ainda sim tinha que ficar cantando pois a voz curativa de Sage fazia com que os cabelos alheios ficassem mais brilhantes, a pele mais bonita e os olhos mais brilhantes, algo que a mulher ansiava constantemente.
Assim que entrou na escola, aprendeu cedo demais o poder que a família Mortimer tinha, o que subiu na cabeça dela. Se não seria querida em casa, com certeza buscava o afeto entre os colegas, que adoravam estar na presença de alguém tão grande. Não era a melhor estudante, principalmente em decorrência da dislexia, mas não precisava daquilo para passar. Até mesmo os professores temiam falar algo contra ela e, subitamente, serem desligados dos seus cargos — uma vez até tentaram e, bem… O professor teve que mudar de estado, pois nenhuma outra escola aceitava ele. Muitos achavam muito surpreendente como Sage era boa em esportes, mesmo que fosse terrível em qualquer outra área. Nunca estava doente, então não pegava qualquer tipo de resfriado ou doença comum que as outras crianças tinham em sua idade.
Aos 11 anos, a vida de Sage tornava-se ainda mais turbulenta. De vez em quando, o barulho da casa dos Mortimer era tão alto que os vizinhos chamavam a polícia, mas sempre recepcionavam eles com um sorriso nos lábios, falando que era a televisão. Tudo pela imagem perfeita, afinal ele desejava a reeleição, certo? Foi quando conheceu uma pessoa que parecia escutá-la realmente a respeito dos problemas e se tornou um amigo próximo naquele momento de dor.
Quando foi levada ao Acampamento Meio-Sangue, a verdade foi revelada, o que a mãe não concordava nenhum pouco. Quase todo final do verão, a mãe praticamente obrigava a garota a ficar vários dias presa no quarto, cantando para que a juventude e jovialidade voltassem. Já fazia algum tempo que a doença tinha sido curada, mas não era só isso que a mãe desejava, certo? Ela desejava o que o egoísmo e vaidade dela berravam que tivesse. Demorou cerca de dois anos para que Sage decidisse simplesmente não voltar mais para casa, apesar dos protestos da mãe. Não havia mais espaço para ela naquela realidade, uma vez que mal tinha amigos verdadeiros por conta das limitações que tinha no dia-a-dia por conta dos anseios dos pais.












