Não escondas de mim o teu rosto no dia da minha angústia; inclina para mim os teus ouvidos; no dia em que eu clamar, me ouve depressa, pois os meus dias se desvanecem como fumaça, e os meus ossos ardem como um tição. O meu coração está ferido e seco como a erva, pelo que até me esqueço de comer o meu pão, por causa do meu doloroso gemer, os meus ossos se apegam à minha carne. Sou semelhante ao pelicano no deserto; cheguei a ser como a coruja das ruínas... Vigio, e me tornei como um passarinho solitário no telhado. #Sl102














