Os nossos serviços abordam o mundo das noticias e informativos sobre riscos e investimentos. Analisamos e propomos alternativas e aconselhamentos nas respectivas áreas.
Empresa de rastreamento divulga ranking de modelos mais roubados segundo a sua base de clientes
A Carsystem, empresa líder em rastreamento veicular, divulga o ranking dos carros mais roubados no primeiro semestre de 2021. Com o aumento da circulação de pessoas após a fase mais aguda da pandemia, as ocorrências de roubos e furtos cresceram 15% no período em relação ao ano passado, com 1.600 chamados.
Mas, quais foram os carros que lideraram o índice de roubo da Carsystem?
O Ford Ka foi o líder entre os chamados de roubo. Mesmo fora de linha desde janeiro com o fechamento da fábrica da Ford, o Ka foi um dos carros mais vendidos do país durante os últimos anos. O segundo carro mais roubado foi o Chevrolet Onix, que foi líder de vendas por seis anos consecutivos e também está na mira dos ladrões de veículos. O terceiro colocado foi o Renault Sandero, seguido pelo Volkswagen Gol e o Hyundai HB20.
No índice de furtos do primeiro semestre, o ranking foi bem parecido tendo o Chevrolet Onix na liderança, seguido pelo Ford Ka, Volkswagen Gol e depois o Voyage, Renault Sandero e Hyundai HB20.
Horários de maior ocorrência
Os acionamentos da Carsystem por ocorrência de roubo ou furto ocorrem geralmente das 19h às 22h. Além do aumento de roubos em 5%, as ações de ladrões de cargas cresceram 10% no semestre. Com o aumento do número de entregas por empresas de logística e e-commerce, os roubos de utilitários como VUCs, vans e minivans subiram de forma desproporcional no período.
Em São Paulo, zona leste é a mais perigosa
Segundo o ranking da empresa, a região com maior ocorrência de roubos e furtos vem da zona leste da cidade com 37% dos chamados e 339 solicitações de bloqueio. A zona sul foi responsável por 26% com 242 chamadas. Da zona oeste vieram 179 chamadas que correspondem a 20% do total, a zona norte teve 97 chamados com 11% do total e a região central da cidade, registrou 60 chamados, sendo 7% do total.
Manter uma Vida financeira estável pode até parecer magia, principalmente em um país onde recebemos pouquíssima educação financeira, como no Brasil. Mas essa é uma missão que, apesar de bem desafiadora, não tem nada a ver com mágica e, sim, com planejamento financeiro. Separamos os primeiros passos dessa jornada que podem ajudar a alcançar a disciplina a longo prazo.
Anote todos para fazer uma checagem geral nas suas finanças pessoais e começar o novo ano de um jeito diferente!
Organize suas despesas
Todos nós temos contas mensais fixas, como aluguel ou parcela de um imóvel, água luz, internet ou celular. Faça uma planilha para descobrir quanto, de fato, elas custam no fim do mês. Nos serviços que forem possíveis, pesquise qual operadora vale mais a pena e se o seu pacote mensal realmente contempla suas necessidades. Isso faz toda a diferença!
Não se esqueça, também, de sempre pagar suas contas em dia, se possível. Por mais que os juros pareçam pequenos, se analisados individualmente, ao longo do tempo eles representam um montante que não foi usado em seu benefício. É literalmente dinheiro jogado fora! Para isso, coloque suas contas em débito automático ou agende alarmes no seu calendário que relembrem seus compromissos financeiros.
Ah, sabe aquele chocolatinho com café diário? Calcule o quanto você gasta nessas pequenas despesas também. Elas podem parecer insignificantes diariamente, mas se você está querendo poupar, todo gasto conta no fim do mês! Não estamos falando para você cortar esses pequenos presentes para si mesmo, mas, sim, entender o quanto isso representa no seu orçamento para fazer escolhas conscientes.
Contrate um Seguro de Vida
Depois de organizar suas finanças e, de preferência, fazer uma reserva de emergência, pense em toda a Segurança e estabilidade que um Seguro de Vida pode trazer. Não estamos falando apenas do valor da indenização em caso de falecimento ou doença – um ponto do Seguro que ninguém quer aproveitar -, mas, também, da tranquilidade de viver sabendo que o seu negócio e a sua família estarão sempre amparados.
Além disso, o Seguro de Vida é uma solução que pode auxiliar você durante o contrato vigente e não apenas no fim dele, por meio das Assistências – que incluem desde a sua saúde até a sua casa e automóvel. Com certeza, este é um produto que você pode contratar sem medo!
Escolha seus beneficiários
Depois de escolher o seu Seguro, é a hora de escolher quem serão seus beneficiários. Sabemos que essa escolha pode ser difícil, mas é importante pensar em quem você gostaria de apoiar financeiramente, mesmo se você não estiver mais por aqui. A sua falta afetará o sustento dessa pessoa? Qual o percentual de dependência financeira dessa pessoa com você? Existem outros dependentes financeiros da sua renda? Essas são algumas perguntas essenciais para fazer dessa uma escolha acertada.
Depois dessa decisão, não se esqueça de avisar aos seus beneficiários sobre sua contratação. A apólice é um Seguro efetivo apenas se for conhecido, afinal, em caso da necessidade de uso, não será você quem irá acioná-lo. Ela precisa ser de conhecimento de sua família.
Depois desse artigo, deu para entender que disciplina financeira é muito mais do que uma planilha. É um conjunto de ações que você pode tomar para ter uma vida mais estável, Segura e confortável. Gostou das dicas? Então, fique de olho aqui no blog para não perder nenhuma.
Como saber se seu celular está sendo rastreado e se proteger contra spywares
Os especialistas costumam dizer que o usuário sempre é a ponta mais fraca da segurança digital. Por mais que sistemas de proteção e atualizações estejam ativadas e funcionando, basta um clique errado ou uma mentira bem contada para que o comprometimento aconteça. E isso vale principalmente para os smartphones, que estão conosco o tempo todo e fazem parte da nossa vida cotidiana.
São eles o principal alvo da maioria dos malwares voltados para o usuário comum. Na busca por dados pessoais, bancários e ganhos financeiros, os criminosos fazem de tudo para contaminar nossos aparelhos e isso se torna uma verdade ainda maior quando falamos em spywares, que podem ser colocados em ação não apenas pelos bandidos, mas também por pessoas em quem confiamos.
Felizmente, por mais que tais malwares trabalhem ativamente em técnicas de ofuscação para se manterem escondidos, pequenos sinais podem indicar a presença de uma praga desse tipo no celular. Aqui, o Canaltech indica alguns elementos que você deve prestar atenção para saber se seu smartphone está sendo rastreado.
Bateria, lentidão, aquecimento e uso de dados
Os aplicativos maliciosos são softwares como qualquer outro, rodando em seu celular e compartilhando os mesmos recursos que as outras aplicações disponíveis nele. Pior, muitos deles precisam estar funcionando o tempo todo, o que acaba gerando maior utilização do hardware.
Começou a sentir seu smartphone lento ou, de repente, notou que a bateria passou a durar bem menos do que deveria, ambos sem motivo aparente? Pode ser que alguma atividade estranha, que não existia antes, esteja acontecendo em seu smartphone. O mesmo também vale para possíveis aquecimentos, já que, com a necessidade de desempenho adicional, processador e outros componentes internos têm de trabalhar dobrado.
Da mesma forma, as informações resultantes de um possível rastreamento precisam ser enviadas para algum lugar. No caso de malwares que roubam dados, elas são mandadas para servidores sob o controle dos hackers, enquanto em uma vigilância mais pessoal o smartphone de alguém pode ser esse destinatário. Novamente, tais ações vão compartilhar os mesmos recursos que as atividades normais do smartphone.
Caso desconfie de um rastreamento ou que um spyware foi instalado em seu aparelho, vale a pena acompanhar os gráficos de consumo de dados e comparar um dia de utilização normal, após um incidente, com outro semelhante anterior a ele. Os números não vão mentir, e caso note um grande fluxo adicional de uso da rede, esse pode ser um sinal de que seu aparelho está comprometido.
Aplicativos em segundo plano
Identificar a existência de um malware desse tipo instalado no celular, entretanto, pode não ser uma tarefa tão simples. Afinal de contas, tais softwares carregam em sua essência a necessidade de passarem despercebidos e podem não surgir no menu de aplicativos comuns do smartphone.
Vale a pena dar uma olhada na lista em busca de soluções novas, desconhecidas e suspeitas, que o usuário não se lembra de ter instalado? Claro, mas a ausência desse tipo de app nem sempre implica em segurança, já que as soluções maliciosas podem funcionar nos bastidores do sistema operacional.
No Android, então, vale a pena dar uma olhada no gerenciador de aplicativos, que pode ser encontrado no menu de configurações do aparelho, em uma opção própria ou dentro de um segundo menu, chamado apenas de “Aplicativos”. Nele, você verá não apenas a lista de softwares instalados ou baixados, mas também aqueles que estão rodando no momento em que a lista é visualizada.
É comum que os apps continuem funcionando mesmo fechados, por isso não se surpreenda ao ver nomes como WhatsApp, Gmail ou outros por lá. Entretanto, desconfie de aplicações estranhas e faça uma pesquisa rápida para entender se aquele nome que despertou sua suspeita realmente a merece ou se trata de um recurso comum do sistema operacional.
Como se manter seguro?
Ao identificar a presença de um spyware no aparelho, a primeira medida — depois de tentar uma desinstalação, claro — é interromper o uso do dispositivo, principalmente de softwares bancários, mensageiros ou que trafeguem informações sensíveis. Realize o backup de seus arquivos importantes (uma dica que vale para antes mesmo dos problemas acontecerem) e tente realizar verificações de segurança com aplicativos antivírus como último recurso.
Caso ainda assim a praga continue ativa no celular, resetar o dispositivo para as configurações de fábrica pode ser necessário. O processo fará com que o smartphone seja revertido a seu estado de novo, com sistema operacional reinstalado e os arquivos padrões da plataforma em seus devidos lugares, sem soluções de terceiros que possam levar a problemas de segurança.
Por fim, troque senhas de redes sociais, internet banking e outros sistemas financeiros, e-mails e demais serviços importantes. Elas podem ter sido obtidas por meio dos spywares e keyloggers e serem utilizadas para invasão de contas, roubo de dados e aplicação de novos golpes.
No caso de aplicativos instalados diretamente no aparelho, outra boa dica é sempre utilizar a autenticação por senha ou biometria no smartphone, que não deve ser deixado desatendido com a tela desbloqueada. Tome cuidado com quem você deixa seu aparelho e, caso sinta que tem motivos para desconfiar mesmo de alguém próximo, mantenha o dispositivo em seu poder o tempo todo.
Para evitar ser vítima de um ataque desse tipo, o ideal é ficar atento e não clicar em links suspeitos que cheguem por e-mail, WhatsApp ou outros mensageiros. Desconfie de promoções mirabolantes e ofertas que pareçam boas demais para serem verdade e jamais instale aplicativos ou conceda permissões a partir destas fontes. Vale a pena, ainda, evitar o download de softwares fora das lojas oficiais do seu sistema operacional e fabricante.
Na última sexta-feira, 31 de maio, foi celebrado o Dia Mundial Sem Tabaco. Como já é notório e reforçado incessantemente, o cigarro provoca uma série de malefícios à saúde, que variam desde problemas cardíacos e respiratórios ao aumento da probabilidade de desenvolvimento de cânceres de pulmão e boca, por exemplo. Por isso, as orientações na área odontológica têm conquistado cada vez mais espaço e credibilidade para aqueles que querem largar o vício do cigarro.
Isso porque são diversos os aspectos que envolvem a relação entre a saúde bucal e os malefícios do cigarro. O primeiro deles é um dos mais percebidos e valorizados: o fator estético. O fumo é responsável por causar manchas nos dentes que não saem na escovação. Nesse caso, é necessária a intervenção de um cirurgião-dentista para removê-las.
O mau hálito provocado por milhares de substâncias presentes no cigarro também é uma preocupação de quem procura os profissionais de odontologia. Além disso, a mucosa bucal também sofre alterações devido ao hábito de fumar, o que aumentam as chances de desenvolvimento de uma doença periodontal, que afeta desde a gengiva até o osso que envolve e suporta o dente. Quando isso ocorre, o tecido de sustentação dos dentes, a gengiva, o osso alveolar e o ligamento periodontal ficam vulneráveis às substâncias venenosas liberadas pelo cigarro, tendo como consequências as perdas dentárias.
Esses exemplos reforçam a importância dos profissionais de odontologia no processo de abandono do vício do cigarro, e, consequentemente, dos planos de seguro, não só entre pessoas físicas, mas também entre as empresas que podem oferecer o benefício aos seus funcionários. Esse tipo de investimento tem apresentado resultados significativos, contribuindo para a melhoria da saúde bucal da população.
As operadoras têm se empenhado cada vez mais no desenvolvimento de soluções para diferentes perfis de empresas. Isso porque é de conhecimento das companhias que a assistência odontológica é um benefício cada vez mais valorizado e que contribui para atrair e manter profissionais de talento nas organizações.
Oferecer ao paciente a possibilidade de livre escolha do profissional que irá atendê-lo em uma ampla rede credenciada também se mostra uma iniciativa bem-sucedida, uma vez que a relação dentista-paciente deve ser, acima de tudo, baseada na confiança. Desenvolver a sensibilidade de respeitar a preferência de seus beneficiários e oferecer os mais diferentes perfis a eles são passos importantes de sucesso para as operadoras no mercado.
A odontologia tem muito a contribuir na luta contra o tabagismo e os seguros ganham cada vez mais seu papel de destaque no oferecimento desse serviço. Com a conscientização da importância desse profissional e do papel colaborativo dos planos odontológicos na sociedade, a tendência é de resultados cada vez mais animadores no combate ao tabaco.
ONTE
Dra. Jane Christina Tonani, Cirurgiã-dentista do Porto Seguro e Mestre em Clínica Integrada pela Faculdade de Odontologia da USP ? FOUSP.
Pense que há pessoas colocando a vida em risco em nome do nosso bem-estar.
Já não dá para negar. As coisas estão complicadas. Está difícil em Portugal e também está começando a complicar no Brasil. Surtar não adianta. Mas fingir que nada está acontecendo também não. Viver em sociedade nos traz muitos ganhos mas, ao mesmo tempo, requer, por vezes, alguns sacrifícios. Por isso mesmo, talvez esse pequeno manual possa ser útil. Vamos lá.
Não seja um dos “machões do coronavírus”. Não diga que todo mundo está louco e que você é o grande sensato-corajoso-que-não-tem-medo-de-nada, que nunca usará máscaras e que, se pudesse, estaria agora em Milão comendo uma carbonara. Não minimize a gravidade de situação. Respeite esse momento delicado.
Não surte. Não se torne monotemático. Não passe horas e horas atrás de notícias, jornais, desgraças. Se mantenha informado na medida do necessário. Mas não se torture, não crie seu próprio pânico, nem crie pânico nos que te cercam.
Não seja egoísta. Não esvazie prateleiras de supermercado. Não ache que a sua família importa mais do que as outras. Pense que há mais crianças, mais idosos, mais pessoas doentes. Pare de olhar apenas para o seu próprio umbigo. Todos temos bom senso, mas nem todos fazem uso dele.
Não seja um fanfarrão. Se suas aulas ou trabalho foram suspensos, não encare isso como férias. Não lote praias, transportes, shopping centers, festas. Entenda que quando você se coloca em risco, você coloca todo mundo em risco.
Aceite que vai ser uma fase difícil. Ninguém gosta de mudar os planos, de ficar fechado em casa, de cancelar viagens, de perder dias de sol na praia. Tem que ser uma fase de sacrifícios de todos em nome do bem coletivo. Nem sempre a vida é como a gente queria que fosse.
Não repasse informação questionável. Avalie os conteúdos. Quem escreveu aquilo? Tem certeza? É uma fonte segura? Não faz muito sentido acreditar que o chá de cidreira, erva doce ou menta resolve todo o problema. Basta pensar um pouquinho. Confie nas informações dos ministérios, das OMS, dos jornais sérios, não em qualquer bobagem que chega via whatsapp.
Não crie pânico nas crianças. Elas são sensíveis e têm tanto medo quando a gente (ou mais). Diga as coisas de forma leve, porém eficaz. Ensine-os a lavarem bem as mãos e a se protegerem, mas não use o vírus como ameaça. Poupe os pequenos, sempre que possível.
Entenda que suas atitudes refletem na vida dos outros. No Direito, há um princípio chamado “supremacia do interesse público sobre o privado”. Nesse momento, o coletivo importa mais do que o individual. Suas vontades têm que estar em segundo plano. Se você ficar doente, você representará um custo ao Estado, você ocupará um leito de hospital, você poderá contaminar outras pessoas. Não se trata de “ah, se eu pegar a doença tudo bem, sou saudável, não devo morrer”. A coisa vai muito além de você.
Pense nos médicos, nos enfermeiros, nos profissionais da área da saúde. Você não acha que eles preferiam estar em casa, em vez de se sujeitarem aos riscos de contaminação? Antes de decidir ir ao estádio, às discotecas, às igrejas ou a qualquer local de risco desnecessário, lembre-se deles. Pense que há pessoas colocando a vida em risco em nome do nosso bem-estar. E se você não for capaz de relativizar suas vontades mesmo assim, saiba que você é um raio de um egoísta.
Dê suporte aos outros. Ligue aos seus amigos. Pergunte se sua vizinha idosa precisa de algo. Sugira alterações na rotinas dos seus pais e avós. Obedeça às diretrizes. Lave as mãos direito e com frequência. Cubra a boca para tossir. Evite aglomerações. Faça alguns sacrifícios. Demonstre seu afeto com a sua generosidade e não com seus beijos e abraços. Respeite o outro. Não pode ser tão difícil assim. Se não formos completos idiotas, talvez dê tudo certo.
Serviço público contra a doença
Tem dúvidas sobre o novo coronavírus? Um grupo de especialistas da NOVA Medical School responde às suas perguntas. Coloque a sua questão através deste formulário.
Durante o surto do coronavírus os artigos sobre a crise serão acessíveis a assinantes e não assinantes para responder à procura de informação qualificada e séria num tempo de grandes incertezas.
Cuidados que devemos ter ao sair de Férias (feriados ou até mesmo um simples final de semana).
Férias, feriados ou até mesmo um simples final de semana são dias aguardados por aqueles que gostam de arrumar as malas e colocar o pé na estrada. Mas, voltar para casa depois de uma viagem, é ainda melhor. Para evitar surpresas desagradáveis, é recomendado que os turistas de plantão tomem alguns cuidados em casa antes de se aventurar nas férias.
A aparência não engana O mais importante é cuidar para que a residência não aparente estar vazia. Suspender a assinatura de jornais e revistas ou até alterar o endereço de entrega é uma ótima opção, afinal a pilha que se formará na porta é um indicativo de que não há ninguém na casa. O senso comum é que pode ser mais seguro deixar uma luz acesa enquanto está ausente. No entanto, essa ação faz justamente o contrário, atraindo a atenção de invasores. Se possível, o ideal é instalar alarmes e sistemas de monitoramento, com a consultoria de uma empresa especializada em segurança eletrônica.
Desligue tudo Independentemente do período em que os viajantes fiquem longe de casa, é importantíssimo tirar aparelhos eletrônicos da tomada, desligar o registro de água e o fornecimento de gás. Com esses simples cuidados, grandes problemas podem ser evitados caso aconteçam picos de energia ou mesmo a interrupção não programada deste serviço, por exemplo.
Animais de estimação Caso opte por não levar seu pet, a solução é providenciar um hotel para animais de estimação. Ou mesmo combinar com um familiar ou conhecido para que cuide dele durante o seu período de ausência.
Itens de valor Papéis importantes, joias e os demais itens de valor devem estar em lugares seguros - como cofres - ou deixados sobre a custódia de instituições financeiras.
Seguro Residencial Verifique previamente se o seu seguro residencial está vigente e o que está incluído na cobertura. É importante se prevenir para manter-se livre de dores de cabeça e em caso de incidente, a primeira atitude é acionar a seguradora e, caso seja necessário, as autoridades locais.
*Mônica Pessoa é diretora Comercial e Marketing da X empresa Assistance Brasil
Investir em previdência privada neste fim de ano garante dedução das contribuições no IR 2020
Mais um ano está chegando ao fim e aderir a um plano de previdência privada nesta época é o primeiro passo para garantir um futuro tranquilo. Quem já investe nesta ferramenta pode aproveitar os dois últimos meses de 2019 e destinar o 13º salário, a PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e os bônus recebidos no período para realizar aportes extras.
“Investir esse dinheiro extra em previdência privada aumenta a reserva financeira futura e também traz benefícios em curto prazo. Ao realizar os aportes até dezembro, o participante consegue deduzir suas contribuições já na próxima declaração do IR”, explica F. Pasquarelli, diretora de Vida, Previdência e Investimentos da seguradora X.
O incentivo fiscal na previdência privada é exclusivo na modalidade PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e permite deduzir as contribuições e aportes feitos ao plano em até 12% da renda bruta anual do participante. Trata-se de um adiamento, pois a cobrança do imposto de renda ocorrerá no final, no recebimento do benefício, ou em caso de resgate. A vantagem é que além de pagar menos ou restituir mais IR enquanto investe, o cliente pode reaplicar o dinheiro e aumentar ainda mais sua reserva futura.
A outra vantagem da previdência privada é poder alcançar uma alíquota de IR de 10% sobre o dinheiro resgatado ou sobre o benefício recebido. Para isso, basta escolher o regime tributável que adota a tabela regressiva de alíquotas do IR na hora de contratar o plano. Nesse regime, indicado para quem vai deixar o dinheiro investido no longo prazo, o percentual do imposto sobre cada contribuição chega a 10% após 10 anos de investimento.
Já para quem declara no modelo simplificado, a melhor opção é a modalidade VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). Embora essa opção não seja dedutível do imposto de renda, a tributação feita no momento do recebimento do benefício será apenas sobre o rendimento ao longo do tempo e não sobre o valor total acumulado, como ocorre na modalidade PGBL. Ainda assim, aproveitar algum dinheiro extra de fim de ano para fazer um aporte é sempre uma boa forma de aplicar seu dinheiro.
É claro que quanto mais cedo você planejar o seu futuro, menor será sua contribuição mensal no plano de previdência privada. Entretanto, pessoas com mais de 60 anos estão investindo cada vez mais no planejamento para o futuro. A conclusão está em levantamento da base de clientes da Icatu Seguros nos últimos cinco anos, período em que a participação dessa faixa etária na reserva total da seguradora aumentou de 10% para 25%.
Segundo a diretora de marketing, Aura Rebelo, as pessoas, com essa faixa etária, precisam ser estimuladas a pensar na sua vida futura sem se tornarem um peso na vida dos filhos. “Acho interessante quando perguntamos para alguns casais se os filhos possuem previdência. A resposta imediata é sim. Só que ao questionarmos se essas pessoas possuem seu próprio plano, a maioria diz que não. Não pode ser assim! Quer dizer que eles estão investindo no filho para que este tenha de gastar o dinheiro cuidando dos pais”, explica Aura.
Segundo a diretora, Aura Rebelo, a cada ano também tem crescido o número de pessoas acima de 60 anos que estão iniciando um plano de previdência. “As pessoas estão vivendo mais e melhor e a idade de 60 anos hoje corresponde a quarenta de antigamente. É preciso desmistificar o envelhecimento e celebrar o real aumento da expectativa e da qualidade de vida. Com isso, a Icatu Seguros, como especialista em soluções financeiras para cada fase da vida, incentiva os clientes a analisarem bem o seu horizonte de investimento e suas expectativas de aposentadoria, para que possam colher os melhores resultados de suas decisões financeiras”, finaliza ela.
Minha empresa é obrigada a oferecer seguro de vida para os funcionários?
No Brasil, nem todas as empresas são obrigadas a contratar um seguro de vida para os funcionários. Mesmo assim, algumas convenções coletivas exigem que os proprietários ofereçam esse benefício, como é o caso de Bares e Restaurantes, Comércio, Construção Civil, Condomínios, Contabilidade, Indústria, entre outros. Para saber se o seu negócio é obrigado a contratar um seguro de vida empresarial. leia mais...
A boa notícia é que o seguro de vida não traz vantagens só para as famílias dos funcionários, mas também para o próprio colaborador e para a empresa. Veja alguns benefícios:
Empresa em dia com a Convenção Coletiva
Se a convenção coletiva exige o seguro de vida para a equipe, o melhor caminho é fazer a contratação e manter sua empresa em dia com a legislação.
Valorização dos funcionários
Os colaboradores se sentem mais seguros sabendo que suas famílias terão apoio caso algo aconteça. Além disso, também é possível incluir coberturas para casos de invalidez e afastamento do trabalho, o que dá mais segurança ao funcionário. Tudo isso reflete positivamente na produtividade da equipe e ajuda a reter talentos.
Custo-benefício
Por ser um plano coletivo, seguros de vida empresariais costumam ser mais baratos que os individuais. É possível contratar as principais coberturas por um baixo custo.
Dedução no imposto de renda
Se a sua empresa segue o regime de tributação do lucro real, você pode fazer a dedução dos pagamentos do seguro no imposto de renda.
Você escolhe o valor das indenizações
Ao contratar um seguro de vida empresarial, você determina o valor de indenização para as coberturas. Isso quer dizer que você pode escolher um plano de acordo com o que sua empresa pode pagar.
Famílias amparadas
Caso um funcionário venha a falecer, a família terá um apoio para se manter por um tempo. Nesses casos, ter um seguro de vida também reduz as chances de a família entrar com ações na justiça contra a empresa.
Além de todas essas vantagens, você ainda contribui com o bem-estar dos colaboradores, afinal, este é um benefício que pode fazer a diferença na vida deles e dos familiares.
Quer saber mais? Envie e-mail para nossa assessoria, acesse nosso site ou entre em contato através do nosso WhatsApp .
Segurança na internet: 5 dicas para se manter protegido!
Você já passou por problemas com hackers ou conhece alguém que tenha vivido esse tipo de situação? Provavelmente sim, não é mesmo? Infelizmente o roubo de perfis de redes sociais, dados pessoais e até mesmo a clonagem de contas bancárias é comum, principalmente no Brasil.
O país é o segundo maior alvo de hackers, perdendo apenas para a China. Isso significa que todo cuidado deve ser redobrado a fim de evitar que você seja exposto ou sofra prejuízos. Então, veja 5 dicas imperdíveis para ter uma melhor segurança na internet e elimine os transtornos que a web pode trazer para a sua vida.
1. Não deixe suas senhas salvas
Um dos erros mais comuns de segurança na internet é deixar as suas senhas salvas nos sites. Normalmente, os usuários fazem isso como uma forma de facilitar seu acesso aos portais e serviços que mais utilizam, como redes sociais, e-mails, internet banking, entre outros.
Porém, essa atitude pode custar o seu mesmo acesso a esses e outros locais. Isso porque cibercriminosos são capazes de descobrir o seu login e obter todos os seus dados pessoais — o que acarreta em sequestro de perfis ou utilização das informações para fraudes bancárias. Imagine o tamanho do transtorno que isso pode causar para você!
2. Atualize seu antivírus constantemente
Algumas pessoas também não têm o hábito de utilizar antivírus em suas máquinas. E isso é um perigo. Esses softwares são responsáveis por estabelecer políticas de proteção, como detecção de vírus, vulnerabilidades, aplicação de firewalls, entre outras medidas que minimizam a chance de hackers invadirem o seu computador.
Portanto, escolha um antivírus de confiança e instale-o em seu aparelho — notebook, tablet e até mesmo smartphone. Nesse sentido, vale ressaltar que é fundamental ter um aplicativo no celular para proteger a navegação, uma vez que passamos mais tempo na internet por meio deste dispositivo.
3. Cuide de suas senhas
Não basta apenas não deixar suas senhas salvas, é necessário cuidar para que elas não caiam facilmente nas mãos dos hackers. Como alguns códigos de acesso muito evidentes são fáceis de serem quebrados, é essencial ter cuidados específicos, como:
evitar dados óbvios em suas senhas, como datas de nascimento, siglas do seu nome, entre outros;
nunca usar a mesma senha em mais de um site, pois, se um hacker conseguir uma delas, terá acesso a todas as suas outras contas;
trocar suas senhas periodicamente;
misturar letras, números e caracteres especiais na mesma senha.
4. Evite softwares desconhecidos
Não adianta tomar todas as medidas que falamos acima se você expor a sua máquina a riscos maiores, certo? Então, preste atenção nas coisas que salva ou instala. Tenha bastante cuidado ao instalar softwares desconhecidos ou até mesmo salvar simples imagens que não têm uma procedência confiável.
Muitos desses arquivos têm uma proposta interessante e atraente, mas, no fundo, apenas abrem janelas de vulnerabilidade para ações de hackers. Por isso, sempre instale aplicativos e programas que venham de fontes conhecidas.
Por exemplo, ao escolher um programa específico para determinada atividade, vá direto ao site oficial para o download. Ainda, se vai instalar um aplicativo em seu smartphone, baixe apenas das lojas oficiais — Google Play para Android ou App Store para usuários de iOS.
5. Verifique se o site é seguro
O acesso a sites inseguros, principalmente para compras, também pode ser responsável por facilitar invasões de hackers em seu computador ou smartphone. Por isso, sempre verifique os seguintes pontos:
se o site tem um cadeado ao lado do link na barra de endereços;
se o site é “https” ao invés de “http”;
se há selos de certificados de segurança;
se o endereço do site corresponde ao nome original.
Sobre o último ponto, averiguar se o link está correto é fundamental, pois, principalmente para sites como bancos e instituições financeiras, hackers utilizam variações dos nomes a fim de enganar os usuários.
Imagine perder dinheiro, suas contas de redes sociais, de jogos ou seu e-mail por causa de hackers. Então, evite estes transtornos desagradáveis com as dicas que demos aqui para melhorar a segurança na internet enquanto você estiver navegando, combinado?
Aproveite e compartilhe este post em suas redes sociais e leve esse conhecimento para os seus amigos!
Você sabe exatamente quanto ganha? Parece loucura, mas acima de 40% dos brasileiros não sabem. E dentre os que estão endividados, 34% têm pouco ou nenhum conhecimento sobre seus gastos básicos mensais. Assustador, não? Pois é, esses dados mostram um exemplo perfeito do que NÃO É ter um planejamento financeiro mínimo para alcançar sucesso patrimonial.
É esse tipo de cultura que explica porque 65% dos cidadãos por aqui não têm nenhuma reserva financeira contra imprevistos, enquanto nos Estados Unidos esse percentual é de apenas 24%.
Acredito que grande parte da população sabe o que é plano financeiro e como ele impulsiona as pessoas a alcançarem seus objetivos. O problema é que planejamento financeiro é exatamente como dieta: trata-se de um sacrifício de renúncia do prazer presente em nome de um benefício futuro.
É nesse “abrir mão do hoje para desfrutar do amanhã” que está o grande calcanhar de Aquiles do brasileiro, acostumado a ser facilmente seduzido pelas armadilhas do crediário, cheque especial, rotativo do cartão de crédito, etc., enfim, pelo canto da sereia do usufruir hoje e pagar depois.
Se você está aqui, entretanto, é porque quer sair dessa espiral de insucesso e construir um futuro sólido, que te leve à independência financeira. Vamos aprender o que é plano financeiro, mas, sobretudo, como montar e seguir um.
O que é plano financeiro?
Você sabe o que é planejamento financeiro? A primeira coisa que você deve saber é que este não é um mero sonho, uma expectativa impossível de ser seguida. Acredite, você é o ser vivo mais adaptável do bioma terrestre, o que significa que ainda que você não tenha o hábito de ser regrado com suas contas, tudo é questão de treinamento, de condicionar sua mente e sua rotina para uma nova relação com o dinheiro. Vamos começar hoje?
Você já deve ter percebido que o furor da crise não sopra com a mesma violência em todos os telhados, certo? O que faz um país inteiro se digladiar para se manter financeiramente vivo, enquanto alguns poucos continuam impassíveis em sua marcha inalterável de enriquecimento e sucesso?
Veja bem, estamos falando de pessoas comuns, não de milionários. O segredo dessas pessoas é planejamento financeiro. Quem usa o dinheiro como um instrumento de acumulação de patrimônio, consome com estratégia/racionalidade e anda com os olhos no futuro, está totalmente preparado para os infortúnios que possam vir a acontecer.
Planejamento financeiro é guiar sua vida no ritmo da “bússola” do seu orçamento doméstico, criado para o atingimento de um objetivo de longo prazo, e que é seguido com rigor até a conquista de seus sonhos. Trata-se de uma projeção por tempo limitado, revisada e atualizada constantemente, realista e que trabalha com cenários distintos para aumentar suas chances de acerto.
É típica dos obstinados, de quem sabe que montar um bom planejamento financeiro e segui-lo até o final de sua jornada traz como consequência inevitável o sucesso financeiro e a acumulação de patrimônio.
Se você tivesse um plano financeiro desde o início, onde estaria hoje?
Você já parou para pensar quanto dinheiro já passou pela sua mão, desde que você começou a trabalhar?
Em uma conta rápida, suponhamos que você tenha 32 anos e trabalhe desde os 21. Imaginemos que você recebia uma bolsa-estágio de R$ 600,00, dos 21 aos 23 anos. Ao graduar-se, aos 24 anos, passou a receber R$ 2.500,00. Aos 27, foi promovido e passou a receber R$ 5.000,00 mensais.
Somando tudo isso, teríamos:
R$ 600,00 x 12 x 3 = R$ 21.600,00
R$ 2.500,00 x 12 x 3 = R$ 90.000,00
R$ 5.000,00 x 12 x 6 = R$ 360.000,00
TOTAL: R$ 471.600,00
Meu caro, pelas suas mãos já passou quase meio milhão de reais. Se desse montante, 40% tivesse sido investido (R$ 188.640,00), contando os juros que você receberia, você já poderia ter comprado uma casa. E talvez ainda te sobrasse algum “troco”!
Perceba que a linha tênue que divide seu sucesso financeiro da eterna “caminhada em círculos” é a capacidade de assimilar o que é plano financeiro, organizá-lo e segui-lo no longo prazo.
A importância da organização financeira
Um bom planejamento financeiro pode determinar todo o andamento de uma vida. Quando as pessoas conseguem alcançar os seus objetivos, traçam metas e estão devidamente equipadas para vencer momentos adversos, sem se desesperar se alguma coisa sair do controle. Realizar aquela viagem, trocar de veículo e até comprar um imóvel.
É necessário estar atento a cada detalhe sobre seu dinheiro. Quanto é a sua receita e o valor de suas despesas, como diminuir as dívidas, como renegociá-las (se for possível), quais os investimentos são mais viáveis em um determinado momento.
Quando não há uma organização financeira, é bem provável que existam desequilíbrios, e não é só em relação às finanças, isso começa a refletir em vários aspectos da vida (até no familiar). Eu considero isso um risco alto demais, você não acha? Muita gente, por falta de planejamento, deixa escapar até mesmo grandes oportunidades. Frustrante, não?
Ainda há tempo para correção de rumos! Montando seu planejamento financeiro agora
Faz sentido para você se eu disser que fazer um planejamento financeiro é simples demais e que, no entanto, os resultados são magníficos? Então vamos a um passo a passo para organizar suas finanças pessoais, construindo as bases para seu enriquecimento e sua independência financeira:
1. Mude seus conceitos para mudar seus resultados
Antes de irmos para a ação, é preciso impor uma mudança de conceitos em sua relação com o dinheiro. Uma pesquisa feita pelo SPC Brasil, em 2017, mostrou que 37% dos consumidores admitem ter adquirido produtos que não necessitavam, pela simples entrega ao impulso.
Se juntarmos essa pesquisa com uma outra mais antiga, de 2015, que revela que 79% dos brasileiros preferem comprar parcelado, temos aos nossos olhos a mais completa fórmula do fracasso financeiro (impulso + facilidade de comprar muito e pagar depois, mesmo sem saber como).
O primeiro passo para começar a trilhar seu caminho rumo à estabilidade financeira é entender que você deve ter uma condição de vida alinhada ao tamanho dos seus rendimentos. Outra regra inegociável é que seus pagamentos devem ser feitos todos à vista. Se não houver recursos suficientes para comprar um determinado bem, você deve juntar dinheiro até que o consiga adquirir à vista.
2. Organize uma planilha de orçamento doméstico
Você sistematiza seus gastos e ganhos em uma planilha de orçamento pessoal? Se a resposta é negativa, eis o momento para começar a criar esse hábito.
Se você não sabe o que é plano financeiro, tenha a certeza de que ele começa com esse simples passo. Coloque em sua planilha todas as suas receitas e despesas. Não subestime nem sequer os centavos que você recebe de troco no ônibus, nem os poucos reais que você gasta para comprar um snack depois do almoço, muito menos a conta daquela cerveja com os amigos no sábado à noite.
Tudo. Exatamente tudo deve estar em sua planilha.
3. Aprenda a discernir imprescindível x supérfluo e corte gastos desnecessários
Muita gente não sabe diferenciar o que é compra necessária do que é aquisição por impulso. Dessa forma, faça um pente fino em seu orçamento doméstico, marcando em cores distintas os gastos necessários, úteis e supérfluos.
Em seguida, estude a possibilidade de renunciar a estes últimos, ainda que temporariamente. Sabe aquele plano de streaming de filmes que você paga e nem usa? Sabe aquele plano de celular que você poderia viver sem? Ou que tal aquele pay-per-view de futebol que você poderia cancelar (ao menos por esse semestre)?
Ninguém disse que seria simples: alcançar a tão sonhada independência financeira envolve sacrifícios, envolve renúncias. Esse é o segredo dos vencedores.
4. Renegocie gastos necessários e úteis
Ok, você não precisa ser tão radical e cancelar por completo seu plano de TV a cabo. Nem deixar de ir à academia. Mas você poderia migrar para um plano mais barato em cada um desses itens. Compreende que o efeito financeiro total (por ano) da economia neste tópico e no anterior seria bastante significativo?
5. Não despreze as pequenas quantias
Um ditado chinês diz para tomarmos cuidado com as pedras pequenas (porque as grandes, nós enxergamos). Essa pitada de sabedoria oriental diz tudo, não?
6. Compras, só à vista
Já falamos disso no item 1. Mas só para reforçar, esqueça o cheque especial, os parcelamentos, os crediários. Comprando à vista você paga menos porque recebe descontos e também porque evita o pagamento de juros.
7. Separe ao menos 30% do seu salário para investir
Quando você sair da fase em que trabalha pelo dinheiro, para uma outra em que o dinheiro trabalha para você, meus parabéns, você alcançou seu sucesso financeiro. Isso se atinge investindo.
Dessa forma, reserve 30%, 40%, se possível, 50% de seus rendimentos para investir em previdência privada, títulos de renda fixa e outros ativos que vão multiplicar seu patrimônio.
8. Estude o mercado financeiro
O que é plano financeiro? Somente organizar suas contas? Não. É ajustar suas contas para que você tenha uma reserva de emergência, bem como recursos disponíveis para investir no mercado financeiro. Mas para que essa empreitada seja bem-sucedida, é imprescindível que você se torne um bom conhecedor das possibilidades de acumulação de patrimônio.
Quais são os tipos de seguro de vida? Qual plano de previdência privada é melhor para você, o PGBL ou o VGBL? Tesouro Selic ou CDB prefixado? Seu estudo precede o sucesso, não tenha dúvida disso.
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Falar de morte e invalidez é muito complicado, ninguém gosta de pensar no assunto. Apesar disso, quando imaginamos as consequências de uma morte na família, é comum pensarmos que alguém ficará sozinho e precisará de ajuda. Isso acontece porque geralmente temos relações de interdependência com nossos familiares: um filho depende do pai, um cônjuge depende da mulher ou do marido, uma mãe pode depender dos cuidados dos filhos e a ausência de uma dessas pessoas pode ser ainda pior quando não existe um apoio financeiro.
O seguro de Pessoas foi feito justamente para você que se preocupa com o bem-estar e tranquilidade financeira de seus familiares. Essa modalidade ainda pode cobrir acidentes pessoais, casos de doenças graves, despesas médico-hospitalares ou mesmo pagamentos ou reembolso de despesas com funeral.
Perguntas e Respostas
1. Quanto custa um seguro de vida?
Depende das coberturas contratadas e do perfil do segurado. As seguradoras fazem um estudo desse perfil, considerando os riscos da pessoa vir a ter uma doença grave, ficar inválida ou morrer. Por exemplo, pode ser considerado no cálculo a idade do segurado, estado de saúde, atividade profissional etc. Outro fator que influencia no preço do seguro é o “capital segurado”, ou seja, o valor que será pago caso aconteça algum imprevisto, sendo assim, o valor a ser pago pelo seguro, será composto em função de todos esses itens.
2. Quais são as coberturas?
As coberturas mais contratadas são: Morte, Morte Acidental e invalidez, Diarias de Incapacidade temporária, Pensão por Morte e Pensão por invalidez . Também existem coberturas de funeral ,despesas médico-hospitalares e doenças graves (como AVC, câncer, transplantes de órgão vitais, insuficiência renal crônica e cirurgia coronariana).
3. Existem outros serviços e vantagens?
Sim, isso varia para cada instituição e produto adquirido.
4. Como escolho a instituição para fazer um seguro?
O importante é que seja uma instituição sólida e confiável. Essa escolha é muito importante para que você não fique na mão no momento que mais precisa.
5. Por que um corretor deve intermediar a contratação do seguro ?
Esse profissional é investido de poderes de representação do segurado junto às seguradoras. Assim, ele é livre para intermediar apólices com qualquer Seguradora sem que haja vínculo empregatício com essa, prevalecendo a independência/autonomia da responsabilidade.
Durante a contratação do seguro é de suma importância que o segurado confira os dados informados/transmitidos à seguradora junto com seu corretor, pois possíveis falhas nas informações repassadas à cia. poderão acarretar problemas futuros, como o aumento do valor do prêmio e até mesmo a recusa de um sinistro.
Entre em contato agora mesmo para saber mais!
1. Cuide de seu trabalho antes de tudo.
As necessidades pessoais e familiares são secundárias.
2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.
3. Se não puder permanecer no escritório à noite,
leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.
4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.
5. Procure fazer parte de todas as
comissões,
comitês,
diretorias,
conselhos
e aceite todos os convites para conferências, seminários,
encontros,
reuniões,
simpósios, etc.
6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranquila.
Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes...
7. Não perca tempo fazendo
ginástica,
nadando,
pescando,
jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.
8. Nunca tire férias,
você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro...
9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado..
Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.
10. Se sentir que está perdendo o ritmo,
o fôlego e pintar aquela dor no estômago,
tome logo estimulantes, energéticos
e anti-ácidos.
Eles vão te deixar tinindo.
11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo:
tome calmantes e sedativos de todos os tipos.
Agem rápido e são baratos.
12. E por último,
o mais importante:
não se permita ter momentos de oração, meditação,
audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida.
Isto é para crédulos e tolos sensíveis.
Repita para si:
Eu não perco tempo com bobagens.
Duvido que você não tenha um belo infarto se seguir os conselhos acima!
Dr. Ernesto Artur Cardiologista
Conte com a gente e tenha proteção completa, em vida, para você, com pagamento de diárias que mantêm seus rendimentos caso um acidente ou doença o afaste do trabalho; pagamento do valor contratado em caso de doença grave ou invalidez por acidente; reembolso de despesas médicas e hospitalares; antecipação do pagamento em caso de doença terminal, dentre outras coberturas. Conte, ainda, com proteções para sua família, com pagamento do valor contratado e assistência funeral, em caso de falecimento.
Antes de fazer a escolha do seu plano de previdência, vale a pena desvendar o universo dessas aplicações financeiras, que são importantíssimas para o seu futuro.
Perguntas e Respostas
01. Por que fazer um plano de previdência privada?
A cada dia que passa, nossa expectativa de vida aumenta. No Brasil, por exemplo, de 1980 para 2017, ela cresceu de 62,5 para 76 anos (IBGE, dez/2017) e a tendência é continuar crescendo.Além de querer descansar e aproveitar a vida, com o passar do tempo, podem surgir alguns custos adicionais. É importante, portanto, que você pense em como obter uma boa renda na sua aposentadoria, além do que será pago pela Previdência Social.
02. Quem deve fazer previdência privada?
A previdência privada serve muito bem a qualquer pessoa que deseja complementar sua renda no período de aposentadoria. Esta aplicação é ainda mais indicada para quem tem renda superior ao teto do benefício pago pelo INSS (valor atualizado em 2019: R$ 5.839,45 ).
03. Com qual idade devo fazer um plano de previdência privada?
Quanto antes você começar a planejar o seu futuro, maior será a sua tranquilidade. Por exemplo, se você começar a contribuir aos 30 anos de idade, com R$ 300,00 por mês, e supondo que o rendimento médio deste período seja de 8% ao ano (líquido da taxa de administração, ou seja, já descontando essa taxa), terá acumulado aos 65 anos de idade, R$ 646.905,88. Agora, se você começar a contribuir aos 40 anos de idade, sob as mesmas condições, chegará aos 65 anos com R$ 274.451,83.
04. Existem planos de previdência para menores de idade?
Sim. Hoje em dia os pais, tios, avós e padrinhos já podem contratar planos de previdência voltados exclusivamente para crianças e jovens. O intuito desses planos é acumular recursos para pagar a faculdade, fazer um curso no exterior, um MBA, intercâmbio, abrir o próprio negócio etc.
05. Como funciona um plano de previdência?
Para compreender melhor como funciona, podemos dividir em duas fases:
- Fase de acúmulo: você contribui com uma quantia mensal durante um longo período (em geral, de 20 a 35 anos).
- Fase de recebimento do benefício: você recebe o montante que acumulou no período anterior (se inicia logo após o término da fase anterior), e pode optar pelo recebimento em forma de renda ou de uma única vez.
Na hora da aposentadoria, o que devo saber sobre a previdência privada?
A hora da aposentadoria é muito esperada pelos brasileiros. Mesmo que se não pare de trabalhar, como seria o ideal, a pessoa passa a viver mais relaxada por conta do dinheirinho extra no fim do mês.
A alegria do momento também pode ser ampliada com o benefício da previdência privada, pois com ele, talvez, seja possível usufruir ainda mais da terceira idade.
No momento do saque, no entanto, o contratante precisa estar atento a algumas questões burocráticas para não se estressar. Como o nosso objetivo é sempre esclarecer e facilitar, vamos dar algumas dicas sobre tudo o que é necessário saber a partir do momento da aposentadoria. Dessa forma, será possível aproveitar melhor essa fase da vida.
O que é preciso saber na hora de retirar o benefício
O contratante pode sacar o valor aplicado - parcial ou total, independente do número de parcelas pagas - a qualquer momento após o cumprimento de carência, que muda conforme plano e instituidora. Esse período costuma ser entre 60 dias e 24 meses depois da data de protocolo da proposta de inscrição na empresa, de acordo com o regulamento cabível. Consulte as normas do seu plano antes de pedir o benefício.
Tributação na hora do saque
O contratante vai pagar a alíquota de Imposto de Renda em conformidade com a tabela escolhida na hora em que fez o plano. Na progressiva, ele paga a taxa seguindo as regras da Receita Federal. Por isso, ela é mais adequada aos que querem investir a curto e a médio prazo.
Já se objetivo é mesmo a aposentadoria, a tabela escolhida deve ser a regressiva, pois, conforme o nome diz, a tarifa diminui de acordo com o tempo de aplicação. Dessa forma, ela se transforma na melhor opção para quem quer aplicar a longo prazo. Caso espere mais de dez anos para retirar o investimento, o contratante paga somente 10%.
O percentual de IR, por fim, também varia com tipo de plano escolhido na hora de fazer o contrato. No PGBL, a alíquota de Imposto de Renda incorre sobre o valor total do saque. No VGBL, sobre os rendimentos acumulados.
Como declarar no IR?
Com o benefício em mãos, é importante não esquecer de declarar o valor no IR. Caso a retirada seja feita pelo titular de um PGBL, os valores recebidos devem ser informados integralmente no quadro Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoas Jurídicas (tributação progressiva) ou na ficha Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva (tabela regressiva), pois a taxa incide sobre o valor total do saque.
No VGBL, o contribuinte deverá dar baixa na declaração de bens no valor correspondente ao percentual do resgate realizado. A parcela referente ao ganho de capital, já líquida de IR, deve ser colocada na tabela de Rendimentos Tributáveis na Declaração de Ajuste Anual, se o regime for de tributação progressiva. Caso seja de regressiva, será na ficha Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva.
Se o contratante optar por receber renda, o procedimento é bem parecido. Basicamente, só muda para o contratante de um VGBL de tabela progressiva. Nessa hipótese, a mesma parcela do ganho de capital, também líquida de IR, é declarada na tabela de Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica.
Caso ainda esteja contribuindo com seu plano ou seja um beneficiário da previdência privada, as declarações de IR são ligeiramente diferentes. Por isso, consulte um especialista ou sua própria instituidora para lhe orientar. Agora, no entanto, se você quer mesmo se aposentar e já entendeu o que é importante, curta seu benefício sem se preocupar. É só relaxar e aproveitar!
Avós são conhecidos por mimarem os netos. Deixam fazer o que os filhos não permitiriam. O envolvimento deles, no entanto, na vida das crianças costuma ir muito além da imagem romantizada. Quando estão por perto, em geral, ajudam na criação. Muitos cumprem o papel babá, sempre que os pais precisam ou querem se divertir. Outros contribuem financeiramente nos momentos de dificuldade. Há ainda aqueles que possuem guarda legal. Substituem o progenitor, em caso de morte ou ausência.
Esse convívio enriquecedor pode até aumentar a expectativa de vida dos idosos, segundo o Estudo de Envelhecimento de Berlin. A pesquisa avaliou a vida de 500 pessoas, entre 70 e 103 anos, no decorrer de 19 anos. Os dados afirmam que cuidar das crianças (sem ter a guarda) diminui o risco de mortalidade em 37%. Mais da metade do grupo de avós participativos na criação dos netos viveu por mais de dez anos, após o início do estudo. Já 50% do outro grupo morreu em um período de até 5 anos.
Além desses números surpreendentes, o aumento da expectativa de vida do brasileiro - 75,5 anos, segundo Instituto de Brasileiro de Geografia e Estatística, em 2016 - também contribuiu para um convívio mais duradouro entre avós e netos. Muitos os veem crescidos e casados. Viram até bisavós. Um privilégio de poucas pessoas das gerações anteriores. Como, então, continuar a cuidar deles depois da fase adulta?
Previdência privada em nome de crianças
Sabe-se o quanto é importante começar a juntar dinheiro para o futuro desde cedo. Essa consciência é difícil de desenvolver quando somos muito jovens. Portanto, cabem aos adultos - e por que não aos avós? - se preocuparem em ensiná-la às crianças e auxiliar no primeiro passo de um pé-de-meia.
Uma boa solução é contratar um plano de previdência privada no nome do neto, pouco após o nascimento. Ao contribuir uma pequena quantia ao longo dos anos, quando o bebê crescer terá o dinheiro necessário para realizar seus sonhos.
Digamos, por exemplo, que a ideia inicial seja garantir os estudos universitários. Nesse caso, os avós podem escolher um plano de tabela regressiva, pois é mais vantajoso para quem aplica por mais de 10 anos. Isso ocorre, porque a alíquota de tributação cai ao longo do tempo de acumulação. Logo, quando neto entrar na faculdade vai ter a possibilidade de sacar o dinheiro com apenas 10% de imposto.
Durante esse período, os avós também podem beneficiar seus próprios filhos, ao contratar um PGBL - ideal para quem faz o Imposto de Renda pelo formulário completo. Assim, o declarante, cujo o dependente, de até 18 anos, é titular de um plano de previdência, consegue obter uma dedução de até 12% do IR.
Caso os pais tenham condição de pagar os estudos dos filhos ou eles entrem em uma universidade pública, outra opção é deixar o dinheiro render mais ainda. Com uma educação financeira adequada, a criança pode aprender a importância de poupar também para a sua aposentadoria. Dessa forma, depois de crescido, será capaz de continuar a contribuir e, quando for a hora de deixar de trabalhar, já terá o suficiente para curtir a terceira idade. Então, ele conseguirá fazer sua parte a fim de colaborar com a criação de seu próprio neto. Fechando um ciclo de vida.
Quatro dicas para manter sua casa segura no período de férias
As férias de dezembro e janeiro estão se aproximando e muitas pessoas pegam a estrada para curtir o período com a família e os amigos. Porém, uma preocupação natural que isso traz é em relação à segurança da casa, que vai ficar vazia por alguns dias.
Para que todos possam se divertir e descansar com tranquilidade, reunimos algumas dicas essenciais de como se prevenir contra surpresas desagradáveis quando voltar para casa:
Fechaduras e trancas
Teste os fechos e os trincos da casa. Se possível, instale reforços, principalmente nos portões laterais e na porta da cozinha. Evite colocar o cadeado do lado de fora do portão, porque indica que a casa está vazia.
Objetos de valor
Para joias, obras de arte e outros objetos de valor, o recomendado é não mantê-los em casa, mesmo em cofres. A não ser que essas peças estejam seguradas e o imóvel esteja bem protegido com seguro, câmeras e outros sistemas de proteção.
Aparelhos eletrônicos desligados
Para evitar que os aparelhos queimem por uma eventual sobrecarga de energia, muito comum no verão, é recomendável que eles fiquem desligados e fora da tomada. Vale dizer que tirar os aparelhos eletrônicos da tomada também gera economia de energia elétrica. Aparelhos que precisam permanecer ligados, como geladeira e freezer, podem ter sua potência diminuída.
"Vigilância" de confiança
Caso você viaje por um longo período, escolha um amigo, parente ou vizinho de confiança para dar uma olhada na residência e ver se está tudo em ordem. Se possível, essa pessoa poderá cuidar do jardim, regar suas plantas, abrir janelas e portas para melhor circulação do ar e receber correspondências.
Seguro residência
A contratação de um seguro residencial é muito importante, pois o serviço garante a residência e os bens em diversas ocasiões. "Você pode morar em uma casa, sobrado ou apartamento, próprio ou alugado. Com o Porto Seguro Residência seu lar fica protegido e, caso precise, você pode contar com o nosso atendimento. Temos diversas coberturas que garantem vários tipos de imprevistos e serviços emergenciais 24h para sua tranquilidade e conveniência".