(21 de junho) Mwanito, o que é o mundo para o nosso coração sem amor?

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(21 de junho) Mwanito, o que é o mundo para o nosso coração sem amor?
Dezembro Chuva, sol e até mesmo os dois Ao mesmo tempo Nessa cidade, em que as camas São feitas de cimento Não se dorme
Dormes no silêncio do desejo De um beijo molhado Um abraço sem palavras O olhar com peito cheio de ar Dormes no ponto Esperando que algo passe Enquanto a vida passa
O que sobrou foi silêncio e pergunta Sentimento calado. não entendimento, receio Tanto quanto o que fora levado pelo vento Paciência, a ciência renegada, sentimento imperativo Por vezes Não tem destino Passeia da cabeça ao estômago Intestino A alguns passos o desejo, a pergunta, E a resposta pronta A alguns passos, traço no espaço o tempo Entre a verdade e o silêncio Paciente? Não, absolutamente não Corroendo-me por dentro
Há de nascer um amor mais puro que este Que não é limpo É sujo e Pensa em ti, agora, numa cama Com outro E ainda lhe quer E lhe quer sabendo que isso possivelmente Nunca mais ocorrerá É sujo pois a história o sujou De sangue - com dor -, de lágrimas De álcool e drogas Tentando silenciar a dor. Fracasso já se foi mais de um ano e ainda cá estou Preso ao ano passado Preso aos momentos Escrevendo nos meus blocos de notas Pensando em você em cada etapa do meu dia No fundo eu sinto que eu já fui Mas você ficou E nunca mais irá, e assim Eu lhe carregarei comigo para sempre Sob a ônus do amor Sim, eu sou pai; Sim, eu sou mais velho; e Sim, eu te amo Minhas mãos estão sujas De outros corpos Eu estou sujo Cada vez mais Mais sujo
São 3 da madrugada* Os que não estão dormindo Ou trabalhando Estão sofrendo
(...) No minuto, gozo Seguido de um minuto infinito De solidão A cama de casal é grande Mas não longe o suficiente (..)
“the sky is a neighborhood Dont make a sound Lights coming up ahead Dont look now”
“Segui em frente e encontrei o ‘cafe’. Eles serviam cerveja, o que me fez trocar todos os vales por cerveja” lhe entendo...
When you're thinking about my giving up I'll rise in front of your eyes Reborn Cause I NEVER give up! Pay attention once again I NEVER GIVE UP
Apontei a ponta do lápis Aumentei o som do fone Coloquei uma nova garrafa na mesa
Por quantos sóis Só Por quantos mais Hoje, por mim Por todos os futuros Carregando tantos poemas Ora Perdidos pelos púlpitos de falas Falsas Vagando noutros submundos Díspares Por outros ocultos Incultos olhares Anacrônicos Tão entendiantes Quanto o que carregam Não valem a pena Não vá-lho eu A pena Ahhh mundo meu Sub classificado Já se encontra mudo Novamente Enterrado para muitos Pois por favor Enfim, consuma-me Num copo de bar Entre pequenas doses De embriaguez E simplesmente permita-me ser Uma vez mais Fumaça
Eu estou no momento mais ímpar da minha vida