O big bang
E foi assim: eu ganhei as estrelas mais brilhantes do universo
e acreditei em tudo o que meu copiloto foi.
Mas nessa astronave da vida, o espaço sideral sempre foi um lugar para estar só.
Anos mais tarde descobri que as estrelas que ganhei já não existiam quando as recebi.
Problemas de uma distância de alguns anos-luz.
Na verdade não foi nem um ano.
Mas mesmo nesse tempo eu só queria ter viajado ao lado de alguém que fosse o mesmo pra mimÂ
tanto quanto eu fui pro copiloto.
Apesar de muito custar a acreditar que o universo busca seu equilÃbrio, ele finalmente o alcançou.
Agora eu volto a ser poeira das estrelas.
E esse meu diário de bordo, no qual eu esperar relatar o quanto o copiloto foi algo especial para mim, ele agora se torna poeira também.
Outro big bang de fim.














