Players, hoje finalmente tomamos coragem de fazer o que já estava fadado há algum tempo: o fechamento da comunidade.
Como muitos sabem, o movimento e a quantidade de players caiu exponencialmente nos últimos tempos, e nós sabemos que uma parcela da culpa também é nossa, da moderação. Estivemos muito ocupadas na vida pessoal e acabamos não nos comprometendo como deveríamos com a central. Mesmo assim, sabemos que nossos players mais fiéis continuam conosco durante todo esse tempo e que ainda se divertem por aqui.
Por conta da quantidade pequena de players, nós decidimos por fechar a central, porque é um trabalho árduo e por vezes nos entristece entrar e perceber que o movimento dificilmente vai voltar. Não, isso não significa que vocês precisam parar de jogar. Pelo contrário, nós da central também temos personagens que amamos e gostaríamos de continuar jogando junto de vocês.
Vez ou outra também podemos aparecer para atualizar a rádio do rp, já que é algo que percebemos que vocês gostam da interação.
Queríamos agradecer a todos que estiveram conosco até o fim e nos acompanharam durante vários momentos aqui. Obrigada por fazerem um ambiente confortável e amigável para os players e estarem sempre de braços abertos para personagens e interações novas. Apenas chegamos até aqui por causa de vocês.
Dito isso, a central da Neon Noir está fechada. Obrigada a todos que fizeram parte da nossa história.
Fiquei mt feliz com a comunidade por não ter dito mais essa experiencia em outras, todos interagem bem entre si mas faz falta mais players pra aumentar a movimentação. por favor divulguem, mods, mais pessoas precisam conhecer essa comunidade maravilhosa :(
oi, cinzinha! nos últimos tempos nós da adm estivemos um pouquinho ocupadas, mas vamos fazer de tudo para aumentar a movimentação. inclusive, vou deixar essa ask na tag para caso alguém se interesse em jogar conosco! nossos players são super abertos a novos personagens e plots.
Jaehyun é o filho mais novo de uma família composta por cinco pessoas. Seus pais são de origem humilde, e gerenciam um pequeno restaurante, que pertence a família Kim há gerações. Apesar do rumo que os filhos do casal tomaram, os progenitores ainda residem na residência localizada na área rural de Busan.
Os filhos do casal Kim sempre foram muito queridos na localidade onde cresceram, todos foram bons alunos e mantinham-se fora de maiores problemas. Era comum vê-los auxiliando os pais no restaurante da família e nas confraternizações que a comunidade realizava. O caráter e criação dos Kim sempre fora muito elogiado pela vizinhança, algo que enchia os progenitores de orgulho e tornava os desejos individuais dos filhos mais difíceis de serem realizados.
A primeira pessoa a deixar o lar foi Kim Hyemin, filha mais velha do casal, ao casar-se aos vinte e cinco anos com um homem sete anos mais velho que si. Mudou-se para Ulsan com o marido, e em poucos meses anunciou o seu primeiro filho.
Kim Eunhwa sempre destacou-se nos estudos, não surpreendendo a família ao mudar-se para Seul ao receber uma bolsa integral de estudos para cursar Medicina. Ela estabeleceu residência na capital ao noivar com um advogado que a família viu apenas duas vezes, sendo uma delas através de uma chamada de vídeo. Casou-se após a graduação.
Jaehyun permaneceu com os pais para auxilia-los no restaurante, tendo em vista que com o passar dos anos e as perdas que a família sofria, ele sentiu-se responsável pelo bem estar e conforto dos progenitores.
Aos vinte e quatro anos ele alistou-se ao serviço militar obrigatório. Foi através desta experiência que Jaehyun decidiu entrar para a academia de polícia. O jovem policial permaneceu o maior período de tempo possível próximo de sua família, mas logo as transferências iniciaram-se, fazendo-o parar do outro lado da Coreia do Sul, em Jalcheon, aonde reside há poucos meses, em um bairro humilde, mas acolhedor.
Akira teve problemas na infância causados pelos progenitores. Sua mãe o criou como se fosse uma garota, e seu pai, um garoto, gerando desde cedo uma disforia de gênero e personalidade incerta. Logo cedo foi diagnosticado com bipolaridade e tirado da guarda a mãe, passando a viver com sua tia em Konghae até o falecimento da mais velha.
Sempre teve facilidade em ingerir conhecimento, o que o tornava um bom aluno, com inteligência elevada ás crianças de sua idade. E mesmo com estatura inferior a outros garotos, a aura ameaçadora que passa assustava bullies.
Contudo, é deveras inocente e genuíno, se impressiona com as mais pequenas coisas e admira cada informação nova que aprende. Muito curioso, nunca entende piadas, tem um jeito estranho de demonstrar afeto. "
a dash é movimentada? vou me sentir de fora se entrar agora?
oi, cinza! não vou dizer que temos uma timeline muito movimentada, mas o pessoal costuma entrar bastante no período da noite. até então, nossos players sempre foram bem receptivos com os personagens que entraram depois, então acredito que não vai se sentir de fora.
Durante o mês de dezembro, o clima natalino é comum dentre as famílias da Coréia do Sul e Jalcheon não podia ficar de fora. Na primeira segunda feira do mês de dezembro, o prefeito da cidade promove um evento aberto para toda a cidade na praça principal, com uma feirinha onde os voluntários podem trabalhar com comida, bebidas e demais atividades para os turistas e moradores do local. Moradores locais também podem fazer doações para os menos favorecidos, assim como adotar pedidos de crianças em situação de vulnerabilidade como um Papai Noel secreto.
Já durante a noite, é feita a inauguração da decoração de Natal por toda a cidade e especialmente da enorme árvore de Natal na praça principal. Durante o evento, há também uma queima de fogos especial.
O evento acontecerá no dia 06/12, com início às 16:00.
OOC
Para o evento, haverão algumas barraquinhas com vagas para que os personagens possam trabalhar. Entre elas:
Doces natalinos: 2 vagas restantes (@NN99LU)
Barraca de bebidas: 2 vagas restantes
Pintura facial: sem vagas restantes (@NN00KD @NN96IS)
Oficina de suéteres natalinos: 1 vaga restante (@NN00KD @NN98KC)
Barraca de decoração natalina (artesanato): 2 vagas restantes
Barraca de doações: 2 vagas restantes (@NN90CP @NN93AM)
Barraca de ramen: 1 vaga restantes (@NN97BS)
Barraca de lembrancinhas: 2 vagas restantes
Produtos natalinos para pets: 1 vaga restante (@NN95GYE @NN93NK)
As vagas serão distribuídas pela ordem de preenchimento deste formulário. As vagas serão atualizadas neste post.
Iremos liberar o discord no período da noite para a interação em relação à inauguração.
* Seu personagem não é obrigado a participar, mas a interação pode ser divertida. Vagas poderão ser adicionadas dependendo do interesse.
Ocupação: Cozinheiro no Ogame e estudante de gastronomia
Residência: Yeocheon
Traços: + pragmático / - impaciente
ooc: +18
Gyeongha foi abandonado quando ainda criança por sua mãe biológica, que não tinha condições de cuidar de si. Com isso, passou alguns bons anos no orfanato -- onde aprendeu a como lidar com valentões e se defender. Foi lá que conheceu seu primeiro amigo, que no futuro viria a criar consigo uma gangue de garotos especializados em roubo. Já que no orfanato haviam muitas crianças e poucos suprimentos (comida, roupas, etc), ele e os amigos se encarregavam de abastecer sua despensa pessoal sem que os adultos soubessem. Foi com 10 anos que um casal de adultos de meia idade demonstraram interesse em adotá-lo, porém devido aos trâmites legais eles só puderam acrescentar seu sobrenome ao do garoto quando o coreano já havia completado 12 anos. Ele não possuía nome ao chegar no orfanato, portanto recebeu um -- ao seu ver totalmente sem graça -- das freiras, por isso resolveu adotar para si o codinome Lynx depois que um de seus companheiros o chamara de selvagem.
Foi só com 14 anos que Gyeon passou a frequentar a escola, e apesar de no começo demonstrar certa dificuldade em acompanhar as outras crianças, não demorou para se tornar um dos melhores alunos, mais espertos e curiosos. Ele começou a ler livros técnicos e mais avançados do que de seu ano escolar e também começou a estudar alguns instrumentos musicais. Quem o visse logo pensaria se tratar de um jovem aplicado, de boa índole e educação, do qual não fazia nada de errado ou trazia algum problema para seus pais, no entanto, ainda em segredo, ele permanecia com o hábito de roubar e, vez ou outra, se meter em brigas de rua. Sua mãe adotiva, nos seus prováveis 50 anos, era uma mulher excessivamente ocupada que, ainda que demonstrasse total amor e afeto para com o garoto, não tinha tempo de perceber os hobbies não muito convencionais do jovem, algo que apenas ocorria com maior frequência quanto mais ocupados ela e seu marido -- um importante CEO de uma empresa farmacêutica -- estivessem. E ainda que houvesse boa comida e roupas de qualidade, ele preferia muito mais passar noites fora, na rua, do que no conforto de uma casa boa e cama arrumada. A única coisa que gostava em sua antiga casa era a cozinha, pois podia gastar o tempo que quisesse experimentando, testando ou criando receitas, algo que percebeu gostar de fazer, além de ser uma boa distração. Seus pais ficaram orgulhosos, pois finalmente parecia que o filho rebelde passaria mais tempo em casa, cozinhando para eles.
Ao completar 19 anos, depois de muito chororô e dificuldade, conseguiu sair de casa para morar e trabalhar em Jalcheon. Começou um curso de dança performática para que pudesse se apresentar em bares e baladas em seu tempo livre, já que acreditava ser uma segunda ocupação (e um novo hobby) interessante e que não o deixaria se sentir entediado facilmente. Gyeon arranjou um trabalho como cozinheiro de um café local, além de começar a fazer suas apresentações em um bar noturno, tudo para conseguir economizar e investir dinheiro o suficiente para que abrisse seu próprio negócio. Ainda não tinha certeza do que gostaria de fazer, ao abrir sua loja, porém continuava com a rotina de jornada dupla, satisfeito a cada vez que olhava o seu saldo bancário aumentar, mesmo que parte do dinheiro ele mandasse religiosamente para os amigos, que resolveram abrir uma instituição de caridade para crianças órfãs como eles mesmos já foram.
Até então não havia tido vontade de se profissionalizar, porém, considerando que nada em sua vida é constante, ele resolveu começar a estudar aquilo que mais amava: gastronomia. Mesmo que isso significasse aguentar pessoas mais velhas e arrogantes repetindo tudo aquilo que ele já sabia. Pediu demissão do bar, invertendo a jornada dupla de trabalhos para uma jornada única de trabalho e estudos, aguardando pelo tão esperado diploma."
Nina nasceu e cresceu em Los Angeles, nos Estados Unidos. A primeira filha de três crianças, a mais velha dos Hwang teve uma infância e adolescência abastada. Estudou nas melhores escolas, sempre teve os melhores brinquedos e todo o resto que uma criança poderia querer.
Aos dezesseis anos, a família Hwang decidiu voltar para a Coréia do Sul, por conta de uma nova filial da empresa da família sendo aberta em Busan. Por alguns anos, Nina viveu por lá, acabando seus estudos. Ao se formar, se mudou para Seul, focando em uma carreira de socialite pelos status social. Com o tempo, o dinheiro que tinha começou a ser investido, até querer comprar um local para si.
Ao encontrar uma boate local em Jalcheon, a mulher decidiu comprá-la e dar sua própria cara ao local. Não demorou muito para que começasse a deixá-la da forma como preferia, e aos poucos, começando a fazer com que Inferno Nights crescesse e fosse o que é hoje. Apesar de não gerenciar tudo sozinha, vez ou outra Nina é vista fazendo o trabalho pesado.
Nacionalidade e etnia: Coréia do Sul, coreano-americano.
Gênero: Masculino.
Ocupação: Bartender na Inferno Nights e rapper
Residência: Namsan
Traços: + amoroso / - perfeccionista
ooc: +18
• O sonho de muita gente é ser famoso e não importa como, cantando, dançando, ou atuando. Mas nem todo mundo que provou do gostinho da fama gostou. Você nunca pensa que o custo da fama será a perda total de privacidade. É um fardo para qualquer um e Dani nunca gostou disso. Ele queria ser ignorante em relação a tudo isso, queria ficar de fora e longe dessas coisas. E não, ele não quer parar de produzir música, talvez quisesse apenas ser uma pessoa qualquer e sem ter pesos nas costas.
• O rapaz prometeu a si mesmo que não iria contar ou tocar nesse assunto de fama com outras pessoas. Todo mundo que ele considerava como amigo, no final, ele descobria que era por puro interesse e isso sempre acabava machucando-o profundamente.
• E atualmente e também pela primeira vez, Dani estava ""livre"" dessa exposição toda. Uma nova e amada fase de sua vida sem ter exposições ou pressões das pessoas.
Por onde devo começar? Hm... É claro, eu me chamo Kang Seola. Nasci no finalzinho de mil novecentos e noventa e oito, em Gwangju. Isso mesmo, a terra dos fortes e determinados. Posso dizer que sou uma deles também, afinal minha vida é cheia de altos e baixos. Deixa eu te explicar melhor... Eu fui criada pelo meu pai e minha avó desde sempre. Segundo eles, a minha mãe faleceu durante uma complicação no meu parto. Apesar de ter uma família amorosa e que sempre fez tudo por mim, eu cresci com esse buraco no coração. Parte de mim sempre se culpou pelo que aconteceu, ainda que dissessem o contrário.
Tudo que eu tinha eram fotos antigas, de quando eu nem existia ainda, e nenhuma memória que fosse realmente minha. Mas, tirando essa parte, até o final da minha adolescência, eu levei uma vida tranquila. Uma boa aluna, boa filha, que já tinha todo o destino traçado: passaria no exame nacional, entraria em uma faculdade prestigiada da capital e me mudaria para lá. E tudo estava acontecendo conforme o previsto. Eu me formei no ensino médio em 2017 e na primeira tentativa consegui entrar no curso de Psicologia na Universidade Nacional de Seul. Foi difícil deixar a casa do meu pai, nós sempre fomos extremamente próximos. Afinal, desde o início era apenas eu e ele.
A reviravolta aconteceu no início desse ano, após mais de dois anos morando em Seul. Eu decidi voltar para casa em um feriado e fazer uma surpresa para a minha família, e quando cheguei, só o que ouvia eram gritos da minha avó com o meu pai. Parada na porta, escutando tudo, eu descobri que, aparentemente, minha mãe estava viva? É isso. Durante vinte e dois anos foi escondido de mim que, sim, ela estava viva, e fugira um mês depois do meu nascimento. Eles alegaram que não queriam me contar para “me poupar da sensação de ser abandonada”. Dá para acreditar? Preferiram me deixar pensando todo esse tempo que eu era culpada por algo que nunca aconteceu.
E basicamente, foi assim que eu vim parar em Jalcheon. Depois de muito — MUITO! — insistir, eu consegui arrancar do meu pai que esse foi o último lugar que ele soube que ela esteve. Eu me mudei para cá com o único intuito de encontrar a minha mãe e enfrentá-la, ou, pelo menos, ouvir o lado dela da história. Com aquelas fotos antigas que eu te contei antes e o meu curso em Seul trancado, eu comecei a trabalhar como bartender em uma balada e aluguei um apartamento provisório em Seodong. Não sei quanto tempo vou ficar, nem mesmo se ela ainda está por aqui, mas por enquanto, essa é a minha vida.
mwf: ningning e karina (aespa), nancy e jooe (momoland), jinsoul e olivia hye (loona), jihyo, dahyun e mina (twice), chaeryoung (itzy), yujin e xiaoting (kep1er), minnie e shuhua (g-idle), jung hoyeon (atriz), ahn eunjin (atriz), lisa (blackpink), doyeon e yoojung (weki meki)
mwm: yugyeom, jackson e jay b (got7), wi hajoon (ator), yeo jingoo (ator), jacob, juyeon e eric (the boyz), mingi (ateez), doyoung, ten, jeno, winwin e shotaro (nct), eunwoo (astro), lay (exo), yoshi (treasure).
vamos também deixar aberto para os players mandarem o que mais querem ver por aqui!
Oi, mods, primeiramente parabéns pela comunidade tranquila! Fazia tempos que não participava de um lugar legal em que o pessoal não vive sendo chato e de fato interage entre si. Queria saber se vocês pretendem fazer gossip? Acho bem divertido quando é bem usado e filtrado.
oi, nós pretendemos sim! estamos só tentando definir um dia, e inclusive, seria muito bom ter a opinião de vocês acerca de dia e horário! por favor, nos digam quando preferem.
Sol é prima de Luna, a parte coreana da família que tenta proteger a garota da madrasta louca. Nada contra a prima, mas prefere distância, uma vez que já tem problemas o suficiente, logo vive como se não conhecesse a garota.
Sol fez faculdade de dança, mas nunca teve muita disciplina pra ganhar a vida com isso preferindo uma vida mais ""fácil"" bancada pelo dinheiro do pai e pelo que conseguia como performer na noite.
A única coisa em comum com a prima é o amor pelos livros, por isso é fácil encontra-la durante o dia num canto qualquer da biblioteca lendo.
Como filha unica é levemente mimada, acostumada a ter sempre alguém para limpar sua barra."
Quando chegou ao Chile por volta de 1995, a recém formada paleontologista não poderia imaginar o rumo que sua vida iria levar a partir daquele momento, e muito menos ao fatídico fim ao qual estava destinada.
Conheceu Mateo Aravena naquele mesmo ano, o arqueólogo era o responsável pela equipe de escavação do local, e os dois logo se tornaram grandes amigos. Era engraçado como pareciam se conhecer a vida inteira, a ligação que possuíam era forte, e Ji Jinsol tinha em mente que o destino havia colocado o homem em seu caminho por algum motivo.
Tal pensamento se confirmou cinco anos depois, quando a mulher descobriu estar grávida de um homem com quem havia se relacionado por uma noite apenas. Desamparada e sem sequer lembrar quem era o pai da criança, foi Mateo quem lhe estendeu a mão e aguentou a conturbada gravidez pelos sete meses seguintes; a bolsa havia estourado antes da hora e deveriam fazer um parto de emergência.
O que deveria ser um momento milagroso, tornou-se um pesadelo sem fim. A escuridão do luto cobriu o chileno quando a notícia de que Jinsol não havia sobrevivido a cirurgia chegou aos seus ouvidos. A recém nascida, porém, estava bem e ficaria internada até que pudesse ir para casa. Agora eram apenas os dois, ele e aquela menininha que tanto se parecia com a mãe.
Jinsol recebeu o nome da mãe como uma homenagem, e embora a figura materna lhe fizesse falta, Mateo era presente e amoroso. Quando completou seis anos, outra figura masculina passou a frequentar a residência dos Aravena, e foi aí que Solie descobriu e entendeu que seu pai era gay.
Jinsol sempre considerou sua história como algo que só se vê nos livros e filmes. Talvez tenha sido esse o motivo para se interessar tanto por literatura, desejando ser uma autora de sucesso no futuro. A casa em Konghae pertence ao companheiro de Mateo, local onde a família vive há dois anos."