[♡] - gangbang (richarlison, vini jr, antony, paquetá), copa 2022 (chorei escrevendo isso), sexo sem proteção (mas não façam isso), apelidos carinhosos, spit kink, dirty talk com elogios e um pouco de degradação, uma pitada de humor, choking, oral masc, anal, penetração simultânea, spanking, creampie.
Eu sei que alguns deles são casados e estão namorando, mas essa é uma obra de ficção, com todo o respeito, então vamo fingir que eles são solteiros aqui, blz?
Assistir a perda nos pênaltis foi doloroso. Você ainda consegue sentir as lágrimas escorrendo pelas bochechas, na arquibancada, com a torcida adversária num ápice de felicidade.
No campo, os jogadores estavam no mesmo clima. Lágrimas e mais lágrimas. Um choro compartilhado por uma nação inteira.
Saindo do estádio, sua melancolia ainda é a mesma. Até quando está no hotel, no quarto de um certo camisa vinte, deitada sobre a cama, de bruços.
Vinícius sai do banho, a toalha amarrada na cintura e o olhar rebaixado, quando te escuta fungar baixinho.
— Ei... — se aproxima, sentando ao seu lado. Toca a lateral do seu rosto, doce, como só ele consegue ser. — Chora não, hm? Tá tudo bem, princesa. — E abre aquele sorriso bonito, iluminado. Nesse momento, você até sorri junto, esfregando os olhos molhados.
Estica os braços, procurando envolver o garoto, ‘pretin'’ — chama por ele, com manha. Acaba por sentar sobre o colo do jogador, com o rosto escondido na curva do pescoço alheio. Aspira o cheiro fresco do sabonete de flores, enquanto os dedos sapecam na nuca raspada dele.
Ganha um afago nas costas, a mão do brasileiro deslizando por baixo da sua camisa azul, o emblema do país prensado contra o peitoral. Não evita o biquinho com os lábios, o dengo. Beija a pele reluzente, com afeto. E teria ficado nos braços dele por mais alguns minutos, é confortável, se a batida na porta não tivesse feito Vini se levantar.
— Oi, gatinha. — Lucas adentra, ostentando um sorriso no rosto também. Vem direto na sua direção, engatinhando na cama até chegar perto o suficiente pra te dar um selinho.
Richarlison vem logo atrás, correndo os dedos pelos cabelos descoloridos. Mais quieto, sem sorrisos, só que mais leve que o quarto jogador a entrar no cômodo.
O camisa dezenove não tem nenhum vestígio de leveza na face. O cenho está franzido, os lábios cerrados. Ele te olha de canto, escora o cotovelo num dos móveis de vidro do quarto de hotel e te fala, direto ao assunto: “pronta, bebê?”.
— Calma, vamo com calma — Lucas contraria, mais suave tanto com a expressão quanto com o tom de voz. Alisa as suas costas, descendo por dentro do seu short jeans. — Cê tá tão bonita, belezinha...
— Calma é o caralho! — Antony se põe perto da beirada da cama, o joelho esmagando o colchão. ‘Vem cá’, te chama, num murmuro, e você vai, obediente. Segura o seu queixo, ergue o seu olhar pra te perguntar: “pra que você tá aqui, hm?”.
— Pra vocês — você admite, sem vergonha nenhuma.
— Pois é. — Ele faz que sim, acenando, conforme continua: “a gente ia te comer, ganhando ou não... então, vamo fazer isso logo, não é mesmo?”.
“Tira esse shortinho”, a ordem é seca, mas você acata mesmo assim. Embora a pouca delicadeza nos trejeitos do rapaz, o comportamento é, sendo honesta, um motivo extra pra aumentar o seu tesão. Estaria ali, nessa situação, de qualquer forma. Infelizmente, está com o placar que você não queria. Acontece que se tiver que ser uma foda pra jogar toda a frustração fora, que seja, porque você também tem muito sentimento de insatisfação pra liberar.
— Ela tava chorando agora a pouco — Vini revela, te assistindo puxar o short jeans pra baixo.
— Ah, gatinha... — Paquetá lamenta, a mão espalma na sua bunda, num carinho. — Chora mais não, okay?
— Até porque o único motivo que ela vai ter pra chorar agora é de não aguentar mais levar pica, isso sim... — a fala única de Richarlison até te arranca um riso, numa mistura de excitação e bom-humor. Não importa o que ele diga, os risos sempre te vêm fácil.
— Mas é mais gostoso quando a gente faz devagar e...
— Que mané devagar, o quê! — Antony interrompe Lucas, te puxando pelas panturrilhas. Você escorrega pela beirada da cama, deitada com as costas no colchão. Um sorriso malandro, quando ele separa as suas pernas pra se infiltrar no meio. — Você não quer devagar, não, né? — a pergunta é pra ti, a qual nega com um aceno. — É claro que não... Se quisesse, não ia querer a turma toda de uma vez só... Todo mundo pra socar até cansar, não é, putinha? — A mão fecha ao redor do seu pescoço, sem apertar tanto, marcando presença.
“Foder com carinho é bom, mas hoje não é dia bom pra gracinhas, não”, te diz, “Tô puto pra caralho. Esse jogo de merda, aquele juiz de merda... Guardei a raiva toda pra você, minha linda”, a ponta do nariz resvala no seu queixo, no canto da sua boca, os sussurros das palavras te arrepiam. “Se importa? Hein?”.
Você morde o lábio inferior, derretidinha sob o domínio dele. Portanto, não tem outra resposta senão: “me fode com raiva, Antony”.
— Não guarda nada, não — pede, com a voz doce, enquanto ele exibe um sorriso. — Também tô puta com isso...
— Você é uma puta.
— Sua puta.
— Só dele? — Richarlison se aproxima, ajoelhando na cama. “Sua também”, você murmura de volta, deixando que ele te empurre sobre o colchão, costas coladas na maciez.
A mão de Antony deixa o seu pescoço para que a do camisa nove possa cercar o local — mais pra uma carícia da região da bochecha até próximo dos cabelos da nuca.
Os seus olhos focam no camisa nove, atenta ao jeito que ele vai afrouxando o short de malha. A ereção marcando sob o tecido azulado, esse sorrisinho de canto no rosto dele. Mostrando a língua, cúmplice a ti.
Você dedilha por ali. Em concha, apalpa, afaga. Ele suspira, devolvendo o aconchego com o carinho da palma da mão quente.
— Pô, só você pra me deixar feliz agora, nossa... — te fala, jogando a cabeça pra trás.
Você procura pelo pau duro dentro do short, traz pra fora. Envolve, investe num ir e vir pelo cumprimento. Melando de cima a baixo, espalhando a excitação que escorre. E não quebra o contato visual, olha pra ele com os olhos brilhando de desejo, acesa, nem mesmo sente os beijos que a boca molhada de Antony deixa da sua barriga à virilha. Só sente algo quando os dentes do camisa dezenove mordem o interior da sua coxa.
Você solta um muxoxo, virando o rosto pro rapaz na mesma hora. Quer empurrar o quadril pro lado, mas recebe um tapa estalado sobre a buceta. “Tsc, sossega”, ele repreende, a encarada de mal só serve pra te fazer sorrir e sentir mais vontade pra implorar um me come, me come.
A sua calcinha é arrancada fácil, e você deixa nas mãos de Antony o que acontece contigo da cintura pra baixo. Mantém a punheta que oferece a Richarlison, sentindo a bucetinha ser acariciada, um polegar brincando com seu pontinho — mas só enquanto a boca não abaixa o suficiente entre as suas pernas pra cuspir por cima do seu buraquinho de trás.
Antony circula com o dedo, busca a própria ereção, despindo-se por completo, pra poder estimular vocês dois ao mesmo tempo.
— Vai foder o meu cuzinho? — você murmura pra ele, com dengo.
E ele junta o cenho, “Que pergunta boba... Por acaso, já levou meu pau em outro lugar?”.
A fala te acende mais, especialmente quando Lucas se inclina, ao pé do seu ouvido, pra cochichar um “e hoje não vai ser só o dele, gatinha”.
É invadida pelo retinho estreito, então. Os dedos te apertando pelas pernas pra socar cada centímetro pra dentro de ti. Espera até que esteja completa pra pensar em pensar. Fica paradinha enquanto é preenchida, grunhindo e acompanhando com o olhar a virilha se aproximando da sua.
Daí, lotada ao máximo, pode dar mais atenção a Richarlison. Deixa-se ser manuseada sobre a cama, colocada de bruços e fodida na bunda de novo, antes de colocar o camisa nove na boca.
Ele joga o quadril na sua direção, apoia as mãos na própria cintura e só aceita que o resto seja feito. Você mama com vontade, lambendo a cabecinha e movendo o pescoço para engolir e soltar. Só perde o ritmo no instante em que Antony parece pegar o dele, trancando a mão nos seus cabelos, rude, pra meter com força — a raiva mencionada mais cedo.
Ganha leitinho na boca. Enxuga os cantinhos em que as gotas fartas mancham, escuta aquele “porra, como cê é boa...”, de voz embriagada. Os beijos que recebe no queixo, o nariz grande esfregando na sua bochecha.
E já que não tem mais uma segunda função, agora Antony pode puxar os seus fios de verdade, envergando a sua coluna pra trás. Bater os quadris na sua bunda, só soltar depois que a adrenalina do orgasmo acaba. Você caindo de bruços na cama outra vez, com o rabinho cheio de porra.
Mas levanta o olhar, embora cansadinha. Os outros dois, que te olham com a mesma vontade, são motivo suficiente pra você procurá-los.
Vai direto pros braços de Vinícius, o qual está aos sorrisos, derretido com a posse que tem sobre ti agora. Com ele, você só precisa afastar a toalha branca do hotel pra rodear o pau teso. Alinha a cabecinha no meio das suas pernas e desliza pra baixo. Está babadinha de tesão já, bom pra ocupar-se por inteiro dele.
— Como cê é apertadinha, menina... E que quentinha, porra... — Vini murmura baixinho, em êxtase pelo seu calor, aninho. Os dedos inquietos subindo pela sua pele, por baixo da camisa de time, para apalpar os seus seios.
— Empina pra mim, empina. — Lucas vem por trás, pedindo pertinho do seu ouvido. — Fica bem empinadinha pra eu meter nesse cuzinho também.
Você tomba pra cima de um, abrindo espaço para o outro se ajeitar. As bandas da sua bunda são separadas, o pau roça no caminho, até achar o buraquinho.
— Dois dentro. E junto! — Richarlison brinca, deitado ao lado de vocês, ofegante. O bom-humor acompanha um sorriso, dizendo “que gulosa você, hein?”.
— Gulosinha, danada... — Lucas vai citando. Beija o seu ombro, malandro, forçando pra dentro e pra fora aos poucos.
Com a dupla, é mais lentinho, gostosinho. Bocas juntando com bocas, beijos sendo espalhados pelo seu pescoço; os seus seios, apertados pelas mãos grandes. É entupida outra vez, nos dois buraquinhos agora.
Mole do orgasmo, continua no colinho de Vini até ter forças pra rolar na cama, ofegante. A buceta pinga porra, latejando.
Porém, não tem nem tempo pra respirar, as pernas são agarradas e puxadas pra beirada novamente.
— Antony... — você geme o nome do jogador, manhosa.
A mão dele vai direto no seu pescoço, automática, o nariz rela na sua bochecha.
— Quero você de novo — ele cochicha, já pressionando o pau duro no meio das suas pernas. — Meter nessa bunda gostosa de novo.
— Não, quem vai meter na bunda dela agora sou eu. — Richarlison senta-se sobre o colchão, de prontidão. — Quero provar aí também.
Antony fecha o semblante, sem muita paciência quando lança o olhar pro companheiro de seleção. Aquela cara de ‘desgraça, lá vem o Richarlison...’.
— Cara feia pra mim é fome — o camisa nove resmunga. — E tu é feio, hein? Puta que pariu!
— Ih... — a reação repentina e desanimada de Paquetá chama a atenção.
Por um instante, a ‘disputa’ entre os colegas de Premier League pausa pra ver Lucas encarando o celular em mãos e ouvir Vini avisar: “Tem mais cara querendo subir”.
— Quem? — você pergunta, na hora, até com um semblante mais revigorado.
— Que ‘quem’ o quê! Eu, hein?! Sossega aí — Richarlison te corta.
— Ué, eu tenho que ser boa pra todo mundo... — você dá de ombros, malandrinha.
— Como é que é? — A mão de Antony ao redor do seu pescoço ganha mais intensidade, assim como a carranca na face do jogador.
Você ri (talvez de nervoso). Mas é que tem mais gente querendo afogar as mágoas, e você jamais negaria um agrado pra quem tá tão triste quanto ti, certo?












