singing to @ofsmalldeath

Janaina Medeiros
he wasn't even looking at me and he found me
untitled
Lint Roller? I Barely Know Her
Show & Tell
Fai_Ryy
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PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
🩵 avery cochrane 🩵
$LAYYYTER

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@nightmarc
singing to @ofsmalldeath
@madwren
luna estava com a companhia de wren em uma dos seus reconhecimentos de passagem. ainda não tinham noção de onde estava a bandeira inimiga então momentos como aqueles eram completamente necessários assim como o silêncio que mantinham. era difícil não fazer um comentário bobo com seu amigo ao seu lado, mas abençoada pela mudança de personalidade próxima conseguia se focar mais no objetivo do que qualquer erro.
um passo em falso. resultou em uma armadilha literalmente puxar os dois para cima da árvore, presos em cordas como uma rede de peixe perfeita para humanos. um grito pela surpresa escapou dos lábios carnudos da vietnamita. viu mirage, sua espada, despencar da sua cintura diretamente para o chão, mas não hesitou em deixar o pânico de lado para pegar uma de suas adagas e cortas as cordas que lhe cercavam. para não correr o risco de wren cair diretamente no chão, luna cortou lateralmente, descendo ainda se apoiando nas cordas enquanto a adaga encontrava-se na boca da semideusa.
seus pés encontraram o chão novamente, olhando para wren tomando cuidado para que ele pousasse no chão sem se machucar enquanto guardava sua adaga sem necessidade de acompanhar com os olhos. escutou passos ao redor, tornando sua atenção para as árvores que os cercavam. — fucking hell! — murmurou, pegando mirage do chão com certa dificuldade por estar mais preocupada com o companheiro descer com segurança da armadilha. um corte no vento ocorreu ao lado de sua orelha como consequência do ataque de um filho de ares. se jogou para o lado da espada, segurando-a com firmeza.
— wren, você está bem? — se protegia do semideus inimigo e desferindo golpes de ataque quando tinha chance. escutava mais passos ao redor dos dois, esperando a companhia do mais novo naquela luta para poderem se organizar novamente.
#studying
não podia dizer que era surpreendente estar cercado pela equipe vermelha, ao menos não tinha sido visto o que lhe comprava tempo para pensar em como sair dali. como companhia tinha @nightmarc o que não era nada ruim, o problema de ethan era que pouco conseguia ficar parado e ter que aguentar ali quieto era um sacrifício. ‘ são muitos. comentou sussurrando baixinho para luna. ‘ será que a gente dá conta se sair daqui? a clareira era bem escondia, mas parecia um milagre que ninguém os encontrou. só podiam ser os filhos de ares acompanhados de toda sua burrice que estavam por lá.
luna não hesitou em cobrir os lábios do filho de hermes com seu indicador quando escutou passos próximos de um integrante do time rival. ficar quieta era um problema para ambas partes, então não sobreviveriam naquele esconderijo por muito tempo. usando de seu poder, abençoada pelo horário noturno da duração da caça a bandeiras, luna conseguiu afastar o semideus ao criar uma ilusão de sombras para o lado oposto que estavam, tentando ignorar a onda de fraqueza que cercou seu corpo em seguida. ela respirou fundo ao ouvir os passos se afastando, olhando diretamente para os olhos de ethan.
— estamos completamente cercados. — mordeu os lábios, falando o mais baixo possível, conseguindo tirar a tonalidade de algumas sílabas sem que perdesse a frase por completo. sem tirar os olhos do semideus, sua mente estava tentando ligar todos os pontos possíveis, mesmo que sua ansiedade começasse a transparecer em batidas audíveis de sua unha na sua espada. tentou se controlar, mas cada segundo ficava mais difícil.
olhou para o redor dos dois mais uma vez, não encontrando nenhum semideus ao seu redor. acharia agradável se não considerasse a ação completamente suspeita. — eles sabem que estamos aqui. — engoliu seco, segurando firmemente sua espada e virando de costas para ethan tentando fazer menos barulho possível. — fuck me. — murmurou, indignada com a situação que não havia se preparado para estar. procurava sinais dos outros semideuses, esperando que o companheiro de time fizesse o mesmo.
@nightmarc
Odiava admitir, mas estava fraca. O sol ainda não havia desaparecido por completo e, por mais que isso não a deixasse completamente desamparada, era clara a diferença entre a força que tinha que fazer. Não atoa estava ajoelhada no chão, as duas mãos se apoiando nas próprias coxas enquanto se concentrava na bandeira, cinco metros a sua frente, escondida pela névoa, que parecia sugar sua energia. Não desistiria, não sabia o que seu time faria consigo se o fizesse, mas a cada segundo parecia mais próxima de desmaiar. Os olhos foram para a bandeira, depois para as próprias mãos, trêmulas, e, novamente, para a bandeira. “Não vou conseguir. Não dá.”
não iria atrás da bandeira de cara, conhecendo o território do inimigo reconhecendo a localização destes e passando informações para os outros campistas. luna conhecia aquela floresta muito bem, por viver acordada na noite andando por ela enquanto tinha medo de seguir seus poderes, era fácil se localizar e ajudar os outros campistas do time azul. as vezes ia um pouco mais a frente da bandeira, vendo os outros companheiros de batalha de longe e fazendo o máximo para alertá-los de perigo antes que fosse tarde demais.
em meio ao seu reconhecimento do ambiente ao redor, conseguiu observar seraphine de joelhos no chão. naquele mesmo instante largou tudo que estava fazendo e correu em socorro da amiga. ajoelhou em desespero na frente da mais velha, segurando o rosto da morena em suas mãos depois de jogar mirage ao lado. — você consegue sim. — balançou a cabeça em forma de afirmação, tentando fazer com que a outra olhasse diretamente em seus olhos. depositou um beijo com ternura na bochecha de phys depois de dar espaço para a ação separando um pouco a mão esquerda do rosto da amiga.
tentava fazer com que a outra relaxasse, respirando fundo na intenção de que ela acompanhasse o movimento visível de inspiração e expiração que o corpo de luna realizava. colocou um sorriso gentil no rosto. — não tem ninguém aqui perto por agora, respira fundo, por favor. — disse com certeza, tentando passar confiança para que a filha de hécate pudesse tomar suas forças novamente. não iria deixar sua amiga desmaiar por uma vitória.
— Luna! LUNA! — Kieran berrou pela amiga enquanto era perseguido por diversos semideuses de doze anos que berravam a plenos pulmões. Inicialmente, pensou que podia dar conta da meia dúzia, mas quando eles começaram a atirar facas e flechas sem nem pensar em sua direção, viu-se em problemas. A única opção fora correr para longe e ali estava ele, desesperado por ser atingido. Sabia em que posto @nightmarc estava, felizmente próximo de onde sofrera com os primeiros ataques, e por isso disparou para ela. — Por Zeus, Luna. SOCORRO! — correu mais na direção dela, o chaveiro apertado nas mãos enquanto ele estava desesperado. Olhou de relance para trás, vendo os menores com o ódio estampado e gritou de volta, aterrorizado. Não podia deixar que aquele pavor soltasse seus poderes porque ele sabia que não seria de uma maneira boa; Luna sabia melhor do que ninguém que ele não tinha controle e não era nada positivo. Acabaria ferindo alguém de verdade e mais do que deveria, e como ele não queria aquilo.
apesar do risco, luna não segurou uma risada ao ver a cena de seu melhor amigo correndo de seis crianças em sua direção. a diferença de altura talvez fosse o maior motivo ou os gritos desnecessários vindo dos semideuses, alertando de suas posições para todo mundo ao redor de oito quilômetros ou mais. segurava mirage com certa firmeza, o bastante para ela se transformar em uma névoa preta, com apoio da escuridão da noite. em poucos segundos a espada se triplicou, atacando os semideuses que corriam atrás de kieran. não demorou para se esconderem nas árvores com medo da aproximação das alucinações deles, dando tempo para que luna se controlasse e alcançasse o aliado.
sem mirage, aquelas crianças provavelmente estariam chorando e a semideusa desmaiada, por esse exato motivo sabia que não podia contar muito com o controle de seu poder. infelizmente, conhecia kieran e sabia que naquela confusão eles estariam sozinhos contra meia dúzia de crianças sem qualquer capacidade de usar as habilidades únicas.
sem tempo de aproveitar o silêncio dos semideuses, puxou kieran para abrigo atrás de uma árvore ao perceber as flechas voltando a andar em direção deles. — eu não luto contra crianças... e se eu matá-los?! — sussurrou, sem se intimidar com a proximidade entre os dois escondidos na mesma árvore. esperava que alguma ideia surgisse do filho de fobos antes que fossem cercados pelos gritos que se aproximavam mais uma vez. — a cabecinha inútil é tão baixa... — disse, olhando pelo canto da árvore para conferir a distância deles para o time vermelho. procurava também aliados ao redor, mas sem êxito na busca.
“ — — Eu acho que o melhor seria se eu ficasse na parte de defesa da nossa bandeira.” Giulia sugeriu para a @nightmarc, esperando por alguma opinião vinda da morena. Sabia que quando antes atacassem, melhor, mas não podia agir sem nenhuma estratégia. “ — — Pensei em trazer alguns monstros do submundo e montar uma barreira com eles, o que você acha?” Confiava que a amiga lhe daria uma boa luz sobre o que fazer. “ — — Eu só não sei se estou preparada pra trazer tantos. Você sabe o que acontece quando eu tento, Agata.” A loira acabava sempre se enfraquecendo. Estava treinando com Gadrel para mudar aquilo, mas ainda não tinha certeza se conseguiria. “ — — Tenho medo de desmaiar e acabar deixando os monstro soltos por aí.”
assentiu sem hesitar. concordava com a ideia de giulia estar junto com a bandeira por ser o local em que ela se sentia mais confortável. apesar de saber que riscos precisavam ser tomados em alguns momentos, em guerras a zona de conforto poderia ser apreciada até quando necessária a mudança de comportamento.
guerra. mais uma vez essa palavra passava pela cabeça da semideusa, como se cada vez que a noite se aproximava mais agitada ficava pela incapacidade de matar os “inimigos”. não queria que os semideuses morressem diretamente, mas se fosse possível fincar a espada em seus crânios seria tão mais rápi... ( droga, luna! ) pensou consigo mesma, tentando desviar o rumo de seus pensamentos. a ideia das pessoas poderem se levantar e continuar lutando era simplesmente frustrante, mas ainda poderia se virar sem necessidade de medidas extremas.
— eu vou atrás da bandeira. se ficar com vocês posso ser um risco para o time. — disse com firmeza, sabendo das consequências que seu poder descontrolado tinha. se gadrel tivesse no time azul seria completamente mais fácil para as duas ali, mas infelizmente o instrutor havia se aliado com o time vermelho. agora era as alunas contra ele, talvez fosse divertido o duelo. — não precisa de tantos assim, você terá ajuda do resto da equipe. e eles podem machucar os semideuses... machucar machucar. — comentou, com certa infantilidade em suas palavras, sussurrando as últimas palavras como se fosse perigoso dizer em voz alta. — e nem chegue perto do seu limite ao invocá-los. pode ser prejudicial para você! mas sim, é uma ótima ideia. — colocou um sorriso final na frase, tentando ajudar o máximo a organizar os pensamentos na cabeça da amiga.
fez um carinho no braço da jovem, aproveitando-se da intimidade. — precisamos de você, não necessariamente do seu poder. não exagere com isso, baby. — colocou sua espada na bainha específica cercando seu corpo, utilizando da mão que agora estava livre para tirar uma mecha de cabelo do rosto da amiga. a personalidade diurna era bastante calorosa e não conseguia se segurar em um momento que achava necessário. — promete que vai se cuidar? se eu voltar aqui e ver mais de dez monstros eu vou te bater. not in a nice way.
capture the flag —— @nightmarc & @seoahra
caminhava ligeiramente entre o chalé e o ponto de encontro. o sol no pico do céu refletia os fios negros dos cabelos e dava vida aos desenhos ornamentados em seus braços. ela brilhava, e a resplandecência refletia a seu estado de espírito.
adentrou ao recinto apressadamente, convidando-se a conversa com os demais que ali estivessem assim que acomodou-se ao lado de ahra, sorrindo-a com divertimento. a animação era algo intrínseco como efeito da presença da outra, suas disparidades as completavam, e dana a admirava afinal. os dígitos livres marcando pontualmente a borda de uma mesa central, sinal de sua inquietude quanto as possibilidades do evento. apesar de sua persona comedida quanto a disputas reais, em contrapartida, havia o tino pelas competições de jogos, algo que era extraído do imo de sua criação e laço mais forte entre ela e caleb. além de poder utilizar-se do bulício existente entre o limiar da sorte e do azar, fora algo fomentado pela figura fraternal desde muito jovem, quase tudo tornava-se, na mente dos dois, uma brincadeira particular e estimulante de suas virtudes. a sorte lhe sorria a ouvir boatos de que ele avançava as fileiras com voracidade, traçando um brilho em seus olhos da particularidade daquele jogo. além de claro, a consequência natural de que estes hábitos a fariam competitiva de qualquer forma frente aquele desafio festivo.
méros, a katana que de fato a pertencia, ainda jazia inofensiva em forma de cinto em suas vestimentas, mas imaginava se armar-se de algo mais do arsenal faria sentido. tapeou o relógio de pulso e num reflexo, buscou por mais faces e possíveis convidados para uma discussão, proferiu-se pela primeira vez: — o que tenho a contribuir em primeira instância pelas minhas experiências e quem conheço é: não subestimem os filhos de pã. — a ênfase ao final da frase referia-se não só a natureza destes, mas pensava em narcissa, em sua vantagem em campo e em sua obvia criatividade. — caleb é versátil e vai se envolver muito na estratégia de jogo, mas se tiver de tomar a bandeira das minhas mãos ou das suas, ele mesmo. ele vai. o chalé de apolo é bastante furtivo e temos personalidades muito competitivas esse ano. eles também tem bastante vantagem com dois dos três grandes, rockwell parece meio alheio e acima das coisas as vezes mas é uma ameaça, e o chalé de nix com certeza vai ter grande peso. — afirmou o que imaginava das primeiras personalidades que lhe vieram a mente.
luna não duvidava em nenhum segundo da capacidade do time azul de conseguir ganhar a bandeira, mas isso não impediu a semideusa de oferecer oferendas para nike quando acordou, por aceitar uma ajuda extra principalmente quando sabia que precisava controlar o seus poderes perto de outros campistas sabendo dos riscos que poderia trazer.
mirage, sua espada, era tão necessária que chegava ser uma traição adicionar duas adagas pegas do arsenal em seus armamento para a caça à bandeira, mas ainda sim o fez. sabia da necessidade de ter segundas e terceiras opções em meio a uma luta e ter adagas escondidas em seu corpo dava uma oportunidade e maior vantagem em uma guerra.
sim, guerra. era dessa forma que a ngo via aquele caça a bandeiras. não podia confiar apenas em suas habilidades da batalha ou em seus colegas de time porque precisava, de toda forma, pensar em pontos negativos que na agressividade que os mais competitivos traria para a mesa. ela não ficaria para trás, não sabendo que a noite chegava e estaria tão forte quanto qualquer um naquele acampamento. escutava com atenção cada um dentro da sede improvisada, mas assim que dana começou a falar ela não hesitou em arquear a sobrancelha.
a semideusa não se dava bem com luna, ela poderia listar os motivos e colocar sua personalidade dupla como a maior razão de tantas desavenças, mas elas precisavam deixar aquilo de lado para terem um sucesso como um time. era isso que pensava, mas não demorou para falar assim que a outra semideusa terminou seu raciocínio.
— em primeiro lugar, não podemos subestimar ninguém. eles podem muito bem pegar alguém considerado ruim em tudo que faz e colocar como uma peça importante. é fácil deixar alguém passar se focarmos só nos “perigosos”. — foi firme em sua fala, tomando a atenção de todos na sala para si. — mas ainda é uma boa ideia evitar — acentuou a palavra dita com uma tonalidade distinta. — confronto direto com os filhos de deméter e de pã, porque estaremos na floresta e, sinceramente, não acho que preciso de acrescentar mais nenhum motivo... — balançou a cabeça, como se falasse a coisa mais obvia possível. a floresta era o lugar perfeito para os filhos de deméter, pã e perséfone lutarem, onde o poder estava com mais contato com a natureza possível.
agora olhava diretamente para dana, sem intenção nenhuma de desafiá-la com a atitude feita. ainda estava de dia e o sol tranquilizava as atitudes da morena, com os olhos verdes brilhando e um sorriso tímido no rosto. — precisamos distrair os filhos de éris. alguns deles tem a capacidade de nos virar uns contra os outros. apesar de contarmos com a sorte — apontou para a semideusa em questão. — eles podem deixar essa guerra impossível.
finalmente, direcionou seu olhar para ahra, sabendo que a semideusa tinha melhor posição naquela discussão, junto com os outros filhos de atena. não queria pressionar uma opinião da mais velha, então não forçou uma pergunta direta.
Com a notícia de mais uma Caça à Bandeira, Ahra pareceu brilhar em competitividade e ansiedade. Imediatamente entrou em contato com seus aliados, resumindo-se a apenas olhares mortais aos seus adversários, e distanciou-se em busca de @nightmarc. —— Se eu olhar para aqueles filhos de Ares mais uma vez, capaz de cometer uma monstruosidade. —— Anunciou assim que a viu, suspirando em alívio pelo rosto conhecido e, melhor ainda, companheiro. —— Então melhorei bastante… —— E com bastante, ela queria dizer ainda mais. —— com arcos, então estava pensando em levar um, além da minha espada. O que acha? Lanças podem ser uma boa também, estou tentando pensar em uma arma mais estratégica!
não conseguiu segurar a risada quando escutou o comentário de ahra. a rivalidade dos filhos de athena e ares eram até interessantes, principalmente por quererem monopolizar a ideia do deus melhor em situações de guerras. ficava aliviada em estar com os filhos da deusa da estratégia, não tinha lado melhor do que esse porque, independente dos poderes alheios, a incapacidade de bolar um plano consistente poderia ser um tiro no pé.
— guarda essa monstruosidade somente para a caça. vai ser lindo fazer espetinhos deles mais tarde. — piscou para a morena, falando baixo na espera de instrutores não escutarem e chamar a atenção de luna pelo comentário. estava segurando flechas na mão, arrumando-as nas aljavas disponíveis, apesar de não saber usá-las, ainda conseguia organizar.
escutou a companheira com atenção, assentindo a cabeça com a observação feita por ela. — apesar do arco-e-flecha ser de maior alcance, imagino que carregar uma lança e uma espada saia menos trabalhoso por ser dois itens ao invés de três. — balançou a aljava cheia que organizava, indicando um dos itens além do arco em si que a semideusa deveria segurar. — eu optei por adagas e a minha mirage. dessa vez a caça provavelmente vai estender até a noite, então eu preciso da minha espada. — comentou, mordendo os lábios. era complicado controlar seus poderes sem o auxílio de sua espada, mirage.
@agataalbero
— uns filhos de ares tiraram doze do leste do jogo já. — disse para a companhia feminina sem esconder a frustração em suas palavras. apesar de ter se juntado naquele local para poder respirar um pouco pela busca da bandeira, luna não conseguia baixar a guarda. com a íris negra banhada pela escuridão da noite que os cercavam, a floresta ficava mais viva e os poderes da semideusa finalmente apareciam como uma forma de defesa.
mordeu os lábios, bebendo água para tentar se hidratar antes de voltar a falar. — eles estão bastante perigosos e se aproximando da bandeira! eu preciso chegar antes deles ou tentar pará-los logo. sinceramente não sei o que escolher. — era visível a ansiedade da filha de ícelo, tremendo ainda pela luta que havia acabado de sair contra um filho de deméter que foi capaz de machucá-la antes dele finalmente sair perdendo.
virou seu corpo em direção de ágata, ainda tentando procurar por respostas na sua cabeça enquanto aproveitava o momento ao redor de aliados. — como está a situação por aqui? alguma ameaça maior do que esse grupo para eu me preocupar? — levando em consideração a situação dos campistas, não se importou em ser direta na conversa.
starter call !!
time azul:
💙 e combinaremos algo no privado.
time vermelho: apenas um aberto para os específicos.
[ 💔 + 1 ] muse & luna se encontram no meio do caminho atrás da bandeira.
[ 💔 + 2 ] muse encontra luna perto da bandeira e tenta despistá-la.
[ 💔 + 3 ] muse & luna trocam farpas antes do caça bandeiras começar.
[ 💔 + ? ] para combinarmos algo.
depending on the day, i’m either rachel or monica
OLHOS arregalados e respiração descompassada entregavam sua surpresa ao ser pego pelx semideusx. —— eu juro! juro juradinho de dedinho mesmo! que não tenho relação nenhuma com o sumiço dos seus dracmas! —— choramingou no mais puro desespero; seus olhos brilhavam inocência e nos seus bolsos brilhavam as moedas, mas disso ninguém precisava saber, right?
— me desculpe! — luna protestou, com uma tonalidade infantil em sua frase. apesar de saber que poderia muito bem ele ser o culpado pelo sumiço de seus dracmas de ouro, a personalidade diurna estava arrependida por culpar de cara logo o filho de hermes. — foi sem educação da minha parte culpar logo você, me desculpe de verdade... eu posso ter só perdido. — conferiu uma última vez seus bolsos, resmungando ao não encontrá-los na falsa esperança que havia depositado. — pode me ajudar achá-los? preciso deles.
gadrel
— Exatamente, aí, mesmo. — lançou uma piscadela para ela, que logo foi completada com um riso fraco, deixando claro que não passava de uma boa e velha brincadeira. Não conteve o olhar, que analisou a garota dos pés a cabeça mais de uma vez, mas logo sacudiu a cabeça, voltando a realidade, com um sorriso fraco nos lábios, que era um misto de riso, na maior parte do tempo. — Acho que eu não morreria, mas tudo bem, ficará só na minha imaginação.
— Prometo. — afirmou, com firmeza, fazendo o mesmo sinal de positivo com a cabeça, enquanto buscava o olhar alheio com o seu, tentando, de alguma forma, acalmá-la o máximo que podia, por mais que esse não fosse o seu forte. — Ok, talvez a gente possa revisar esse ponto do sangue, não seria um grande problema, de qualquer forma. — voltou a tomar o tom cômico na voz, por um breve momento, acompanhando a brincadeira da menor.
— Então quer dizer que você faz as pessoas terem alucinações, mexe com a cabeça delas, mesmo sem ter a intenção disso? — indagou, ao mesmo tempo que buscava, lá no interior de suas memórias, quando sentia que podia fazer algo parecido com aquilo, que acabava influenciando todos ao seu redor, a diferença é que fazia aquilo quando ainda era pequeno e não tinha a mínima noção dos problemas que causava. — Essas ilusões, sempre, estão relacionadas aos pesadelos das pessoas que são atingidas? — voltou a indagar, por mais que a pergunta fosse um pouco desnecessária.
Gadrel tombou um pouco o corpo para trás, encostando no encosto da cadeira, enquanto pensava, tentando achar alguma coisa que pudesse fazer ou dizer, que não fosse óbvia. — Consegue fazer isso a qualquer momento ou é algo que vem sozinho sem controle? Porque se você conseguir controlar isso quando quer, já é um começo. Mas se essas alucinações só acontecem sem o seu controle, ok, estamos em alguns problemas que já deveria ter resolvido uns anos atrás. — alguns detalhes eram incrivelmente mais fáceis de se tratar naqueles mais novos, pois eram bem mais maleáveis e tendiam a ter poderes menos desenvolvidos, o que não parecia muito a situação dela. — Ei, calma. Não vai traumatizar mais ninguém. — voltou a levar a mão ao encontro da dela, que estava no lençol. — Primeiro passo: acho que vai ter que começar a treinar isso em mim, quer dar um passeio nos meus pesadelos?
era claro em seus olhos que havia gostado de sentir o olhar do semideus pelo seu corpo, mas não continuou o assunto por não querer desvirtuar de seu objetivo. isso, claro, não impediu a personalidade perversa de balançar seu corpo de forma sugestiva e mandar um beijo no ar em direção do mais velho. a camisa do acampamento impedia maiores brincadeiras, mas ainda se divertia internamente com a atenção momentaneamente recebida.
a confiança passada pela palavra dada pelo filho de thanatos aliviou o peso no coração de luna. mais uma vez o sorriso voltou ao seu rosto com o comentário. estava se sentindo mais confortável naquele momento do que pensava, levando em consideração que segundos atrás estava pensando duas vezes antes de aceitar a ajuda proposta. ― talvez eu possa me tornar uma vampira. sucessora das lâmias. ― em um movimento divertido, mostrou seus caninos.
— eu pareço uma criança, eu sei. — disse, se sentindo derrotada. — isso sempre acontece durante a noite, nunca tive chance de treinar junto com os outros semideuses... agora, acho que já não tem outra saída. é como tentar me ensinar a tirar arco-e-flecha. e se eu tiver perdido minha chance? — luna odiava se sentir vulnerável durante a noite. odiava. talvez saísse daquele chalé guardando mágoa de gadrel, mas no momento estava sentindo necessidade de se abrir pela primeira vez em relação ao seu poder.
não iria negar que estava escondendo coisas. quantas pessoas havia afetado, semideuses e principalmente sua família. odiava o fato de nunca poder ter alguém do seu lado durante a noite, por mais que tentasse se convencer que não precisava de companhia. ― eu costumo ficar bem fraca, principalmente quando acordo. ― não que estivesse dormindo muito durante a noite nos últimos anos. ― já machuquei pessoas em seus sonhos com essas ilusões. por isso que faltava tanto a treinamentos pela manhã, é o único momento que tenho paz para dormir. ― era possível sentir a sinceridade nas palavras da semideusa.
sentiu a mão de gadrel em si mais uma vez, tremendo ao toque em reação da vulnerabilidade que estava no momento. era difícil aceitar ajuda, mas ela queria evoluir ao invés de ficar estagnada eternamente no mesmo passo básico. talvez, se tivesse aprendido antes, poderia ser mais útil durante as guerras e missões que participava. ela precisava engolir totalmente o orgulho e olhar nos olhos do filho de tânatos igual estava tentando fazer.
balançou a cabeça como afirmação. respirando fundo antes de aproximar seu corpo do semideus. segurou o rosto do mais velho, acariciando antes de mais uma vez segurar sua respiração e soltá-la quase contra sua vontade. ― i’ll try. ― foi a última coisa que disse antes de focar o máximo que conseguia na energia que seu corpo emanava. luna tentou fazer apenas uma ilusão em seu corpo, transformando-o de uma forma grotesca como era de costume para afastar monstros. conseguiu com êxito nos primeiros segundos, mas logo percebeu seu redor transformando-se com apoio das paredes negras que cercavam os dois. a partir daquele momento tudo que apareceria seria ligado diretamente ao semideus ou o coração obscuro de luna. tentou tomar controle do poder, gastando suas forças para focar apenas nisso.
seu carinho no rosto do semideus havia cessado, dando espaço para um pressionar mais agressivo, por mais que moderado. não conseguindo recuperar o controle, luna desabou seu corpo na cama acompanhada por um grito agudo mais uma vez aceitando a derrota. a sua ação havia finalizado as ilusões ao seu redor, mas não impediu seus olhos de encherem de lágrimas.
páris
❧ em momentos como aquele praguejava mentalmente por seu machado ser tão pesado. manuseá-lo sempre fora um grande desafio para seu corpo, talvez a deusa não tivesse levado em conta as aptidões físicas de semideuses na hora de desenhar a arma divina. apenas segurá-lo em suas mãos já exigia bastante esforço, mas suportaria mais algumas horas com a dose certa de adrenalina, como havia feito na guerra contra gaia.
talvez por ter se desconcentrado com a semideusa tão próxima que se descuidara no uso da força em relação à distância e cortara a camiseta do acampamento que ela utilizava. agradecia aos deuses por ela ser ágil e treinada, já que ouro imperial não feria apenas monstros. não queria admitir, mas ela realmente tirava seu foco.
❧ fingiu ponderar por um instante antes de responder a pergunta da garota. “acho que você é uma exceção.” ofereceu uma piscadela para a garota, girando seu machado para fincá-lo no chão novamente. ela estava a uma distância um pouco além de seu alcance, então talvez pudesse recuperar um pouco o fôlego ali.
deu um sorriso convencido com a resposta do semideus, devolvendo a piscadela sem nenhum pudor. ― eu gosto de ser a unica. ― suas mãos seguravam firme a espada, mas ainda olhava diretamente para o rosto de páris.
assim que viu páris se relaxando, luna deu um pulo curto equilibrando-se ao tocar seus pés no chão novamente, precisou dar mais dois passos rápidos para chegar em uma distância favorável para o corpo pequeno. enquanto suas mãos impulsionavam sua espada para frente, até um certo limite para não tocar no corpo do instrutor, o seu próprio corpo tentava impedir a aproximação do instrutor do machado. ela queria que ele tentasse algo contra para causar uma aproximação maior. talvez, durante aquele treinamento, fosse a maior chance de saber se o homem retribuía a atração que ela sentia por ele.
― está querendo me deixar ganhar? ― colocou um sorriso perverso em seus lábios, movimentando sua espada mais uma vez dando espaço maior para ele se aproximar. fez questão de dar uma liberdade disfarçada para que ele não percebesse a verdadeira intenção dela atrás da ação. não costumava realizar erros bobos como aquele, mas eles não lutavam juntos para ele saber daquilo, pelo menos não inicialmente. ― posso me acostumar.
@lunagonzalez
Se tinha algo que deixava Phys minimamente animada, esse algo eram as noites em que ela e Luna decidiam fazer alguma coisa juntas. Não aguentava os dias no acampamento e as noites, apesar de consideravelmente mais agradáveis, ainda eram tão solitárias quanto. Já estava pronta: as roupas pretas coladas ao corpo, os saltos nas mãos prontos para serem usados, a maquiagem realçando os traços do rosto. “Eu não sei o que é que você inventou dessa vez, mas…” Deu uma volta, exibindo-se para ela e apontando para todos os detalhes, mesmo que fosse impossível ver muito graças à luz. “Não pode dizer que não estou pronta.”
não demorou para olhar todas as roupas e acessórios da semideusa, batendo palmas de uma forma animada. — você deixa as filhas de afrodite babando, my darling. — deu uma risada, tomando os segundos seguintes para copiar a apresentação da mais velha e mostrar cada detalhe de seu vestido preto cintilante e sua maquiagem detalhada. apesar de não ter sua espada miragem adicionada no seu look, abaixo de seu vestido tinham duas adagas presas em sua perna e para finalizar, estava com sandálias baixas e uma pequena bolsa apoiada no ombro esquerdo que caia a alça prateada até a cintura. mandou um beijo para finalizar a apresentação, não segurando uma risada enquanto se virava para dentro do chalé de ícelo.
— você vai nos levar para uma balada. — luna foi direta para a amiga, mostrando em cima de uma mesa todas as informações possíveis que havia conseguido com um dos filhos de hermes que costumava conversar. não era muito comum sair do acampamento, não pela regra, mas por não ter muito conhecimento de onde poderia ir. nunca havia frequentado uma balada na vida, a companhia de phys não demorou para ser a primeira a passar em sua cabeça para acompanhar em algo do gênero. — claro, se não tiver muito cansada. — deu uma risada sem humor, preocupando-se genuinamente com o bem estar da outra.
Com os novos semideuses chegando, Noah se via obrigado a manter o seu chalé limpo e organizado para caso alguém fosse reclamado filho de Deméter, o que duvidava um pouco, mas não queria que alguém chegasse e tudo bagunçado. Já estava do lado de fora e limpando as ervas daninhas que passavam por entre as plantas e muse passou um pouco perto demais das folhas fazendo com que Noah se virasse para ele. Antes estava com Graal, seu bastão de madeira, controlando as plantas para que se limpassem, porém quando se virou era como se todas se virassem para muse ao mesmo tempo. “Olhe por onde anda.” Falou, calmamente, ele estava mais incomodado do que infurecido com a atitude dx outro.
— para de me ameaçar com suas plantas. — as feições de luna se fecharam ao se sentir observada pelas plantas e pelo loiro que havia reclamado. — não é como se eu tivesse te tocado, então calm the fuck down. — apesar da fala estressada, o rosto de luna logo se relaxava com o contato do sol devido ao horário. suas ações eram influenciadas mais pelo horário do que pelos sentimentos em si, mas muitas vezes esses eram mais fortes do que a personalidade dominante do dia. ainda foi capaz de colocar um sorriso no rosto, acostumando-se com a ideia das plantas parecerem olhar para si. — escolheu arrumar o chalé logo no dia que os semideuses chegam para as férias de verão? que ânimo.