Occasionally we're afraid of those eyes who don't even have the courage to confront themselves

Kiana Khansmith
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Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
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@nirvana-jeon
Occasionally we're afraid of those eyes who don't even have the courage to confront themselves
"Eu nunca precisei de alguém perfeito. Só de alguém que nao me fizesse sentir substituível."
_cantodaalma
eu não sou um bom lugar agora.
[me desculpe, Baby]
Aprender a ser ausência para se aproximar do que não tira a sua essência.
Maxwell Santos
As vezes tudo que você precisa, é voltar a fazer uma coisa que você sempre gostou.
@sobmeuolhar
Você diz que mudei,
diz que já não sou igual ao que costumava conhecer.
Diz que sente minha falta,
falta de quando éramos jovens,
e eu era mais leve,
mais iludida,
mais entregue, talvez?
É o que você costuma dizer.
Diz que me tinha eternizada em você,
que nós dois estávamos sincronizados na mesma estação —
estação essa que você dizia guardar perto do seu coração, pura ilusão...
Mas, querido... não percebe?
Você sente falta de algo
que quebrou com suas próprias mãos.
Tem hora que não é sobre carinho. Nem afeto. Nem promessa. É sobre a pele pedindo pressa. Sobre o corpo implorando pra ser interrompido. Virado do avesso. Desmontado.
É desejo sujo, quente, faminto. Daquele que se tenta esconder, não se explica. Que só existe pra ser sentido.
Eu quero ser devorada. Com a boca, com mãos, dedos, olhos. Quero ouvir que fui feita pra isso, pra ser sentida até o limite.
Não quero ser tocada com cuidado. Quero ser tomada com sede.
É isso: sede. Sede de pele, de domínio, de ser puxada, amarrada, devorada. Sem pressa, com vontade, com a precisão de quem sabe que o prazer não mora na superfície, mas no fundo. Bem no fundo.
Quero ser atravessada.
Que me arranque o ar, que me desarme o orgulho, que me desmonte os argumentos. Quero perder a compostura. A direção. E ser trazida de volta só pra que me prove: ainda tem mais.
Muito mais.
Tem partes de mim que só acordam quando sou puxada pelos cabelos, quando me olha com fome e diz, sem precisar dizer, que vai acabar comigo e me refazer em seguida.
Eu quero ser levada ao ponto em que não resta mais postura, nem vergonha, nem nome. Quero que a minha pele fale antes da minha boca, que os gemidos escapem sem filtro, que minhas coxas tremam sem aviso.
Quero os dentes marcando presença, os dedos apertando promessas que não precisam ser cumpridas.
Eu quero ser um campo de batalha e rendição. Um altar sagrado e profano onde prazer é culto.
E quando acabar, não quero paz.
Quero mais. Mais da tua sede. Do teu gosto. Mais do teu peso sobre mim.
it’s in the eyes, always
Anaïs Nin, from a diary entry featured in The Diary of Anaïs Nin Volume 1 1931-1934
“you cannot find peace by avoiding life” - Virginia Woolf
"My Shadow is an Abyss" by Dennis Sibeijn aka DAMNENGINE.