Margarita Guadalupe Vogelmann. 20. Imre."Tatuado está mi nombre, en tu imaginación. No creas que me puedas soltar. No intentes arrancarme de tu mente. Soy parte de tu sueño, no quieras despertar."
Não era de hoje que sua relação com o Stornieren não era das melhores, mas ela não era obrigada a ter empatia por alguém que havia rejeitado ela por anos, não é mesmo? Ainda assim, eles possuíam duas coisas que os conectavam, Freya e o jornal da escola, mas Guadalupe tinha certeza de que a Westergaard pouco se importava com as discórdias dos dois, contanto que não prejudicassem a ela. E ela possuía certo prazer em irritar Joseph, era revigorante. E foi assim, que ela acabou o prendendo dentro da sala do jornal da escola, por que para a sorte dela as chaves da sala haviam ficado com ela aquela semana, extremamente conveniente, agora ela estava do lado de fora da sala com Javier em seu ombro rindo deliciosamente. ❝Qual o problema, Schnee? Não é tão divertido quando você que está preso, não é?❞ Perguntou ela enquanto se olhava no espelho que havia roubado dele antes de o trancar na sala, uma garantia de que ele não teria como sair dali sem ela, girando a chave nos dedos da mão livre.
“Você já tem sua convicção sua questão, então não finja que dá espaço para que eu lhe prove que está errada” constatou, as vezes Margarita não soava nada diferente de um atraso na sua vida, talvez fosse sua dificuldade em superar as coisas. “Se eu soubesse, não teria lhe perguntado”
Revirou os olhos diante da resposta do russo, não tendo o menor saco de seguir com aquela discussão bobinha com ele, por que não levaria a lugar algum e ela não tinha tempo a perder. ❝Bom, se você não sabe de nada, não me serve de nada também seguir aqui, foi péssimo me encontrar com você, passar mal.❞ E com isso ela apenas deus as costas ao Romanov, não olhou para trás uma vez sequer enquanto ia embora, pois tinha certeza que o outro apenas faria o mesmo que ela. E ela não poderia se importar menos com alguém que nada somava em sua vida.
TW: O texto abaixo contém menção a “smut” e “dominação/submissão”. Se você é sensível a estes temas a leitura é altamente desaconselhada.
Choking não era bem um fetiche próprio de Guadalupe, visto que ter os dígitos de outra pessoa contra seu pescoço desde muito cedo era considerado uma possível tentativa de assassinato. No entanto, optou por não se atentar aquele fato e focar na voz próxima a seu ouvido, por que aquela parte sim lhe era excitante. ❝Pedir justamente para mim ficar em silêncio?❞ Não pode deixar de indagar com certo divertimento, visto que sempre a acusavam de falar pelos cotovelos. Mas antes que ele pudesse repensar a ideia e simplesmente a deixar ali por ser insolente, ela se forçou a murmurar um “uhum” em resposta a ele, para mostrar que havia entendido. Sentiu o corpo inteiro se arrepiar diante dos toque das mãos e dos lábios do anileno, ao mínimo contato com o calor emanado pelos dedos hábeis de Ulrich, os mamilos da morena já se enrijeciam, os lábios estavam entreabertos ainda que nenhum som escapasse por entre eles no momento, mas a respiração já se tornava mais densa conforme as carícias do lobo desciam por seu abdômen. E mesmo que ele tivesse lhe dito para que não fizesse um ruído sequer, ela se via impossibilitada naquela situação. Por que fora no mesmo instante que ele atacou o lábio inferior dela e ela sentiu dos dedos dele contra o tecido fino de sua lingerie, foi inevitável que um gemido baixo e manhoso escapasse por entre os lábios da Vogelmann, que o encarava como se implorasse por mais.
“Faz esse passarinho desafinado parar de ferir meus ouvidos” O leão negro reclamou deitado no chão ao lado da cama, mas não é como se Niklaus pudesse fazer muito visto que lupita parecia ter tirado a tarde para ficar no seu pé. Um sorriso travesso oferecido a irmã diante do comentário e o revirar de olhos foi o que bastou para encerrar o assunto. “Pois eu aguardo esperançosamente” comentou com um sorriso divertido, afinal não importava de qualquer segredo seu vir a tona, dificilmente se arrependia de algo que tinha feito. “Vai até fazer bem para minha popularidade caso eu saia na capa do jornal, devo conseguir até contatos novos” brincou com o sorriso nos lábios apertando carinhosamente o nariz da mais nova. “Que bom que lhe posso ser útil de alguma forma” riu com certa ironia e escarnio
—No tenho culpa se você não sabe apreciar minha bela cantoria, gatinho, pois saiba que Javier Antonio Juan Carlos Martin é a calopsita mais bem afinada de toda a mítica! — Retrucou a ave a algum comentário do leão, logo voltando a cantarolar, agora mais alto do que antes. ❝Eu posso te arrumar contatos novos se quiser também, quem já é contato velho pra você? Que daí já tiro a lista.❞ Ainda que duvidasse que qualquer Vogelmann precisasse de ajuda real naquele campo. Deu um tapinha na mão do irmão a afastando do nariz dela, fazendo uma pequena careta. ❝Bom, de alguma forma você deveria ser, no? Mas seria melhor se fosse útil de outras formas também.❞
Lina umedeceu os lábios, ainda incerta se deveria aumentar a intensidade da fogueira até que a calopsita lhe chamou a atenção, fazendo-a franzir o cenho. ❝ Oh… Entendo! Mas, ele tem razão. Pode virar janta se eu não conseguir controlar as coisas. Não se preocupe, ok? Não vou fazer nada por hora. ❞Por mais que estivesse controlando melhor os poderes, era arriscado demais para tentar alguma coisa e Hua podia jurar que ouviu um suspiro de alívio vindo da tigresa.
—Viu? Yo disse que iria virar janta! Pero no me escutas! Louca, ela é louca. — Seguiu a calopsita a tagarelar em seu ouvido, com um bicho tão pequeno poderia falar tanto? Bem, talvez fosse assim que os outros vissem ela também. ❝E por que não? Tenho certeza de que ganharia uma ótima matéria no jornal se você colocasse fogo no acampamento.❞
—- “não é tão diferente de ser um lobo, então. é uma liberdade maravilhosa, mas ficar presa pode ser um pouco enlouquecedor…” deu de ombros, sem querer relembrar a frustração bem conhecida de tentar voltar a forma humana sem obter sucesso. “logo algo novo acontece e um novo ‘assunto’ aparece, quer apostar quanto? eu sou suspeita para falar, porque eu nunca entendo perfeitamente o que está acontecendo, principalmente quando envolve mágica. nah, minha vontade de brigar não faz muita distinção entre realeza ou não, mas confesso que é divertido brigar com quem não está esperando. acha que uma briga me garante a capa no jornal?”
❝De certa forma, realmente não é tão diferente assim...❞ Afinal, a liberdade também poderia se tornar uma prisão para aqueles que se metamorfoseavam. ❝Eu estou sempre por dentro de tudo, até por que faço parte no jornal, então, no tengo muita escolha. Olha, uma briga qualquer não, mas sugeri a realeza também por que daria uma ótima capa, sabe? Especialmente se for alguém de algum conto popular, é sua chance de fazer la fama.❞
“Você já tem todas essas conclusões sobre mim, por que ainda pergunta como se eu tivesse qualquer chance de lhe provar o contrário?” questionou, não daria o trabalho de se defender se a outra não aceitaria qualquer defesa vindo dele, e não pretendia gastar toda tarde em uma discussão que não lhe renderia qualquer fruto com a Vogelmann. “Pois bem, me diga, o que você quer?”
❝Por que eu ainda lhe dou espaço para que prove que estou errada, mas você não o faz, por que eu não estou.❞ Concluiu dando de ombros, como se não se importasse realmente com aquilo. Ela precisava de uma matéria, ainda que duvidasse que conseguisse qualquer coisa útil vinda dele. ❝O que você acha que eu quero?❞
“Eu particularmente prefiro comer a ser comido” o sorriso travesso e maliciosos nos lábios com a resposta, não ligando para o monólogo que a irmã estava traçando. “Deve? Talvez sim, talvez não, mas presumo que tentará descobrir de alguma forma” o tom calmo e sereno, não desafiaria a irmã ou ela realmente poderia levar aquilo como uma missão de vida e não é bem esse osso que queria dar para ela comer. “Lupita, Lupita, por que você não vai atazanar outra alma que não a do seu irmão?”
❝Não é uma surpresa.❞ Revirou os olhos diante do comentário dele, Javier cantarolava em frente ao espelho que tinha no quarto, ao menos com os irmãos da Vogelmann, ele sabia ser razoável e ameno. ❝Mas é claro, é quase como meu trabalho sabe?❞ Comentou com um sorrisinho nos lábios, ainda que não tivesse realmente tanto tempo de sobra para xeretar a vida do irmão. ❝Por que atazanar você é mais divertido, no es óbvio?❞
♧ ˙ ˖ ✧ Quando avistou ao longe a silhueta familiar, logo tratou de se aproximar do garoto, pulando em suas costas em um abraço apertado. “My Knave, onde você esteve esse tempo todo?” O tom imitava o de alguém irritado, mas não perdurou muito e logo foi ofuscado por uma risada assim que recebo vislumbre do rosto de Njord ao seu lado. “Vamos na trilha comigo! Todos estão ocupados de mais com seus bichinhos e eu não quero ir sozinha.” Não era exatamente que todos estavam extremamente ocupados, mas a parte que não estava fingia estar, o que não surpreendia Pandora. Mas, diferente deles, o príncipe era uma das únicas pessoas que não a temia ou tentava manter distância de si. Considerando os encontros que já tiveram no passado, distância era algo desconhecido entre os dois. “Podemos ir para o lago perto do final da trilha depois. Eu dei uma olhada e é um ótimo lugar para relaxar!” Concluiu após descrever a trajetória que fariam enquanto o puxava pela mão, perdida em seus pensamentos. Quando voltou a si, já estavam na trilha. “Estou atrapalhando?” Parou em meio ao percurso para olhar mais uma vez o colega, com os lábios levemente pressionados um contra o outro. O fato de ter que lidar com várias personalidades competindo entre si pelo controle era de não ter noção se exatamente estava sendo inconveniente. ♡ ˖ ˙ ♤
Se havia alguém imprevisível em Aether, essa certamente era Scar – um traço bastante apreciado num vilão. Não era por isso, contudo, que Njord a mantinha por perto, até porque a imprevisibilidade podia se converter num inconveniente, e no caso dela, o sulista imaginava que tivesse a ver com o fato de ter vindo de Wonderland. “ Saudades? ” testou, com um sorriso convencido, depois de ouvir a pergunta, levando as mãos até os lados dos quadris femininos pelo tempo em que ela permaneceu em suas costas, mesmo que tivesse sido pego desprevenido. A occami ao seu lado até mesmo tinha se içado, como se estivesse prestes a dar o bote, relaxando apenas quando percebeu que Krastan estava rindo. “ Eu também podia dizer que estou ocupado, mas sou um gentleman ” meneou a cabeça, mentindo descaradamente. Não era muito fã de trilhas – bastava lembrar de sua jornada no interior da Floresta Assombrada – porém, podia abrir uma exceção para Pandora, ainda mais depois de ouvir a proposta. “ Relaxar, é? ” perguntou, elevando uma das sobrancelhas, recordando-se do que costumava acontecer quando estavam com aquilo em mente, o que fez com que seguisse docilmente, estaqueando apenas em razão da mudança brusca. “ Atrapalhando o quê, exatamente, meu doce? ” pediu, incerto sobre o que estava acontecendo, mas virando a cabeça ao ouvir som na folhagem às suas costas, Guadalupe surgindo à vista. “ Maggie? Parece que todos resolvemos explorar a natureza ao mesmo tempo ” @nothecocktail
Margarita havia crescido em uma floresta, no meio do mato, então se havia um lugar do qual estava habituada, mas odiava, esse lugar era no meio de um monte de mato. Seu deamon também não parecia ser muito afeito, mesmo que fosse um animal, Javier parecia entender bem que aquele tipo de lugar não era para eles. Fora, que Margarita mesmo não possuía boas memórias com floresta, tanto as de infância quanto as de seu episódio na floresta. E ainda assim, lá estava na trilha, apenas para que fugisse de outros aprendizes encantados com a calopsita em seu ombro, precisava de um descanso para a cabeça. Não planejava fazer nada em específico, isso até o momento em que se viu diante de Scarlett e Njord, um sorriso surgindo no rosto da feérica. ❝Diria que é uma grande sorte de vocês me encontrarem por aqui.❞ Disse de forma confiante, por que considerava que eles tinham mais a ganhar com sua presença do que o contrário. Javier assobiou em concordância no ombro de Guadalupe, que agora se aproximava da dupla, sem se importar se havia sido convidada ou não para fazer companhia aos dois. ❝Então, para onde estamos indo? Por favor, me diga que vocês dois tem algo divertido em mente, por que isso aqui anda um tédio.❞
Dandara sempre estava munida de suas cartas, por isso quando a Vogelmann mencionou o fato de querer uma leitura, não tardou a saca-lo quando entraram na barraca. “O futuro não espera, estrelinha” brincou com um riso divertido nos lábios, sentando na cadeira frente a mesa, a expressão e o manear na cabeça indicou que ela fizesse o mesmo, enquanto Dandara cuidadosamente embaralhava as lâminas do tarot “Certo, certo, eu preciso que me diga especificamente o que quer ver, quando mais especifica for sua questão, mais especifica será sua resposta”
❝Bien, se ele for ruim vai ter que esperar um pouco, por que terei que mudar ele.❞ Comentou com um sorriso no rosto, como se apenas uma brincadeira, ainda que ambas soubessem o quão determinada a Vogelmann poderia ser quando tinha algo em mente. Tal como a cartomante sugeriu, se sentou na cadeira a frente dela, observando a aderente embaralhar as cartas. ❝Quero ver se meus planos vão me levar onde desejo, quando me tornarei rainha, essa é uma boa questão.❞
Com o cair da noite, a temperatura começava a baixar na clareira, embora não fosse possível falar em frio insuportável. Aliás, para Tordynnar, dificilmente algo seria considerado insuportável. Pelo contrário: o aprendiz pouco reclamava, sabendo que tinha sorte — muita sorte — por estar ali. Uma fogueira tinha sido improvisada entre as barracas, servindo tanto para afastar animais como para aquecer aqueles que se aconchegavam em torno dela. Para o filho de Barba Azul, não havia sentido em dizer que servia para afastar as feras da floresta, porque algumas ainda maiores estavam entre eles, na forma de daemons. Se dependesse de Todd, permaneceria afastado do grande grupo, mas Nesryn não pensava da mesma forma: “Eu gosto de pessoas! Vim aqui pra socializar. Qual o sentido de estar em um acampamento e não falar com mais ninguém?”, ouviu continuamente, até que desse alguns passos tímidos em direção ao fogo. Foi nesse momento que viu @nothecocktail ao relento, tendo retirado seu casaco e estendido para a imrense. “ Está frio aqui fora. Acho que vai precisar ”
Margarita detestava o inverno e por consequência o frio, ainda que sempre visitasse o reino de Freya, achasse tudo incrível e maravilhoso, ela absolutamente odiava o frio. Então, optou por se manter perto da fogueira que haviam feito, esperando que ficando perto dela fosse se aquecer. Javier se encontrava saltitando no chão brincando algum outro deamon que havia por perto, ao menos assim ele ficava quieto por alguns minutos, dando um pouco de paz para Guadalupe que parecia estar pagando por ser tão tagarela. ❝Por que a súbita gentileza?❞ Indagou de imediato, os olhos cerrados ao observar o casaco estendido em sua direção, se a situação fosse outra ela teria recusado, mas como ainda sentia frio, ela aceitou o casaco alheio o colocando por sob os ombros. ❝Grac... Javier! Pare de implicar e volte a fazer oq ue quer que seja que estava fazendo!❞ Ordenou a calopsita assim que a mesma se pôs a sobrevoar o aderente, gritando profanidades que apenas a Vogelmann e os outros deamons poderiam ouvir, ele poderia ser um pouco exagerado e temperamental as vezes, mas a contragosto obedeceu a Margarita depois de bicar o braço de Todd. ❝Ele não lida bem com algumas pessoas, não é nada pessoal, eu acho.❞
❝ Você tem certeza disso? Pode ser que o fogo saia do controle… ❞ E, como se ecoasse seus pensamentos, a tigresa branca que a observava entediada, bocejou antes de cantarolar debochadamente. — Nossa, agora ela virou incendiária. E lá vamos nós. — Lina ignorou os comentários, focando-se na fogueira a sua frente. ❝ Tá legal, eu posso tentar dar uma agitada nisso aqui, mas pode ser que as coisas não saiam como o esperado… ❞
❝No, no lo tengo, você que deveria ter.❞ Comentou como se fosse óbvio, com Javier em seu ombro murmurando de forma repetitiva. —No, no, no ela colocará fogo em mim, ave assada não é bom, Javier assado pior ainda! Pare essa doida! — Ele parecia perdido em uma mistura de indignado e desesperado, logo começando a imitar um “doida” de forma que Lina pudesse entender. Fazendo Margarita revirar os olhos. ❝Ele que é doido, não de bola, está com medo de virar janta.❞
—Ter que ficar hablando com essa gente nojenta, ai ai, os sacrifícios que você me faz passar, amor, tu sorte é que quero você como la reina também. — A voz da calopsita se fez presente em sua mente, ele não parecia gostar em nada das amizades reais que a Vogelmann tinha, mas ele entendia que tudo era um fim para um meio e era mais aberto quando estas não eram homens. ❝Calladito, não quero problemas com Freya ou o deamon dele.❞ Alertou o pássaro em seu ombro, que apenas balançou a cabeça e começou a cantarolar, o que fez Guadalupe revirar os olhos, enquanto se aproximava da Westergaard. Com um sorriso no rosto, ainda que imaginasse que Annelie não estivesse tendo o melhor momento de sua vida, tal como os outros aprendizes. Ofereceu uma garrafa de água extra que havia trazido, imaginando que com o calor a outra pudesse querer se hidratar. ❝Hola, reina, quer um pouco de água? Esse acampamento está um tédio, não acha? Nada de interessante acontecendo.❞
❝Você sabe que quando disse que queria uma leitura na sua barraca, no dije que quería ahora.❞ Comentou assim que a aderente, tiro o baralho de cartas sabe-se lá de onde, felizmente o elefante da garota não entrava dentro da barraca, caso contrário teriam bem menos espaço, não que ela se importasse de ficar apertada contra o corpo alheio, por que isso nunca seria um problema para Guadalupe. Agradecia por Javier não ter sido tão irritante a ponto de querer entrar também, mas ainda conseguia ouvir a voz do deamon resmungar em sua cabeça. ❝Por favor, se você ver algo ruim, fale apenas se for algo que eu possa mudar... Na verdade, seria bom saber quais são meus obstáculos, consegue ver isso?❞
Voz: Sua voz possui um timbre mais afinado, comum e simples. Alguns podem dizer que se torna mais aveludada e sensual quando no idioma espanhol, o que é uma verdade. Nesse ritmo, se torna mais grave, e por motivos especiais, seu tom pode ser abaixado. Para todos os caos, possui a voz ampla e clara, para que todos a escutem, e caso perca a paciência, adquire um jeito muito mais fino e irritante, principalmente aos gritos.
Idade: 20 Anos. 30/11.
Gênero: Cis feminino.
Peso: 49 KG
Altura: 1,60
Sexualidade: Pansexual.
Defeitos físicos: Por ser vaidosa, ela sempre faz o possível para que a aparência siga perfeita e intacta, porém, ela carrega uma cicatriz na parte esquerda inferior da nuca, de um machucado que adquiriu em um acidente quando ainda era criança, mas ela não tem qualquer memória do que aconteceu e ninguém fez qualquer questão de contar.
Qualidades físicas: Margarita tem um corpo esbelto, e intensamente ágil. Tanto por poder se transformar em animais, quanto pela inteligência de se auto adaptar. Fora isso, possui pernas fortes e grande elasticidade, pelos anos de treino com dança e a participação na torcida.
É saudável? Mesmo sendo extremamente exagerada e de sua criação, ela possui uma saúde mental boa. Considerando sua criação no meio do mato, ela mantém uma alimentação considerada saudável, praticando esportes vez ou outra.
Maneira de andar: Seus passos são confiantes, como se fosse dona de toma Aether. Anda com graciosidade, digna da posição mais alta da monarquia, uma Rainha. Além disso, geralmente anda de forma tranquila, observando todos os cantos para conseguir alguma informação. É comum que quando nervosa, tenha o andar mais rápido, e com isso, meio desajeitado pela raiva.
QUE TAL DESCREVER O PSICOLÓGICO?
Práticas / Hábitos: Sempre está com o transmissor nas mãos, gravando ou escrevendo algo, buscando alguma nova informação que possa usar no jornal ou em uma fofoca. Também possui o hábito de mexer no cabelo quando está desconfortável com algo.
Inteligência: Mesmo não tendo qualquer estudo quando no reino dos Moors, ela ainda conseguiu se adaptar bem aos aprendizados nos anos iniciais, ainda que estivesse atrás da maioria dos colegas de classe. Diria que possui mais esforço e perseverança do que inteligência, mas seu jeito observador a torna uma pessoa muito esperta.
Temperamento: Colérico.
O que te faz feliz? Ganhar, obter o que quer, descobrir algum bom furo pro jornal e estar certa.
O que te faz triste? Magoar os irmãos, estar de mal com os irmãos, ser ignorada por alguém que considera, ser traída, mentiras e a ideia de ser esquecida.
Esperanças: Conseguir se distanciar da imagem da mãe e da figura de ser “má”, ter um final feliz. Ser rainha.
Medos: Acabar infeliz tal como a mãe, se tornar parecida com a mãe, ter de passar pelos mesmos traumas que os irmãos e também perceber que Malévola estava certa quanto a ela o tempo todo.
Sonhos: Ser rainha e governar uma nação onde ela é apreciada por todos, ser rica e não ter de se preocupar nunca mais com dinheiro. Que as pessoas fossem incapazes de mentir.
QUE TAL DESCREVER ASPECTOS PESSOAIS?
Família: Não possui uma boa relação com a progenitora e sequer faz ideia de quem é seu pai, assim sua família se resume aos irmãos com quem tem uma boa relação. Em especial por ser uma das mais novas, assim sendo mimada pelos mais velhos e os incomodando com certa frequência, sendo um pouco dependente desses vez ou outra.
Amigos: São poucos do qual ela realmente considera como amigos próximos e até mesmo esses, ela ainda tem alguma suspeita e desconfiança, mais ainda se forem humanos. Costuma revelar sua verdadeira face com seus amigos, se sentindo mais livre sem ter de agradar apenas para conseguir algo que quer ou julga precisar. Os trata consideravelmente melhor que as outras pessoas e julga que deveriam ser gratos por isso.
Estado Civil: Solteira. Em busca de um príncipe herdeiro,
Terra Natal: Moors.
Infância: Teve uma infância complicada no reino dos Moors, o que era pra ser uma infância rodeada de belas paisagens e criaturas mágicas, foi uma infância cheia de batalhas e maus tratos vindos de sua progenitora, tendo de brincar escondida quando queria qualquer diversão. Ainda assim, por conta dos irmãos mais velhos, ela foi consideravelmente mais protegida que eles em relação às crueldades do mundo.
Crenças: Ela acredita fielmente no narrador, tendo analisado o estilo de narrativa feita por esse e o que parece dar ou não certo, com isso traçou o plano para o próprio conto e pretende seguir ele.
Hobbies: Escrever, dançar, atuar, tirar fotos e fofocar.
QUE TAL DESCREVER PRÁTICAS?
Comida favorita: Rinderroulade.
Bebida favorita: Margarita Strawberry e suco de laranja.
O que costuma vestir? Margarita possui um estilo sassy. Com vestidos rodados, saias curtas e estilizadas, blusas rendadas e com brilhantes. Tudo que remete a uma pessoa da monarquia. Em seus pés, sempre com santos deslumbrantes, além dos claros adornos na cabeça que dão tão conhecidos por qualquer um. Os tons são geralmente claros ou chamativos, em uma tentativa ainda mais forte de ser o centro das atenções. Tudo remete a uma princesa, e ninguém sabe quem paga por todas essas coisas.
O que mais o diverte? Fofocar e escrever para o jornal, mas gosta também de perturbar as pessoas de quem gosta, tendo isso como um hobbie também. Festas, ela ama qualquer evento social, geralmente sendo a primeira a chegar e a última a ir embora.
Inspirações: Drizella Treimaine (Cinderella), Lucrécia Montesinos (Elite), Evangeline (Rainha Vermelha), Morrigan (corte de espinhos e rosas), Jessamine Lovelace (The Infernal Devices), Zara (The Dark Artifices) e Lydia Martin (Teen Wolf)
Animal representante: Calopsita. Acho que o fato da Calopsita ser da família dos papagaios já revela muito sobre minha escolha aqui, isso sem contar com as cores vibrantes e chamativas do pássaro e o nome do animal em inglês que é Cockatiel, era uma escolha perfeita demais para não ser feita.
Características: Ele tem cerca de 30 centímetros, possui uma cauda comprida e com a crista que tanto lhe caracteriza. O corpo é cinza, com a cabeça amarela e manchas arredondadas vermelho alaranjado, a cauda sendo totalmente cinza. Geralmente quando está no chão, anda de forma rápida e sorrateira, mas na maioria do tempo está voando ou no ombro de Margarita. Em geral costuma assobiar, mas quando ele fala com ela, ou com os outros ao imitar sons, ele tem uma voz digna dos galãs antigos de novela mexicana, sendo um tanto cômico a forma de falar do pássaro.
Personalidade: Como qualquer outra calopsita macho, Javier tem uma forte paixão por espelhos e superfícies reflexivas, sempre cantarolando quando se vê diante de uma. Tem uma personalidade tagarela e dramática tal como Guadalupe, possível dizer inclusive, que muitas vezes se comporta como se fizesse parte de uma novela mexicana e ele fosse o galã. Acho que sabemos de onde o estrelismo vem, não é mesmo? Ele é bem extrovertido tal como a feérica.
Relação do seu personagem com o daemon: Inicialmente, era de se pensar que a filha de Malévola fosse se chatear com um animal do tipo tagarelando em seus ouvidos a todo momento, o que de fato a incomoda diariamente, mas acabou desenvolvendo um apego e carinho com o animal. Até mesmo pelo fato de que mesmo sendo independente, ela adora ter uma companhia e com isso nasceu a amizade com Javier, que lhe auxilia em seus musicais e suas leituras de roteiro para o clube de teatro. A calopsita é tão extrovertido quanto a Vogelmann, mas pode mostrar a mesma dose de simpatia e autoconfiança, o que pode prejudicar sua relação com os outros daemons, também possui o hábito de imitar uma ou outra palavra de um aprendiz quando quer debochar dele. E isso inclui a própria Margarita por vezes, ele pode até ter penas, mas não tem piedade de ninguém. Ele também pode se mostrar bem ciumento com relação a Margarita, costumando piar alto sempre que ela se aproxima demais de alguém, mas se cala sob a ordem dela eventualmente, mas isso não o impede de importunar a pessoa em outras ocasiões.
Primeira reação do seu personagem ao encontrar o daemon: A primeira reação da feérica foi cumprimentar o pássaro, claro, quando checou que estava completamente sozinha e ninguém poderia tirar sarro dela por agir como uma típica princesinha das quais ela sempre falava mal. Era de se imaginar a sua surpresa quando ouviu uma resposta estando na forma “humana”, não entendeu nada, ainda mais quando Javier se apresentou de forma exuberante, dizendo se tratar de ninguém menos que o amor de sua vida, um pássaro iludido era tudo que lhe faltava. Tentou enxotar Javier, se livrar dele de todas as formas possíveis, mas nada parecia funcionar, então, ela apenas desistiu. Ainda mais quando descobriu não ser a única com o mesmo problema, ao menos o dela era pequeno e não ocupava o corredor inteiro.
Como foi o primeiro contato do seu personagem com o daemon e como está agora? Apesar do primeiro contato não ter sido exatamente dos melhores e ainda ter seus atritos com o pássaro, ela se dá bem com o animal dentro do possível para Margarita, sendo até mesmo mais carinhosa com bicho, ainda que seja menos em espaços públicos. Se acostumou rapidamente com ter Javier a acompanhando para todo lado, se tornando rapidamente dependente dos comentários do animal para seu auxílio e discussão quanto a fofocas. No entanto, detesta ter Javier se metendo em seus assuntos pessoais e íntimos, achando que ele passa dos limites quanto a isso.