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˱ 𓈒 𓈊 ┈ 𓈒 ˲ O departamento de dermatologia talvez fosse o mais tranquilo do hospital. Salvo as mulheres que vinham para realização de procedimentos estéticos ┈ que ela amava, é claro ┈, eram poucas as consultas que tinha que lidar com coisas preocupantes. No entanto, quando o universo decidia colocá-la para trabalhar, era incrível as coisas que lhe apareciam, assim como o desespero de pacientes sem entender o que fazer. Quando a porta do consultório se abriu e a mulher em prantos começou a explicar o que tinha, os olhos da Yildiz se arregalaram e ela logo teve de sinalizar para que a outra tivesse calma. Acalme-se você também, Emel, lembre-se de que está no hospital, porque se não fosse o ambiente profissional, certamente já teria gritado alguma grosseira para a outra. “No meio das pernas, Delphine?”, perguntou, arqueando uma das sobrancelhas enquanto indicava para que ela se sentasse na cadeira à frente de sua mesa. “Primeiro vamos conversar, depois você tira as roupas, hm?”, assentiu brevemente, então tomou novamente seu lugar. “Muito provavelmente não é um cancêr. Mas comece me dizendo, notou ela só hoje ou já tinha faz tempo e hoje ela se tornou bem mais evidente?”
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“Sim!” Esbravejou quase se cuspindo com as palavras. Estava tão apreensiva que fosse algo mais sério que nem se deu o trabalho de respirar - até precisar mesmo. Somente quando Emel lhe direcionou foi que captou a mensagem e, por fim, fez o favor de sentar-se. Já não era sem tempo de que ficasse quieta também. “Tudo bem, tudo bem.” Agora se sentia um pouco mais envergonhada pelo jeito abrupto com que havia abordado a outra, ainda mais naquele desespero, mas, de fato, a apreensão tomou conta de seu ser quando se pensava naquela possibilidade. “Eu não sei. Normalmente não noto essas coisas e achei que era um sinal, mas acho meio irreverente ter um sinal... no meio das pernas. Então, quando fui usar meu creme que ganhei de aniversário no ano passado, resolvi passar pela primeira vez porque geralmente nem uso muito cremes, só que fui passar na região e vi logo isso.” De olhos arregalados explicava à outra, mas mesmo com mil e uma perguntas mentais e contestações, ficou calada apenas esperando a profissional falar, afinal era para isso que estava ali.
Infelizmente para Jasper a cerveja de sua geladeira tinha acabado, obrigando-o a caminhar até o mercadinho mais próximo para reabastecê-la e se havia um lugar que Jasper odiava, esse lugar era um mercadinho. Tinha fila, tinham pessoas julgando o que você comprava e a moça do caixa sempre fazia uma cara de quem dizia: de novo isso? No entanto, naquele dia ele não tinha opção e pior ainda, havia uma fila para chegar na geladeira, que p**** era essa? Jasper revirou os olhos e entrou na fila, nem sequer se dando o trabalho para ver se havia alguém em sua frente ou não, queria acabar com aquilo logo, até que sentiu um cutucão em seu ombro, o obrigando a virar-se para encontrar a figura que estava lhe cutucando. “Você já ouviu aquele ditado que diz: quem vai ao ar perdeu o lugar? Então, foi isso aí que rolou.” respondeu sem entusiasmo nenhum, repousando as mãos nos bolsos da jaqueta e voltando a olhar para frente e ignorando completamente sua companhia.
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“Você me viu voando pra ir ‘ao ar’, por acaso? Nem vem com essa.” Rebateu com muito sarcasmo. Não era nada da índole de Delphine agir daquela forma, exceto por quem pedia muito por aquela acidez de suas palavras. A entonação mais alta fez com que a morena repousasse as mãos na cintura, mas ainda lhe acometeu um pouco da vergonha por ver outras pessoas lhe olhando devido a altura de sua voz. “Agora era só o que me faltava. Um ignorante desse não sabe ler uma reta e ainda quer furar fila?! Não mesmo, senhor.” Tinha onze irmãs, uma tia chata e uma cliente apressada para ver quanto antes, não podia se dar o luxo de deixar pessoas passarem à frente, considerando que já estava relativamente grande a fila para um mini-mercado, por isso, indignada, Delphine simplesmente desviou do homem na intenção de se colocar na frente dele, encaixando-se facilmente por ser pequena - e birrenta, agora. “E muito obrigada.” Lhe disse bufando, as reclamações baixas para que deixasse claro que ainda estava inconformada, tanto é que virou vez e outra para olhá-lo, as sobrancelhas juntas a negativar seu semblante.
˙ ˖ ✧ — Estava tão concentrada concentrada mais uma de suas novas pessoas que demorou alguns segundos para responder a voz que a chamara, apenas dizendo um já vou antes de terminar uma costura e se ajeitar para se dirigir até a enteada da Golden Dust. “Olá, querida, tudo bem?” A cumprimentou com um sorriso usual, logo se apoiando no balcão conforme havia chegado mais próximo. Faz uma chateada assim que ela mencionou sobre a cliente, afinal, Clio sabia como as pessoas poderiam ser meio irritadiças dependendo da ocasião. “Está tudo bem querida, eu estava agora mesmo terminando a última peça. Se importa de esperar um pouquinho?” Fez um sinal par que a outra adentrarem o balcão, logo a conduzindo até o ateliê e pegando o que estava pronto para a mostrar. “E aí? Me diz o que achou!” A olhou com um sorriso animado, esperançosa para que ela atendesse as suas expectativas.
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“Claro que não! Que isso...” Abanou as mãos à frente do corpo como se aquilo fosse uma pergunta que nem deveria ter sido direcionada à ela. Delphine era tão contentada em se colocar em seu lugar que sequer ousava aumentar o tom de voz ou mesmo contestar outrem, principalmente se Clio em questão que estava fazendo um favor à ela. Em seguida, apenas acatou seguindo a outra e se maravilhando em olhar como era o ateliê por dentro. Geralmente só fazia os pedidos por telefone mesmo e esperava serem entregues, com exceção daquela situação em questão. “Ai, ficou lindo!” Após o suspiro repentino que deu quando viu a peça, Delphie se aproximou rente ao balcão para que se recostasse e pregasse os dígitos no tecido com cuidado, sentindo a textura e olhando bem de perto os detalhes. “Era isso mesmo que ela queria. Disse que adorava coisa com babados e, enfim... já viu!” Riu na direção de Clio e depois relaxou um pouco mais os ombros, outrora tensos. “Isso porque o vestido de noiva dela nem tem tantos babados assim, queria que você visse. Não entendi o fascínio dela por esse detalhe, mas quase todo o guarda-roupa da cliente é desse jeito, bem organizado até. Ah!” Lembrou-se de última hora ao erguer o dedo. “Tem uma coisa também, agora que falei do vestido de noiva... Ela pediu que fizesse um véu à parte porque não gostou dos que tinham porque eram ou muito simples, ou muito curtos. Ela quer algo longo mesmo, quase no comprimento do corpo, e que seja como um detalhe pro cabelo também, mas que seja destacável. É muito difícil de fazer? Não precisa ser pra agora também, claro, só pra te deixar tranquila. Sei que você tem dedinhos de fada, mas não quero abusar!”
onde: flashback no castelo de Red Rose
com: @evilregcl
Os bailes do reino de Red Rose eram um dos mais formais da Floresta Encantada, algo que o rei Randolph sempre apreciou para levar suas herdeiras mais velhas para desabrocharem no grande salão de dança. Blair, a segunda mais velha, adorava ser adornada de joias e de suas mais variadas peças de vestidos vermelhos com dourado, além de caçar cada canto dos castelos que visitava para se achar nas riquezas alheias. Era divertido desbravar quando estava com as irmãs mais novas, pois todas ainda eram imaturas o suficiente para seguirem-na em suas descobertas. Contudo, o baile de máscara era um dos seus prediletos de sempre! Quando o pai fazia os eventos em Corona, geralmente ela, Ashlyn e Courtney, quando estava livre de suas leituras, é claro, que ficavam encarregadas de orientar os visitantes, porém, quando estava em outro reino, tudo ficava mais livre e ela mesma se sentia mais liberta.
Blair estava trajada com seu típico vestido longo e vermelho com detalhes dourados no cinto frouxo e no bustiê do tecido, além das joias que também carregava como anéis, colar e coroa, preenchendo sua titularidade de duquesa. Bem como o detalhe pedido em acréscimo, a segunda mais velha das meninas de Lorde Randolph trajava consigo no rosto uma máscara e assim conseguiu arrancar alguns suspiros e olhares que por pouco não a deixara incomodada. Ter muita atenção nunca foi o pedido, mas ficava contente por estar trazendo para si um pouco dela, pois, dessa vez, tinha um propósito para estar ali. Os cabelos longos agora soltos caíam por sobre o ombro quando ela pegou um punhado de uvas da mesa disposta no salão e, após comer alguns, se distanciou da barulheira, batendo palmas conforme a música ruía no espaço, observando as irmãs se divertindo enquanto ela mesma o fazia por apenas olhar.
Toy Story (1995) dir. John Lasseter
SAI BENNETT as ALICE LAKE PLACID: LEGACY (2018)
Já era tarde o suficiente para que Keanu tivesse fechado o Gray’s Room, tinha certeza que trancara a porta quando escutou um barulho vindo do banheiro que as pessoas que frequentavam ali geralmente utilizavam – o que foi uma surpresa, porque ele não se lembrava de ter visto ninguém entrando lá até antes de trancar todas as saídas e se preparar para ficar um tempo na cama até pegar no sono. Claramente ele iria checar para ter certeza de que nenhum bêbado maluco ficara no local, não que fossem perigosos levando em conta seu tamanho e musculatura, mas ele teria um certo prejuízo ao colocar quem quer que fosse para fora sem muita delicadeza.
Os passos calmos ecoavam pelo piso de madeira do pub com decoração em estilo gótico, as íris azuis atentas ao menor movimento que pudesse detectar – uma das vantagens na sua imortalidade era que conseguira ter mais percepção ao que acontecia ao seu redor do que as pessoas normais tinham, isso sem falar de séculos e mais séculos de diferentes lutas que aprendera – O que diabos está fazendo aqui ainda? Se perdeu pelo banheiro? - perguntou para MUSE assim que as íris claras focaram em seu rosto, o cenho franzido e claramente desconfiado.
Ou responda com um “👻” para um starter com o Dorian mais jovem
Que maravilhosa ideia aquela de querer aplicar para encontros no Tinder. Ora, se nunca deu certo pra ela nada do tipo, por que ainda se dava o trabalho? O ranço que tinha de si mesma era muito maior do que qualquer aversão a aplicativos de namoro, capazes de fazê-la se sentir tão envergonhada ao ponto de ficar trancada no banheiro por mais de vinte minutos até que supusesse que era um tempo satisfatório para que o outro simplesmente desistisse dela e fosse embora - assim mesmo como todos faziam: sem dar satisfação alguma. Então, quando cansada de estar naquele ambiente estranho e silencioso, Delphine desceu da privada e se olhou no espelho. “Sua maluca!” Vociferou para si mesma com desdém. Lavou as mãos e então empurrou a porta para dar de cara com a figura de um homem mais alto e bem maior que ela. Uma faceta de medo e susto permearam o semblante, bem no momento em que de seus lábios saíram um grito fino e breve o bastante para fazê-la ela mesma se calar com a própria mão. “Que ódio! Quer me matar de susto, Satanás?” Agora quase aos prantos, de tão sensível que normalmente era, Delphie virou-se para enxugar as poucas lágrimas que encheram os olhos momentaneamente, e de forma teatral se virou mais uma vez para encará-lo. “Como você chega assim do nada no banheiro. Até parece que ‘tava me esperando sair pra me sequestrar, que terror. Ugh!” Arrepiou e no mesmo instante passou as mãos pelos braços, aliviando os pelos eriçados. “Ora, eu ‘tava fazendo xixi e retocando o batom, o que mais a pessoa vem no banheiro pra fazer?” Era uma mentira, óbvio, exceto pela parte do batom que de fato havia ousado retocar antes de sair finalmente.
Além da paixão por moda – e por si mesma – Callidora amava carros com todas as suas forças, achava-os fascinantes, principalmente porque o pai humano lhe ensinara a ajeitar alguns quando estava de folga do hospital, mas naquela época qual não seria o escândalo em uma mulher colocar suas mãos tão delicadas em algo tão sujo e bruto como um carro? Não, em 1920 aquilo era um trabalho apenas para homens e por isso, ela precisava admirar os modelos de longe… claro, quando se tornou uma vampira isso não mudou nem um pouco e conseguiu aproveitar o avanço no pensamento das pessoas para poder começar a turbinar e customizar os próprios carros – tendo agora uma pequena coleção que prezava com todas as forças.
Agora, na frente de casa, a mulher ocupava-se em colocar o novo motor que comprara para o seu tão estimado Mustang vermelho quando escutou uma voz atrás de si, soltando um suspiro irritado – não era para menos, tinha escutado piadinhas e perguntas idiotas vindas de homens o dia todo, como se apenas eles fossem capazes de entender algo sobre veículos ou como se ela tivesse pedido opinião ou ajuda deles para alguma coisa – Olha – começou a falar, endireitando o corpo enquanto afastava os cabelos brilhantes e sedosos do rosto, ajeitando a franja cuidadosamente e pousando os olhos dourados no rosto de MUSE – Se veio me dar dicas ou oferecer uma ajuda que eu não pedi, eu vou fazer questão de passar por cima de você com ele.
De tanto andar para lá e para cá com onze irmãs, coisa que ela não só usava como desculpa como também justificativa para muita coisa que lhe acontecia, sentia dentro de si a irmandade feminina gritar toda vez que via uma mulher por perto. Bom, estava em seu sangue simplesmente simpatizar com toda e qualquer uma, mas o sorriso logo esvaiu quando viu a jovem botando a mão na massa com um carro muito bonito, sendo importunada. Ah, não! Ela foi logo marchando até próximo da casa alheia, onde ela estava trabalhando junto ao carro. Delphine lançou o olhar mais excruciante aos homens por perto, que logo foram transitando para longe, bem risonhos. Desgostava imensamente daquele tipo de atitude, contudo, após ajeitar as mechas soltas para trás da orelha, Delphie arregalou os olhos para a outra. “Nãaaaao, menina!” Rapidamente balançou as mãos em negativo. “Eu vim com uma intenção que, honestamente, agora esqueci por causa daqueles babacas, mas pode ter certeza que foi pra elogiar o carro. Ou algo do tipo, não sei... Só sei que essa cor é muito linda.” Fez menção de tocar o possante, mas logo recuou as mãos, olhando-a. “Posso tocar, né? Você não pintou nem nada disso?”
starter inspirado em: if you do do got7
com: @flautamagica
Um dos maiores prazeres da vida estavam em almoçar fora. Gastar dinheiro era foda, sim, mas para a segunda de doze filhas era simplesmente impossível ficar em casa sem um surto feminino pra lhe tirar do sério. Não a entenda mal, Delphine é doce de pessoa e nunca brigou com as irmãs, muito pelo contrário sempre foi a responsável por apartar breves desentendimento dentre as mais novas, especialmente as trigêmeas, mas aquilo não queria dizer que ela era apta de fazer aquilo todo santo dia. Portanto, sair e comer fora era crucial às vezes. Por isso mesmo lá estava ela numa loja de conveniência catando seus macarrões instantâneos para cozer, já que aquela loja dispunha de água quente justamente para isso - convenientemente em uma loja de conveniência, era o mínimo que ela esperava mesmo. Então, ficou lá assobiando numa mini-fila que havia se formado, já que a máquina com água quente ficava ao lado de uma com refrigerantes. Nesse meio tempo, Delphie foi cutucar um dos salgadinhos dispostos ao lado de si (a fila se estendia para perto de uma das prateleiras, facilitando para ela cavucar coisa aqui e ali) e um homem se colocou na frente dela, tirando totalmente a atenção da morena para o que estava em mãos. “Oi… Eu ‘tô na fila, viu?” Ela cutucou ele suavemente. Geralmente não se aborrecia por isso, mas estava morredo de fome e uma mulher com fome era capaz de comer até os cabelos do- “O fim da fila é aqui atrás de mim, moço. Faça o favor?”
starter inspirado em: thank u, next da ariana grande
com: @drizdesires
“Emel, pelo amor de Jesus, Maria e José!!!!!!!” Praticamente se jogou para dentro da sala dela, sendo orientada por uma secretária que estava tão apreensiva quanto ela. Depois de perceber o alvoroço que provavelmente havia criado por causa de seus desesperos, Delphine engoliu em seco e rapidamente ajeitou a postura, esperando que a outra mulher lhe anunciasse formalmente à Yildiz - algo deveras desnecessário àquele ponto. “Obrigada, meu bem.” Foi sincera quando disse aquilo, até pedindo a mão dela para apertar com um pedido de desculpas no olhar que apenas a outra poderia compreender, se é que compreenderia. Depois disso, voltou para a dermatologista mais uma vez, respirando fundo e retomando seu desespero no semblante. “Eu acabei de achar uma mancha no meio das minhas pernas. Quer que eu mostre logo?” Já praticamente subia o vestido, mas aguardou pela observação alheia para que o fizesse, afinal já estava sendo indiscreta o suficiente. “Foi por isso que marquei urgentemente a consulta. Meu Deus, se for um câncer já era Delphine Ruby Atwood, né?! Nossa, não quero nem ver o estrago. Deus já deve ‘tá cansado de me ouvir falando aqui ‘por favor, me livra do mal’ e ele pensa logo: ‘thank you, next!’ Por favor, Emel, me diz que não é um câncer. Eu não posso morrer, tenho onze irmãs pra sustentar.”
starter inspirado em: wedding dress do taeyang
com: @asyouwcsh
“Clio?” Ela deu duas batidinhas na entrada da Golden Dust, na esperança de que caso ela não tivesse escutado a sineta, provavelmente escutaria o ‘toc-toc’. Era inútil pensar que sim, mas certamente não seria Delphine Atwood se não buscasse pelas opções mais… inúteis. Então, assim que viu a loira, o sorriso se abriu e rapidamente colocou as mãos para trás, adentrando melhor o espaço. “Desculpe se te atrapalhei, é que precisava saber se aquelas encomendas que pedi já estão prontas? Não quero te apressar, é só que a cliente parece meio assim das ideias” girou o indicador rente à cabeça, dando a entender o quão perturbada a pessoa era - em seu mais puro exagero. “e quis vir pessoalmente. Não sinta como se estivesse te apressando, longe disso, viu! Só preciso saber como está pra que eu possa dar um retorno. Você entende, não é?”
starter inspirado em: dilemma de nelly ft. kelly rowland
com: @krmzi
"Não importava o que eu fizesse hoje, só pensava em você.” As mãos unidas em punho rente ao tórax e o sorriso super aberto foram o princípio de sua conversação com a noiva. Por mais que não fosse lá a pessoa mais crente na paixão, Delphine possuía enorme apreço por ver as mulheres felizes - o casal, na verdade, mas especialmente as mulheres, já que elas sempre se dedicavam muito mais para tal. “Digo por causa do seu vestido, não pense besteira.” Riu em retribuição ao que tinha comentado. “A loja trouxe mais opções ontem à tarde, mas achei melhor te avisar pra que viesse hoje já você precisa ver, então desculpa ter te avisado em cima da hora.”