“O amor é infantil, mas muito natural. O amor é quebranto do mercúrio se espalhando por todos os salões de festa como escrevera Matilde Campilho. O amor é transponível e intransponível doa a quem doer. O amor é tão sublime e tão portentoso que os gregos ousaram decifra-lo pensando…mas será que eles viveram o amor? Criam gazes de sabão dentro do útero quando observava a dama passar? Je veux l'amour e quem não quer? Só os “doidin” de pedra que não ousam. Amor tem que ser suave como brisa de verão acariciando nossa pele do calor intolerável, no entanto, suportável. Enquanto, nossa aorta faz tum, tum feliz em ritmada ousadia”
— Henrique Choppin Cardoso















