O mal do século XXI É o mal de alzheimer que aflora nessa gente: Esquece que falou. Esquece que sentiu. Esqueceu que amou. Esquece que existiu.
Filhos da puta. O Boteco
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O mal do século XXI É o mal de alzheimer que aflora nessa gente: Esquece que falou. Esquece que sentiu. Esqueceu que amou. Esquece que existiu.
Filhos da puta. O Boteco
Nota XII/VI
Te sinto, te grito, te observo, te espero, te escrevo, te clamo, te amo.
Você não lê. Muito menos vê.
metrô paulistano vazio mas eu, por dentro cheia como o Brás ás sete. dia 12, sabe via um ou outro daqueles seres enamorados emanando Luz. sentia falta daquele moço olhos Linha Esmeralda: desceu na Armênia e tirou meu coração do peito (antes mesmo de Tiradentes). tivesse ele ficado Sé um pouquinho: só pra gravar melhor na memória e tomado a Liberdade de perguntar o maldito nome.
g.b (pseudor)
ontem morreu uma parte de mim. a parte que sente a parte que chora a parte que aguenta estou mais inteira sendo o que sobrou dessas partes. o que sobrou ficou vazio e o vazio é imenso.
luna
Nenhum homem que tenha vivido conhece mais sobre a vida depois da morte que eu ou você. Toda religião simplesmente desenvolveu-se com base no medo, ganância, imaginação e poesia.
Edgar Allan Poe.
Com aquela cara de homem fingindo estar interessado no papo de uma mulher apenas porque está com vontade de comê-la, com aquela cara de mulher costurando e bordando pensamentos apenas porque está a fim de ser comida por ele, cheguei, caprichei, relaxei, lembrei tudo que tinha aprendido em Kant e Hegel, repassei toda a teoria dos quanta, a morfologia dos contos de magia de Propp, o vôo do 14-bis, cheguei e não perdoei:
— Tem fogo?
LEMINSKI, Paulo. Agoras é que são elas.
Nota 27
meu coração virou sabão, ficou tão escorregadio que caiu das suas mãos.
A loucura que se embala no sono e na minha energia, o calor de estar longe do sol, o frio do verão, o amor odiado, a hipocrisia em comum, o medo de demonstrar temor, a noite, o rico pobretão, o grã-fino maltrapilho. Nós.
Apague o cigarro, isso vai te matar. Que tipo de mulher sem escrúpulos falaria isso? O tabaco, a poesia, a música e o álcool são partes de minha alma. Paciência nunca foi meu forte, ninguém entenderia, então poupei explicações e apaguei o maldito cigarro. Tive que desistir de parte de mim em silêncio aquela tarde, e por mera falta de interesse ninguém percebeu.
Amsterdã, 1957.
é, eu realmente não sei de nada Eduardo,
da mesma forma que você sempre disse.
que a ingenuidade não está só ligada ao que se vê, mas também ao que se sente. e existem mentiras que são tão bem trajadas e até se parecem verdades. que novas cicatrizes são capazes de abrir antigas. e há pessoas que possuem uma névoa ao seu redor e distorcem a visão da realidade substituindo por algo que seja satisfatório e desejado. que o perigo também cerca os que só pretendem deleitar-se em uma madrugada fria. que aquela música do Cícero que cantamos um pro outro deitados na minha cama não tinham significado pra você. e que nunca se é astuto o suficiente para não deixar-se envolver e apaixonar-se novamente.
O aterro sanitário mandou lembranças.
Disse que está com saudades
e que um lixo como eu nunca deveria ter saído de lá.
E ele tem toda a razão.
saudade
hemorragia interna que sangra sangra e escorre pelos olhos.
com tudo de mim